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domingo, 29 de maio de 2016

A Vida de Jesus - o Evangelho Unificado


Fonte da ilustração:
http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1102009467

(Parte 9)
Grande Ministério na Galileia
(Mar. 1:14b, 15; João 4:44, 45) 

Então, Jesus entrou na Galileia, pregando as boas novas de Deus e dizendo: “Tem-se cumprido o tempo designado e o reino de Deus se tem aproximado. Arrependei-vos e tende fé nas boas novas.” O próprio Jesus, porém, dava testemunho de que um profeta não tem honra na sua própria pátria. Portanto, ao chegar à Galileia, os galileus receberam-no porque tinham visto todas as coisas que ele fizera em Jerusalém, na festividade, pois eles também tinham ido à festividade.

Fonte das ilustrações:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/segundo-milagre-cana/

O Segundo Milagre em Caná
(João 4:46-54)

46 Por conseguinte, ele veio novamente à Caná da Galileia, onde transformara a água em vinho. Havia então ali certo assistente do rei[1], cujo filho estava doente em Cafarnaum.[2] 47 Quando este homem ouviu que Jesus saíra da Judeia para a Galileia, foi ter com ele e começou a pedir-lhe que descesse e sarasse seu filho, pois estava às portas da morte. 48 Jesus, porém, disse-lhe: “A menos que vós vejais sinais e prodígios, de modo algum acreditareis.” 49 O assistente do rei disse-lhe: “Senhor, desce antes de minha criancinha morrer.” 50 Jesus disse-lhe: “Vai; teu filho vive.” O homem acreditou na palavra que Jesus lhe falou e foi embora. 51 Mas, enquanto ainda estava descendo, vieram ao encontro dele seus escravos para dizer que seu menino estava vivo. 52 Começou assim a indagar deles a hora em que ficou melhor de saúde. Concordemente lhe disseram: “Ontem, na sétima hora,[3] a febre o abandonou.” 53 Portanto, o pai sabia que fora naquela mesma hora que Jesus lhe dissera: “Teu filho vive.” E ele e toda a sua família creram. 54 Demais, este foi o segundo sinal que Jesus realizou depois de sair da Judeia para a Galileia.

Fonte das ilustrações:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/sinagoga-nazare/

Jesus visita Nazaré
(Luc. 4:14b-31a)

E a boa fama dele espalhou-se por toda a região circunvizinha. 15 Começou também a ensinar nas sinagogas deles, sendo tido em honra por todos.

16 E ele chegou a Nazaré, onde tinha sido criado; e, segundo o seu costume no dia de sábado, entrou na sinagoga e levantou-se para ler. 17 Foi-lhe assim entregue o rolo do profeta Isaías, e ele abriu o rolo e achou o lugar onde estava escrito: 18 “O espírito de Jeová está sobre mim, porque me ungiu para declarar boas novas aos pobres, enviou-me para pregar livramento aos cativos e recuperação da vista aos cegos, para mandar embora os esmagados, com livramento, 19 para pregar o ano aceitável de Jeová.”[4] 20 Com isto enrolou o rolo, entregou-o de volta ao assistente e se assentou; e os olhos de todos na sinagoga estavam atentamente fixos nele. 21 Principiou então a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta escritura que acabais de ouvir.”

