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sábado, 28 de novembro de 2015

João 20:25 e o instrumento da execução de Cristo




Boa tarde.
Eu entendi a questão do sinal dos pregos, no artigo do seu site; mas, se o sinal significa um único furo, então não seria também apenas um prego? Se assim for, por que o texto diz “o sinal DOS PREGOS”?
Para ser um furo só usando mais de um prego, o soldado teria que bater mais de um prego no mesmo furo.
Poderia me explicar?
Att.

“Então os outros discípulos lhe disseram [a Tomé]: ‘Nós vimos o Senhor!’ Mas ele lhes disse: ‘Se eu não vir nas mãos dele a marca dos pregos, não colocar o dedo na marca dos pregos e não colocar a mão no lado dele, de modo algum acreditarei.’” – João 20:25.

Resposta do apologista:

Prezado leitor:

O ensino milenarizado, massificado pelas religiões da cristandade, de que Jesus foi pregado com braços abertos num instrumento de duas vigas, produziu efeitos tendenciosos na mente de muitos leitores do texto de João 20:25.

Por isso, é natural que vejam no texto algo que ele realmente não diz. Quando leem “sinal [furo ou “marca”] dos pregos”, imediatamente associam o furo com “pregos”, como se o texto estivesse dizendo: ‘o sinal dos pregos que produziram tal furo’. Mas isso não está escrito, embora essa dedução seja possível. Inclusive, o artigo “Sinal dos pregos” no corpo de Jesus – o que indica? reconheceu isso, ao declarar: “Uma possibilidade é que mais de um prego tivesse sido afixado nas mãos de Jesus, pregadas uma sobre a outra.”

Afinal, como você mesmo chegou a colocar, é sim possível que mais pregos tenham sido pregados juntos, alargando o furo produzido. Não há atualmente evidência documental de quantos pregos foram usados no corpo de Cristo.

Como bem colocou The International Standard Bible Encyclopedia (1979, Volume 1, página 826): “O exato número de pregos usados. . . tem sido assunto de considerável especulação.”

Em adição, A Enciclopédia de Literatura Bíblica, Teológica, e Eclesiástica (em inglês), de M’Clintock e Strong, observou:

‘Muito tempo e esforço já foram desperdiçados em discutir se foram usados três ou quatro pregos para pregar o Senhor. Nono afirma que foram usados apenas três, no que é acompanhado por Gregório Nazianzeno. A crença mais comum advoga quatro pregos, opinião que é apoiada em grande medida e com argumentos curiosos por Curtius. Outros elevaram o número de pregos a tantos quantos catorze.’ — Volume II, página 580; grifo acrescentado.

Mas, mesmo que possa ter sido essa a ideia que Tomé queira ter transmitido, tal interpretação não invalida o fato de que Jesus Cristo NÃO foi pregado em uma cruz de duas vigas, tendo em vista o contexto bíblico, histórico e linguístico.

Também, vale ressaltar que o texto de João 20:25 pode ademais ser interpretado de modo a desvincular os pregos do furo em suas mãos. Desse modo, poderia ser interpretado assim:

‘Se eu não vir nas mãos dele a marca dos pregos usados em seu corpo, não colocar o dedo na marca dos pregos usados em seu corpo …’

Assim como na interpretação anterior, essas palavras não ocorrem no texto. Mas, assim como na interpretação anterior, esta também é uma possibilidade.

Isto porque, conforme o artigo “Sinal dos pregos” no corpo de Jesus – o que indica? mostrou,

[…] a fraseologia usada por Tomé não associa “pregos” com as “mãos” de Cristo. O termo “pregos” está associado a “sinal”. Em termos simples, a Bíblia não fala de ‘pregos [no plural] nas mãos’ de Cristo, mas sim do sinal dos pregos” em suas mãos. Para ilustrar isso: a Bíblia não diz em 1 Timóteo 6:10 que ‘o dinheiro é a raiz de toda sorte de coisas prejudiciais’, mas sim que o “amor ao dinheiro” o é. Do mesmo modo, não são os pregos, mas sim o sinal deles, que Tomé associa com as “mãos” de Cristo. Portanto, uma possibilidade razoável é que o termo “pregos” (no plural) inclua também os pés de Cristo, pois seus pés também foram pregados. (Luc. 24:39) Isso explicaria a expressão “pregos” no plural, indicando que um havia sido afixado nas “mãos” de Jesus, deixando um “sinal” (no singular), e o outro nos seus “pés”. Em outras palavras, dos “pregos” (plural) que foram usados para afixar Jesus no madeiro, Tomé queria ver o “sinal”, ou furo, deixado nas mãos de Cristo pelo prego específico que foi usado naquela parte de seu corpo. – Grifo acrescentado.



