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domingo, 18 de agosto de 2013

Falsa Exegese na interpretação do “Espírito Santo”

Fonte da ilustração:
http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/2013722


Tem-se por “exegese” o comentário explicativo de textos bíblicos. Quando tal explanação está em plena harmonia com a Bíblia como um todo, pode-se dizer que tal exegese está bem fundamentada, tendo o respaldo das Escrituras. Contudo, nem toda explicação de textos bíblicos harmoniza-se com o contexto imediato ou mediato. Nesse caso, tal “exegese” é sofismática, enganadora e desencaminhante.

Para ilustrar o teor disso, este artigo toma por base a Pneumatologia, especificamente no que concerne ao termo “Espírito Santo”. Uma vertente de religiosos defende a impessoalidade do “Espírito Santo”, ao passo que outra vertente afirma a personalidade do mesmo. Esta matéria traz à tona ambos os conceitos divergentes e seus respectivos argumentos, dentro de uma mesma ramificação temática. Assim, o leitor imparcial poderá analisar qual conceito se respalda nas Escrituras e qual deles constitui mera “exegese” falsa.

A proposição dos impessoalizadores do “Espírito Santo”

É de conhecimento público que os defensores da impessoalidade do espírito santo usam textos tais como Atos 2:4 e 33 para demonstrar biblicamente esse ensino. Veja abaixo a transcrição desses versículos:

“Todos eles ficaram cheios do espírito santo.” – Atos 2:4, NM.

“A este Jesus, Deus ressuscitou, fato de que todos nós somos testemunhas. Portanto, visto que ele foi enaltecido à direita de Deus e recebeu do Pai o prometido espírito santo, derramou isto que vedes e ouvis.” – Atos 2:33, NM.
     
O raciocínio é o seguinte: visto que o “Espírito Santo” encheu cerca de 120 discípulos ao mesmo tempo, como poderia tal espírito ser uma pessoa? E o fato de o espírito santo ser derramado faria dele “algo” e não “alguém”, visto que uma pessoa não poderia ser derramada.

Por entenderem que o tal “Espírito” é uma força, ou energia impessoal, os impessoalizadores[1] do “Espírito Santo” usam tal expressão com iniciais minúsculas: “espírito santo.”

O contra-ataque dos personalizadores do “Espírito Santo”

Tendo em foco a linha de raciocínio acima, os que asseveram a personalidade do “Espírito Santo” afirmam que, se o derramamento do “Espírito Santo” constituísse prova contra sua personalidade, então o apóstolo Paulo também não seria uma pessoa, uma vez que Paulo escreveu sobre de si mesmo:

“Eu esteja sendo derramado...” – Filipenses 2:17, NM.

“... Já estou sendo derramado...” – 2 Timóteo 4:6, NM.

Citam em adição uma profecia do “Antigo Testamento”, que diz respeito a Jesus Cristo:

“Fui derramado como água.” – Salmo 22:14, NM.

Assim, arrazoam: ‘Tendo em vista esses textos, se formos aplicar os argumentos dos que defendem a impessoalidade do “Espírito Santo”, tanto Paulo como Jesus seriam também uma simples força impessoal.’

Com relação à argumentação com foco na descrição do “Espírito Santo” como ‘enchendo’ pessoas, os afirmadores da personalidade de tal “Espírito” argumentam que, ao invés de isso ser prova da natureza impessoal do “Espírito Santo”, seria antes uma prova de que ele é o próprio Senhor Deus. Afinal, ele é quem ”a tudo enche em todas as coisas” (Efésios 1:23), ”que cumpre tudo em todas as coisas”. Fecham a argumentação com 2 Coríntios 3:17, que declara: ”O Senhor é o Espírito.” – ACRF.

Tendo em vista as duas proposições apresentadas acima, alguns leitores poderão ficar confusos quanto a que lado está com a verdade. Seria o derramamento do “Espírito Santo” e a descrição dele como enchendo pessoas uma mera figura de linguagem, como evidentemente o é no caso de Jesus e de Paulo? Ou tal linguagem descritiva seria literal no caso do “Espírito Santo”, indicando que a argumentação com base nos exemplos de Jesus e de Paulo não se aplica no caso do “Espírito Santo”?

Uma análise mais profunda elucida a questão

Na questão envolvendo o derramamento do “Espírito Santo”, os textos que usam o mesmo verbo “derramar” com Paulo e Jesus Cristo não podem ser usados. Por que podemos dizer isso? Porque nos casos envolvendo Paulo e Cristo, tais pessoas são mencionadas como sendo derramadas COMO ALGO QUE SE DERRAMA. Observe os textos usados pelos proponentes da personalização do “Espírito Santo”, mas agora sendo transcritos com o complemento que esclarece essa questão:

“Mesmo que eu esteja sendo derramado COMO OFERTA DE BEBIDA ….” – Filipenses 2:17, NM.
   
