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domingo, 12 de junho de 2016

A Vida de Jesus – O Evangelho Unificado (Parte 11)


Jesus aponta para uma cidade próxima enquanto fala com Pedro, André, Tiago e João
Fonte da ilustração:   https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/prega-na-galileia/

Primeira viagem pela Galileia, com os quatro chamados (31 EC)
(Mat. 4:23-25; Mar. 1:35-39: Luc. 4:42, 43) 
E, de manhã cedo, quando ainda estava escuro, levantou-se e foi para fora, e partiu para um lugar solitário, e ali começou a orar. No entanto, Simão e os com ele foram à sua procura e acharam-no, e disseram-lhe: “Todos te procuram.” Mas ele lhes disse: “Vamos a outro lugar, às vilas vizinhas, para que eu pregue também ali, pois é com este objetivo que saí.” As multidões, porém, começaram a ir em busca dele e vieram até o lugar onde ele estava, e tentaram impedir que se afastasse deles. Mas ele lhes disse: “Tenho de declarar as boas novas do reino de Deus também a outras cidades, porque fui enviado para isso.”
(Mat. 4:23-25)
23 Ele percorreu então toda a Galileia, ensinando nas sinagogas deles e pregando as boas novas do reino, e curando toda sorte de moléstias e toda sorte de enfermidades entre o povo. 24 E a notícia a respeito dele espalhou-se por toda a Síria; e trouxeram-lhe todos os que estavam passando mal, afligidos por várias moléstias e padecimentos, os possessos de demônios, e os epilépticos[1] e os paralíticos, e ele os curou. 25 Consequentemente, seguiam-no grandes multidões, da Galileia, de Decápolis,[2] de Jerusalém, da Judeia e do outro lado do Jordão.

Jesus toca num leproso que se ajoelha diante dele
Fonte da ilustração:  https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/cura-leproso/
Cura de um leproso
(Mat. 8:1-4; Mar. 1:40-45; Luc. 5:12-16)
Em outra ocasião, enquanto ele estava numa das cidades, eis um homem cheio de lepra! Quando avistou Jesus, veio a ele e começou a prestar-lhe homenagem, suplicando-lhe, até de joelhos, [e] dizendo-lhe: “Senhor, se apenas quiseres, podes tornar-me limpo.” Em vista disso, penalizou-se, e, estendendo a sua mão, tocou nele, dizendo: “Eu quero. Torna-te limpo.” E a lepra desapareceu dele imediatamente e ele se tornou limpo. Outrossim, dando-lhe ordens estritas, mandou-o imediatamente embora e disse-lhe: “Cuida de que não digas nada a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação as coisas determinadas por Moisés,[3] em testemunho para eles.” Mas, depois de se afastar, o homem principiou a proclamar isso consideravelmente e a divulgar o relato, de modo que Jesus não podia mais entrar abertamente numa cidade, mas continuava fora, nos lugares solitários. A palavra a respeito dele espalhava-se tanto mais, e grandes multidões reuniam-se para escutar e para ser curadas de suas doenças. Eles continuavam a vir a ele, de todos os lados. No entanto, ele continuava em retiro nos desertos e orava.