A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Destaques da Leitura da Bíblia: 2 Crônicas 1-5


Fonte da ilustração: http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1102012646

Importância do nome divino

2 Crônicas 2:1, 4: “Salomão ordenou então que se construísse uma casa para o nome de Jeová e uma casa para o seu próprio reino. Eu vou construir uma casa para o nome de Jeová, meu Deus, a fim de santificá-la para ele, para queimar incenso perfumado diante dele, e também para apresentar regularmente os pães da proposição e fazer as ofertas queimadas, de manhã e ao anoitecer, nos sábados, nas luas novas e nas épocas festivas de Jeová, nosso Deus. Isso é uma obrigação permanente para Israel.”

Sábado associado à lua nova é o sábado semanal

2 Crônicas 2:4: “Eu vou construir uma casa para o nome de Jeová, meu Deus, a fim de santificá-la para ele, para queimar incenso perfumado diante dele, e também para apresentar regularmente os pães da proposição e fazer as ofertas queimadas, de manhã e ao anoitecer, nos sábados, nas luas novas e nas épocas festivas de Jeová, nosso Deus. Isso é uma obrigação permanente para Israel.”

Isaías 66:23: “‘E, de lua nova a lua nova e de sábado a sábado, todos os humanos virão para se curvar diante de mim’, diz Jeová.” ( Para um entendimento dessa passagem, veja o artigo Destaques da Leitura da Bíblia: 1 Crônicas 8-11, no subtópico 1 Crônicas esclarece Isaías 66:23.)

Isso explica o texto de Colossenses 2:14, 16, 17:

“[Deus] apagou o documento manuscrito que consistia em decretos e estava em oposição a nós. Ele o removeu, pregando-o na estaca. Portanto, não deixem que ninguém julgue vocês pelo que comem ou bebem, ou com respeito à celebração de uma festividade, da lua nova ou de um sábado [“de sábados”, ACRF]. Essas coisas são uma sombra do que viria, mas a realidade pertence ao Cristo.

Portanto, o sábado semanal também foi abolido junto com a inteira Lei dada a Israel.

Harmonizando passagens bíblicas

2 Crônicas 2:14: “Estou enviando um artesão habilidoso e entendido, Hirão-Abi, filho de uma mulher danita, e cujo pai era de Tiro. Ele é experiente em trabalhar com ouro, prata, cobre, ferro, pedras, madeira, lã roxa, linha azul, tecido fino e linha escarlate. Ele sabe fazer todo tipo de entalhe e executar todo tipo de projeto que lhe for dado. Ele trabalhará junto com os seus artesãos habilidosos e com os artesãos habilidosos do meu senhor Davi, seu pai.”

1 Reis 7:14: Ele era filho de uma viúva da tribo de Naftali, e seu pai era um fundidor de cobre, de Tiro. Hirão tinha grande habilidade, entendimento e experiência para todo tipo de trabalho em cobre. Assim, ele se apresentou ao rei Salomão e fez todo o trabalho que ele lhe designou.”

Esta aparente discrepância pode ser resolvida, conforme explica a obra Estudo Perspicaz das Escrituras:

O artesão perito que fez grande parte da mobília do templo de Salomão. Seu pai era tírio, mas a mãe era uma viúva “da tribo de Naftali” (1Rs 7:13, 14), “dos filhos de Dã”. (2Cr 2:13, 14) Esta aparente diferença é resolvida quando adotamos o conceito, segundo alguns peritos, de que ela nasceu na tribo de Dã, ficou viúva do primeiro marido da tribo de Naftali e depois se casou de novo com um tírio. – it-2, p. 334, verbere “Hirão”.

Quem construiu o templo?

2 Crônicas 3:1: “Então Salomão começou a construir a casa de Jeová em Jerusalém, no monte Moriá, onde Jeová tinha aparecido a Davi, seu pai, no lugar que Davi tinha preparado, na eira de Ornã, o jebuseu.”

2 Crônicas 3: 8, 10, 14, 15-17: “E ele fez o compartimento do Santíssimo; seu comprimento era igual à largura da casa, 20 côvados, e a sua largura também era de 20 côvados. Ele o revestiu com 600 talentos de ouro puro. Então fez para o compartimento do Santíssimo duas esculturas de querubins, e os revestiu de ouro. Ele também fez a cortina de linha azul, lã roxa, linha escarlate e tecido fino, e bordou nela figuras de querubins. Então fez na frente da casa duas colunas de 35 côvados de altura, e o capitel no topo de cada coluna tinha cinco côvados. E ele fez correntes em forma de colar e as pôs no topo das colunas, e fez cem romãs e as pôs nas correntes. Ele ergueu as colunas na frente do templo, uma à direita e outra à esquerda; chamou a da direita de Jaquim e a da esquerda de Boaz.”

