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sábado, 14 de junho de 2014

O Rico e Lázaro – história real ou parábola?


Fonte dos dois desenhos: O Maior Homem Que Já Viveu, pp. 287-288.


A história de um rico e de um mendigo de nome Lázaro, contada por Jesus Cristo e registrada por Lucas, em seu Evangelho (16:19-31), tem sido largamente usada por teólogos e membros de religiões professamente cristãs para tentar provar a doutrina antibíblica do inferno de fogo, ou tormento eterno.

Diversos artigos apologéticos já foram redigidos sobre esse tema para mostrar que tal relato não é literal e nem trata da condição dos mortos. De modo que o objetivo deste artigo é ser o mais sucinto possível, mas ao mesmo tempo satisfatoriamente abrangente, em mostrar o significado do relato.

O contexto e a fraseologia provam que se trata de uma ilustração e não de uma história real

1. O Hades não é um lugar de tormento.
 “Também o rico morreu e foi enterrado. E no Hades, ele ergueu os olhos, estando em tormentos.” – Lucas 16:22, 23.

Hades é tradução do hebraico Seol. (Compare Atos 2:31 com Salmo 16:10.) E Seol é uma palavra hebraica usada para indicar inatividade e inconsciência.

“Os mortos …não estão cônscios de absolutamente nada. …. Também seu amor, e seu ódio, e seu ciúme já pereceram. … Tudo o que a tua mão achar para fazer, faze-o com o próprio poder que tens, pois não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol, o lugar para onde vais.” – Eclesiastes 9:5, 6, 10.
  
2. Não há comunicação entre os mortos.

“Por isso [o rico] chamou e disse: ‘Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro mergulhe a ponta do seu dedo em água e refresque a minha língua, porque eu estou em angústia neste fogo intenso.’” – vers. 24.

“Os próprios mortos não louvam a Jah, nem quaisquer dos que descem ao silêncio. – Salmo 115:17.

3. A água se evaporaria com o fogo.

4. Uma única gota não poderia dar alívio ao sofredor.

5. Espírito não bebe água, nem tem língua e nem dedo.

6.O mendigo é que deveria ter ido para o suposto “inferno”.
        
“Ora, no decorrer do tempo, morreu o mendigo e foi carregado pelos anjos para a posição junto ao seio de Abraão.” – Lucas 16:22.
  
“Fui moço e agora sou velho, mas nunca vi um homem bom abandonado por Deus e nunca vi os seus filhos mendigando comida.” – Salmo 37:25, Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

 Assim, a mendicância não é evidência do favor de Deus, mas do oposto.

7. Abraão não estava no céu, nem consciente em algum lugar

Ademais, nenhum homem ascendeu ao céu, senão aquele que desceu do céu, o Filho do homem.” – João 3:13.

“Abraão expirou então e morreu numa boa velhice, idoso e satisfeito, e foi ajuntado ao seu povo.” – Gênesis 25:8.

8. O rico com o tempo sairia do Hades.

“E o mar entregou os mortos nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos neles, e foram julgados individualmente segundo as suas ações.” – Apocalipse 20:13.

Portanto, mesmo que tal “tormento” fosse literal num suposto “inferno de fogo”, não seria eterno. Isso prova adicionalmente que o Hades não é o mítico inferno de fogo da cristandade.

9. Lázaro foi para o céu sem ter sido ressuscitado.

“Ele [o rico] disse então: ‘Neste caso, peço-te, pai [Abraão], que o envies à casa de meu pai, pois eu tenho cinco irmãos, a fim de que lhes dê um testemunho cabal, para que não cheguem a entrar neste lugar de tormento.’ Mas Abraão disse: ‘Eles têm Moisés e os Profetas; que escutem a estes.’ Ele disse então: ‘Não assim, pai Abraão, mas, se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão.’ Mas ele lhe disse: ‘Se não escutam Moisés e os Profetas, tampouco serão persuadidos se alguém se levantar dentre os mortos [ainda que ressuscite alguém dentre os mortos, Al].’” – Lucas 16:27-31.