22 E todos começaram a dar-lhe testemunho favorável e a maravilhar-se das palavras cativantes que saíam de sua boca, e diziam: “Não é este um filho de José?” 23 A isto lhes disse: “Sem dúvida aplicareis a mim a seguinte ilustração: ‘Médico, cura-te a ti mesmo; as coisas que ouvimos acontecer em Cafarnaum faze também aqui no teu próprio território.’” 24 Mas ele disse: “Deveras, eu vos digo que nenhum profeta é aceito no seu próprio território. 25 Por exemplo, em verdade vos digo: Havia muitas viúvas em Israel nos dias de Elias, quando o céu ficou fechado por três anos e seis meses, de modo que sobreveio grande fome a toda a terra, 26 contudo, Elias não foi enviado a nenhuma destas mulheres, mas apenas a Sarefá,[5] na terra de Sídon,[6] a uma viúva.[7] 27 Havia também muitos leprosos em Israel, no tempo de Eliseu, o profeta, contudo, nenhum deles foi purificado, a não ser Naamã,[8] o homem da Síria.”[9] 28 Ora, todos os que ouviam estas coisas na sinagoga ficaram cheios de ira; 29 e levantaram-se e o conduziram às pressas para fora da cidade, e o levaram à beirada do monte em que se situava a sua cidade,[10] a fim de o lançarem de cabeça para baixo. 30 Mas ele passou pelo seu meio e seguiu caminho.

31 E desceu a Cafarnaum, uma cidade da Galileia.


Fonte da ilustação:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/biblia-ensina/quem-e-jesus-cristo/

Cumpre-se a profecia de Isaías 9:1, 2
(Mat. 4:13-17)

13 Além disso, depois de deixar Nazaré, veio morar em Cafarnaum, à beira do mar, nos distritos de Zebulão[11] e Naftali,[12] 14 para que se cumprisse o que fora falado por intermédio de Isaías, o profeta, dizendo: 15 “Ó terra de Zebulão e terra de Naftali, ao longo da estrada do mar, além do Jordão, Galileia das nações! 16 O povo sentado na escuridão viu uma grande luz, e quanto aos sentados numa região de sombra mortífera, levantou-se sobre eles uma luz.” 17 Daquele tempo em diante, Jesus principiou a pregar e a dizer: “Arrependei-vos, pois o reino dos céus se tem aproximado.”

Explicação das siglas usadas:
 AEC: Antes de nossa Era Comum.
EC: Era Comum
it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras, publicada pelas Testemunhas de JeováO número em sequência indica o volume.


Notas:
[1] Herodes Ântipas. – It-1, p. 395.
[2] A uns 26 km de Caná. – It-1, p. 395.
[3] Das 12-13 horas.
[4] Isa. 61:1, 2a.
[5] [Possivelmente duma raiz que significa “refinar”]. Cidade fenícia, ‘pertencente a’, ou, pelo visto, dependente de Sídon, nos dias de Elias. – It-3, p. 540.
[6] Cidade da Fenícia. A Fenícia era a região demarcada pela faixa litorânea ao longo da margem oriental do Mediterrâneo entre a Síria e Israel, limitada ao L pelos montes do Líbano. Correspondia aproximadamente ao atual país do Líbano. Durante muitos anos, a principal cidade da antiga Fenícia era Sídon, mas ela foi mais tarde suplantada em importância por Tiro, cidade fundada por colonos de Sídon. – It-2, p. 114.
[7] 1 Reis 17:8-16; 18:1.
[8] [Duma raiz que significa “ser agradável”]. Um chefe do exército sírio do décimo século AEC, durante os reinados de Jeorão, de Israel, e de Ben-Hadade II, da Síria. – It-3, p. 48.
[9] 2 Reis 5:1-14.
[10] Isto não quer dizer que Nazaré ficava à própria borda ou beira do monte, mas ficava num que tinha uma borda da qual queriam lançar Jesus. Alguns o identificaram com um penhasco de uns 12 m de altura ao SO da cidade. – It-3, p. 70.
[11] [Tolerância; ou, possivelmente: Moradia (Habitação) Elevada]. Sexto filho de Léia, esposa de Jacó. A região designada à tribo de Zebulão ficava entre o mar da Galileia ao L e o Mediterrâneo ao O. – It-3, p. 814.
[12] [Minhas Lutas]. Segundo filho de Bila, serva de Raquel. O território designado à tribo de Naftali ficava na parte setentrional da Terra da Promessa. (Deut. 34:1, 2) Ao L, ela confinava com o mar da Galileia e o rio Jordão. A região designada a Zebulão confinava com Naftali tanto ao O como ao S. – It-3, p. 58.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




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