Image Map











terça-feira, 31 de outubro de 2017

Romanos 4:15 indica que os Dez Mandamentos não foram abolidos?

Fonte da ilustração: jw.org

A respeito do artigo “Télos em Romanos10:4 – ‘fim’ ou ‘finalidade’?”, um leitor escreveu:

Se a palavra fim usado em Romanos 10:4 significa “término”, então, por que Paulo cita o 5.º mandamento aos gentios em Efésios 6:1-3? A Bíblia nos diz, em Romanos 4:15 e em Romanos 7:7-8, que onde não há lei não pode existir pecado. E se a lei foi abolida, então já não existe pecado; e se não existe pecado, então precisamos da graça para nos salvar do quê??? Veja o que diz 1 João 2:4: “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.”

Resposta:

A citação de uma lei já abolida não é evidência de que tal lei ainda vigora, mas apenas mostra que existe semelhança entre tal lei e a atual “lei do Cristo” (Gálatas 6:2) – inclusive, que tal lei abolida forneceu a base para a lei cristã que ordena a obediência aos pais. Como confirmação disso, observe que Paulo exorta os filhos a serem obedientes não porque isso faz parte do Decálogo (Dez Mandamentos), mas sim porque “é justo”.

Quanto a Romanos 4:15, observe que não diz ‘onde não há A lei’ (com artigo definido), mas diz “onde não há lei [sem artigo, portanto, lei num sentido genérico], também não há transgressão”. O texto afirma que, sem nenhuma lei, não há como medir, ou classificar, o pecado. Acontece que, antes de a Lei que incluía o Decálogo existir, havia leis dadas por Deus.


[…] embora não houvesse o conjunto de leis promulgadas a Israel, havia leis para a humanidade desde o princípio dela: leis contra apropriar-se indevidamente de algo que não pertence à pessoa (Gênesis 2:17), da união vitalícia no casamento (Gênesis  2:24), da chefia na família (Gênesis  18:12), da circuncisão (Gênesis 17:11, 12), da responsabilidade familiar (Gênesis 31:30-32), da propriedade comunal (Gênesis  31:14-16), da custódia (Gênesis  37:21, 22, 29, 30), e contra imoralidade sexual, para se mencionar apenas algumas delas. – Gênesis 38:24-26; 34:7.

Em Romanos 7:7, Paulo afirma: “Eu não teria conhecido o pecado se não fosse a Lei.” Neste caso, o artigo definido indica que, no contexto, refere-se à Lei dada a Israel que incluía os Dez Mandamentos. Tal Lei é que definiu claramente o que é pecado. Porém, a mesma passagem mostra que tal Lei não existiu desde a criação. Lemos em Romanos 7:9: “De fato, antes, sem lei, eu estava vivo. No entanto, ao chegar o mandamento, o pecado voltou a viver, mas eu morri.”

O mesmo artigo supracitado explicou sobre isso:

Paulo estava se referindo ao décimo mandamento do Decálogo: “Não deves cobiçar.” (Romanos 7:7) Visto que essa norma foi dada no Decálogo junto com as demais nove normas, ele estava falando em especial do Decálogo. Ele mostrou que o povo de Deus “estava uma vez vivo à parte da lei”, quando tal lei ainda não existia. Após isso, ele disse que o mandamento ‘chegou’, isto é, passou a existir. Torna-se, pois, claro que a inteira Lei mosaica, incluindo o Decálogo, não foi dada desde a criação do homem; ela foi dada após a saída de Israel do Egito.

A pergunta que o leitor propôs – “se a lei foi abolida, então já não existe pecado” – foi considerada indiretamente por Paulo, quando ele perguntou: “Cometeremos pecado, já que não estamos debaixo de lei, mas debaixo de bondade imerecida?” Ele mesmo respondeu, afirmando: “Certamente que não!” (Romanos 6:15) Por que Paulo podia dizer isso? Ele mesmo explicou: “Mas graças sejam dadas a Deus, pois, embora no passado vocês tenham sido escravos do pecado, tornaram-se obedientes de coração ao padrão de ensinamento a que foram entregues.” (Romanos 6:17) Esse padrão de ensinamento” são as leis cristãs. (Gálatas 6:2) É à “lei do Cristo” que se refere a passagem de 1 João 2:4: “Quem diz: ‘Eu o conheço’, e ainda assim não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele.”