Note que o texto não diz: ‘Se alguém que foi ressuscitado for ter com eles.’ Mas diz: “Se alguém se levantar dentre os mortos.” Assim, a fraseologia, se tomada literalmente, dá a entender que Lázaro não havia ainda sido ressuscitado.

10. O céu não é um hospício.

“E, além de todas essas coisas, estabeleceu-se um grande precipício entre nós e vós, de modo que os que querem passar daqui para vós não o podem, nem podem pessoas passar de lá para nós.” – Vers. 26.

Pense com sinceridade: alguém no céu haveria de QUERER passar para o suposto “inferno”??? Tal pessoa só poderia estar totalmente fora do seu juízo. Mas o céu não é um hospício, de modo a abrigar seres desvairados!

A CONCLUSÃO …

Observou quantas contradições e incoerências haveria se o relato fosse tomado literalmente? É extremamente óbvio que se trata de uma alegoria. Isso é adicionalmente comprovado pelo que sabemos do método usado por Jesus ao ensinar:

“Todas estas coisas falou Jesus às multidões por meio de ilustrações. Deveras, nada lhes falava sem ilustração.” – Mateus 13:34.

O SIGNIFICADO DA ILUSTRAÇÃO

O contexto: a respeito de quem Jesus estava falando?

“Ora, os fariseus, que eram amantes do dinheiro, estavam escutando todas estas coisas, e começaram a escarnecer dele. Consequentemente, ele [Jesus] lhes disse: ‘Vós sois os que vos declarais justos perante os homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque aquilo que é altivo entre os homens é uma coisa repugnante à vista de Deus.’” – Lucas 16:14, 15.

Observe que a ilustração foi contada tendo em vista os fariseus. (Apenas em Lucas 17:1 Jesus se dirige aos seus discípulos.) Observe também que Lucas acrescenta o pormenor de que eles eram “amantes do dinheiro”. Isso explica por que Jesus falou de um rico em sua ilustração. Portanto, o “rico” representa os fariseus, os quais, como líderes religiosos judaicos, transmitiam apenas ‘migalhas’ em sentido espiritual em seus ensinos.

E quem é representado pelo “Lázaro”?

Note que em várias ilustrações Jesus descreveu sempre duas classes de pessoas – os líderes religiosos judaicos e o povo comum que era oprimido por eles:

O fariseu e o cobrador de impostos (publicano). – Lucas 18:11, 12.
 O filho obediente e o filho desobediente. – Mateus 21:28-32, 45.
O filho pródigo e seu irmão insensível. – Lucas 15:11-32.

É, pois, evidente que “Lázaro” representa o povo comum, que vivia como ovelhas sem pastor. (Mateus 9:36) Tais pessoas estavam espiritualmente pobres, mendigando por alimento espiritual. E, devido a tal condição espiritualmente deplorável, estavam espiritualmente doentes, espiritualmente ‘cheios de úlceras’. – Lucas 16:20.

A “morte” do rico e de Lázaro

Na Bíblia, “morte” em sentido figurado pode significar uma mudança de condição.

“Outrossim, é a vós que Deus vivificou, embora estivésseis mortos nas vossas falhas e pecados.” – Efésios 2:1.

“Pois morrestes, e a vossa vida tem sido escondida com o Cristo em união com Deus.” – Colossenses 3:3.

“Pois fostes enterrados com ele [Cristo] no seu batismo, e, pela relação com ele, fostes também levantados junto por intermédio da vossa fé na operação de Deus, o qual o levantou dentre os mortos.” – Colossenses 2:12.

Assim, perguntamos: Qual foi a mudança de condição que ocorreu tanto com os da classe de “Lázaro” quanto com os da classe do “rico”?