“Pois, já estou sendo derramado COMO OFERTA DE BEBIDA ….” – 2 Timóteo 4:6, NM.

“Fui derramado COMO ÁGUA.” – Salmo 22:14, NM.
  
Portanto, nos casos acima, analisando as traduções da Bíblia, trata-se de um SÍMILE, “figura que compara duas coisas essencialmente dessemelhantes, atribuindo-lhes caracteres comuns”. (Dicionário Michaelis)  O símile não tem por finalidade provar personalidade ou a ausência dela. Apenas visa fazer uma comparação, assim como a metáfora.

Já no caso do derramamento do “Espírito Santo”, não ocorre símile. A Bíblia não diz que o “Espírito Santo” é derramado como algo que se derrama. Não. Ser derramado é uma característica própria do “Espírito Santo”, o que configura que tal “Espírito” é a impessoal força ativa de Deus.

Mas o verbo “derramar” poderia ser aplicado a uma força – uma energia? Sim. O Dicionário Michaelis define “derramar” (entre outras conotações) como “espalhar-se”, “difundir-se”, “distribuir”, “repartir” e “propagar”. Todas essas definições citadas aqui podem descrever uma energia em atividade. – Veja Números 11:17, 25, 26; Hebreus 2:4.
    
Em plena consonância com isso, o verbo grego έκχέω ou εκχύννομαι [ekkhéo ou ekkhýnnomai] (“derramar”) tem o sentido de “conceder e distribuir em grande parte”. (The New Analytical Greek Lexicon, 7ª ed., 2001; veja o artigo “Estudo sobre Pneumatologia – Parte 5”, neste site.)

Por outro lado, os dois textos citados pelos trinitaristas (Filipenses 2:17 e 2 Timóteo 4:6) NÃO USA esse verbo, e sim o verbo spéndo (σπένδω), que significa “oferecer uma libação ou oferta líquida”. (Léxico do Novo Testamento Grego/Português de Gingrich e Danker [G.D.]) Esse verbo ocorre somente nestes textos: Filipenses 2:17 e 2 Timóteo 4:6.

Portanto, além de a ausência do símile impedir o uso desses textos para tentar refutar a clara impessoalidade do espírito santo, o mau uso dos mesmos textos também demonstra desconhecimento da língua grega.

É verdade que, na Septuaginta grega, no Salmo 22:14 (21:15, LXX), ocorre o verbo grego έκχέω, na frase ωσει υδωρ εξεχυθην (oseí hýdor ecsekhythen), literalmente: “Como água fui derramado.” Contudo, a partícula grega ωσει (oseí) denota comparação, significando: “como, semelhantemente, algo como” (G.D.), estabelecendo o símile. Portanto, não há nenhuma base linguística, muito menos bíblica, para usar esses textos como tendo alguma semelhança com o derramamento do espírito santo.

Na questão de “encher”, o texto citado de Efésios 1:23, nas versões de Almeida, é traduzido preponderantemente por “cumpre tudo em todos” (Al, ACRF, IBB), sendo somente na Almeida Atualizada traduzido por “a tudo enche em todas as coisas”. (ALA) Mas, o ponto é que esse texto não afirma que Deus enche tudo com ele mesmo.

A Bíblia diz que ‘o céu dos céus não podem conter’ a Deus. (1 Reis 8:27) Se nem o Universo físico pode comportar a presença de Jeová em pessoa, muito menos nós! Então, como Jeová “preenche todas as coisas”? (Efésios 1:23, NM) Do modo como a Bíblia aponta: com Seu espírito santo.  – Lucas 1:15, 67; 4:1; Atos 2:4; 4:8, 31; 6:3; 7:55; 9:17; 11:24; 13:9; Efésios 5:18.

Com relação ao espírito santo ‘falar’, ‘testemunhar’ etc., trata-se evidentemente de uma personificação (prosopopeia). – Veja os artigos “Personificação provapersonalidade?”  e “O ‘Espírito Santo’ éuma pessoa?”

Quanto a 2 Coríntios 3:17, o texto NÃO DIZ que ‘o Senhor [Jeová] é o espírito santo’. Antes, diz que “o Senhor é Espírito” (Al, ACRF), ou “o Senhor é o Espírito”. (ALA, IBB) Nessa acepção, “espírito” refere-se a uma pessoa espiritual. Contudo, o artigo definido mostra que Jeová não é apenas um ser espiritual, como suas criaturas celestiais. Ele é “O” Espírito num sentido único e singular, como o Deus Todo-poderoso e majestoso Criador. – Veja o artigo “Estudo sobre Pneumatologia– Parte 2”.

