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domingo, 14 de agosto de 2016

A Vida de Jesus – o Evangelho Unificado (Parte 20)


Fonte da ilustração:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/ws201412/jesus-ilustracoes-voce-compreende-significado/
(Mat. 13:1-53; Mar. 4:1-34; Luc. 8:4-18)
O semeador
(Mat. 13:3-8; Mar. 4:3-8; Luc. 8:5-8)
Jesus, naquele dia, tendo saído de casa, principiou novamente a ensinar sentado à beira do mar. E ajuntou-se perto dele uma multidão muito grande com os que se dirigiam a ele de cidade após cidade, de modo que entrou num barco e ficou sentado lá fora no mar, mas toda a multidão estava em pé na praia, à beira do mar. Começou assim a ensinar-lhes muitas coisas por meio de ilustrações e a dizer-lhes no seu ensino: “Escutai. Eis que o semeador saiu a semear a sua semente; e, ao passo que semeava, algumas sementes caíram à beira da estrada e [foram] pisadas, e vieram as aves do céu e as comeram. Outras caíram no lugar pedregoso, onde, naturalmente, não tinha muito solo, e brotaram imediatamente, por não ter profundidade de solo. Mas, ao se levantar o sol, ficaram queimadas, e, por não terem raiz, murcharam [e secaram], porque não tinha umidade. Outras, também, caíram entre os espinhos; e os espinhos cresceram junto com elas e as sufocaram, e elas não deram fruto. Mas outras caíram em solo excelente; e, depois de brotar, começaram a dar fruto, esta cem vezes mais, aquela sessenta vezes mais, outra trinta vezes mais.” Ao dizer-lhes estas coisas, passou a clamar: “Escute aquele que tem ouvidos para escutar.”  
O semeador que dormia
(Mar. 4:26-29)
26 Prosseguiu assim dizendo: “Deste modo, o reino de Deus é como quando um homem lança semente no solo, 27 e dorme à noite e se levanta de dia, e a semente brota e cresce alta, e ele não sabe exatamente como. 28 O solo, por si mesmo, dá gradualmente fruto, primeiro a lâmina, depois a espiga, finalmente o grão cheio na espiga. 29 Mas, assim que o fruto o permite, ele mete a foice, porque veio o tempo da colheita.”
O trigo e o joio
(Mat. 13:24-30)
24 Apresentou-lhes outra ilustração, dizendo: “O reino dos céus tem-se tornado semelhante a um homem que semeou excelente semente no seu campo. 25 Enquanto os homens dormiam, veio seu inimigo e semeou por cima joio entre o trigo, e foi embora. 26 Quando a lâmina cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio.[1] 27 Vieram assim os escravos do dono de casa e disseram-lhe: ‘Amo, não semeaste excelente semente no teu campo? Donde lhe veio então o joio?’ 28 Disse-lhes ele: ‘Um inimigo, um homem, fez isso.’ Disseram-lhe: ‘Queres, pois, que vamos e o reunamos?’ 29 Ele disse: ‘Não; para que não aconteça que, ao reunirdes o joio, desarraigueis também com ele o trigo. 30 Deixai ambos crescer juntos até a colheita; e na época da colheita direi aos ceifeiros: Reuni primeiro o joio e o amarrai em feixes para ser queimado, depois ide ajuntar o trigo ao meu celeiro.’”
O grão de mostarda e o fermento
(Mat. 13:31-33; Mar. 4:30-32; Luc. 13:18, 19)
 E prosseguiu dizendo: “A que compararemos o reino de Deus, ou com que ilustração o definiremos? Apresentou-lhes outra ilustração, dizendo: “O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo; o qual, de fato, é a menor de todas as sementes que há na terra mas, depois de semeado, brota e quando desenvolvida se torna maior do que todas as outras hortaliças e produz grandes ramos, e se torna uma árvore, de modo que as aves do céu vêm e acham pousada entre os seus ramos, sob a sua sombra.”  
(Mat. 13:33)
Disse-lhes ainda outra ilustração: “O reino dos céus é semelhante ao fermento que certa mulher tomou e escondeu em três grandes medidas de farinha, até que a massa inteira ficou levedada.”
Por que falava com ilustrações
(Mat. 13:34, 35; Mar. 4:33, 34)
Todas estas coisas falou Jesus às multidões por meio de ilustrações. Assim, com muitas ilustrações desta sorte, falava-lhes a palavra, até onde eram capazes de escutar. Deveras, não lhes falava nada sem ilustração, mas explicava todas as coisas em particular, aos seus discípulos; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta, que disse: “Abrirei a boca com ilustrações, publicarei as coisas escondidas desde a fundação.” [2]
(Mat. 13:36a, 10-17; Mar. 4:10-12; Luc. 13:9, 10)
Despedindo então as multidões, entrou na casa. Então, quando ficou sozinho, vieram assim os seus discípulos [e] os em volta dele, com os doze, e começaram a interrogá-lo sobre as ilustrações, e lhe disseram: “Por que é que lhes falas usando ilustrações?” Em resposta, ele disse: “A vós é concedido entender os segredos sagrados do reino dos céus, mas a esses não é concedido. Para os de fora, todas as coisas ocorrem em ilustrações. Pois a todo aquele que tiver, dar-se-á mais e far-se-á abundar; mas a todo o que não tiver, até mesmo o que tiver será tirado dele. É por isso que lhes falo usando ilustrações, a fim de que, embora olhem, olhem em vão, mas não vejam, e, ouvindo, ouçam em vão, mas não compreendam o significado, nem jamais se voltem e se lhes dê perdão. E é neles que tem cumprimento a profecia de Isaías, que diz: ‘Ouvindo ouvireis, mas de modo algum entendereis; e olhando olhareis, mas de modo algum vereis. Pois o coração deste povo tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido sem reação, e eles têm fechado os olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os ouvidos, nem entendessem com os corações e se voltassem, e eu os sarasse.’[3] No entanto, felizes são os vossos olhos porque observam, e os vossos ouvidos porque ouvem. Pois, deveras, eu vos digo: Muitos profetas e homens justos desejaram ver o que vós estais observando e não o viram, e ouvir as coisas que vós estais ouvindo e não as ouviram.”



Explicação das siglas usadas:
 it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras, publicada pelas Testemunhas de JeováO número em sequência indica o volume.

Notas:
[1] O joio (gr.: zi·zá·ni·a) da ilustração de Jesus geralmente é considerado ser o Lolium temulentum, que se parece muito ao trigo, até amadurecer, quando pode ser prontamente diferenciado do trigo pelas suas sementes pretas, menores. Isto, junto com o fato de que as raízes deste joio se entrelaçam com o trigo, torna bem desaconselhável arrancar o joio num estágio inicial. Se as sementes do joio ficam misturadas com os grãos de trigo, após a colheita, isto pode ter um efeito grave para quem come. Tontura e até mesmo envenenamento fatal têm sido atribuídos a se consumir pão contendo farinha de joio demais. As propriedades venenosas das sementes do joio são geralmente atribuídas a um fungo que cresce nelas. – It-1, p. 828.
[2] Salmo 78:2.
[3] Isaías 6:9, 10.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org

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