O que significou a morte de “Lázaro”

Quando Jesus alimentou espiritualmente as multidões com seu ensino, os do povo comum que aceitaram seus ensinamentos morreram para com a condição anterior – de espiritualmente “esfoladas e empurradas dum lado para outro como ovelhas sem pastor”. (Mateus 9:36) Abandonaram suas práticas pecaminosas e passaram a ficar numa condição aprovada perante Deus.

O nome “Lázaro” se ajusta bem ao favorecimento dos arrependidos entre o povo comum. “Lázaro” provavelmente é a forma grega do nome hebraico Eleazar, que significa “Deus Ajudou”. Realmente, Deus ajudou, por meio de Cristo, os sinceros que aceitaram a pregação realizada por Jesus.

Abraão, na parábola, representa Jeová Deus. Vemos isso na alegoria contada por Paulo em Gálatas 4:21-31:

Dizei-me, vós os que quereis estar debaixo de lei: Não dais ouvidos à Lei? Por exemplo, está escrito que Abraão adquiriu dois filhos, um por meio da serva e outro por meio da livre. … Estas coisas são como que um drama simbólico; pois estas mulheres significam dois pactos, um do monte Sinai [Pacto da Lei mosaica], que dá à luz filhos para a escravidão [os aderentes a tal pacto], e que é Agar [a escrava]. Ora, esta Agar significa Sinai, um monte na Arábia, e ela corresponde à Jerusalém atual, pois está em escravidão com os seus filhos. Mas a Jerusalém de cima [representada por Sara] é livre, e ela é a nossa mãe.” – Vers. 21, 22, 24-26.

Uma vez que Sara, esposa de Abraão, representa a “Jerusalém de cima” – a organização celestial de Jeová, composta de seus santos anjos, Abraão representa o próprio Jeová. Assim como Abraão se dispôs a sacrificar seu filho Isaque, Jeová se dispôs a dar e deveras deu seu Filho, Jesus Cristo, em sacrifício pela humanidade pecadora. – Gênesis 22:1, 2, 10-12; João 3:16; 1 João 4:9, 10.

A “posição junto ao seio” do Abraão Maior, Jeová Deus, representa uma condição de intimidade com Deus. (Lucas 16:22) Que essa expressão indica uma condição de intimidade podemos ver nos seguintes textos:

“Nenhum homem jamais viu a Deus; o deus unigênito [Jesus Cristo], que está na posição junto ao seio do Pai, é quem o tem explicado.” – João 1:18.

“Recostava-se na frente do seio de Jesus um dos seus discípulos [João], e Jesus o amava. Portanto, Simão Pedro acenou com a cabeça para este e disse-lhe: ‘Dize a respeito de quem ele está dizendo [isso].’ De modo que este último se encostou no peito de Jesus e lhe disse: ‘Senhor, quem é?’” – João 13:23-25.

Terem sido os da classe de Lázaro ‘carregados pelos anjos para a posição junto ao seio’ de Jeová Deus significa que foram enaltecidos a uma gloriosa situação de aprovação divina:

“E ele nos levantou junto e nos assentou junto nos lugares celestiais, em união com Cristo Jesus.” (Efésio 2:6) Quando Paulo escreveu tais palavras, ele e os de quem ele falava estavam na Terra, não no céu. Portanto, não haviam sido transferidos literalmente para o céu. Foram ‘levantados’ e ‘assentados nos lugares celestiais’ no sentido de terem obtido uma posição favorecida e enaltecida perante Deus.

As implicações da morte do “rico”

Já os líderes religiosos arrogantes, que rejeitaram os ensinos de Cristo, morreram quanto a ter o favor de Deus. “Hades” se refere à sepultura comum da humanidade, lugar onde os mortos e enterrados não são vistos. No caso deles, o Hades simbolizava uma condição de rebaixamento, pois morreram para Deus e foram figuradamente ‘enterrados’ por sofrerem rebaixamento (humilhação e queda espiritual):

“E tu, Cafarnaum, serás por acaso enaltecida ao céu? Até o Hades descerás.” – Mateus 11:23.

