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domingo, 31 de maio de 2015

Jeová é o Pai de Jesus? Jeová é um deus tribal?

 Fonte da ilustração:
http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1102014714


Fonte deste artigo: “Refutando a Trindade.”


É comum encontrarmos pessoas que dizem que Jeová Deus não é o Pai a quem Jesus sempre se referiu. Comentários como ‘Jeová é um deus cruel, ao passo que o Pai de Jesus é amoroso’, ‘Jeová é um deus tribal dos judeus’, além de outros, são repetidos vez após vez por pessoas na internet, bem como ao conversamos com pessoas no nosso dia a dia.

Este artigo visa, à base da Bíblia, esclarecer esses assuntos. Para isso, iremos analisar alguns textos bastante conhecidos e usados por todas as pessoas que se dizem cristãs.

Declaração do anjo à Maria

“Mas o anjo lhe disse: ‘Não tenha medo, Maria; você foi agraciada por Deus! Você ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo.’”  Lucas 1:30-32, NVI.

Vimos que Jesus é o Filho do Altíssimo. Quem é o Altíssimo, segundo a palavra da verdade de Deus? Veja o que a Bíblia diz: “Para que saibam que só tu, cujo nome é Jeová, és o Altíssimo sobre toda a terra”.  – Salmo 83:18, SBB.

Se Jesus é Filho do Altíssimo, e o Altíssimo é Jeová, então qual é o nome do Pai de Jesus? Bem óbvia a resposta, não é!?

Respostas de Jesus

Certa vez, quando tentado pelo Diabo, Jesus deu uma resposta esclarecedora sobre quem era o Pai dele. Vejamos esse relato na Bíblia. 

“O diabo o levou a um lugar alto e mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E lhe disse: ‘Eu lhe darei toda a autoridade sobre eles e todo o seu esplendor, porque me foram dados e posso dá-los a quem eu quiser. Então, se você me adorar, tudo será seu.’ Jesus respondeu: ‘Está escrito: “Adore o Senhor, o seu Deus e só a ele preste culto.”’”  – Lucas 4:5-8, NVI.

Vejam que Jesus cita um mandamento. Reparem que Jesus disse que adorava somente uma pessoa: “o Senhor”. Quem era esse Deus e qual passagem citou Jesus? Novamente, vejamos na Bíblia:

“Temerás a Jeová teu Deus; servi-lo-ás e pelo seu nome jurarás”. (Deuteronômio 6:13, SBB) Ou, conforme vertido segundo a Bíblia Nova Versão Internacional: “Temam o Senhor, o seu Deus, e só a ele prestem culto, e jurem somente pelo seu nome.”

Vimos aqui que Jesus somente adorava a Jeová, seu Deus. ‘Mas  esse texto diz que Jeová era Deus de Jesus, não Pai’, alguns podem dizer. Deixemos que a Bíblia de novo nos esclareça.

“Jesus disse: ‘Não me segure, pois ainda não voltei para o Pai. Vá, porém, a meus irmãos e diga-lhes: Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de vocês.’”  – João 20:17, NVI.

Percebem que o mesmo Deus de Jesus é também o seu Pai? Novamente vemos que Jeová é o Pai de Jesus, segundo a Bíblia.

Um segundo relato encontrado no livro de Marcos não deixa dúvida a quanto essa questão. Vejamos o relato.

“Um dos mestres da lei aproximou-se e os ouviu discutindo. Notando que Jesus lhes dera uma boa resposta, perguntou-lhe: ‘De todos os mandamentos, qual é o mais importante?’ Respondeu Jesus: ‘O mais importante é este: “Ouve, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus, o Senhor é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças.”’”  – Marcos 12:28-30, NVI.

Aqui Jesus cita Deuteronômio 6:4, 5. Esse texto faz parte das Escrituras Hebraicas (“Velho Testamento”), Escrituras estas inspiradas por Jeová Deus. O povo judeu era exortado a adorar somente a Jeová Deus. Jesus, como exemplo perfeito em obedecer a Lei, seguia esse mandamento. Mas como esse texto mostra que Jeová era o Pai de Jesus? Veja a resposta.