2 Crônicas 4:2, 11: Depois fez o Mar, de metal fundido. Ele era circular, com10 côvados de uma borda à outra e 5 côvados de altura, e era necessário uma corda de medir de 30 côvados para dar a volta nele. Hirão também fez os recipientes, as pás e as tigelas.

A obra é primeiro atribuída a Salomão e depois a Hirão-Abi.  A razão disso está em que  Salomão era o responsável por ela, ao passo que Hirão realmente trabalhou nela.

Esse tipo de linguagem nos auxilia a entender a relação entre Deus, o Pai, e o Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Algumas ações são atribuídas a Jeová e também a Cristo pelo fato de que Jeová é o Autor, ao passo que Jesus é o Executor da ação.

Para uma consideração desse fato, veja o artigo Duas regras – uma falsa e uma verdadeira.


Riqueza e glória do reinado de Salomão prefigurou a do Messias

Reinado de Salomão:
2 Crônicas 1:9, 10: Agora, ó Jeová Deus, que atua promessa a Davi, meu pai, se mostre fiel, pois tu me fizeste rei sobre um povo tão numeroso como as partículas de pó da terra. Por isso, dá-me sabedoria e conhecimento, para que eu possa liderar este povo, pois quem pode julgar este teu povo, que é tão grande?”

Reinado de Jesus Cristo:
Isaías 11:1-5: “Do toco de Jessé sairá um ramo novo; e das suas raízes, um renovo dará frutos. E o espírito de Jeová estará sobre ele, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de poder, o espírito de conhecimento e do temor de Jeová. E ele terá prazer no temor de Jeová. Ele não julgará pelas aparências, nem repreenderá simplesmente pelo que ouve. Ele julgará os de condição humilde com justiça, e dará repreensão com retidão em benefício dos mansos da terra. Ele golpeará a terra com a vara da sua boca e entregará os maus à morte com o sopro dos seus lábios. A justiça será o cinto na sua cintura, e a fidelidade, o cinto nos seus quadris.

Reinado de Salomão:
2 Crônicas 2:10: “Fornecerei alimento aos seus servos, os cortadores de madeira que derrubam as árvores: 20.000 coros de trigo, 20.000 coros de cevada, 20.000 batos de vinho e 20.000 batos de azeite.”

As medidas acima significam, em coros, 4.400.000 litros e, em batos, 440.000 litros.

Reinado de Jesus Cristo:
Salmo 72:16: Haverá fartura de cereal na terra, e superabundância no cume das montanhas. Os frutos do rei crescerão como no Líbano, e nas cidades as pessoas florescerão como a vegetação da terra.

Salmo 67:6: “A terra dará a sua produção; Deus, nosso Deus, nos abençoará.”

2 Crônicas 4:1, 2: “Então ele fez o altar de cobre, com 20 côvados de comprimento, 20 côvados de largura e 10 côvados de altura. Depois fez o Mar, de metal fundido. Ele era circular, com 10 côvados de uma borda à outra e 5 côvados de altura, e era necessário uma corda de medir de 30 côvados para dar a volta nele.

Um significado profético desse mar foi apontado no livro “Caiu Babilônia, a Grande!” O Reino de Deus já Domina!:

No templo de Salomão, o “mar” estava cheio de água e era “para os sacerdotes se lavarem nele”. Visto que os cantores vitoriosos estão em pé junto ao mar vítreo, sugere que são espiritualmente da classe sacerdotal, do “sacerdócio real”, sob o Sumo Sacerdote Jesus Cristo. (1 Pedro 2:9; Hebreus 3:1) Do mesmo modo como o “mar” no templo de Salomão, assim a água no “mar vítreo, semelhante a cristal”, representa a verdade da Palavra de Deus, pois ela tanto sacia a sede espiritual como tem efeito purificador sobre a vida, o coração, a mente e as obras do cristão. – Bf, cap. 3, p. 89, §. 11.

Historicidade das obras de Salomão

2 Crônicas 4:5: “Ele tinha a espessura da largura da mão; a sua borda foi feita como a borda de um cálice, com o formato de uma flor de lírio. O reservatório tinha capacidade para 3.000 batos [c. 66.000 litros quando enchido até o limite].”

A comprovação histórica desse “mar” é trazida a lume na obra Estudo Perspicaz das Escrituras:

Josefo, historiador judeu do primeiro século EC, descreve o mar como tendo “a forma dum hemisfério”. Ele indica também que a localização do mar era entre o altar da oferta queimada e o edifício do templo, um pouco para o sul. — Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), VIII, 79 (iii, 5); VIII, 86 (iii, 6). – it-2, pp. 771-772, verbete “Mar de fundição (mar de cobre)”.