O contexto revela que o texto está falando de Jesus Cristo. (Veja 1 João 2:1-6) Portanto, diz respeito ao mandamentos de Cristo, os mandamentos cristãos. Refere-se à “lei do Cristo”, mencionada em Gálatas 6:2. Essa lei também é mencionada por Paulo como “padrão de ensinamento a que foram entregues”. – Romanos 6:17.


Tito 1:3, ACRF [Almeida Corrigida e Revisada Fiel]: “Mas, a seu tempo, manifestou a sua palavra pela PREGAÇÃO que me foi confiada segundo o MANDAMENTO de Deus, nosso Salvador.”

Assim, a pregação das boas novas constitui um mandamento de Deus, dado por meio de Jesus Cristo. (Mateus 28:19, 20) Observe outros mandamentos cristãos:

 1 João 3:23: “Deveras, este é o seu MANDAMENTO, que tenhamos fé no nome do seu Filho Jesus Cristo e que estejamos amando uns aos outros, assim como ele nos deu mandamento.”

 1 João 4:21: “E temos dele este MANDAMENTO, que aquele que ama a Deus esteja também amando o seu irmão.”

 1 Coríntios 14:37, IBB [Imprensa Bíblica Brasileira]: Se alguém se considera profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor.” 

 Na carta de 1 Coríntios, Paulo escreveu sobre manter a união de crenças (1:10), sobre excomungar pecadores impenitentes (5:9-13), sobre casar-se apenas com cristãos fiéis (7:39), contra a fornicação e a idolatria (6:18; 10:14), sobre o respeito ao arranjo da chefia no cristianismo (11:5, 6, 10, 16), e sobre a necessidade de organização nas reuniões cristãs. (14:26, 27, 33, 34) Portanto, ele chamou todas essas diretrizes cristãs de “mandamentos do Senhor”.

Assim, os cristãos não estão sem normas. Eles estão sujeitos às normas cristãs. (Gálatas 6:2) Como Paulo afirmou: “Embora eu não esteja sem lei para com Deus, mas esteja debaixo de lei para com Cristo.” – 1 Coríntios 9:21. 


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org






domingo, 29 de outubro de 2017

A Vida de Jesus – o Evangelho Unificado (Parte 83)


Jesus institui a Comemoração de sua morte
(Unificação de Mat. 26:26-29; Mar. 14:22-25; Luc. 22:19, 20)
E, enquanto continuavam a comer, Jesus tomou um pão, e, depois de proferir uma bênção, partiu-o, e, dando-o aos discípulos, disse: “Tomai, comei. Isto significa meu corpo que há de ser dado em vosso benefício. Persisti em fazer isso em memória de mim.” Tomou também um copo, e, tendo dado graças, deu a eles, depois de terem tomado a refeição noturna, dizendo: “Bebei dele, todos vós.” E todos beberam dele. E disse-lhes: “Este copo significa o novo pacto em virtude do meu sangue, que há de ser derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados. Deveras, eu vos digo: De modo algum beberei mais deste produto da videira, até o dia em que o beberei novo, convosco, no reino de meu Pai.”
Irrompe uma discussão entre os apóstolos 
(Luc. 22:24-30)
24 No entanto, levantou-se também uma disputa acalorada entre eles sobre qual deles parecia ser o maior. 25 Mas ele lhes disse: “Os reis das nações dominam sobre elas, e os que têm autoridade sobre elas são chamados de Benfeitores. 26 Vós, porém, não deveis ser assim. Mas, que o maior entre vós se torne como o mais jovem, e o que age como principal, como aquele que ministra. 27 Pois, quem é maior, aquele que se recosta à mesa ou aquele que ministra? Não é aquele que se recosta à mesa? Mas eu estou no vosso meio como quem ministra.
28 “No entanto, vós sois os que ficastes comigo nas minhas provações; 29 e eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino, 30 a fim de que comais e bebais à minha mesa, no meu reino, e vos senteis em tronos para julgar as doze tribos de Israel.

O texto acima unificado da Bíblia Sagrada é baseado na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org




quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Pode um servo fiel de Deus ficar irado com Ele?