“Todavia para que o mundo saiba que amo o Pai e que faço o que meu Pai me ordenou. (João 14:31, NVI) Se Jesus disse que o maior mandamento era amar a Jeová, e depois ele diz que ama o Pai, cumprindo assim perfeitamente a Escritura, a quem Jesus se referia quando dizia “Pai”? Julgue você mesmo, leitor.

Profecia a respeito de Jesus

“O espírito de Jeová está sobre mim, porque Jeová me ungiu para pregar boas novas aos mansos: enviou-me para sarar os quebrantados de coração, para apregoar liberdade aos cativos e abertura de prisão aos que estão encarcerados; para apregoar o ano aceitável de Jeová, e o dia da vingança do nosso Deus; para confortar a todos os que choram.”  – Isaías 61:1-2, SBB.

Veja o que a Bíblia fala sobre o cumprimento dessa profecia: 

“Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era seu costume. E levantou-se para ler. Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías. Abriu-o e encontrou o lugar onde está escrito: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor.’ Então ele fechou o livro, devolveu-o ao assistente e assentou-se. Na sinagoga todos tinham os olhos fitos nele; e ele começou a dizer-lhes: ‘Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir.’” – Lucas 4:16-21, NVI.

Vimos que o espírito santo de Jeová estaria sobre Seu ungido, ou escolhido. O espírito santo estava com Jesus, como ele mesmo afirma, provando assim que Jeová Deus escolheu Jesus, Seu Filho, para salvar a humanidade e pregar sobre o Reino. 

Mas a maior prova que Jeová é o Pai de Jesus está escrito em outro relato da Bíblia. Leiamos:

“Assim que Jesus foi batizado, saiu da água. Naquele momento os céus se abriram, e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele. Então uma voz dos céus disse: ‘Este é o meu Filho amado, em quem me agrado.’”  – Mateus 3:16-17, NVI.

Que prova magnífica de que Jesus é o Filho de Jeová Deus! Esse relato confirma que o espírito santo estava com Jesus, assim como vimos no relato de Isaías, capítulo 61. Mas a maior prova são as próprias palavras do Soberano Senhor Jeová, ao afirmar com carinho que Jesus era o Seu Filho amado.

Como vimos, quem afirma que Jesus não era Filho de Jeová demonstra uma evidente falta de conhecimento bíblico. Mas, ainda assim, resta responder outra pergunta:

É Jeová o Deus tribal dos Judeus?

“Para que tudo se confirme, para que o teu nome seja engrandecido para sempre e os homens digam: ‘O Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel, é Deus para Israel!’” – 1 Crônicas 17:24, NVI.

Usando essas palavras como modelo, algumas pessoas pensam que Jeová é apenas um ‘Deus local’, tribal, que os judeus resolveram adorar. Mas não é isso o que a Bíblia ensina. Vejamos algumas passagens que mostram que Jeová é o Deus de todas as nações.

“Deus é Deus apenas dos judeus? Ele não é também o Deus dos gentios? Sim, dos gentios também, visto que existe um só Deus, que pela fé justificará os circuncisos e os incircuncisos.” – Romanos 3:29, 30, NVI.

“Todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo.”  – Romanos 10:13.

 “A Jeová pertence a terra e o que a enche, o solo produtivo e os que moram nele.” – Salmo 24:1.

Na realidade, não foram os judeus que escolheram a Jeová como Deus. Foi Jeová quem os escolheu como Seu povo para cumprirem o seu propósito, que era preparar o caminho para  Jesus, o Messias. Jeová fez um pacto com seu servo Abraão, pacto esse que entrou em vigor séculos antes da Era Cristã. Esse pacto prometia bênçãos para os povos de todas as nações, mostrando o interesse de Jeová por toda a humanidade. – Gênesis 22:18.

 Jeová não é apenas o Deus dos judeus. Jeová escolheu pessoas de nações gentias para levarem o seu nome. Atos dos Apóstolos 15:14 e 17 (SBB) diz: “Simão acaba de relatar como Deus primeiramente visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome. Para que o resto dos homens busque ao Senhor, Sim, todos os gentios que têm sido chamados pelo meu nome. Não há diferença entre judeus e gentios, pois o mesmo Senhor é Senhor de todos e abençoa ricamente todos os que o invocam.”  – Romanos 10:12, NVI.