Importância da música na adoração de Jeová

2 Crônicas 5:12, 13: “E todos os cantores levitas, pertencentes a Asafe, a Hemã, a Jedutum, e aos seus filhos e seus irmãos, estavam de pé ao leste do altar vestidos de tecido fino, com címbalos, instrumentos de cordas e harpas; e junto com eles120 sacerdotes tocavam as trombetas. Os que tocavam as trombetas e os cantores louvavam e agradeciam a Jeová em uníssono. E o som das trombetas, dos címbalos e dos outros instrumentos musicais ressoava, enquanto eles louvavam a Jeová, ‘pois ele é bom, seu amor leal dura para sempre’. Nesse momento, uma nuvem encheu a casa, a casa de Jeová.”

Jeová escutava o melodioso louvor e também se agradou dele, conforme indicado pela nuvem sobrenatural.
Outras passagens atestam a importância da música e do canto na adoração de Jeová:

Isaías 42:10: “Cantem a Jeová um novo cântico! Cantem louvores a ele desde os confins da terra, vocês que navegam no mar e em meio a tudo o que nele existe; vocês, ilhas, e seus habitantes.”

Efésios 5:18, 19: “Também, não se embriaguem com vinho, em que há devassidão, mas fiquem cheios de espírito. Falem uns aos outros com salmos, louvores a Deus e cânticos espirituais, cantando e acompanhando a si mesmos com música no coração, para Jeová.”

Colossenses 3:16: “Que a palavra do Cristo resida em vocês ricamente com toda a sabedoria. Continuem ensinando e encorajando uns aos outros com salmos, a louvores a Deus e cânticos espirituais cantados com gratidão. Continuem cantando no coração a Jeová.”

É importância cantar com a mente na letra; cantar de toda a alma.

Explicação das siglas usadas:

ACRF: Almeida Corrigida e Revisada Fiel.
it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras. O número em sequência indica o volume.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.



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sábado, 21 de novembro de 2015

O anjo de Jeová não é o próprio Jeová



Um conceito comum entre as religiões nominalmente cristãs é o de que o anjo de Jeová (“anjo do Senhor”, em várias traduções) é o próprio Jeová (o “Senhor”). Inclusive, em certo programa televisivo no Brasil, um padre da Igreja Católica, que afirma ser doutor em Teologia, declarou: “O anjo de Iahweh [Jeová] é o próprio Iahweh.”

Um dos motivos dessa interpretação é o fato de o anjo de Jeová algumas vezes falar como se fosse Jeová, utilizando a primeira pessoa do singular. Mas existe um motivo subjacente ao motivo meramente conceitual. Por trás de tal interpretação, existe um motivo doutrinal: há um conceito generalizado entre a cristandade de que o anjo de Jeová é Jesus Cristo em sua existência pré-humana. Assim, torna-se conveniente para os defensores da Trindade adotar a crença de que o anjo de Jeová é o próprio Jeová. Isso colocaria Jeová e Jesus como sendo o mesmo Ser, como tendo a mesma identidade.

Contudo, torna-se evidente que o anjo de Jeová às vezes fala como se fosse o próprio Jeová, usando a primeira pessoa do singular, em caráter meramente representativo, por servir como representante de Jeová. Como sabemos disso?

O motivo linguístico

Primeiro, pelo simples motivo linguístico: “anjo” significa “mensageiro”. E é por demais obvio que o mensageiro de alguém não pode ser esse mesmo alguém. E o uso bíblico da palavra “mensageiro” (hebraico mal·ʼákh; grego ág·ge·los) aplica-se meridianamente a um representante de outrem, alguém enviado por outro, conforme pode ser comprovado pelas referências bíblicas abaixo:

1 Samuel 23:27; 2 Samuel 4:10; 11:19, 22, 23, 25; 1 Reis 19:2; 22:13; 2 Reis 5:10; 6:32, 33; 9:18; 10:8; 2 Crônicas 1812; Jó 1:14; 33:23; Provérbios 13:17; 17:11; Isaías 42:19; 63:9; Ezequiel 23:40; Ageu 1:13; Zacarias 1:9, nota; 3:1, 2, nota; 6:4, nota; Malaquias 2:7; 3:1; Mateus 11:10; Marcos 1:2; Lucas 7:27.