Fonte da ilustração: jw.org

Um leitor comentou:

Olá, Apologista, eu novamente por aqui! Gostaria, por favor, se pudesse indicar mais textos bíblicos para eu entender a questão de que alguns servos de Deus no passado entendiam que certas calamidades vinham de Deus. Por exemplo, ontem eu li o capítulo 1 de Rute, especificamente nos seguintes versos (20, 21):
“E ela dizia às mulheres: ‘Não me chamem de Noemi. Chamem-me de Mara, pois o Todo-Poderoso tornou minha vida muito amarga. Eu tinha tudo quando fui, mas Jeová me fez voltar de mãos vazias. Por que me chamam de Noemi, se Jeová se opôs a mim e o Todo-Poderoso me causou calamidade?’”
Fazendo uma pesquisa no site da biblioteca da Torre de Vigia, verifiquei que no caso de Noemi ela pensou dessa maneira, mas que não era necessariamente verdade. Teria mais textos bíblicos que provam que alguns servos de Deus no passado tiveram visão errada das calamidades?
Obrigado novamente.

Resposta:

O sofrimento pode fazer uma pessoa, mesmo um servo ou servo de Deus, chegar a conclusões equivocadas sobre a Pessoa Dele. – Eclesiastes 7:7; Provérbios 19:3; 2 Samuel 6:8; Jó 9:24; Jonas 4:1-11.

Lemos em Eclesiastes 7:7: “Mas a opressão pode levar o sábio à loucura.” Assim, mesmo uma pessoa sábia, que costuma usar de bom critério, pode perder o bom senso quando se sente pressionado emocionalmente.

A Bíblia mostra também que atitudes e decisões erradas resultam em consequências desagradáveis, levando a pessoa a culpar a Deus. Provérbios 19:3 declara: “É a tolice do homem que distorce o seu caminho, e o seu coração fica furioso com Jeová.” Um exemplo que ilustra isso é a decisão antibíblica tomada pelo Rei Davi, de providenciar que a Arca do Pacto fosse levada numa carroça, quando a Lei de Deus ordenava especificamente que ela deveria ser transportada pelos levitas coatitas em varais providenciados para isso. (Êxodo 25:14; Números 3:29-31; 7:9) No percurso, num dado momento, os bois que puxavam a carroça quase fizeram a Arca tombar, e Uzá, um levita merarita, segurou a Arca, sendo imediatamente executado por Deus pelo ato irreverente. – 2 Samuel 6:3-8; 1 Crônicas 13:7-11.

Em resultado, lemos sobre a reação de Davi: “Mas Davi ficou indignado porque a ira de Jeová tinha irrompido contra Uzá.” (2 Samuel 6:8) Após isso, Davi providenciou que a Arca do Pacto fosse levada a Jerusalém de acordo com o arranjo divino. – 1 Crônicas 15:2, 15.

Em alguns casos, um servo de Deus pode ficar indignado com Ele por falta de conhecimento. Foi o que ocorreu com Jó. Já profundamente debilitado pelos acontecimentos que o acometeram – morte dos filhos, falência financeira e uma doença agonizante, Jó desabafou: “A terra foi entregue aos maus; ele fecha os olhos dos juízes. Se não é ele, então quem é?” – Jó 9:24.

Jó desconhecia o que estava acontecendo no domínio espiritual. Não entendia que era Satanás quem o estava afligindo. – Veja Jó 1:6-2:10.

Outro motivo que pode levar um servo de Deus a ficar descontente com Ele é uma mistura de fatores, tais como expectativas não cumpridas, o orgulho e a insistência em sua própria “justiça” ao invés de a justiça de Deus (Contraste com Mateus 6:33.). O exemplo de Jonas ilustra isso. (Jonas 4:1-11) Sobre isso, veja o artigo “Você se permite sercontestado? Deus se permitiu!” 

Como Jeová encara o assunto

Não há um ser com maior compreensão do ser humano do que Jeová, o Criador da humanidade. Sua compaixão e compassividade são claramente vistas na declaração:

Jeová é misericordioso e compassivo, paciente e cheio de amor leal. Não nos repreende sem cessar, nem fica ressentido para sempre. Ele não nos trata conforme os nossos pecados, nem nos retribui o que merecemos pelos nossos erros. Pois, assim como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor leal para com os que o temem. Tão longe como o nascente é do poente, tão longe ele põe de nós as nossas transgressões. Assim como o pai é misericordioso com os filhos, Jeová é misericordioso com os que o temem. Pois ele sabe bem como somos formados, lembra-se de que somos pó. Os dias do homem mortal são como os da relva; ele floresce como a flor do campo, que desaparece quando sopra o vento, como se nunca tivesse existido. Mas o amor leal de Jeová dura por toda a eternidade no caso dos que o temem, e a sua justiça se estende aos filhos dos seus filhos.” – Salmo 103:8-17.