Sim, Jeová não é o Deus somente dos judeus, mas sim de todas as nações. Jeová deseja salvar o máximo possível de pessoas. É por isso que a Bíblia diz: 

“Então Pedro começou a falar: ‘Agora percebo verdadeiramente que Deus não trata as pessoas com parcialidade, mas de todas as nações aceita todo aquele que o teme e faz o que é justo.’” – Atos dos Apóstolos 10:34-35, NVI.

Em breve, pessoas de todas as nações se curvarão a Jeová, reconhecendo sua soberania e seu poder: “Virão todas as nações e adorarão perante ti [Jeová], porque os teus justos decretos foram manifestos.” – Apocalipse 15:4.

Fica claro que Jeová é o Deus verdadeiro, o Criador, não apenas um deus tribal. Esperamos que você, caro leitor, possa ter aprendido um pouco mais sobre esse Deus maravilhoso, o Soberano Senhor Jeová. Que você possa aumentar mais e mais o seu desejo de adorá-lo, pois somente Ele merece nossa adoração. Jeová promete um futuro maravilhoso para todos os seus filhos humanos fiéis e obedientes, independentemente de nacionalidade ou raça. Está você disposto a reconhecê-lo como seu Deus e Pai, assim como Jesus reconhecia?

Sigla das traduções:
NVI: Nova Versão Internacional.
SBB: Sociedade Bíblica Britânica.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.


Contato: oapologistadaverdade@gmail.com

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domingo, 24 de maio de 2015

Excelente palestra entre Testemunhas de Jeová e evangélicos: transfusão, Russell, traduções, trindade!


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=THE-OMSrLMs


Conceito correto ao assistir ao vídeo:

Às vezes os defensores da verdade bíblica precisam usar de firmeza, assim como Jesus fez ao lidar com os líderes religiosos que não estavam dispostos para com a verdade bíblica. No entanto, isso não denigre a qualidade da argumentação, nem denigre a pessoa, ou pessoas, que defendem a verdade bíblica, do mesmo modo como a firmeza do Filho de Deus ante a incredulidade de seus contemporâneos judeus não denegriu Sua imagem.

Outra coisa a considerar é o contexto dos fatos que levam a uma palestra com religiosos da cristandade. Não em todos os casos, mas, via de regra, tais líderes costumam ter uma postura arrogante. No vídeo acima, por volta de 48 minutos e 25 segundos, a Testemunha de Jeová que providenciou tal palestra declarou que um dos visitantes ali lhe havia dito: ‘Convide pessoas que conhecem do assunto, que entendem do assunto.’ Nisso se percebe um tom de superioridade.

Seguem abaixo alguns destaques desse excelente vídeo (a minutagem é aproximada):

§  A palestra se inicia com uma brilhante explicação da base científica e também bíblica que fundamentam a posição das Testemunhas de Jeová na questão de não aceitar sangue alogênico.

§  Após isso, os visitantes desferem um ataque à pessoa de Charles Taze Russell, uma notável Testemunha de Jeová, o que é combatido solidamente pelos argumentadores das Testemunhas de Jeová com citação de documentos inclusive jurídicos.

§  Depois, os trinitaristas presentes demonstram desconhecer a Perícope Adúltera – que a passagem de João 7:53 a 8:11 foi acrescentada.[1]

§  Só em 1h52min. começa-se a falar indiretamente da trindade, quando os da cristandade ali questionam como a Tradução do Novo Mundo verte João 14:10.

§  2h25min: Foram colocados três textos para eles explicarem: 1 Coríntios 15:27, 28; Apocalipse 1:1 e João 5:41.

§  2h29min: O batista, tentando explicar 1 Coríntios 15:27 e 28, declarou: “Jesus se sujeitou a Deus porque ele também é Deus.” Então fica a pergunta: Deus se sujeita a Deus???

§  2h55: Após a malsucedida explicação ilógica, o trinitarista diz: “Vou dar uma nova explicação...” Parece que até ele percebeu que a primeira explicação que deu não convenceu!

§  2h56: Diante da pergunta fatal exposta por Pedro – 'em 1 Coríntios 15:27 e 28 o Filho está no céu ou na Terra?’ e de Ringo – "Deus tem um Deus [acima dele]?" O trinitarista fica totalmente sem saída!

