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domingo, 8 de maio de 2016

A Vida de Jesus - o Evangelho Unificado (Parte 6)

Fonte da ilustração:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/comeco-ministerio/batismo/

O batismo de Jesus (outono de 29 EC)
(Mat. 3:13-17; Mar. 1:9-11; Luc. 3:21-38; João 1:32-34)

No decorrer daqueles dias, veio então Jesus de Nazaré da Galileia ao Jordão ter com João, a fim de ser batizado por ele. Este, porém, tentou impedi-lo, dizendo: “Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?” Em resposta, Jesus disse-lhe: “Deixa por agora, pois assim é apropriado que executemos tudo o que é justo.” Então cessou de o impedir. Então, quando todo o povo fora batizado, Jesus também foi batizado no Jordão. E Jesus, depois de ter sido batizado, saiu imediatamente da água.  E, subindo da água, enquanto orava, eis que os céus se abriram e ele viu imediatamente os céus serem partidos e viu o espírito santo de Deus descendo em forma corpórea, semelhante a uma pomba. Eis que também saiu uma voz dos céus, que disse: “Tu és meu Filho, o amado; eu te tenho aprovado.” Outrossim, o próprio Jesus, ao principiar a sua obra, tinha cerca de trinta anos de idade, sendo, como era a opinião, filho de José . . . [filho] de Abraão, . . . [filho] de Adão, [filho] de Deus.

 Fonte da ilustração:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/comeco-ministerio/resistir-tentacoes/

Tentações no deserto
(Mat. 4:1-11; Mar. 1:12, 13; Luc. 4:1-13)
Ora, Jesus, cheio de espírito santo, afastou-se do Jordão e foi conduzido pelo espírito, [que] impeliu-o imediatamente a ir para o ermo, sendo tentado por Satanás, o Diabo. E estava com os animais selváticos, mas os anjos lhe ministravam. Outrossim, ele não comeu nada naqueles dias, e por isso, depois de ter jejuado por quarenta dias e quarenta noites, ele sentiu fome. Veio também o Tentador e disse-lhe assim: “Se tu és filho de Deus, dize a estas pedras que se transformem em pães.” Mas Jesus replicou-lhe: “Está escrito: ‘O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.’”[1]
O Diabo levou-o então a Jerusalém, a cidade santa, e o postou sobre o parapeito do templo, e disse-lhe: “Se tu és filho de Deus, lança-te daqui para baixo; pois está escrito: ‘Dará aos seus anjos um encargo concernente a ti, para preservar-te’, e: ‘Eles te carregarão nas mãos, para que nunca batas com o pé contra uma pedra.’”[2] Jesus disse-lhe, em resposta: “Novamente está escrito: ‘Não deves pôr Jeová, teu Deus, à prova.’”[3]
Novamente, o Diabo levou-o assim para cima a um monte extraordinariamente alto e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles, num instante de tempo; e o Diabo disse-lhe: “Eu te darei toda esta autoridade e a glória deles, porque me foi entregue e a dou a quem eu quiser. Se tu, pois, te prostrares e me fizeres um ato de adoração, tudo será teu.” Em resposta, Jesus disse-lhe então: “Vai-te, Satanás! Pois está escrito: ‘É a Jeová, teu Deus, que tens de adorar e é somente a ele que tens de prestar serviço sagrado.’”[4] Assim, tendo terminado com toda a tentação, o Diabo deixou-o então, até outra ocasião conveniente. E eis que vieram anjos e começaram a ministrar-lhe.
Fonte da ilustração:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/comeco-ministerio/comeca-a-fazer-discipulos/