Jeová olha para a pessoa como um todo, e não apenas para um episódio isolado. E ele não está apenas disposto, mas ansioso para fazer o bem aos seus servos. – Veja o artigo “Você temdificuldade de encarar Deus como um Ser amoroso? (Artigo especial)” 


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.




Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Provérbios 15:24 ensina o inferno de fogo?

Fonte da ilustração: jw.org

Lemos em Provérbios 15:24, na versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACF): “Para o entendido, o caminho da vida leva para cima, para que se desvie do inferno em baixo.”

Com base numa interpretação superficial desse versículo, alguns religiosos da cristandade entendem que a passagem faz menção de ir para o céu ou para o inferno de tormento. Porém, um estudo mais aprofundado mostra que não se trata disso.

Primeiro, a palavra para “inferno” nessa passagem em hebraico é Seol. Assim, a versão Almeida Revisada Imprensa Bíblica (ARIB) traduz: “Para o sábio o caminho da vida é para cima, a fim de que ele se desvie do Seol que é em baixo.”

E o sentido de Seol na Bíblia é o de sepultura comum da humanidade. Em razão disso, a versão Nova Versão Internacional verte assim: “O caminho da vida conduz para cima quem é sensato, para que ele não desça à sepultura.”

Qual é o sentido da expressão “o caminho da vida é para cima”?

A ideia de ser conduzido “para cima” é sinônimo de condição favorável e de segurança.

Lemos no Salmo 30:1, 3, 11 (Almeida Revista e Atualizada [ARA]): “Eu te exaltarei, ó SENHOR, porque tu me livraste e não permitiste que os meus inimigos se regozijassem contra mim.  SENHOR, da cova fizeste subir a minha alma; preservaste-me a vida para que não descesse à sepultura.  Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria.”

Claramente, a ideia não é a de subir para o céu, e sim ser livrado da sepultura, e receber bênçãos da parte de Deus.

Jó 5:10, 11 (ACF): “Ele [Deus] derrama a chuva sobre a terra, e envia águas sobre os campos.
Ele põe num lugar alto os abatidos; e os que choram são exaltados à segurança.”

O “lugar alto” não é o céu, e sim uma condição de “segurança”.

Salmo 20:1 (ARA): “O SENHOR te responda no dia da tribulação; o nome do Deus de Jacó te eleve em segurança.”

Salmo 91:14 (ARC): “Pois que tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque conheceu o meu nome.”

Salmo 107:41 (Almeida Revista e Corrigida [ARC]): “Mas ele levanta da opressão o necessitado, para um alto retiro, e multiplica as famílias como rebanhos.”

Provérbios 18:10 (ARC): “Torre forte é o nome do SENHOR [Jeová]; para ela correrá o justo e estará em alto retiro.”

Lucas 14:10 (ARIB): “Mas, quando fores convidado, vai e reclina-te no último lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, sobe mais para cima. Então terás honra diante de todos os que estiverem contigo à mesa.”

Todos os exemplos bíblicos acima tornam claro o sentido de “para cima” como uma situação de segurança e de honra.

Portanto, nem Provérbios 15:24 nem qualquer outro texto bíblico apoia a ideia de um lugar de tormento eterno, algo que contraria flagrantemente o amor e a justiça de Deus.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org





domingo, 22 de outubro de 2017

A Vida de Jesus – o Evangelho Unificado (Parte 82)