§  2h58min: o trinitarista admite sem querer que o Pai é o Deus único e verdadeiro! Pelo visto, os próprios trinitaristas não acreditam no que eles mesmos pregam ...

§  2h59min: visto que Jesus é o mesmo ontem, hoje e para sempre – uma vez que ele foi obediente, então continuará sendo obediente.

§  2h59min: O trinitarista afirma: “Deus nunca esteve sujeito.” Mas Jesus esteve, não é mesmo? Assim, Jesus não é o Deus todo-Poderoso.


§  3h01min: Trinitarista admite: “Jesus sempre foi sujeito.” E agora???

§  3h05min: Após leitura de Apocalipse 3:12, uma das Testemunha de Jeová pergunta: “Quem é o Deus de Jesus?” O trinitário responde: “Jesus é Deus.”

§  3h 9min:46s: trinitário tenta explicar Apocalipse 312 (em que Jesus chama seu Pai 4 vezes de “meu Deus”). O trinitário argumenta: ‘Por que Jesus falou “meu Deus”? Porque a linguagem de Jesus foi para que chegasse ao entendimento do homem. João era um homem, e para entender que era Jesus quem estava falando, Jesus fez essa referência. É por isso que Jesus usava “meu Deus”, “meu Pai”.’ Essa “explicação” absurda dispensa maiores comentários …

§  3h11min: trinitarista negou-se a pronunciar o nome divino.

§  3h13min: trinitarista critica as Testemunhas de Jeová por usarem a lógica!

§  3h15min: refutação da questão da lógica. Romanos 12:1 diz que devemos adorar a Deus com lógica.

Esse vídeo é uma prova documentada de como a doutrina da Trindade não é bíblica, não tem lógica, e de como os trinitaristas ficam sem saída e perplexos ao tentar, malsucedidamente, explicar o inexplicável e absurdo.

Assista a esse excelente vídeo e veja por si mesmo a diferença entre a clara e cristalina verdade bíblica – de que somente Jeová é o Deus Todo-Poderoso e que Jesus Cristo é Seu Filho submisso – e a confusa, inexplicável e ilógica doutrina da Trindade.




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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Palestra magnífica sobre a Trindade!


Para assistir ao vídeo, clique aqui: 


Os judeus acreditavam na doutrina da Trindade? Como essa doutrina veio a existir nas religiões da cristandade?  Ela foi defendida com lógica ou imposta pela força? Como os trinitaristas costumam tentar explicar a Trindade? Será que tais explicações são convincentes? Essa doutrina está embasada na Bíblia ou nas ideias de homens?

Essas e outras perguntas são consideradas no vídeo acima, o qual me foi enviado por um leitor dos artigos deste blog.

Embora o assunto seja de peso e de caráter reflexivo, a abordagem é feita de modo suave e conversante, recheada com experiências interessantes e curiosas, que dão vida ao tema, retirando o assunto da frieza acadêmica que permeia seu conteúdo e mostrando o seu impacto na vida real das pessoas.

Essa iniciativa é uma excelente maneira de cumprir a comissão dada por Cristo, de pregar e fazer discípulos. – Mateus 28:19, 20.

Vale a pena assistir e compartilhar!



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domingo, 17 de maio de 2015

Quem é o Deus dos Cristãos?

Fonte da ilustração:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/g201305/que-tipo-corpo-deus-tem/

      Esta pergunta pode parecer estranha para a maioria dos que afirmam ser cristãos. Embora a resposta deveria estar entre os conceitos primários, ou melhor, ser o conceito primário, para os nominalmente cristãos, a maioria desses não tem uma ideia definida sobre essa questão. Para tais, Deus é Deus, e ponto final. Para os não cristãos essa resposta seria vaga e imprecisa, pois os deuses, ou divindades, que eles adoram possuem, cada qual, um nome próprio. Será que o Deus dos cristãos não tem nome?

Provavelmente muitos responderiam: ‘É Jesus Cristo.’ Mas, de acordo com a doutrina central da maioria das religiões da cristandade – a doutrina da Trindade – essa resposta estaria errada. No conceito trinitário, Jesus Cristo seria apenas uma das pessoas que compõem Deus.