O tormento que sofreram foi devido à pregação efetuada pelos discípulos de Cristo, da classe de Lázaro, que eram considerados pelos líderes religiosos como “pessoas amaldiçoadas”. (João 7:47-49) Observe nos textos abaixo o resultado da pregação sobre os desaprovados líderes judaicos:

“Quando ouviram isso, sentiram-se profundamente feridos e queriam eliminá-los.” – Atos 5:33.

“Pois bem, quando ouviram estas coisas, sentiram-se feridos nos corações e começaram a ranger os dentes contra ele.” – Atos 7:54.

A mensagem da pregação ardia como um fogo no íntimo deles!

“Portanto, assim disse Jeová, o Deus dos exércitos: ‘Visto que dizeis tal coisa, eis que faço das minhas palavras um fogo na tua boca, e este povo será pedaços de lenha, e certamente os devorará.’” – Jeremias 5:14.

“‘Não é a minha palavra correspondentemente como um fogo’, é a pronunciação de Jeová, ‘e como o malho que despedaça o rochedo?’” – Jeremias 23:29.

O “grande precipício” (Lucas 16:26) que separava ambas as classes era o julgamento imutável de Deus:

Os teus juízos são um grande abismo.” – Salmo 36:6, Almeida Revista e Corrigida.

O “pai” do “rico” é o Diabo. (Lucas 16:27) Jesus disse: “Vós sois de vosso pai, o Diabo, e quereis fazer os desejos de vosso pai.” – João 8:44.

Os “cinco irmãos” do “rico” representam seus associados religiosos. Às vezes, os fariseus se juntavam a outras seitas judaicas, como a dos saduceus e a dos herodianos, para se oporem a Jesus. (Mateus 16:1; 22:15, 16; Marcos 3:6; 12:13) O “rico” e seus cinco irmãos somam seis, número que na Bíblia é símbolo de imperfeição. – Apocalipse 13:18; 2 Samuel 21:20; Daniel 3:1.

“Moisés e os Profetas” representam as inteiras Escrituras Hebraicas (“Velho Testamento”), e ‘escutar’ tais escritos sagrados significava dar atenção ao seu conteúdo, em especial às profecias que indicavam Jesus como o Messias e às normas morais de Deus.

A argumentação do Abraão Maior, de que “se não escutam Moisés e os Profetas, tampouco serão persuadidos se alguém se levantar dentre os mortos” se cumpriu quando o homem real Lázaro, amigo de Jesus, foi ressuscitado e, mesmo assim, os líderes religiosos se mantiveram insensíveis!

Portanto, uma grande multidão dos judeus ficou sabendo que ele estava ali, e eles vieram, não somente por causa de Jesus, mas também para ver Lázaro, a quem levantara dentre os mortos. Os principais sacerdotes deliberaram matar também Lázaro, visto que por causa dele muitos dos judeus iam para lá e depositavam fé em Jesus.” – João 12:9-11.

As lições vitais da parábola

O que aprendemos dessa parábola contada por Jesus? Pelo menos três lições:

1.  Que não basta estudar as Escrituras, ter um bom conhecimento delas, ou ter cargos religiosos. É necessário viver à altura da Palavra de Deus.

“Se sabeis estas coisas, felizes sois se as fizerdes.” – João 13:17.

2.    Também, que mesmo as pessoas mais simples e vulneráveis podem abraçar de coração a mensagem da Bíblia.

“Muitos da multidão depositavam fé nele [em Jesus]. – João 7:31.

3.    Que Jeová exigirá uma prestação de contas dos que retêm o conhecimento, fornecendo apenas ‘migalhas’ em sentido espiritual aos demais, visando mantê-los sob o seu controle.

“‘Ai dos pastores que destroem e espalham as ovelhas do meu pasto!’ é a pronunciação de Jeová” – Jeremias 23:1.

“Ai de vós, versados na Lei, porque tirastes a chave do conhecimento; vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam entrando!” – Lucas 11:52.