Um dos textos acima faz um paralelo entre “mensageiro” e “enviado”, mostrando que ambas as palavras têm o mesmo sentido: o mensageiro é alguém enviado por outro e, assim, jamais poderia ser aquele que o envia:

“O mensageiro perverso cai em desgraça, mas o enviado fiel traz cura.”- Provérbios 13:17.

Segundo, sabemos que o anjo de Jeová não é Jeová porque há passagens em que os relatos fazem total distinção entre Jeová e o anjo de Jeová.

A título de exemplo, vejamos o relato de 2 Crônicas, capítulo 21.

1 Crônicas 21:15, 16, 27: Além disso, o verdadeiro Deus enviou um anjo para destruir Jerusalém. Mas, quando ele estava para fazer isso, Jeová viu, lamentou a calamidade e disse ao anjo que causava a destruição: ‘Já chega! Abaixe a mão.’ O anjo de Jeová estava perto da eira de Ornã, o jebuseu. Quando Davi levantou os olhos, viu o anjo de Jeová entre a terra e os céus, com a espada desembainhada na mão, estendida contra Jerusalém. Então Davi e os anciãos, cobertos com panos de saco, lançaram-se imediatamente com o rosto por terra. Então Jeová ordenou ao anjo que guardasse a espada na bainha.

Torna-se óbvio que a Bíblia faz distinção entre Jeová e o anjo de Jeová.

Jesus como o Enviado de Jeová

Em alguns casos, conforme o contexto, o anjo de Jeová pode referir-se a Jesus em sua existência pré-humana.  Veja o artigo Quem é o anjo de Jeová? neste site.

Porém, mesmo quando o anjo de Jeová em questão é o Filho de Deus, ainda assim isso não o identifica como sendo o próprio Jeová.

O próprio Jesus Cristo declarou: “Digo-lhes com toda a certeza: O escravo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou.” – João 13:16.

Notamos o paralelo entre “escravo” e “enviado”, bem como entre “senhor” e ‘aquele que enviou’.

E com relação a Jesus Cristo, lemos:

Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.João 3:17, Almeida Corrigida e Revisada Fiel.

Assim, tendo sido enviado, Jesus é menor do que Aquele que o enviou. Ele nunca poderia ser equiparado a Jeová.



A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Destaques da Leitura da Bíblia – 1 Crônicas 26-29


Não estamos fadados a seguir o mau exemplo dos antepassados

Apesar de Corá ter se rebelado contra o arranjo de Jeová, seus descendentes apoiaram lealmente o arranjo divino.

Números 26:9-11: “E os filhos de Eliabe foram Nemuel, Datã e Abirão. Estes, Datã e Abirão, eram homens escolhidos da assembleia; eles lutaram contra Moisés e Arão junto com o grupo de Corá, quando lutaram contra Jeová. Então a terra se abriu e os engoliu. Quanto a Corá, morreu com os que o apoiavam quando o fogo consumiu 250 homens. E eles se tornaram um exemplo de aviso.  No entanto, os filhos de Corá não morreram.”

1 Crônicas 26:1: “Estas eram as turmas dos porteiros. Dos coraítas, havia Meselemias, filho de Coré, dos filhos de Asafe.”

2 Crônicas 20:19: Então os levitas que eram descendentes dos coatitas e dos coraítas se levantaram para louvar a Jeová, o Deus de Israel, com voz bem alta.

1 Crônicas 6:33, 37: “Estes eram os que serviam junto com seus filhos: dos coatitas havia Hemã, o cantor, filho de Joel, filho de Samuel, filho de Taate, filho de Assir, filho de Ebiasafe, filho de Corá.”

O povo de Deus sempre foi organizado

1 Crônicas 26:30: “Dos hebronitas havia Hasabias e seus irmãos, 1.700 homens capazes. Eles tinham a seu cargo a administração de Israel na região ao oeste do Jordão, no que se refere a todo o serviço de Jeová e ao serviço do rei.”

Sobre o significado da palavra “administração”, lemos:

A palavra hebraica traduzida por “administração” em 1 Crônicas 26:30 (pequd·dáh) deriva da raiz pa·qádh, que significa “visitar; voltar a atenção para”. (Ru 1:6 n.) Também é vertida por ‘cuidado; supervisão’. — 2Cr 24:11; Núm 3:32; compare isso com 2Rs 11:18 n.; veja SUPERINTENDENTE. (it-1, p. 51, verbete “Administração”.

1 Crônicas 27:1: “Quanto ao número dos israelitas — os cabeças das casas paternas, os chefes de mil, os chefes de cem e os oficiais a serviço do rei em tudo o que se referia às divisões que se revezavam mensalmente, durante todos os meses do ano —, cada divisão tinha 24.000 homens.”