Fonte da ilustração: jw.org
Jesus comunica a existência do traidor (14 de nisã de 33 EC)
(Unificação de Mat. 26:21-25; Mar. 14:18-21; Luc. 22:21-23; João 13:21-30)
E, enquanto se recostavam à mesa e comiam, Jesus ficou aflito em espírito, e deu testemunho e disse: “Digo-vos em toda a verdade: Um de vós, que está comendo comigo, me trairá. Eis que a mão do que me trai está comigo à mesa.” Os discípulos começaram a olhar uns para os outros, sem saber de qual deles dizia isso. Ficando muito contristados com isso, principiaram assim a discutir entre si a questão de qual deles seria realmente aquele que estava prestes a fazer isso e a dizer-lhe um por um: “Não sou por acaso eu, Senhor?”
Em resposta, ele disse: “É um dos doze, aquele que mete comigo a mão no prato fundo comum é o que me há de trair. Deveras, o Filho do homem vai embora, assim como está escrito a respeito dele, mas ai do homem por quem o Filho do homem está sendo traído! Teria sido melhor para este homem, se não tivesse nascido.” Como resposta, Judas, que estava prestes a traí-lo, disse: “Não sou por acaso eu, Rabi?” Ele lhe disse: “Tu mesmo o disseste.”
(João 13:23-30)
23 Recostava-se na frente do seio de Jesus um dos seus discípulos, e Jesus o amava.[1] 24 Portanto, Simão Pedro acenou com a cabeça para este e disse-lhe: “Dize a respeito de quem ele está dizendo [isso].” 25 De modo que este último se encostou no peito de Jesus e lhe disse: “Senhor, quem é?” 26 Jesus respondeu-lhe, portanto: “É aquele a quem eu der o bocado que mergulho.” E assim, tendo mergulhado o bocado, tomou-o e deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes. 27 E após o bocado, Satanás entrou então neste último. Jesus, portanto, disse-lhe: “O que fazes, faze-o mais depressa.” 28 No entanto, nenhum dos que se recostavam à mesa sabia para que fim ele lhe disse isso. 29 Alguns, de fato, visto que Judas tinha a caixa de dinheiro, imaginavam que Jesus lhe dizia: “Compra as coisas que necessitamos para a festividade”, ou que desse algo aos pobres. 30 Portanto, depois de ter recebido o bocado, saiu imediatamente. E era noite.

Explicação das siglas usadas:
EC: Era Comum.

Nota:
[1] O apóstolo João. – João 21:20, 24.


O texto acima unificado da Bíblia Sagrada é baseado na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org






quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Exame da ‘analogia do três’ para se tentar provar a Trindade





É muito comum os defensores da Trindade tentarem torná-la aceitável por reunirem exemplos de grupos de três coisas, para dar a entender que é comum na natureza que as coisas sejam reunidas em grupos ou em coleções de três.

Este site já abordou algumas dessas analogias nos seguintes artigos:


Porém, a priori, é justo afirmar que a busca de grupos de três é sofismática, pois deixa de lado os exemplos igualmente encontrados, inclusive na natureza, de grupos de número diferente.

As Escrituras pregam a dualidade de pessoas divinas

Inúmeros são as passagens bíblicas que descrevem a relação entre dois seres, ou Pessoas – o Pai e o Filho.

E, se formos usar o argumento de grupos de quantidade semelhante para explicar a dualidade de Pessoas, encontramos na Física a dualidade conceitual newtoniana de massa; a dualidade da natureza da luz, que se comporta tanto como partícula quanto como onda, chamada de “dualidade onda-partícula”; a “dualidade onda-partícula” da matéria, “dualidade onda-partícula” de partículas subatômicas, como o elétron; a dualidade matéria-energia, a primeira sendo energia comprimida e a segunda, um estado disperso e excitado da matéria. Ou seja, na Física, que é a ciência que estuda a natureza e as leis que a regem, a dualidade é um conceito bem comum.

Na Filosofia, temos o dualismo mente-corpo de René Descartes na divisão da realidade em substâncias pensantes e substâncias puramente mecânicas, estendidas no espaço.

Óbvio que não precisamos de tais analogias para comunicar a dualidade existente entre o Pai e o Filho no domínio espiritual. Basta o que as Escrituras nos revelam. Os exemplos – por sinal científicos – acima apenas ilustram que podemos encontrar analogia basicamente para tudo o que quisermos.

Assim, a busca de analogias para tentar tornar aceitável a doutrina antibíblica da Trindade, além de contraproducente, ainda presta um desserviço por dificultar o acesso ao conhecimento da identidade do “único Deus verdadeiro”, Jeová, e de seu Filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. – João 17:3.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org




terça-feira, 17 de outubro de 2017

Refutando argumentação sobre a salvação pela predestinação



Fonte da ilustração: (jw.org


Certo leitor do artigo “Atos 13:48 afirma que Deus escolheu de antemão os que irão ser salvos?” comentou:

Deixe-me fazer uma pergunta: Se a absoluta maioria das traduções e versões bíblicas trazem palavras e expressões que indicam uma ação soberana de Deus na eternidade e sequer sugerem que o versículo possa significar uma disposição prévia das pessoas em crer, por que fazer violência ao sentido natural do texto para adequá-lo a um sistema teológico ou modo de pensar? Será que os diversos tradutores da Bíblia para diversas línguas e as diversas comissões revisoras foram unânimes em errar usando uma palavra incorreta na passagem em questão? Acho essa hipótese muito pouco crível. Note uma coisa: mesmo que se admita aqui que “destinados” pode ser traduzido como dispostos, ou seja, que as pessoas creram porque estavam dispostas a crer, não se resolve o probleminha, pois a voz passiva indica que, se fosse o caso, elas não estariam dispostas por si mesmas, mas foram feitas dispostas por outro sujeito. As principais traduções bíblicas trazem “destinados”, “apontados”, “ordenados” à vida eterna, e não “dispostos” a crer. O mesmo ocorre com as principais versões em línguas estrangeiras. O estudo do termo original, com auxílio de léxicos e verificação de outras ocorrências do termo no Novo Testamento, também aponta para um ato de Deus e não uma atitude mental humana.

E mesmo que se admitisse, por um instante, que “dispostos” é uma tradução possível, o modo, a voz e o tempo verbal indicam que esse tornar disposto não é um ato da própria pessoa que creu. Se foram dispostas a crer, o foram por Deus e não de si mesmos. Além disso, a analogia da fé não deixa dúvidas de que existe uma relação de causalidade entre ser eleito e crer, ou seja, creem na história os que foram eleitos na eternidade. 

LEMBRE-SE: A fé é uma dádiva de Deus. (Efésios 2:8, 2 Tessalonicenses 3:2) NÃO VEM DOS HOMENS. TODA dádiva desce Dele. (Tiago 1:17)
ELE distribui como quer. (Romanos 12:3) 

Resposta:

Primeiramente, é justo dizer que “absoluta maioria das traduções” não serve de medida para se afirmar qual a forma CORRETA de se traduzir uma passagem.

Traduzir um texto do modo como ele deve ser traduzido não é “fazer violência ao sentido natural do texto para adequá-lo a um sistema teológico ou modo de pensar”.

Também vale lembrar que “as principais traduções bíblicas” é uma expressão subjetiva que não significa em si as melhores traduções bíblicas; quanto muito significa as principais USADAS pela cristandade. O mesmo se pode dizer das “principais versões em línguas estrangeiras”.

No meu entendimento, serem tais pessoas dispostas a crer por outro sujeito resolve sim o problema, pois não foram forçadas a crer. Respeitou-se o livre-arbítrio assegurado por Deus.

Com relação ao termo original, ele possui amplo lastro de significado e, por isso, é o uso dentro de uma passagem específica que orienta o seu entendimento.

Mas o mais importante, que você está deixando de lado, é o CONTEXTO BÍBLICO sobre a questão, que mostra que a salvação está disponível a todos os que quiserem ser salvos, sem haver predestinação de indivíduos para a salvação.

A salvação está disponível a “quem quiser”, e não a pessoas previamente predestinadas. (Apocalipse 22:17) Deus insta aos humanos: “Escolha a vida para continuar vivo.” (Deuteronômio 30:19) Tal encorajamento seria inútil, pois não haveria escolha. Jesus declarou: “Quem perseverar até o fim será salvo. (Mateus 24:13) E o apóstolo Pedro incentivou: “Façam todo o esforço possível para acrescentar à sua fé … a perseverança.” (2 Pedro 1:5, 6) Contudo, o forte incentivo à perseverança seria igualmente inútil, se cada um já tivesse sido escolhido de antemão.

Por conseguinte, o ensino da predestinação universal viola o amor e a justiça de Deus, pois ataca o livre-arbítrio e atenta contra todo o encorajamento bíblico à decisão de servir a Deus e de permanecer nessa decisão.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org





domingo, 15 de outubro de 2017

A Vida de Jesus – o Evangelho Unificado (Parte 81)

