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domingo, 25 de setembro de 2016

A Vida de Jesus – o Evangelho Unificado (parte 26)

Fonte da ilustração:
https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/jesus/ministerio-na-galileia/assassinato-durante-aniversario/

Assassinato de João Batista
(Mat. 14:1-12; Mar. 6:14-29; Luc. 9:7-9)
Naquele mesmo tempo, o Rei Herodes[1], o governante distrital, ouviu relatos sobre Jesus, [e] de todas as coisas que estavam acontecendo; (pois o nome de Jesus tornara-se público) e ficou em grande perplexidade, porque alguns diziam: “João, o batizador, tem sido levantado dentre os mortos, e por esta razão operam nele as obras poderosas.” Mas outros diziam: “É Elias.” Ainda outros diziam: “É um profeta semelhante a um dos profetas.” Ouvindo-o, porém, Herodes começou a dizer aos seus servos: “Eu decapitei a João. Quem é então este de quem ouço falar tais coisas? Este é João Batista. Ele foi levantado dentre os mortos, e é por isso que operam nele obras poderosas.” De modo que buscava vê-lo.
Pois o próprio Herodes havia mandado prender a João, amarrando-o e lançando-o na prisão, por causa de Herodias, esposa de Filipe, seu irmão; porque se tinha casado com ela. Pois João dissera várias vezes a Herodes: “Não te é lícito ter a esposa de teu irmão.”[2] Herodias, porém, nutria ressentimento contra ele e queria matá-lo, mas não podia. Porque Herodes tinha temor de João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o a salvo. E, ao ouvi-lo, estava muito perplexo quanto a que fazer; contudo, continuava a ouvi-lo de bom grado. No entanto, embora [o próprio Herodes] quisesse matá-lo, temia a multidão, pois consideravam-no profeta.
Chegou, porém, um dia conveniente, no seu aniversário natalício, em que Herodes ofereceu uma refeição noturna a seus dignitários e comandantes militares, e aos principais da Galileia.[3] E entrou a filha[4] desta mesma Herodias e dançou, e ela agradou tanto a Herodes, e aos que se recostavam com ele, que ele prometeu com juramento dar-lhe tudo o que pedisse. O rei disse à donzela: “Pede-me o que quiseres, e eu to darei.” Sim, jurou-lhe: “O que for que me pedires, até a metade do meu reino, eu to darei.” E ela saiu e disse à sua mãe: “Que devo pedir?” Ela disse: “A cabeça de João, o batizador.”  E entrando logo apressadamente, foi ter com o rei e fez a sua solicitação, sob as instigações de sua mãe, dizendo: “Quero que me dês imediatamente, numa travessa, a cabeça de João Batista.”
Embora o rei ficasse profundamente contristado, contudo, não quis desconsiderá-la, em vista dos juramentos e dos que se recostavam com ele à mesa. O rei mandou assim imediatamente um guarda pessoal e ordenou-lhe que João fosse decapitado na prisão [e que] trouxesse a cabeça dele. E ele foi e o decapitou na prisão, e trouxe a cabeça dele numa travessa, e a deu à donzela, e a donzela a levou [e] a deu à sua mãe. Quando os discípulos dele ouviram isso, vieram e removeram o seu cadáver e o deitaram num túmulo memorial; e vieram relatá-lo a Jesus.

Explicação das siglas usadas:

it: obra Estudo Perspicaz das Escrituras, publicada pelas Testemunhas de JeováO número em sequência indica o volume.

Notas:
[1] Ântipas. 
[2] João podia devidamente corrigir Ântipas nesta questão, porque Ântipas era nominalmente judeu e professava estar sob a Lei. – It-2, 323.
[3] Em Tiberíades, que distava cerca de 15 km de Cafarnaum. – It-3, p. 510.
[4] A princesa Salomé, filha de Herodes Filipe e filha única de sua mãe Herodias, que se tornou enteada de Herodes Ântipas. O nome de Salomé é preservado nos escritos de Josefo. – It-3, p. 510.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são baseadas na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Contato: oapologistadaverdade@gmail.com

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