Um homem paralítico deitado numa maca é descido até Jesus por uma abertura no telhado
Fonte da ilustração:  https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/paralitico-perdoado/
Cura do paralítico baixado pelo teto
(Mat 9:1-8; Mar. 2:1-12; Luc. 5:17-26)
Depois de alguns dias, entrando então no barco, passou para a outra margem, e entrou novamente na sua própria cidade, em Cafarnaum. E relatou-se que ele estava em casa. Consequentemente, ajuntaram-se muitos, a ponto de não haver mais lugar, nem mesmo junto à porta, e ele começou a falar-lhes a palavra. Havia ali sentados fariseus e instrutores da lei,[4] que haviam chegado de toda aldeia da Galileia e da Judeia, e de Jerusalém; e o poder de Jeová estava presente para ele fazer curas.
E certos homens vieram trazer-lhe um paralítico, carregado por quatro numa cama, e eles buscavam um meio de levá-lo para dentro e de colocá-lo diante dele. Mas, não podendo levá-lo diretamente a Jesus, por causa da multidão, subiram ao telhado e removeram o telhado por cima do lugar onde ele estava, e, tendo aberto um buraco, baixaram-no por entre as telhas, com a pequena cama, no meio dos que estavam na frente de Jesus. E, quando ele viu a fé que tinham, disse ao paralítico: “Coragem, filho! Teus pecados te estão perdoados.” Em consequência disso, alguns dos escribas[5] que estavam ali sentados e os fariseus principiaram a raciocinar nos seus corações: “Por que fala este homem dessa maneira? Ele está blasfemando. Quem pode perdoar pecados senão um só, Deus?”
Mas, Jesus, tendo discernido imediatamente pelo seu espírito que estavam raciocinando deste modo no íntimo, disse-lhes: “Por que imaginais coisas iníquas nos vossos corações? Por exemplo, o que é mais fácil, dizer ao paralítico: ‘Teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, apanha a tua maca e anda’? Mas, a fim de que saibais que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados” — ele disse ao paralítico: “Eu te digo: Levanta-te, apanha a tua maca e vai para a tua casa.” E, no mesmo instante, este se levantou diante deles, e apanhou imediatamente a sua maca, e saiu andando na frente de todos, e foi para casa, glorificando a Deus. Todos ficaram simplesmente arrebatados e começaram a glorificar a Deus, que concedera tal autoridade a homens, e ficaram cheios de temor, dizendo: “Vimos hoje coisas estranhas! Nunca vimos nada igual.”

Jesus vê Mateus na coletoria e o convida para ser seu seguidor
Fonte da ilustração:  https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/mateus-cobrador-de-impostos/
A convocação de Mateus
(Mat. 9:9-13; Mar. 2:13-17; Luc. 5:27-32)
A seguir, passando dali para diante, novamente foi para a beira do mar; e toda a multidão vinha a ele, e ele começou a ensiná-los. Mas, ao passar para diante, avistou um homem chamado Mateus[6], [também chamado] Levi[7], o filho de Alfeu, sentado na coletoria, e disse-lhe: “Sê meu seguidor.” Em consequência disso, este se levantou e o seguiu. Mais tarde, Levi ofereceu-lhe também uma grande festa de recepção na sua casa; e havia ali uma grande multidão de cobradores de impostos e pecadores, [que] se recostavam com Jesus e seus discípulos, pois havia muitos deles e começavam a segui-lo. Mas os escribas dos fariseus, quando viram que ele comia com os pecadores e os cobradores de impostos, começaram a murmurar aos discípulos: “Por que é que comeis e bebeis com os cobradores de impostos e os pecadores?” Ao ouvir isso, Jesus disse-lhes: “Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os enfermos. Ide, pois, e aprendei o que significa: ‘Misericórdia quero, e não sacrifício.’[8] Pois eu não vim chamar os que são justos, mas sim pecadores ao arrependimento.”

Os discípulos de João Batista perguntam a Jesus sobre o jejum
Fonte da ilustração:  https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/discipulos-nao-jejuam/
Jesus é interrogado sobre o jejum
(Mat. 9:14-17; Mar. 2:18-22; Luc. 4:44; 5:33-39)
Ora, os discípulos de João e os fariseus praticavam o jejum. Vieram assim e perguntaram-lhe: “Os discípulos de João jejuam frequentemente e oferecem súplicas, e o mesmo fazem os dos fariseus, mas os teus comem e bebem.” Vieram então a ele os discípulos de João e perguntaram-lhe: “Por que é que nós e os fariseus praticamos o jejum, mas os teus discípulos não jejuam?” A isto, Jesus lhes disse: “Será que os amigos do noivo têm razão para prantear enquanto o noivo está com eles? Enquanto tiverem o noivo consigo, não podem jejuar. Mas, virão dias em que o noivo lhes será tirado, e então, naquele dia, jejuarão.”
Outrossim, prosseguiu a dar-lhes uma ilustração: “Ninguém corta um remendo duma nova roupa exterior e o costura numa velha roupa exterior; mas, se o fizer, então, tanto a sua plena força o arrancará dela, o novo da velha, e o rasgão ficará pior, como o remendo da roupa nova não combinará com a velha. Além disso, ninguém põe vinho novo em odres velhos; mas, se o fizer, então o vinho novo rebentará os odres e se derramará, e os odres ficarão arruinados. Mas, vinho novo tem de ser posto em odres novos. Ninguém, tendo bebido vinho velho, quer o novo; pois ele diz: ‘O velho é saboroso.’” [Então], pregava nas sinagogas da Judeia.