Os primeiros discípulos
(João 1:29-51)
29 No dia seguinte [João Batista][5] viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! 30 Este é aquele a respeito de quem eu disse: Atrás de mim vem um homem que avançou na minha frente, porque existiu antes de mim. 31 Até eu não o conhecia, mas a razão por que vim batizar em água era que ele fosse manifestado a Israel.” 32 João deu também testemunho, dizendo: “Observei o espírito descer como pomba do céu; e permaneceu sobre ele. 33 Até eu não o conhecia, mas o Mesmo que me enviou a batizar em água disse-me: ‘Sobre quem for que vires descer o espírito e permanecer, este é quem batiza em espírito santo.’ 34 E eu [o] vi e dei testemunho de que este é o Filho de Deus.”
35 Novamente, no dia seguinte, João estava parado com dois dos seus discípulos, 36 e ao olhar para Jesus andando [ali], disse: “Eis o Cordeiro de Deus!” 37 E os dois discípulos o ouviram falar e seguiram a Jesus. 38 Jesus voltou-se então, e, observando que o seguiam, disse-lhes: “O que estais procurando?” Disseram-lhe: “Rabi,[6] (que, traduzido, quer dizer: Instrutor,) onde estás pousando?” 39 Disse-lhes: “Vinde, e vereis.” Concordemente, foram e viram onde estava pousando, e ficaram com ele aquele dia; isso foi cerca da décima hora[7]. 40 André[8], irmão de Simão Pedro, foi um dos dois que ouviram o que João dissera e que seguiram [a Jesus]. 41 Este, primeiro, achou seu próprio irmão, Simão[9], e disse-lhe: “Achamos o Messias” (que, traduzido, quer dizer: Cristo). 42 Conduziu-o a Jesus. Olhando Jesus para ele, disse: “Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas”[10] (que, traduzido, é Pedro).
43 No dia seguinte, ele desejava partir para a Galileia. Jesus achou assim Filipe[11] e disse-lhe: “Sê meu seguidor.” 44 Ora, Filipe era de Betsaida[12], da cidade de André e Pedro. 45 Filipe achou Natanael[13] e disse-lhe: “Achamos aquele de quem escreveram Moisés, na Lei, e os Profetas: Jesus, filho de José, de Nazaré.” 46 Mas, Natanael disse-lhe: “Pode sair algo bom de Nazaré?” Filipe disse-lhe: “Vem e vê.” 47 Jesus viu Natanael aproximar-se e disse a respeito dele: “Eis um israelita de verdade, em quem não há fraude.” 48 Natanael disse-lhe: “Como é que me conheces?” Jesus, em resposta, disse-lhe: “Antes de Filipe te chamar, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi.” 49 Natanael respondeu-lhe: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel.” 50 Jesus, em resposta, disse-lhe: “Porque eu te disse que te vi debaixo da figueira tu crês? Verás coisas maiores do que estas.” 51 Disse-lhe ainda mais: “Eu vos digo em toda a verdade: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus ascendendo e descendo para o Filho do homem.”


Explicação das siglas usadas:

EC: Era Comum
it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras, publicada pelas Testemunhas de JeováO número em sequência indica o volume.


Notas:

[1] Deut. 8:3.
[2] Sal. 91:11, 12.
[3] Deut. 6:16.
[4] Deut. 6:13; 10:20.
[5] O nome não aparece na NM, sendo aqui colocado para dar clareza à frase.
[6] Gr.: rhab·beí, “Meu Grande; Meu Excelente”; do hebr.: rav, que significa “muito”, “grande”; título de respeito que se usava para dirigir-se a instrutores. – It-1, p. 840.
[7] Das 15-16 horas.
[8] De uma raiz gr. que significa “homem; varão”; provavelmente: Másculo. – It-1, p. 132.
[9] (Sí·mon) [de uma raiz hebr. que significa “ouvir; escutar”]. – It-3, p. 593.
[10] Equivalente semítico de Pedro [uma pedra; um pedaço de rocha], talvez aparentado com o hebr. ke-fím [penhas], usado em Jó 30:6 e em Jeremias 4:29. – It-3, p. 210.
[11] Que significa: “Afeiçoado a Cavalos; Amador de Cavalos”. – It-2, p. 139.
[12] Do aramaico, significando “Casa do Caçador (ou: Pescador)”. – It-1, p. 355.
[13] Do hebr., significando “Deus deu”. – It-3, p. 64. 



A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.


Contato: oapologistadaverdade@gmail.com

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