Sobre este último texto, explica a obra Estudo Perspicaz das Escrituras:

Davi instituiu alguns planos novos, seus. Um sistema de rodízio mensal fornecia 12 grupos de 24.000 (num total de 288.000), de modo que o soldado, normalmente, servia apenas durante um mês por ano. (1Cr 27:1-15) Isto não significava, porém, que todos os 24.000 de determinado mês procediam da mesma tribo, mas, antes, cada tribo fornecia sua parte da quota mensal durante o ano.  It-2, p. 68, verbete “Exército”.

Indivíduos podem sair duma classe

1 Crônicas 27:31: “E o encarregado das ovelhas era Jaziz, o agareno. Todos esses eram encarregados dos bens do rei Davi.”

Quem eram os agarenos? A obra Estudo Perspicaz das Escrituras esclarece:

 [possivelmente: De (Pertencente a) Agar].
Aparentemente, era um povo pastoril que residia em tendas ao L de Gileade. … O salmista alistou os agarenos entre outros inimigos de Israel, tais como os edomitas, os moabitas, os amonitas e os amalequitas. (Sal 83:2-7) Entretanto, durante o governo de Davi, Jaziz, o agareno, estava encarregado dos rebanhos reais. — 1Cr 27:31. (it-1, p. 63, verbete “Agareno”.)

Isso mostra que, embora as classes do justo e do iníquo estão predestinadas, cada qual, a um resultado oposto – vida eterna para os justos e destruição eterna para os incorrigíveis – os indivíduos podem decidir em que classe querem estar.

Homens podem ser admirados, mas não deificados

1 Crônicas 28:5: “E, de todos os meus filhos — pois Jeová me deu muitos filhos —, ele escolheu Salomão para se sentar no trono do reinado de Jeová sobre Israel.”

1 Crônicas 29:23: E Salomão se sentou no trono de Jeová como rei no lugar de Davi, seu pai. Ele foi bem-sucedido e todos os israelitas lhe obedeciam.”

A obra Estudo Perspicaz das Escrituras comenta:

Jeová nomeava os reis do seu povo, e eles deviam atuar como Seus agentes régios, sentando-se, não em seus próprios tronos, mas no “trono do reinado de Jeová”, isto é, como representantes de Seu governo teocrático. (1Cr 28:5; 29:23) Contrário ao costume de alguns povos orientais daqueles dias, a nação de Israel não deificava seus reis. - it-3, p. 399, verbete “Rei”.

É necessário servir a Jeová de pleno coração

1 Crônicas 28:9: “E você, Salomão, meu filho, conheça o Deus do seu pai e sirva-o de coração pleno e de alma bem disposta, pois Jeová examina todos os corações e discerne toda inclinação dos pensamentos. Se você o buscar, ele deixará que você o encontre; mas, se o abandonar, ele rejeitará você para sempre.”

Interessante é o comentário da revista A Sentinela de 1.º de setembro de 1971, pp. 530-531, § 4, sob o tema “Servir a Jeová de pleno coração”:

Servir de “pleno coração” significa servir com um coração que é unidirecional na sua motivação, não de coração dúbio (Sal. 119:113), nem de coração dúplice. (1 Crô. 12:33; Sal. 12:2) Se servirmos de todo o nosso coração, então agradar a Jeová Deus é a maior coisa na nossa vida, é o deleite de nosso coração. Oramos assim como o salmista: “Instrui-me, ó Jeová, acerca do teu caminho. Andarei na tua verdade. Unifica meu coração para temer o teu nome.” (Sal. 86:11) Portanto, nosso coração é unificado, é singelo no seu objetivo. (Pro. 23:19) Tal coração nos move constantemente numa só direção, no caminho de Jeová.

Mas, como podemos desenvolver tal coração unificado?

Lemos na revista Despertai! de 8 de outubro de 1990, p. 24, sob o tema “Por que devo estudar a Bíblia?”:Isto implica em pesquisar a fundo as Escrituras no esforço de conhecer intimamente a Jeová.”

A respeito da acessibilidade e os benefícios de tal provisão, lemos:

Assim, independentemente da raça ou da nacionalidade, qualquer que seja o seu grau de instrução, seja pobre, seja rica, se a pessoa buscar sinceramente a verdade a respeito de Deus, ela a encontrará. De sua posição vantajosa no céu, Cristo e seus anjos cuidarão de que aquele que procura entre em contato com a verdade, independente de onde tal pessoa viva. Quão recompensadora será tal busca? Jesus disse: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” — João 17:3; veja também Ezequiel 9:4. (w89 1/5 p. 19 par. 6, sob o tema “Adore o Criador, não a criação”)