Mas, se Deus é uma trindade, por que não encontramos na Bíblia nenhuma oração feita à Trindade? Poderíamos encontrar algo como: ‘Eu te dou graças, ó Trindade...’ Ou: ‘Eu te peço, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo ...’

Por que as orações são invariavelmente dirigidas somente ao Pai, a suposta primeira pessoa da Trindade?

Também, por que a palavra Deus, quando se refere ao Deus verdadeiro, frequentemente se refere ao Pai?

Será que tudo isso indica que o Pai é o Deus dos cristãos? Sim! É exatamente isso que a Bíblia ensina.

Note o que o inspirado apóstolo Paulo escreveu:

“Pois, embora haja os que se chamem ‘deuses’, quer no céu, quer na terra, assim como há muitos ‘deuses’ e muitos ‘senhores’, para nós há realmente um só Deus, o Pai, de quem procedem todas as coisas, e nós para ele; e há um só Senhor, Jesus Cristo, por intermédio de quem são todas as coisas, e nós por intermédio dele.”

Portanto, somente o Pai é o Deus dos cristãos.

Apocalipse 7:10 descreve uma grande multidão de pessoas salvas que “gritavam com voz alta, dizendo: ‘Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.’”

O cordeiro é Jesus Cristo. Assim, ele não é Aquele que é referido como “nosso Deus”, que está sentado no trono.

E quem é o Pai? Jesus o identificou, dizendo aos judeus:

É o meu Pai quem me glorifica, aquele que vocês dizem ser o seu Deus.”  João 8:54.

Quem é que os judeus diziam ser o Deus deles? Que nome singular aparece no “Velho Testamento” cerca de 7 mil vezes?

O próprio Deus se identifica para nós, dizendo: “Eu sou Jeová. Esse é o meu nome.” – Isaías 42:8a.

Diante do acima, fica a pergunta: Será que estamos reconhecendo e adorando Aquele que a Bíblia mostra que é o Deus Todo-Poderoso, o Soberano do Universo, o Senhor Jeová?


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sexta-feira, 15 de maio de 2015

A identidade de Jesus Cristo (Parte final)

Fonte da ilustração: http://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/biblia-ensina/quem-e-jesus-cristo/


A doutrina da Trindade tem como uma de suas premissas que as supostas trés Pessoas estão numa relação de coigualdade quanto à eternidade, ao poder e à autoridade. Presume-se que são coiguais e coeternos.

Nesta série de artigos, estamos considerando a relação entre Jeová, o Pai, e seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Vejamos o que a Bíblia tem a dizer sobre a presumida eternidade passada de Jesus Cristo.

Falando do Filho como a Sabedoria personificada, Provérbios 8:22 e 23 declara:

“Jeová me produziu como o princípio do seu caminho, a primeira das suas realizações mais antigas. Fui estabelecida nos tempos antigos, no começo, antes de existir a terra.”

Essa passagem é clara em mostrar que o Filho, mesmo em sua existência pré-humana, teve princípio.

O “Novo Testamento” concorda inteiramente com essa afirmação. Lemos em Colossenses 1:15:

“Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação.”

Encontramos duas grandes verdades nesse texto: primeiro, que Jesus não é o Deus Todo-Poderoso, mas sim a imagem Dele. Segundo, que o Filho é o primeiro ser da criação. Assim, o Filho faz parte da criação, sendo, portanto, uma criatura.

Para unicistas e trinitários, tal afirmação é vista como uma heresia. No entanto, é o que ensina a Palavra de Deus, de forma cristalina, sem as mirabolantes explicações filosóficas dadas por teólogos de mentalidade platônica, que são ilógicas, incoerentes e sem fundamento.

Em consonância com o texto acima, em Apocalipse 3:14 o próprio Jesus Cristo diz acerca de si mesmo:

 “Ao anjo da congregação em Laodiceia escreva: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.”

Em termos simples, Jesus é a primeira criação de Deus. Mas, para a filosofia trinitária, princípio significa origem, termo sem conexão nem linguística nem semântica no contexto.

Vida e tudo o mais Jesus recebeu do Pai

Serve os textos abaixo:

 “Tudo me foi entregue por meu Pai.” – Lucas 10:22.