Explicação das siglas usadas:

AEC: Antes de nossa Era Comum.
EC: Era Comum.
it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras, publicada pelas Testemunhas de JeováO número em sequência indica o volume.



Notas:
[1] Epilepsia: Doença crônica do sistema nervoso central, manifestada por convulsões, ou pela debilitação ou perda da consciência, e talvez ambas. Este distúrbio está relacionado com uma atividade anormal do cérebro. O termo “epilepsia” deriva da palavra grega e·pi·le·psí·a, que literalmente significa “agarra [ataque, acesso]”. – It-1, p. 823.
[2] [Região das Dez Cidades]. Coalizão ou confederação de dez cidades (do grego ·ka, que significa “dez”, e ·lis, “cidade”). O nome aplicava-se também à região na qual se concentrava a maioria dessas cidades. (Mat. 4:25) Provavelmente em alguma época entre a conquista da Palestina feita por Pompeu, em 65 AEC, e a morte de Herodes, o Grande (c. 1 AEC ou 1 EC), dez dessas cidades helenísticas juntaram-se na federação livre conhecida como Decápolis, com o possível objetivo de estreitar relações comerciais e de proteger-se contra forças anti-helenísticas na Palestina ou contra agressivas tribos nômades nas regiões desérticas ao L. As cidades de Decápolis eram: Damasco, Rafana, Hipos, Díom, Canata, Gadara, Citópolis (Bete-Seã), Pela, Gerasa, Filadélfia (Rabá). – It-1, p. 672.
[3] Lev. 14:2, 4, 20.
[4] Os escribas gozavam de preeminência como instrutores da Lei. Eram prestigiados pelo povo e eram chamados “Rabi”. Porém, davam mais ênfase a regulamentos técnicos e tradições do que à misericórdia, à justiça e à fidelidade. Tornavam a Lei um fardo para o povo. (Mat. 23:2-4, 23, 24; Luc. 11:45, 46) Alguns escribas eram saduceus, os quais criam apenas na Lei escrita. Os escribas dos fariseus zelosamente defendiam a Lei, mas adicionalmente sustentavam as tradições que se haviam desenvolvido, e eles dominavam o pensamento do povo em grau ainda maior do que os sacerdotes. Primariamente, os escribas estavam em Jerusalém, mas podiam também ser encontrados em toda a Palestina e em outras terras, entre os judeus da Dispersão. (Luc. 5:17) – It-1, p. 840; It-2, p. 405.
[5] Gr.: gram·ma·teús. No tempo em que Jesus veio à terra, a palavra “escriba” designava uma classe de homens versados na Lei. Eles faziam do estudo sistemático da Lei e da explanação dela sua profissão. Evidentemente, faziam parte dos instrutores da Lei, os versados na Lei. (Luc. 5:17; 11:45) Associavam-se geralmente com a seita religiosa dos fariseus, porque este grupo reconhecia as interpretações ou “tradições” dos escribas. – It-1, p. 839-40.
[6] Provavelmente uma forma abreviada do hebr. Matitias, que significa “Dádiva de Jeová”. – It-2, p.783.
[7] Adesão; Ligado. – It-2, p. 692.
[8] Os. 6:6.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.



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