O Rico e Lázaro – significado da parábola

“rico”
Os líderes religiosos
“Lázaro”
O povo comum
“úlceras” lambidas por cães
Doença espiritual resultante de impureza
‘desejo de saciar-se’
Fome espiritual
“coisas que caíam da mesa do rico”
‘migalhas’ de conhecimento espiritual
Morte de Lázaro
Favorecimento espiritual
Ter sido carregado para a posição junto ao seio
Enaltecimento e intimidade com Deus
Abraão
Jeová
Morte do “rico”
Reprovação divina
Ter sido enterrado no Hades
Rebaixamento, humilhação
Tormento
A pregação feita por Lázaro
Pedido para refrescar língua
Desejo de que a pregação fosse amenizada
Fogo intenso
A mensagem da pregação
“grande precipício”
Julgamento imutável de Deus
“pai” do “rico”
Satanás, o Diabo
“cinco irmãos” do “rico”
Seus associados religiosos
“Moisés e os Profetas”
As Escrituras Hebraicas



A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org



6 comentários:

  1. Muito Bem Esclarecido Essa Parábola!.

    Percebe-se que O “homem rico” representava os fariseus (Lucas 16:14). O mendigo Lázaro representava o povo judeu comum que era desprezado pelos fariseus, mas que se arrependeu e cujos membros se tornaram seguidores de Jesus, Conforme (Lucas 18:11; João 7:49; Mateus 21:31, 32.) A morte deles também era simbólica, e representava uma mudança de circunstâncias. Assim, os que outrora eram desprezados passaram a ter uma posição de favor divino e os que anteriormente pareciam favorecidos foram rejeitados por Deus, ao passo que eram atormentados pelas mensagens de julgamento proferidas pelos que eles haviam desprezado. Esta orgulhosa classe do rico encarava as pessoas pobres, comuns, com total desprezo, chamando-as povo da terra. O mendigo Lázaro representava assim essas pessoas, às quais os líderes religiosos negavam o devido nutrimento e privilégios espirituais. Portanto, assim como o Lázaro cheio de úlceras as pessoas comuns eram menosprezadas como espiritualmente doentes e apenas próprias para se associar com cães. No entanto, os da classe de Lázaro tinham fome e sede de nutrição espiritual, e por isso se encontravam junto ao portão, procurando receber quaisquer migalhas de alimento espiritual que caíssem da mesa do rico.

    Muito Proveitoso!.
    Aprecio Muito Essas Matérias " Banquetes Espirituais", que o Irmão nos Tem Disponibilizado!...

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  2. ESSES DIAS RECEBI UMA PESQUISA ASSIM SOBRE LUCAS 16 DE UM IRMÃO:

    Se essa parábola for literal então ela ensina em Lucas 16:
    1- Que se você for Rico e não der restos de comida aos pobres você sofrerá no Hades. (v. 22,23)
    2- Se você for mendigo e ficar pedindo comida durante a vida para um Rico e não receber nem os restos de comida dele você será salvo, independente do que você acredita sobre Deus. (v. 25)
    3- Que dá pra bater um papinho entre os salvos e os condenados. (v. 24-30)
    4- Que a alma sente muito calor. (v. 24)
    5- Que se você tiver uma vida boa, um bom emprego e for bem de vida você será condenado, porém se você for miserável, mendigo, pobre será salvo independente de sua adoração. (v. 22, 25)
    6- Indica que Moisés e os Profetas estavam vivos e poderiam falar com os irmãos do Rico. (v. 29, 31)

    E por ai vai...

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  3. Acontece que essa parábola é uma jóia, muito conveniente para aqueles que precisam de provas para o tal inferno de tormento. É claro que eles se agarram com unhas e dentes nela, mesmo estando na cara todo o simbolismo e o claro teor de história fictícia.

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  4. Gostei dessa página Apologista parabéns pelo seu trabalho,sou eu que mandei a mensagem po seu email

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