Acontece que os trinitaristas deixaram de citar a continuação do versículo, que menciona o “Espírito do Senhor”. (Al, ACRF, IBB, ALA) Uma vez que este segundo espírito é do Senhor – ou seja, a ele pertence; é sua propriedade – tal “Espírito” (ainda que colocado com inicial maiúscula) não pode ser o próprio Senhor (Deus). Atos 2:17 declara: “E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor [“Deus”; Al, ACRF] , que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne.” (ALA, IBB) Uma vez que Deus diz “do MEU Espírito”, ele está se referindo a algo dele, que lhe pertence, mas não a ele próprio, pois ele não disse: ‘derramarei a mim mesmo’. Pelo visto, por essa razão, há traduções que colocam “espírito” com inicial minúscula nesse texto. (The New American Bible; Sociedade Bíblica Britânica) Trata-se cristalinamente da energia que dele emana, Seu espírito santo ou força ativa.

Assim, este artigo ilustra como é perigoso acreditar em falsas “exegeses”, que estão construídas em argumentos falaciosos, totalmente inverossímeis. Nortear sua vida por tais ensinos desencaminhantes evidentemente não significa ‘adorar o Pai com espírito e verdade’, característica vital para os a quem Jesus Cristo chamou de “verdadeiros adoradores”. – João 4:23.



Abreviações das traduções usadas neste artigo:

ACRF – Almeida Corrigida e Revista Fiel.
Al – Almeida Corrigida.
ALA – Almeida Revista e Atualizada.
IBB – Almeida da Imprensa Bíblica Brasileira.
NM – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.


Nota:
[1] O verbo “impessoalizar” significa “dar caráter impessoal a”. – Dicionário Aulete. Fonte: http://aulete.uol.com.br/impessoalizar




A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org




domingo, 4 de agosto de 2013

O “outro Consolador” é uma pessoa?

Fonte da ilustração:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ultimos-dias-ministerio/caminho-verdade-vida/


“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
 o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.” – João 14:16, 17, Tradução Almeida Corrigida e Revisada Fiel.

  
A palavra grega para “outro”, no texto acima, é állos, que certos estudiosos em grego afirmam significar “outro da mesma espécie”, em contraste com héteros, que declaram significar “outro de espécie diferente”. Os que preceituam que o espírito santo seja uma pessoa usam o texto acima e a significação proposta para állos como argumento para sua proposição. Estabeleceram a regra de que, se o elemento que antecede a állos for uma pessoa, então o “outro” se aplica igualmente a uma pessoa. Para que o leitor possa entender essa premissa:

Leia novamente o texto bíblico no início deste artigo. O texto descreve as palavras de Cristo, nas quais ele afirma a seus discípulos que o Seu Pai daria “outro [állos] Consolador”, referindo-se ao espírito santo. À base disso, Jesus deu a entender que ele próprio era um “Consolador”. Em vista disso, os que propõem que o espírito santo é uma pessoa raciocinam da seguinte forma: ‘Uma vez que Jesus é uma pessoa, o “outro” [állos], significando “outro da mesma espécie”, forçosamente faz com que o espírito santo seja também uma pessoa.’ Querem com isso estabelecer a suposta personalidade do espirito santo.

Devido a essa argumentação prevalecente no meio trinitário, há algum tempo atrás o autor dos artigos deste site recebeu uma pergunta de um assíduo leitorO referido leitor perguntou: “Essa palavra (állos) pode realmente ser usada, no mesmo texto, com relação a alguém e a algo impessoal? (Ou seja, o grego permite o uso de ‘outro’ [állos] em comparação com ‘alguém’ e ‘algo’?)”

Tal leitor, que evidentemente não concorda com a interpretação trinitária de João 14:16, 17, queria saber se, na Bíblia, állos simplesmente é usado entre dois elementos, independente de um elemento ser pessoal e o “outro” (állos), não. Ele solicitou um embasamento bíblico de que állos possa ser usado dessa maneira, dessa forma provando a falsidade do raciocínio trinitário na questão em pauta. O autor dos artigos deste site tem, portanto, o prazer de considerar neste artigo comentários a respeito da respectiva pergunta e de suas implicações.

Állos como artifício doutrinal – tem validade?

Como mostrado em artigos anteriores neste site, os proponentes da suposta personalidade do espírito santo buscam estabelecer regras insustentáveis na tentativa de provar uma doutrina inexistente na Bíblia.[1]

Mas isso foge totalmente ao aspecto gramatical. Állos se aplica a “outro” em relação à palavra a que se refere, e nada tem a ver com personalidade ou impessoalidade. A palavra em questão é parácletos (“ajudador” ou “consolador”), e não “pessoa” (normalmente tradução de prósopon [πρόσωπον, literalmente: “face”], palavra que nem ocorre no texto). Nem essa palavra (prósoponnem a ideia dela aparecem nos textos envolvidos. O espírito santo seria outro parákletos não outra pessoa. Parácletos significa “ajudador” ou “consolador”, e pode ser aplicado a todo aquele e a tudo que consola ou ajuda. Assim como em qualquer língua quem ou o que consola pode ser chamado de “consolador”, o mesmo se dá no grego.

