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domingo, 6 de novembro de 2016

A Vida de Jesus – o Evangelho Unificado (Parte 32)

Fonte da ilustração:
O Maior Homem Que Já Viveu, História 58.

Perto de Magadã, fariseus pedem um sinal
(Unificação de Mat. 15:39-16:4 com Mar. 8:10-12)
Por fim, depois de despedir as multidões, ele entrou imediatamente no barco, com seus discípulos, e chegou às regiões de Magadã[1], [ou] Dalmanuta[2]. Ali se aproximaram dele os fariseus e saduceus e começaram a discutir com ele. Pediram-lhe que lhes mostrasse um sinal do céu para o porem à prova.  Ele gemeu então profundamente com seu espírito e, em resposta, disse-lhes: “[[Ao cair a noite, costumais dizer: ‘Haverá tempo bom, pois o céu está vermelho’; e, de manhã: ‘Hoje haverá tempo frio e chuvoso, pois o céu está vermelho, mas de aspecto sombrio.’ Vós sabeis interpretar a aparência do céu, mas os sinais dos tempos não podeis interpretar.]][3] Uma geração iníqua e adúltera persiste em buscar um sinal. Por que busca esta geração um sinal? Deveras, eu digo: Nenhum sinal será dado a esta geração, exceto o sinal de Jonas.” Com isto se afastou, deixando-os atrás.
O ‘fermento dos fariseus, dos saduceus e de Herodes’
(Unificação de Mat. 16:5-12 com Mar. 8:13-21)
Com isso os deixou, embarcou novamente [com seus discípulos] e dirigiu-se à margem oposta. Aconteceu que os discípulos se esqueceram de levar pães, e, com a exceção de um só pão, não tinham nada consigo no barco. E Jesus começou a ordenar-lhes expressamente, dizendo: “Mantende os olhos abertos e acautelai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes[4].” Disputaram então entre si sobre o fato de não terem pães. Começaram assim a raciocinar entre si, dizendo: “Não trouxemos pães conosco.”
Sabendo isso, Jesus lhes disse: “Por que raciocinais assim entre vós, por não terdes pães, vós os de pouca fé? Não percebeis ainda a questão, e não compreendeis o significado? Estão os vossos corações obtusos no entendimento? ‘Embora tenhais olhos, não vedes; e embora tenhais ouvidos, não ouvis?’[5] E não vos lembrais, quando parti os cinco pães para os cinco mil homens, de quantos cestos[6] cheios de pedaços recolhestes? Disseram-lhe: “Doze.” “Quando parti os sete para os quatro mil homens, quantos cabazes[7] cheios de pedaços recolhestes?” E disseram-lhe: “Sete.” Com isso disse-lhes: “Ainda não compreendeis o significado? Como é que não discernis que não vos falei de pães? Mas, vigiai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus.” Compreenderam então que ele dissera que se vigiassem, não do fermento dos pães, mas do ensino dos fariseus e dos saduceus.

Explicação das siglas usadas:

it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras, publicada pelas Testemunhas de JeováO número em sequência indica o volume.
NM: Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.

Notas:
[1] Uma área perto do mar da Galileia. Manuscritos de data mais recente dizem ali “Magdala”. Considera-se que Magdala (possivelmente Magadã) seja Khirbet Majdal (Migdal), a uns 6 km ao NNO de Tiberíades, junto ao mar da Galileia. – It-2, p. 738.
[2] Pode ser que Dalmanuta simplesmente tenha sido outro nome para Magadã, ou talvez fosse uma área vizinha. – It-1, pp. 635-6.
[3] Segundo CDWItVg; אBSyc,sArm omitem as palavras entre colchetes duplos. – NM, nota sobre Mateus 16:2b, 3.
[4] Ou: “herodianos”, conforme o Papiro Chester Beatty N.° 1 (P45), o Codex Washingtonianus I e o Codex Koridethianus. Politicamente, os herodianos adotavam uma posição centrista, por um lado sofrendo oposição dos fariseus e dos zelotes judeus, que advogavam um reino judaico totalmente independente do controle romano, e por outro lado, dos que advogavam a anexação completa da Judeia pelo Império Romano. Alguns dos saduceus, classificados como livres-pensadores e moderados no judaísmo, provavelmente seguiam a mentalidade herodiana. Isso explica a menção do ‘fermento dos saduceus’, em Mateus 16:6, e do “fermento de Herodes”, em Marcos 8:15. A repetição da palavra “fermento” enfatiza que havia uma diferença nos ensinos corruptos das duas partes – fariseus e saduceus (alguns dos quais eram herodianos).
[5] Jer. 5:21; Eze. 12:2.
[6] Kó·fi·nos. Um cesto menor, de aproximadamente 7,5 ,que bastaria para se viajar em território judeu e ficar apenas pouco tempo fora de casa. – It-1, p. 486.
[7] Sfy·rís. Tipo de cesto suficientemente grande para comportar um homem. (Atos 9:25) É também chamado sar·gá·ne em 2 Coríntios 11:33, indicando um “cesto de vime” feito de corda ou vergas entrelaçadas. – It-1, p. 486. 


O texto acima unificado da Bíblia Sagrada é baseado na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.






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