“Ele [Jesus] lhes disse: ‘De fato, vocês beberão o meu cálice, mas sentar-se à minha direita e à minha esquerda não cabe a mim conceder; esses lugares pertencem àqueles para quem o meu Pai os preparou.’” – Mateus 20:23.

6:57: “Eu vivo por causa do Pai.”

“Em vista disso, Jesus lhes disse: “Digo-lhes com toda a certeza: O Filho não pode fazer nem uma única coisa de sua própria iniciativa, mas somente o que ele vê o Pai fazer.  Pois o Pai não julga a ninguém, mas confiou todo o julgamento ao Filho,  Pois assim como o Pai tem vida em si mesmo, assim concedeu também ao Filho ter vida em si mesmo. E deu a ele autoridade para julgar, porque ele é o Filho do Homem.” – João 5:19, 22, 26, 27

“É por isso que o Pai me ama, porque entrego a minha vida, para que eu possa recebê-la de novo. Ninguém a tira de mim, mas eu a entrego de minha própria iniciativa. Tenho o direito de entregá-la e tenho o direito de recebê-la de novo. Recebi esse mandamento do meu Pai.” – João 10:17, 18.

 “Jesus se aproximou e lhes disse: ‘Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra.’” – Mateus 28:18.

 “Por essa razão, Deus o enalteceu a uma posição superior e lhe deu bondosamente o nome que está acima de todo outro nome.” – Filipenses 2:9.

Os textos que descrevem a relação entre o Pai e o Filho estão repletas de alusões à subordinação, à submissão de Jesus a seu Pai, Jeová. Porém, em parte alguma da Bíblia encontramos a situação inversa.

O Filho não tem o mesmo conhecimento que o Pai

“A respeito daquele dia ou daquela hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, mas somente o Pai.”  Marcos 13:32. 

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu.” – Apocalipse 1:1.

O Pai é superior ao Filho

“Ao passo que estendes a mão para curar e ao passo que ocorrem sinais e milagres por meio do nome do teu santo servo Jesus.” – Atos 4:30.

“Vocês, por sua vez, pertencem a Cristo; Cristo, por sua vez, pertence a Deus.” – 1 Co 3:23.

Mas quero que saibam que o cabeça de todo homem é o Cristo; o cabeça da mulher é o homem; e o cabeça do Cristo é Deus.

“Pois Deus ‘lhe sujeitou todas as coisas debaixo dos pés’. Mas, quando ele diz que ‘todas as coisas foram sujeitas’, é claro que isso não inclui Aquele que lhe sujeitou todas as coisas.  No entanto, quando todas as coisas lhe tiverem sido sujeitas, então o próprio Filho também se sujeitará Àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja todas as coisas para com todos.” – 1 Coríntios 15:27, 28.

O Pai é Deus do Filho

Contudo, a relação do Filho para com seu Pai transcende a subordinação. É uma relação de adoração. O Filho adora seu Pai como sendo seu Deus.

Jesus afirmou a uma samaritana:

Vocês adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos.” – João 4:22.

O próprio Jesus se incluiu como adorador de Deus, o Pai.

“Para que o Deus do nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai glorioso, lhes dê um espírito de sabedoria e de revelação, referente ao conhecimento exato dele.” – Efésios 1:17.

Isso destrói a fórmula trinitária, pois não pode haver coigualdade quando uma das supostas pessoas (o Pai) é DEUS da suposta segunda pessoa (o Filho)!

Em uma só passagem, Jesus se referiu 4 vezes ao seu Pai como sendo seu Deus:

“Aquele que vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e ele de modo algum sairá dali. E escreverei sobre ele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a Nova Jerusalém, que desce do céu da parte do meu Deus, e o meu próprio novo nome.” - Apocalipse 3:12.

Diante dessa colossal evidência bíblica que mostra que o Filho Jesus Cristo não é coigual a seu Deus e Pai Jeová, causa profundo espanto que milhões de pessoas tenham sido levadas a acreditar em uma doutrina que foi cuidadosamente construída sem qualquer fundamentação bíblica, montada à base de retalhos textuais isolados e mal interpretados, que só existe na cabeça daqueles que a aceitaram!


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada.



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