O espírito santo é descrito como “outro” ajudador (parácleto) em relação a Jesus Cristo. (João 14:16, 26; 15:26; 16:7) Por conseguinte, a comparação aqui não é a de Jesus e o espírito santo serem ambos pessoas. A linha de comparação está na palavra “ajudador” (ou “consolador”, conforme algumas traduções). Tanto Jesus como o espírito santo são descritos como ‘ajudadores’ ou ‘consoladores’. A Bíblia fala de objetos, como vara e bastão, como ‘coisas que consolam’. (Salmo 23:4) O espírito santo é “outro [állos] ajudador” no sentido de que daria continuidade à ajuda prestada por Jesus na promoção dos interesses do Reino de Deus, e de forma alguma tais textos poderiam ser usados para provar a existência de uma suposta terceira pessoa dum deus trino.

Mas, ainda persiste a pergunta feita pelo leitor deste site mencionado acima: “Essa palavra (állos) pode realmente ser usada, no mesmo texto, com relação a alguém e a algo impessoal? (Ou seja, o grego permite o uso de ‘outro’ [állos] em comparação com ‘alguém’ e ‘algo’?)”

Para responder a essa pergunta, vejamos uma passagem no texto grego da LXX (Septuaginta), que é o mesmo grego coiné (usado no “Novo Testamento”):

Texto:                
εγω ο θεος και ουκ εστιν αλλος πλην εμου

Transliteração: 
Egó ho theós kaì ouk estin állos plen emoù  

Tradução literal:          
Eu    o  Deus  e    não  há     outro    além  de mim.
 – Isaías 45:21.

Uma vez que o “Deus” a que o texto se refere é um Ser pessoal  (Jeová), se fôssemos seguir a regra dos trinitaristas, o állos (o ‘outro da mesma espécie’) teria de ser também um ser pessoal. Contudo, o contexto de Isaías mostra justamente o contrário: os deuses das nações são coisas impessoais! Veja isso nos textos abaixo:

Isaías 45:20: “Reuni-vos e chegai. Aproximai-vos juntos, vós fugitivos das nações. Os que carregam a madeira da sua imagem esculpida não vieram a ter conhecimento, nem tampouco os que oram a um deus que não pode salvar.”

Isaías 44:14-17: “Há um cujo negócio é cortar cedros; e ele toma certa espécie de árvore, mesmo uma árvore maciça, e deixa-a ficar forte para si entre as árvores da floresta. Plantou o loureiro, e a própria chuvada o faz crescer. E este se tornou algo para o homem manter o fogo aceso. De modo que toma parte dele para se aquecer. De fato, faz um fogo e realmente coze pão. Também trabalha num deus diante do qual se possa curvar. Fez dele uma imagem esculpida e se prostra diante dele. Metade realmente queima no fogo. Sobre metade assa bem a carne que come e fica satisfeito. Também se aquece e diz: ‘Ah! Aqueci-me. Vi a luz do fogo.’ Mas do restante é que faz mesmo um deus, sua imagem esculpida. Prostra-se diante dele e curva-se, e ora para ele e diz: ‘Livra-me, pois tu és o meu deus.’”

Isaías 46:7:Carregam-no sobre o ombro, sustentam-no e depositam-no no seu lugar para que fique parado. Não se afasta do lugar da sua posição. Clama-se até mesmo para ele, mas não responde; não salva a ninguém da sua aflição.”

Portanto, como torna claro o texto de Isaías 45:20, 21 (e o contexto geral do tema em questão, em Isaías 44:14-17; 46:7), állos pode realmente ser usado, no mesmo texto, com relação a alguém (no caso aqui, o Deus Todo-Poderoso) e a algo impessoal (uma imagem esculpida). Do mesmo modo, o grego permite, em João 14:16 e 17, o uso de ‘outro’ [állos] em comparação com ‘alguém’ (Jesus Cristo) e ‘algo’ (o espírito santo).

Em vista disso, é imprescindível que os sinceros estudantes da Bíblia e buscadores da verdade nela contida tomem muito cuidado com “as contradições do falsamente chamado ‘conhecimento’”, pois, como explica o texto seguinte, “por ostentarem tal conhecimento, alguns se desviaram da fé”. (1 Timóteo 6:20, 21, Tradução do Novo Mundo [NM]) Como diz a Palavra de Deus, “os não ensinados e instáveis estão deturpando" as Escrituras para a sua própria destruição”. – 2Pe 3:16, NM.[2]


Notas:
[2] O autor dos artigos deste site pretende, em um artigo futuro, considerar mais extensivamente o modo em que a Bíblia usa os termos állos héteros.



A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org






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