O espírito santo tem capacidade habilitadora

1 Crônicas 28:11, 12, 19: “Então Davi deu a Salomão, seu filho, o projeto arquitetônico do pórtico e dos diversos compartimentos, incluindo os depósitos, os compartimentos superiores, as salas interiores e o compartimento onde ficava a tampa propiciatória. Ele lhe deu o projeto arquitetônico de tudo que tinha recebido por inspiração, [Lit.: “pelo espírito”] para os pátios da casa de Jeová, para todos os refeitórios ao redor dela, para os tesouros da casa do verdadeiro Deus e para os tesouros das coisas tornadas sagradas. Davi disse: ‘A mão de Jeová estava sobre mim, e ele me deu entendimento [Ou: “perspicácia”] para colocar por escrito todos os detalhes do projeto arquitetônico.’”

A obra Estudo Perspicaz das Escrituras comenta sobre isso:

O espírito tem força ou capacidade habilitadora; pode habilitar pessoas para um serviço ou para um cargo. Embora Bezalel e Ooliabe talvez conhecessem os ofícios antes da sua designação relacionada com a fabricação do equipamento do tabernáculo e das vestes sacerdotais, o espírito de Deus ‘encheu-os com sabedoria, entendimento e conhecimento’, para que a obra fosse feita da maneira intencionada. Aumentou suas habilidades naturais e o conhecimento que já tivessem, e habilitou-os a instruir outros. (Êx 31:1-11; 35:30-35) O plano arquitetônico para o posterior templo foi dado a Davi por inspiração, quer dizer, pela operação do espírito de Deus, habilitando assim Davi a empreender uma extensa obra preparatória para o projeto. — 1Cr 28:12. (it-2, p. 35, verbete “Espírito”.)

(1Cr 22:1-4; 29:1-5) Ele [Davi] foi também usado para prover o divinamente inspirado “plano arquitetônico” para todo o arranjo e o equipamento do templo. (1Cr 28:11, 19) – it-1, p. 207, verbete “Arquitetura”.

Devemos ser generosos em contribuir para a
obra do Reino de Deus

1 Crônicas 29:3-9: “‘E, visto que eu amo a casa do meu Deus, além de tudo que já providenciei para a casa santa, dou também o meu próprio tesouro de ouro e prata para a casa do meu Deus, incluindo 3.000 talentos de ouro de Ofir e 7.000 talentos de prata refinada, para o revestimento das paredes dos diversos compartimentos, para os trabalhos de ouro e para os trabalhos de prata, e para todo o trabalho a ser feito pelos artesãos. E quem hoje se oferece para trazer uma dádiva a Jeová?’ Então os príncipes das casas paternas, os príncipes das tribos de Israel, os chefes de mil, os chefes de cem e os encarregados dos assuntos do rei se apresentaram voluntariamente. Eles deram para a obra da casa do verdadeiro Deus 5.000 talentos de ouro,10.000 daricos, 10.000 talentos de prata, 18.000 talentos de cobre e 100.000 talentos de ferro. Quem tinha pedras preciosas as deu ao tesouro da casa de Jeová, que estava aos cuidados de Jeiel, o gersonita. O povo se alegrou de fazer essas ofertas voluntárias, pois faziam as ofertas voluntárias a Jeová de pleno coração. O rei Davi também se alegrou muito.”

Quão grandes eram tais donativos?

Davi doou 3.000 talentos de ouro de Ofir para a construção do templo, ouro avaliado em US$ 1.156.050.000. (1Cr 29:1, 2, 4) – it-3, p. 125, verbete “Ofir”.

As contribuições do Rei Davi para a construção do prospectivo templo incluíam sua “propriedade especial” de ouro e prata, numa quantia superior a US$1.202.000.000. Os príncipes e os chefes do povo, por sua vez, tiveram prazer em contribuir mais de US$1.993.000.000 em ouro e prata, além de cobre, ferro e pedras. — 1Cr 29:1-9. (it-1, p. 551, verbete “Contribuição”.)

Davi sempre acalentou no coração o desejo de construir esse templo, e, embora isso não lhe fosse permitido, foi-lhe concedido constituir uma grande força-tarefa para talhar pedras e reunir materiais que incluíam 100.000 talentos de ouro (US$ 38.535.000.000) e 1.000.000 de talentos de prata (US$ 6.606.000.000), e cobre e ferro em quantidade impossível de se calcular. (1Cr 22:2-16) De sua fortuna pessoal, Davi contribuiu ouro de Ofir e prata refinada no valor de mais de US$ 1.202.000.000. Davi forneceu também os planos arquitetônicos, recebidos por inspiração, e organizou as dezenas de milhares de levitas em suas muitas turmas de serviço, incluindo um grande coro de cantores e de músicos. — 1Cr 23:1-29:19; 2Cr 8:14; 23:18; 29:25; Esd 3:10. (it-1, p. 668, verbete “Davi”.)

