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domingo, 11 de dezembro de 2016

A Vida de Jesus – o Evangelho Unificado (parte 37)


Fonte da ilustração:
Livro "O Maior Homem Que Já Viveu", história 63.

Conselho sobre não fazer outros tropeçar; ovelha perdida
(Unificação de Mat. 18:6-14; Mar. 9:38-48; Luc. 9:49, 50)
Em resposta, João disse-lhe: “Instrutor, vimos certo homem expulsar demônios pelo uso de teu nome, e tentamos impedi-lo, porque ele não segue conosco.” Mas Jesus disse-lhe: “Não tenteis impedi-lo, porque ninguém há que faça uma obra poderosa à base do meu nome que logo possa injuriar-me; pois quem não é contra nós, é por nós. Porque quem vos der um copo de água a beber em razão de pertencerdes a Cristo, deveras, eu vos digo que de nenhum modo perderá a sua recompensa. Mas, quem fizer tropeçar a um destes pequenos que têm fé em mim, para este seria mais proveitoso que se lhe pendurasse em volta do pescoço uma mó daquelas que o burro faz girar e que fosse realmente lançado no mar.
“Ai do mundo, devido às pedras de tropeço! Naturalmente, é necessário que venham pedras de tropeço, mas ai do homem por meio de quem vem a pedra de tropeço! Se, pois, a tua mão te fizer alguma vez tropeçar, corta-a e lança-a para longe de ti; é melhor para ti entrares na vida aleijado, do que seres lançado com duas mãos [na] Geena, [no] fogo inextinguível. E, se o teu pé te fizer tropeçar, corta-o; melhor te é entrares na vida coxo, do que seres com os dois pés lançado na Geena. Também, se o teu olho te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora, para longe de ti; melhor te é entrares com um só olho no reino de Deus, do que seres com os dois olhos lançado na Geena ardente, onde o seu gusano não morre e o fogo não se extingue. Cuidai de que não desprezeis a um destes pequenos; pois eu vos digo que os seus anjos no céu sempre observam o rosto de meu Pai, que está no céu.
Fonte da ilustração:
Livro "O Maior Homem Que Já Viveu", história 63.
(Mat. 18:12-14)
 12 “Que pensais? Se um certo homem vem a ter cem ovelhas e uma delas se perder, não deixará ele as noventa e nove sobre os montes e irá à procura daquela que se perdeu? 13 E, se por acaso a encontrar, certamente vos digo que se alegrará mais com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14 Do mesmo modo, não é algo desejável para meu Pai, que está no céu, que pereça um destes pequenos.”

Conselho sobre resolver desentendimentos
(Mat. 18:15-20; Mar. 9:49, 50)
(Mar. 9:49, 50)
49 “Porque cada um tem de ser salgado com fogo. 50 O sal é excelente; mas, se o sal perder a sua força, com que é que o temperareis? Tende sal em vós mesmos e mantende a paz entre vós.
(Mat. 18:15-20)
15 “Outrossim, se o teu irmão cometer um pecado, vai expor a falta dele entre ti e ele só. Se te escutar, ganhaste o teu irmão. 16 Mas, se não te escutar, toma contigo mais um ou dois, para que, pela boca de duas ou três testemunhas, todo assunto seja estabelecido. 17 Se não os escutar, fala à congregação. Se não escutar nem mesmo a congregação, seja ele para ti apenas como homem das nações e como cobrador de impostos.
18 “Deveras, eu vos digo: Todas as coisas que amarrardes na terra serão as coisas amarradas no céu, e todas as coisas que soltardes na terra serão as coisas soltas no céu. 19 Novamente, deveras vos digo: Se dois de vós, na terra, concordarem em qualquer coisa de importância que solicitarem, ela se realizará para eles devido ao meu Pai no céu. 20 Pois, onde há dois ou três ajuntados em meu nome, ali estou eu no meio deles.”

Fonte da ilustração:
Livro "O Maior Homem Que Já Viveu", história 64.

Ilustração do escravo não perdoador
(Mat. 18:21-35)
21 Pedro aproximou-se então e disse-lhe: “Senhor, quantas vezes há de pecar contra mim o meu irmão e eu lhe hei de perdoar? Até sete vezes?” 22 Jesus disse-lhe: “Eu não te digo: Até sete vezes, mas: Até setenta e sete vezes.
23 “É por isso que o reino dos céus se tem tornado semelhante a um homem, um rei, que queria ajustar contas com os seus escravos. 24 Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um homem que lhe devia dez mil talentos [= 60.000.000 de denários]. 25 Mas, porque não tinha os meios de pagar [isso] de volta, seu amo mandou que ele, e a esposa dele, e os filhos dele, e todas as coisas que tivesse, fossem vendidos e fosse feito o pagamento. 26 Por isso, o escravo prostrou-se e começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo de volta.’ 27 Penalizado, por causa disso, o amo daquele escravo deixou-o ir e cancelou a sua dívida. 28 Mas aquele escravo saiu e achou um dos seus co-escravos, que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, começou a estrangulá-lo, dizendo: ‘Paga de volta o que deves.’ 29 Por isso, seu co-escravo prostrou-se e começou a suplicar-lhe, dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei de volta.’ 30 No entanto, ele não estava disposto, mas foi e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse de volta o que devia. 31 Portanto, quando seus co-escravos viram o que tinha acontecido, ficaram muito contristados, e foram e esclareceram ao seu amo tudo o que tinha acontecido. 32 O amo dele convocou-o então e disse-lhe: ‘Escravo iníquo, eu te cancelei toda aquela dívida, quando me suplicaste. 33 Não devias tu, por tua vez, ter tido misericórdia do teu co-escravo, assim como eu também tive misericórdia de ti?’ 34 Com isso, seu amo, furioso, entregou-o aos carcereiros, até que pagasse de volta tudo o que devia. 35 Do mesmo modo lidará também convosco o meu Pai celestial, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão.”

O texto acima unificado da Bíblia Sagrada é baseado na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




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