Fonte da ilustração: jw.org
Jesus comemora a Páscoa com seus doze apóstolos (quinta-feira, 14 de nisã)
(Unificação de Mat. 26:20; Mar. 14:17; Luc. 22:14-18)
Depois de anoitecer, chegou ele com os doze. Por fim, tendo chegado a noitinha, recostou-se à mesa, e os doze apóstolos com ele. E ele lhes disse: “Desejei muito comer esta páscoa convosco antes de eu sofrer; pois, eu vos digo: Não a comerei de novo até que se cumpra no reino de Deus.” E, aceitando um copo, deu graças e disse: “Tomai isto e passai-o de um para outro entre vós; pois, eu vos digo: Doravante não beberei mais do produto da videira até que chegue o reino de Deus.”
Jesus lava os pés dos apóstolos (João 13:1-20)
Fonte da ilustração: (jw.org
Ora, visto que ele sabia antes da festividade da páscoa que havia chegado a sua hora para se transferir deste mundo para o Pai, Jesus, tendo amado os seus próprios que estavam no mundo, amou-os até o fim. 2 Assim, enquanto prosseguia a refeição noturna, tendo o Diabo já posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse, 3 ele, sabendo que o Pai dera todas as coisas nas [suas] mãos, e que procedera de Deus e ia para Deus, 4 levantou-se da refeição noturna e pôs de lado a sua roupagem exterior. E, tomando uma toalha, cingiu-se. 5 Depois pôs água numa bacia e principiou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha de que estava cingido. 6 E, assim chegou a Simão Pedro. Este lhe disse: “Senhor, estás lavando os meus pés?” 7 Em resposta, Jesus disse-lhe: “O que estou fazendo, tu não entendes atualmente, mas entenderás depois destas coisas.” 8 Pedro disse-lhe: “Certamente nunca lavarás os meus pés.” Jesus respondeu-lhe: “A menos que eu te lave, não tens parte comigo.” 9 Simão Pedro disse-lhe: “Senhor, não só os meus pés, mas também as minhas mãos e a minha cabeça.” 10 Jesus disse-lhe: “Quem se banhou, não precisa lavar senão os seus pés, mas está inteiramente limpo. E vós estais limpos, mas não todos.” 11 Ele sabia, deveras, quem o traía. É por isso que disse: “Nem todos vós estais limpos.”
12 Tendo então lavado os pés deles e vestido a sua roupagem exterior, e tendo-se deitado novamente à mesa, disse-lhes: “Sabeis o que vos tenho feito? 13 Vós me chamais de ‘Instrutor’ e ‘Senhor’, e falais corretamente, pois eu o sou. 14 Portanto, se eu, embora Senhor e Instrutor, lavei os vossos pés, vós também deveis lavar os pés uns dos outros. 15 Pois estabeleci o modelo para vós, a fim de que, assim como eu vos fiz, vós também façais. 16 Digo-vos em toda a verdade: O escravo não é maior do que o seu amo, nem é o enviado maior do que aquele que o enviou. 17 Se sabeis estas coisas, felizes sois se as fizerdes. 18 Não estou falando a respeito de todos vós; conheço os que tenho escolhido. Mas, é para que se cumpra a escritura: ‘Aquele que costumava alimentar-se do meu pão ergueu o seu calcanhar contra mim.’[1] 19 Deste momento em diante, digo-vos antes que ocorra, para que, quando ocorrer, acrediteis que sou eu. 20 Digo-vos em toda a verdade: Quem receber a qualquer que eu enviar, recebe [também] a mim. Por sua vez, quem me receber, recebe [também] aquele que me enviou.”

Nota:
[1] Sal. 41:9.

O texto acima unificado da Bíblia Sagrada é baseado na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pelas Testemunhas de Jeová.
  


Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org






quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Deus não pode fazer aquilo que é logicamente impossível – Por quê?

Fonte da foto: jw.org

Contribuído por A Verdade É Lógica.

A doutrina da Trindade declara que existem três pessoas em um único Deus: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Também declara que o Pai não é o Filho, o Filho não é o Espírito Santo, e o Espírito Santo não é o Pai – são três pessoas com consciências individuais (distintas), porém, não são três Deuses, mas um único Deus com três consciências, sendo cada uma das consciências desse Deus plenamente Deus ou Divina. Não existe nenhum modelo lógico explicativo que ilustre tais princípios com exatidão. Assim sendo, tal conceito deve ser rejeitado pelo simples fato de se logicamente impossível, pois Romanos 12:1 nos ordena a prestar um serviço a Deus ‘com nossa faculdade de raciocínio’, isto é, com lógica.

O único modelo lógico para a Trindade é o expresso na forma de triângulo.




Nesse modelo, nós notamos que o triângulo é composto por três lados iguais; porém, existe apenas 1 (um) triângulo. Esse é o único modelo logicamente possível de Trindade. Existem 3 (três) lados, um lado não é o outro, embora sejam lados iguais. São 3 (três) lados que formam uma única figura geométrica. Porém, nenhum dos lados é plenamente o triângulo. Somente o triângulo é a figura geométrica. O triângulo é o resultado final da união dos 3 (três) lados.