Os israelitas tiveram o privilégio de fazer contribuições para erguer e equipar construções para a verdadeira adoração. Doaram materiais para o tabernáculo e sua mobília (Êx 25:1-9; 35:4-9), “uma oferta voluntária a Jeová”, que teve de ser sustada porque a doação “mostrou-se suficiente para toda a obra a ser feita, e mais do que suficiente”. (Êx 35:20-29; 36:3-7) As contribuições do Rei Davi para a construção do prospectivo templo incluíam sua “propriedade especial” de ouro e prata, numa quantia superior a US$1.202.000.000. Os príncipes e os chefes do povo, por sua vez, tiveram prazer em contribuir mais de US$1.993.000.000 em ouro e prata, além de cobre, ferro e pedras. — 1Cr 29:1-9. (it-1, p. 551, verbete “Contribuição”.)

1 Crônicas 29:7: Eles deram para a obra da casa do verdadeiro Deus 5.000 talentos de ouro,10.000 daricos, 10.000 talentos de prata, 18.000 talentos de cobre e 100.000 talentos de ferro.”

Mais tarde, porém, o Rei Davi reuniu enormes quantidades de ferro para uso na construção do templo. Sob o reinado de Salomão, contribuiu-se “ferro no valor de cem mil talentos”, ou segundo muitas traduções, “cem mil talentos de ferro”. (1Cr 22:14, 16; 29:2, 7) Se a referência for ao valor do ferro, e se os talentos eram de prata, então o ferro valia US$660.600.000. Se a referência for ao peso do ferro, então eram cerca de 3.420 toneladas métricas. - it-2, p. 117, verbete “Ferro”.
  
Portanto, mais de 1 bilhão e 993 milhões de dólares em ouro e prata, além de cobre, ferro e pedras! Total: US$ 48.337.047.000!

1 Crônicas 29:14: “No entanto, quem sou eu, e quem é o meu povo, para que possamos fazer essas ofertas voluntárias? Pois tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos.”

Jeová assegurou seu povo: “‘A prata é minha, e o ouro é meu’, diz Jeová dos exércitos.” – Ageu 2:8.

Portanto, não há crise financeira para Jeová. A única coisa que pode impedir Suas bênçãos materiais para seu povo é alguma falha séria do próprio povo de Jeová. – Ageu 1:6.

Jeová é o Soberano Universal, o Supremo Teocrata

1 Crônicas 29:11, 12: Teus, ó Jeová, são a grandeza, o poder,  a glória, o esplendor e a majestade; pois tudo oque há nos céus e na terra pertence a ti. Teu é o reino, ó Jeová. Tu te elevas como cabeça acima de todos. As riquezas e a glória vêm de ti, e tu dominas sobre tudo. Nas tuas mãos há força e poder, e nas tuas mãos há a capacidade para engrandecer e para fortalecera todos.”

Importância do nome divino

1 Crônicas 29:13, 16: E agora, ó nosso Deus, nós te agradecemos e louvamos o teu belo nome. Ó Jeová, nosso Deus, toda essa riqueza que juntamos para construir uma casa para o teu santo nome vem das tuas próprias mãos, e tudo pertence a ti.”

1 Crônicas auxilia no entendimento de outras passagens

1 Crônicas 29:23: “E Salomão se sentou no trono de Jeová como rei no lugar de Davi, seu pai. Ele foi bem-sucedido e todos os israelitas lhe obedeciam.

Ninguém teria dificuldade em entender que Salomão “se sentou no trono de Jeová” de forma representativa, uma vez que o trono de Jeová está no céu e Salomão estava na Terra. – Isaías 66:1.

Isso nos ajuda a entender como a “grande multidão” de Apocalipse 7:9-17 é uma classe terrestre, apesar de ser simbolicamente descrita como estando “em pé diante do trono” de Deus.

Para mais informações sobre esse assunto, veja os artigos:

 A “grande multidão” – qual é a sua identidade? (Parte 1)

 A “grande multidão” – qual é a sua identidade? (Parte 2)

 A “grande multidão” – qual é a sua identidade? (Parte 3)

 Vida eterna no céu e na Terra – as bases bíblicas (Parte 3)



Explicação das siglas usadas:

g: revista Despertai! Os números em sequência indicam, respectivamente, o ano, o dia e o mês da publicação.

it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras. O número em sequência indica o volume.

w: revista A Sentinela. Os números em sequência indicam, respectivamente, o ano, o dia e o mês da publicação.



A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.



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