Da mesma forma, nenhuma das pessoas da Trindade pode ser plenamente Deus, pois, se o Pai é plenamente Deus assim como as demais pessoas, e um não é o outro, então a união de tais pessoas seria três Deuses (triteísmo), pois 1+1+1=3. Essa é uma verdade matemática que não pode ser alterada. Se Deus puder alterar uma verdade absoluta, tal como a verdade matemática, então ele pode alterar quaisquer outras verdades absolutas, tais como a impossibilidade de Deus mentir e simultaneamente ser perfeito. – Compare Deuteronômio 32:4 com Hebreus 6:18 e Tito 1:2:

“A Rocha — perfeito é tudo o que ele faz, pois todos os seus caminhos são justos. Deus de fidelidade, que nunca é injusto; justo e reto é ele.” – Deuteronômio 32:4.

“A fim de que, por meio dessas duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, nós, que fugimos para o refúgio, recebamos forte encorajamento para nos apegar firmemente à esperança que nos é apresentada.” – Hebreus 6:18.

“E se baseia numa esperança de vida eterna que Deus, que não pode mentir, prometeu muito tempo atrás.” – Tito 1:2.

É impossível que Deus minta. Se tal ação é impossível para Deus, por que seria possível que Deus quebrasse o absolutismo matemático? Se Deus não pode alterar uma verdade absoluta (Deus não pode mentir e ser perfeito simultaneamente), então ele não pode alterar nenhuma verdade absoluta. Pois sem lógica, não há ordem, e sem ordem nada poderia existir – nem mesmo o Deus Supremo.

O famoso apologista cristão William Lane Craig, trinitário, levantou pontos muito importantes sobre essa questão:

[...] Imediatamente, ao lidar com o assunto da onipotência, enfrentamos os chamados paradoxos da onipotência. Todos nós já ouvimos isso. Por exemplo, se Deus é onipotente, ele pode fazer uma pedra pesada demais para ele levantar? Se ele pode fazer uma pedra pesada demais para ele levantar, então há algo que ele não pode fazer, ou seja, ele não pode levantar a pedra. Mas se você diz que ele não pode fazer uma pedra muito pesada para ele levantar, então há algo que ele não pode fazer, ou seja, ele não pode fazer uma pedra assim. Portanto, a ideia é que a onipotência é uma ideia inerentemente paradoxal... Deus pode agir de maneiras que são contrárias à sua própria natureza? Por exemplo, Deus poderia criar outro Deus e cair e adorá-lo? Poderia Deus cometer adultério? Estas não são obviamente coisas que Deus poderia fazer [...] E as impossibilidades lógicas? Deus pode fazer coisas que são logicamente impossíveis? Por exemplo, Deus poderia fazer um círculo quadrado? Poderia Deus fazer um solteiro casado? [...] Poderia Deus fazer um triângulo redondo? Esses tipos de coisas também são geralmente isentos da onipotência de Deus. A maioria dos teólogos – a vasta, vasta maioria dos teólogos – não entendem a onipotência como significando que Deus pode fazer coisas que são logicamente impossíveis [...].(CRAIG, http://www.reasonablefaith.org/defenders-2-podcast/transcript/s3-16; os grifos são meus.)

Dessa forma, a única solução para a Trindade seria de que cada uma das pessoas da deidade seja divina, porém, não plenamente Deus. Somente a Trindade pode ser plenamente Deus, assim como cada um dos lados de um triângulo são partes essenciais de uma figura geométrica, porém, não são plenamente o triângulo. Se cada um dos lados de um triângulo fosse plenamente triangular, teríamos 3 (três) triângulos, não um triângulo. Essa é uma verdade absoluta que não pode ser alterada.

O que a Bíblia diz?
  
João 1:1 diz claramente que “a palavra estava com Deus”. Note, com Deus, não “com o Pai”. João não diz que a ‘a palavra estava com uma das pessoas que compõem Deus’. Aquele com quem a palavra estava é plenamente Deus. Sendo aquele com quem a palavra estava plenamente Deus, isto é, o Pai, então quaisquer adições divinas somariam deidades. Se Deus é plenamente o Pai e o Pai é plenamente Deus, não se faz cabível quaisquer outras deidades na divindade. Seria como dizer que o lado 2 do triângulo estava com o triângulo, e que o lado 2 era tão triângulo quanto aquele triângulo com o qual o lado 2 estava, e que, contudo, não há 2 triângulos, mas ambos são o mesmo triângulo.

Logicamente impossível, não acha? É sobre esta “lógica” que está fundada a doutrina da Trindade.
  

A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org





Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *