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domingo, 27 de setembro de 2020

Quem é o seu Deus?


Fonte: jw.org


Jesus Cristo certa vez conversou com uma mulher samaritana, que era de uma religião diferente da dele. Nessa conversa, Jesus disse a ela: “Vocês adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação se origina dos judeus.” – João 4:22.

O artigo “Quem é o Deus dos Cristãos?” trouxe à tona a lamentável situação existente no seio da cristandade: via de regra seus membros desconhecem o Deus Todo-Poderoso. Quando indagados a respeito do assunto, muitos respondem: “É Jesus Cristo.” Sobre isso, o citado artigo comentou:

[…] de acordo com a doutrina central da maioria das religiões da cristandade – a doutrina da Trindade – essa resposta estaria errada. No conceito trinitário, Jesus Cristo seria apenas uma das pessoas que compõem Deus.

Assim, numa resposta considerada teologicamente ortodoxa pela maioria das religiões nominalmente cristãs, o Deus dos cristãos seria a Trindade (Pai, Filho e “Espírito Santo”). Porém, concernente a essa posição teológica, o referido artigo perguntou:

Mas, se Deus é uma trindade, por que não encontramos na Bíblia nenhuma oração feita à Trindade? […] Por que as orações são invariavelmente dirigidas somente ao Pai, a suposta primeira pessoa da Trindade? Também, por que a palavra “Deus”, quando se refere ao Deus verdadeiro, frequentemente se refere ao Pai?  

Com base em tais argumentos, o mencionado artigo demonstrou, com base bíblica, quem é o Deus dos cristãos, citando 1 Coríntios 8:6, que declara taxativamente: “Para nós [cristãos] há realmente um só Deus, o Pai.” Sobre a identidade do Pai, Jesus disse aos demais judeus: “É o meu Pai quem me glorifica, aquele que vocês dizem ser o seu Deus.” (João 8:54) Quem os judeus diziam ser o Deus deles? O apóstolo cristão Pedro, sendo judeu por nacionalidade, declarou: “O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos antepassados, glorificou o seu Servo, Jesus.” (Atos 3:13) Assim, o Pai é “o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó”. Sobre isso, veja como Abraão se referia a seu Deus: “Senhor Jeová, que me darás, visto que morro sem filhos, e o herdeiro da minha casa é Eliézer de Damasco? [Deus] disse-lhe mais: Eu sou Jeová, que te fiz sair de Ur dos caldeus, a fim de te dar esta terra em herança.” – Gênesis 15:2, 7, Tradução Brasileira; veja também ARC, ASV, DBT, SBB, YLT.

Ellicott's Commentary for English Readers (“Comentário de Ellicott para leitores em inglês”) explicou que a tradução “Senhor Deus”, adotada por muitas traduções da Bíblia, omitindo o nome “Jeová”, foi feita “em obediência a uma superstição dos judeus”[1]. O Dicionário Michaelis define “superstição” como

1 Crença ou sentimento sem fundamento racional, que induz à confiança em coisas absurdas, ao temor a coisas inócuas e imaginárias e à criação de obrigações falsas e indevidas, sem relação alguma entre os fatos e suas causas; crendice.[2]

Sinceramente, você acha que uma superstição deveria nortear os tradutores da Bíblia? Será que eles deveriam basear sua forma de traduzir em ‘crenças sem fundamento racional’? Ou, antes, deveriam seguir o que diz o texto bíblico?

Ellicott's Bible Commentary, Volume 1 (2015, p. 150) admite candidamente:

Quando, depois da invasão elamita, um pacto foi feito entre Deus e Abraão, não somente disse Deus “Eu sou Jeová”, mas Abraão também dirigiu-se a Ele como Adonai – Jeová (Gen. 15:7-8), erroneamente traduzido em nossa versão como “Senhor Deus”.



Por isso, as traduções que mantêm o nome divino “Jeová” nos lugares em que ele ocorre no texto bíblico merecem elogios.

Comentários de leitores sobre o artigo “Quem é o Deus dos Cristãos?” 

Um leitor comentou o seguinte:

Infelizmente é assim mesmo. Pergunte para qualquer um que se diz cristão qual é o Deus dele e veja a resposta. A maioria vai dizer “Jesus Cristo”, como mencionou o artigo. Ora, onde entra O Pai e o “Espírito Santo” nessa resposta?

A não ser que que estas duas pessoas estejam incluídas dentro da resposta “Jesus Cristo”. Mas isso não seria trindade, seria unicismo. Talvez algum padre ou pastor responda que seja seu Deus a trindade. Mas a grande massa não tem união doutrinal. Devemos ter dó dessas pessoas e aumentar nossa pregação para ver se algumas delas ainda possa conhecer o único Deus verdadeiro, Jeová.

Outro leitor teceu as seguintes observações:

Apologista da Verdade:

[…]

A Cristandade tem dificuldade em explicar quem é Deus, ou desconhece quem ele é. Isto ainda é um ponto polêmico e algo não resolvido em suas fileiras.

Sobre as pessoas em geral, elas dirão algo tautológico, tal como “ora, Deus é Deus”; ou uma resposta abstrata e vaga (“Deus é tudo” .... “Deus é isso e aquilo” .... “Deus é o amor” ... “Deus é força” ... “Deus é a vida” ... “Deus é a luz maior que...”).  Se forem de índole mais cristã, responderão prontamente que “é Jesus Cristo”. Líderes religiosos eclesiásticos, o clero e seus pastores, além de apologetas, tendem a dar uma resposta mais floreada, sempre com uma descrição teológica da Santíssima Trindade.

Em tudo isso a figura de Jeová fica obscurecida ou até mesmo oculta; pois, ou escondem sua identidade dentro de uma abstração confusa, ou então simplesmente induzem as pessoas a adorarem a Jesus Cristo.

[Fim do comentário.]

Lamentavelmente, permanece ainda hoje a forte declaração de Jesus Cristo: “Vocês adoram o que não conhecem.” (João 4:22) Porém, longe de tal declaração aplicar-se a um grupo étnico e religioso que existia no primeiro século da Era Cristã, hoje ela cabe bem aos membros de grande parte das religiões cristãs, as quais adotaram doutrinas antibíblicas e confusas, tais como a Trindade e o Unicismo, afastando seus membros da clara verdade bíblica de que Jeová é o Deus Todo-Poderoso.


Notas:

[1] Bible Hub. Disponível em: < https://biblehub.com/genesis/15-2.htm>.
[2] Disponível em: <http://michaelis.uol.com.br/busca?id=BVjdn>.


Explicação das siglas usadas:

ARC: Almeida Revista e Corrigida.
ASV: American Standard Version.
DBT: Darby Bible Translation.
SBB: Sociedade Bíblica Britânia.
YLT: Young's Literal Translation.


Referências:

Ellicott's Bible Commentary, Volume 1. Disponível em: <Ellicott's Bible Commentary, Volume 1. Disponível em: <https://books.google.com.br/>.

Pesquisa da Bíblia. Sociedade Bíblica do Brasil. Disponível em: <https://www.sbb.org.br/conteudo-interativo/pesquisa-da-biblia/>.


A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.


Contato: oapologistadaverdade@gmail.com

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domingo, 20 de setembro de 2020

Trinitários defendendo o unicismo




Um leitor teceu comentários sobre como, às vezes, os argumentos trinitários defendem, na verdade, não o trinitarismo, e sim o unicismo. Para que você possa se beneficiar dos comentários do referido leitor, vale definir aqui, primeiro, os conceitos de trinitarismo e de unicismo.

Trindade: É a crença de que existem três pessoas divinas (O Pai, O Filho e O Espírito Santo). Cada pessoa individualmente é 100 por cento Deus, ou seja, O Pai é Deus, O Filho é Deus e O Espírito Santo também é Deus. Entretanto, não existem três Deuses, mas apenas um único Deus.

Unicismo: Essa crença diz que existe apenas UMA PESSOA, um Deus Todo Poderoso, mas que se manifesta de três formas diferentes. Ora essa pessoa se manifesta como Pai; ora, como Filho; ora, como “Espírito Santo”.

Vamos, agora, ao comentário do supracitado leitor. Ele escreveu:

Os comentários unicistas e trinitaristas se misturam muitas vezes ao tentar elaborar argumentos.

João 1:1 na Almeida é um texto unicista (implicaria que o Deus estava com o Deus). A versão Almeida Corrigida Fiel traduz assim: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Os trinitaristas gostam de usar João 10:30 e João 14:9, que, juntos com o verso anteriormente mencionado, são os textos favoritos dos unicistas. Lemos em João 10:30: “Eu e o Pai somos um.” E em João 14:9 Jesus afirmou: “Quem me vê a mim vê o Pai.” – ACF.

Em João 8:58, os trinitários tentam dizer que Jesus era Jeová (O Eu Sou O Que Sou), o que implicaria em dizer que o Deus de Moisés, de Abraão, de Isaque e de Jacó não era o Pai de Jesus Cristo, e sim o próprio Cristo no Antigo Testamento. Ligando João 1:1 com Gênesis 1:1, trinitários chegam ao ponto de dizer que o Deus Criador de Gênesis não é o Pai e sim Cristo.

Em Isaías, trinitários tentam dizer que o Jeová que o profeta viu entronizado no capítulo 6 era Cristo – embora suas palavras, as palavras daquele Jeová entronizado devam ser referidas à voz do Espírito Santo, ou seja, outro raciocínio unicista, pois coloca Jeová, Jesus e o Espírito como sendo a mesma pessoa sentada no mesmo trono, aparecendo como uma só pessoa a Isaías e falando com uma voz. Isso implicaria em dizer que o Deus de Isaías, mencionado durante todo seu livro, na verdade, é Cristo e não o Pai; ou, pior ainda, que ele seja ambas as pessoas ao mesmo tempo, o que deixaria o livro do profeta em franca autocontradição com muitas passagens bem conhecidas.

Um texto muito querido pelos unicistas é 2 Coríntios 3:17, que é usado para dizer que o Senhor Jesus é o Espírito Santo. Os trinitários pisam em terreno escorregadio ao tentar se beneficiar do mesmo [texto], pois o Senhor ali descrito só pode ser o Filho ou o Pai. O sujeito da frase não é “a Pessoa do Espírito Santo” e sim o Senhor/Jeová; ou seja, ou se entende o verso como metonímia (abstraindo a personalidade do espírito santo), ou como uma declaração de unicismo (colocando os dois personagens como sendo a mesma pessoa).

A Nova Tradução na Linguagem de Hoje tentou contornar assim: “Mas o véu pode ser tirado, como dizem as Escrituras Sagradas: ‘O véu de Moisés foi tirado quando ele se voltou para o Senhor.’ Aqui a palavra ‘Senhor’ quer dizer o Espírito. E onde o Espírito do Senhor está presente, aí existe liberdade.” – 2 Cor 3:16, 17.

O que eu quero dizer é que as argumentações são ‘trinicistas’: elas se confundem entre unicista e trinitarismo, ao ponto de que a pessoa que está tentando nos convencer não parece nem saber onde quer chegar; basta a ela que estejamos errados, mesmo que ela mesma caia em contradição.

[Fim do comentário do leitor.]

Como exposto pelo leitor acima, os trinitários usam textos defendendo, na realidade, o unicismo (também chamado unicidade). Por exemplo, ao usarem João 10:30 (“Eu e o Pai somos um”) os trinitários contradizem sua própria doutrina, pois negam, assim, a distinção de pessoas entre o Pai e o Filho. Afinal, tal passagem não diz ‘Eu e o Pai somos um só Deus’. Literalmente, o texto seria traduzido: ‘Eu e o Pai somos uma só coisa.’ O numeral grego para “um” (ες; heîs) está no gênero neutro: ἕν (hén). Indica união, unidade na cooperação, como o próprio Jesus explicou em João 17:21: “Para que todos [os discípulos] sejam um [ἕν; hén], assim como tu, Pai, estás em união comigo e eu estou em união contigo, para que eles também estejam em união conosco, a fim de que o mundo acredite que tu me enviaste.” Assim, João 10:30 não apoia o unicismo; mas, também não apoia o trinitarismo, pois não implica em igualdade entre o Pai e o Filho (que é uma das premissas da Trindade), mas implica na unidade, na união de propósito, entre os dois. Sem falar que tal texto (como muitos outros) deixa de lado o espírito santo, o que é uma das evidências da impessoalidade dele.

O mesmo se pode dizer do texto de João 14:9 (“Quem me vê a mim vê o Pai”, ACF). Afinal, se Jesus estivesse dizendo que ele é o Pai, isso apoiaria o unicismo, e não a doutrina da Trindade. O que a passagem quer dizer é que Jesus representa perfeitamente seu Deus e Pai, ao ponto de que é possível ver as qualidades do Pai ao olhar para as qualidades de Jesus. Assim, tal texto não apoia o unicismo, pois não afirma que o Pai e o Filho sejam a mesma pessoa. Também não apoia a Trindade, pois não afirma a coigualdade entre o Pai e o Filho. Afinal, quem representa outro não é igual a este. Como o próprio Jesus admitiu, ele não veio em seu próprio nome. Ele disse: “Vim em nome do meu Pai.” (João 5:43) O único que fala por si mesmo é o Pai, Jeová. Ele declarou: “‘Juro por mim mesmo’, diz Jeová.” – Gênesis 22:16.

O que a Bíblia ensina é o Unitarismo, que é a crença de que há apenas um Deus Todo Poderoso, que é o Pai, Jeová. (Gênesis 17:1) Jesus Cristo é uma pessoa distinta de Jeová e Filho Dele, sua primeira criação. (Provérbios 8:22; Colossenses 1:15; Apocalipse 3:14) O espírito santo não é pessoa, mas em termos simples, é a força (ou energia) que emana de Deus, comparado, não a uma pessoa, e sim a um dedo – o “dedo de Deus”. (Lucas 11:20; compare com Mateus 12:28.) Crer desta forma torna harmoniosa a inteira Palavra de Deus.

Veja também os artigos:





Referências:

João 14:9. Almeida Corrigida Fiel. Bíblia Online. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/14>.

João 10:30. Almeida Corrigida Fiel. Bíblia Online. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/10>.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE “TRINDADE”, “UNICISMO” E “UNITARISMO”? Tradução do Novo Mundo Defendida! Disponível em: < https://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/2017/09/22/qual-a-diferenca-entre-trindade-unicismo-e-unitarismo/>.

2 Coríntios 3:16, 17. Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Disponivel em: <https://www.bible.com/pt/bible/211/2CO.3.NTLH>.

The Online Greek Bible. Disponível em: < http://www.greekbible.com/index.php>.



A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



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domingo, 13 de setembro de 2020

1 Coríntios 15:50 fala da pecaminosidade ou da carne como matéria?

  

A respeito do artigo A expressão ‘carne e sangue’ em 1 Coríntios 15:50 é uma alusão ao pecado do corpo humano?”, um leitor comentou o seguinte: 

Usei esse texto para provar que Jesus foi ressuscitado com corpo espiritual. Mas o rapaz deu a seguinte resposta: “Em 1 Coríntios 15 a palavra usada ali é SÁRX, que quer dizer natureza pecaminosa. Se ele quisesse se referir à carne como matéria, ele teria usado a palavra CREO. 

Não entendo nada de grego. Poderia me ajudar? 

Resposta: 

O substantivo κρέας (kréas) ocorre em Romanos 14:21 e em 1 Coríntios 8:13, no sentido literal de “carne”. Observe seu uso nos textos citados: 

“É melhor não comer carne [κρέα], nem beber vinho, nem fazer nada que leve o seu irmão a tropeçar.” – Romanos 14:21. 

“É por isso que, se o alimento fizer o meu irmão tropeçar, nunca mais comerei carne [κρέα] alguma, para que eu não faça o meu irmão tropeçar.” – 1 Coríntios 8:13. 

Porém, o que certos citadores de termos gregos deixam de considerar é que, como em outros idiomas, muitas vezes existe mais de uma palavra para definir algo. O acima citado argumentador, além de desconsiderar este fato, também demonstrou falta de conhecimento dos sentidos do substantivo σαρξ (sárx), traduzido como “carne”. “Natureza pecaminosa” é apenas um dos sentidos de sárx; e, além disso, é um sentido secundário. Pois sárx significa primariamente “carne” em sentido literal – “o tecido muscular do homem e dos animais, e principalmente a parte vermelha dos músculos” (Dicionário Online de Português)[1]. 

Os próprios dicionários do grego usado na Bíblia admitem isso. Eles categorizam o substantivo sárx na seguinte ordem: (1) carne como a substância macia do corpo vivo, que cobre os ossos e está impregnada de sangue; (2) o corpo; (3) uma criatura viva; e (4) a natureza pecaminosa. (Veja Thayer’s Greek Lexicon; Abbott-Smith Manual Greek Lexicon of the New Testament; “Léxico do Novo Testamento Grego/Português”, de Gingrich e Danker, The New Analytical Lexicon of the New Testament, Wesley J. Perschbacher.)

Diversos textos bíblicos mostram o uso de sárx como carne em sentido literal. Veja abaixo: 

“Vejam minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo. Toquem-me e vejam, pois um espírito não tem carne [σρκα; sárka] nem ossos assim como vocês veem que eu tenho.” – Lucas 24:39. 

“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre; de fato, o pão que eu darei é a minha carne [σρξ; sárx] a favor da vida do mundo.” – João 6:51. 

“Porque não é judeu quem o é por fora, nem é a circuncisão algo feito por fora, na carne [ν σαρκ; en sarkì]. – Romanos 2:28. 

“Nem toda a carne [σρξ] é a mesma carne [σρξ], mas uma é a da humanidade, e outra é a carne [σρξ] do gado, e outra [é] a carne [σρξ] de aves, e outra de peixes. 1 Coríntios 15:39, Novo Mundo Com Referências. 

 Para impedir que eu ficasse enaltecido demais, foi-me dado um espinho na carne [σαρκ], um anjo de Satanás, para me esbofetear continuamente, a fim de que eu não me enaltecesse demais. – 2 Coríntios 12:7. 

“Pois mesmo os que se submetem à circuncisão não cumprem a Lei, mas querem que vocês sejam circuncidados para que eles tenham motivo para se gabar do corpo [literalmente “carne”, σαρκ] de vocês. – Gálatas 6:13. 

“Para [as aves] comerem a carne [σρκας; sárkas] de reis, a carne [σρκας] de comandantes militares, a carne [σρκας] de homens fortes, a carne [σρκας] de cavalos e dos montados neles, e a carne [σρκας] de todos, tanto de homens livres como de escravos, de pequenos e de grandes.” – Apocalipse 19:18. 

“Mas os demais foram mortos com a longa espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se saciaram com a carne [σαρκν; sarkôn] deles.” – Apocalipse 19:21. 

“Ele previu a ressurreição do Cristo e falou sobre ela, que ele não seria abandonado na Sepultura e que a sua carne [σρξ; sárx] não conheceria a decomposição.” – Atos 2:31. 

“Mas sabeis que foi por intermédio de uma doença da minha carne [σαρκς; sarkòs] que eu vos declarei as boas novas pela primeira vez. – Gálatas 4:13, Novo Mundo Com Referências. 

“Pois nenhum homem jamais odiou o próprio corpo [literalmente “carne”, σρκα; sárka], mas o alimenta e cuida dele, assim como o Cristo faz com a congregação.” – Efésios 5:29. 

“Embora eu esteja ausente no corpo [literalmente “carne”, σαρκ; sarkì], estou com vocês em espírito, alegrando-me de ver a sua boa ordem e a firmeza da sua fé em Cristo.” – Colossenses 2:5. 

“O caminho novo e vivo que ele [Cristo] abriu para nós através da cortina, isto é, sua carne [σαρκς; sarkòs].” – Hebreus 10:20. 

Em todos os exemplos acima, o substantivo sárx em suas diversas declinações diz respeito à carne em sentido literal – ao tecido, ou substância macia, dum corpo físico – humano ou animal. Não está no sentido figurado de pecaminosidade humana. Prova irrefutável disso é que sárx é também usada para o humano Jesus Cristo, que “não cometeu pecado”. – 1 Pedro 2:22.  

E este é o sentido de sárx em 1 Coríntios 15:50, como demonstrou pelo contexto o artigo A expressão ‘carne e sangue’ em 1 Coríntios 15:50 é uma alusão ao pecado do corpo humano?”.

 

Nota:

[1] Disponível em: https://www.dicio.com.br/pesquisa.php?q=carne.


Referências: 

Abbott-Smith Manual Greek Lexicon of the New Testament. Copyright © 1922 de G. Abbott-Smith, DD, DCL. T&T Clarke, Londres. Disponível em: <https://www.studylight.org/lexicons/greek/4561.html>. 

THAYER'S GREEK LEXICON, banco de dados eletrônico. Copyright © 2002, 2003, 2006, 2011 por Biblesoft, Inc. disponível em <https://www.biblehub.com/greek/4561.htm>.

  

A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová. 

 

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domingo, 6 de setembro de 2020

Conversa entre um defensor do evolucionismo e um apologista cristão

Fonte: jw.org
  

Contribuído por Resistência TJ.

 

Segue abaixo uma conversa por e-mail entre um rapaz sem religião e um apologista cristão.

 

Defensor do evolucionismo:

 

Oi, vejo seus vídeos abordando diversos assuntos sobre as TJs, e tenho um questionamento a respeito da Bíblia.  Para mim, a Bíblia é só uma tentativa de explicar o porquê do mundo à nossa volta, mas de um modo miraculoso. E para mim as coisas escritas nela podem ter acontecido até o ponto, mas não de forma sobrenatural, pois inventar histórias qualquer um consegue. Para mim os “milagres” que ocorreram na história e que são apresentados na Bíblia não podem ter acontecido da forma como a Bíblia apresenta. Para mim, faz sentido acreditar que esses relatos foram exagerados, ou colocados de forma milagrosa. Gostaria de saber sobre seus argumentos, a fim saber de por que podemos acreditar na Bíblia.

 

  Apologista cristão:

 

Olá, prezado.

 

Eu pessoalmente acredito em Deus e acho que há ótimas razões para isso, mas também acho que cabe a cada indivíduo decidir por conta própria se ele vai crer em Deus ou não. É um direito das pessoas. Eu posso responder a uma pergunta sua, que te afete pessoalmente. Mas não posso te fazer acreditar em Deus. Quem decide se você quer acreditar em Deus ou não é você.

 

O que eu percebo, no entanto, é que muitos ateus concebem a ideia de Deus como algo que não corresponde aos fatos. E, obviamente, os ateus se justificam porque a ideia de Deus, que eles criaram para si próprios, é tola. Porém, aquilo que o ateu pensa sobre Deus não é necessariamente o que Deus é. Eu já fui ateu por um tempo. Eu posso te falar porque eu acredito em Deus, mas não posso te fazer acreditar em Deus.

 

Eu acredito em Deus por causa da ressurreição de Jesus Cristo. A ressurreição de Cristo é um fato histórico, não uma crença. Se Deus não existe, Jesus não poderia ter sido ressuscitado. Além do mais, a ressurreição de Cristo não apenas prova que Deus existe, mas também prova que Deus atesta aquilo que Jesus fez e ensinou como sendo verdadeiro. Sem uma intervenção miraculosa, não há ressurreição. Nós podemos ver que não há nenhuma explicação ateísta razoável para os seguintes fatos históricos:

 

1)    A tumba de Jesus foi encontrada vazia. Isso é fato histórico. Ninguém questiona isso, nem os judeus. Os judeus afirmam que os cristãos roubaram o corpo de Jesus para depois mentir que ele fora ressuscitado. Porém, isso é absurdo, pois a “porta” da cova era uma pedra que pesava toneladas, e era protegida pelo exército romano. Como foi possível que o exército romano não tenha percebido o furto do corpo nem a remoção da pedra? Ademais, essa teoria da conspiração cai por terra diante dos pontos a seguir:

 

2)    A ressurreição de Jesus foi testemunhada. Isso é fato histórico. Houve várias testemunhas, mais de 500 pessoas, que historicamente testemunharam sua ressurreição. Ninguém nega que houve testemunhas oculares da ressurreição, nem os ateus. Isso é fato até na academia. Porém, o que os céticos argumentam é que houve um delírio dos seguidores de Cristo, os quais realmente deliraram e acharam que viram Jesus ressuscitado, quando era apenas um delírio emocional. O problema dessa tese do “delírio” é que ela não explica a tumba vazia. Foi um delírio que tirou o corpo de Jesus da cova? Ademais, delírios não ocorrem no mesmo modo que o testemunho da ressurreição. Veja que se uma pessoa alega ter visto algo, isso pode ser delírio, pois ninguém mais pode confirmar. Mas a questão já fica bem complicada se duas pessoas afirmam ter visto algo. Duas pessoas que deliraram simultaneamente sobre a mesma informação, do mesmo evento, da mesma forma, é algo altamente improvável. Porém, mais de 500 pessoas afirmaram testemunhar a mesma informação, o mesmo evento, do mesmo modo, a saber, a ressurreição visível de Jesus. Isso é fato histórico. É muito difícil negar o testemunho de 500 pessoas.  Mas existe outra tese: As testemunhas teriam mentido. Porém, esta tese cai por terra no ponto a seguir:

 

3)    O zelo inquebrantável das testemunhas. Isso é fato histórico. Aqueles que testemunharam a ressureição de Jesus estavam dispostos a morrer por tal testemunho, e muitos de fato morreram. O ponto feito aqui é: ninguém está disposto a morrer por uma mentira. É até possível que uma única pessoa lunática tenha inventado uma mentira e esteja disposta a morrer por tal mentira que inventou, mas 500 pessoas não inventariam uma mentira pela qual morreriam. A ressurreição de Jesus garantia aos seus seguidores que eles seriam ressuscitados e “venceriam a morte” assim como seu mestre. Isso fortaleceu de forma inquebrantável a fé de todas as testemunhas oculares, ao ponto de que elas enfrentariam as suas próprias mortes com coragem. As pessoas não morrem por mentiras que elas inventaram. Ao contrário, em face de morte e de tortura, os mentirosos admitem suas mentiras.

 

Portanto, eu não vejo outra explicação para os eventos apresentados: Jesus foi de fato ressuscitado, conforme ele mesmo havia dito que seria. O naturalismo falha em explicar esses 3 fatos históricos. Apenas devo lembrar-lhe de que é irrelevante se você acredita na Bíblia ou não, os 3 fatos são objetivos e independem de você crer na Bíblia. São fatos históricos, e mesmo os historiadores ateus não os negam. O que é negado pelos historiadores não são os 3 fatos apresentados, mas a explicação miraculosa deles.

 

Defensor do evolucionismo:

 

Olá, RTJ. Estou eu aqui novamente com uma dúvida sobre as “evidências dos últimos dias” que estão escritas na Bíblia. Elas são:

 

“Então lhes disse: ‘Nação se levantará contra nação e reino contra reino.  Haverá grandes terremotos e, num lugar após outro, falta de alimentos e pestilências; e as pessoas verão coisas atemorizantes e grandes sinais do céu.’” – Lucas 21:10, 11.

 

 Observando afirmações como: “Nação se levantará contra nação e reino contra reino. Haverá grandes terremotos e, num lugar após outro, falta de alimentos e pestilências ...”, eu não vejo nada de novo de hoje em dia que não tenha acontecido anteriormente há muito tempo, por exemplo, na época em que Jesus estava vivo. Nação já se levantava contra nação e muito provavelmente existiam terremotos etc. Não consigo ver nada de novo. Por favor, me explique a respeito desse ponto. A Bíblia meio que previu o óbvio, não?

 

Apologista cristão:

 

Olá, prezado amigo. Obrigado pela pergunta sincera. Sua pergunta é ótima e relevante. As TJs acreditam que os eventos de Mateus 24 começaram a se cumprir no início do século XX, mais especificamente em 1914. Mesmo antes de 1914 já era anunciado que aquele seria um ano marcado na profecia bíblica.

 

Realmente, se você analisar apenas as guerras, ou apenas os terremotos, ou apenas as doenças de forma isolada, cada uma delas, não parecerá nada de diferente. Eu fiz um vídeo explicando melhor esse ponto. Vou colar aqui e você poderá assistir: https://www.youtube.com/watch?v=IYZkWDpfxoY

 

Caso o vídeo não responda às suas perguntas, me escreva novamente expressando qual pergunta sua não foi respondida no vídeo. Sinta-se à vontade. Abraço.

 

[Fim do diálogo. Segue abaixo o comentário do referido apologista cristão.]

 

O jovem aparentemente assistiu ao vídeo e não teve perguntas. Porém, ele voltou com uma nova argumentação.

 

Defensor do evolucionismo:

 

Vejo no site das TJs que aparentemente elas acreditam no Design Inteligente, ou seja, que a vida é complexa demais para ter surgido do nada. A minha pergunta é justamente essa: as Testemunhas de Jeová acreditam no Design Inteligente?

 

Isso é uma pseudociência e foi refutada pelo Canal do Pirulla, um zoólogo pesquisador que fala sobre até mesmo alguns argumentos das TJs. Afinal, respeitosamente, não é absurda a ideia de questionar a Teoria da Evolução? Uma teoria científica é o segundo mais alto grau de verdade que a ciência pode ter, teve base em testes e experimentos bem feitos e foi chegado em uma conclusão entre a grande maioria dos cientistas, e bem aceita pela grande gama de intelectuais famosos.

 

Há muitas evidências de que essa teoria seja verdade: fósseis, compartilhamento de DNA entre os seres vivos existentes. E sobre a Origem da Vida, outra teoria que as TJs questionam, já conseguiram criar aminoácidos a partir de simples experimentos visando o clima antigo do nosso planeta, e muitas moléculas conseguem se ajustar automaticamente e formar algumas moléculas mais complexas. Eu ainda acho mais razoável acreditar nas evidências científicas e em suas teorias do que em evidências teológicas sem experimentos, mas baseadas apenas em especulações.

 

Apologista cristão:

 

Olá, prezado. O Design Inteligente prega que a informação presente na célula se origina de uma mente inteligente. A ciência não refutou isso.

 

Você disse: “Isso é uma pseudociência e foi refutada pelo Canal do Pirulla, um zoólogo pesquisador que fala sobre até mesmo alguns argumentos das TJs.” Quem disse que é uma “pseudociência”? O Pirulla? Os evolucionistas? O Pirulla foi refutado plenamente por um canal (clique aqui para assistir ao vídeo). Nesse vídeo de refutação ao Pirulla, o autor expôs todas as falácias do vídeo do Pirulla, as quais eu mesmo assisti e pude atestar que o Pirulla nem ao menos entende a argumentação do Design Inteligente. O Pirulla ataca espantalhos o tempo inteiro e faz falsos argumentos o tempo inteiro.

 

A argumentação do Design Inteligente é simples, porém, irrefutável:

 

· Premissa 1: A vida é repleta de informação;

 

· Premissa 2: Toda a informação provém de uma mente (a mente é imaterial ou intelectual);

 

· Logo: A informação da célula proveio de uma mente.

 

Cada pessoa que acredita em algo, também acredita que a ciência comprova sua crença. Os que defendem o Design Inteligente também acreditam que sua crença já é comprovada cientificamente. E eles têm argumentos que me parecem melhores do que os argumentos dos evolucionistas. Por exemplo, William Lane Craig, que nem mesmo é físico ou biólogo, fez um debate com Francisco Ayala, proeminente evolucionista, e o Francisco Ayala simplesmente levou uma “surra”. Stephen C. Meyer já fez também debates com evolucionistas, e sempre se saiu melhor que eles. E eu analisei os debates de uma perspectiva argumentativa, não teológica.

 

Você disse:Afinal, respeitosamente, não é absurda a ideia de questionar a Teoria da Evolução?” Ao contrário! Absurda é a ideia de não questionar as coisas. A ciência deve ter questionamentos. Essa sua pergunta, a meu ver, revela que o que você tem pela teoria da evolução é nada além de .

 

Você disse:Uma teoria científica é o segundo mais alto grau de verdade que a ciência pode ter, teve base em testes e experimentos bem feitos e foi chegado em uma conclusão entre a grande maioria dos cientistas, e bem aceita pela grande gama de intelectuais famosos.” Discordo totalmente. E é muitos simples de te provar o contrário: Muitos evolucionistas dizem que “a evolução é um fato assim como a Terra ser esférica é um fato”. Mas, quantas vezes você já viu algum astrofísico dizer “a Terra ser esférica é um fato assim como a evolução é um fato”? Eu nunca vi. A evolução é uma teoria sem qualquer rigor científico, se comparada à Mecânica Quântica, à Relatividade Geral, e a outras grandes teorias científicas.

 

Ademais, a “maioria” não determina uma verdade. Uma crença não é verdadeira porque a “maioria” das pessoas acredita nela. Por exemplo, a maioria das pessoas no Brasil acredita na ressurreição de Jesus. Isso, por si só, não torna esse evento verídico. A maioria dos cientistas acredita na evolução porque eles não podem negá-la porque serão “chutados” do meio científico. Você já assistiu ao documentário “Expelled – No Intelligence Allowed”? (Clique para assistir.)

 

Você disse:Há muitas evidências de que essa teoria seja verdade: fósseis, compartilhamento de DNA entre os seres vivos existentes.” Nada disso comprova a teoria da evolução. Na verdade, existe uma falsa premissa que você está usando nessa proposição, prezado. A sua pergunta parte da premissa de que, “se há fosseis parecidos, Deus não os criou, mas eles devem ter evoluído”. Esse pensamento parece-me bastante infantil, sem querer desrespeitá-lo. Por exemplo, por que Deus não poderia ter criado fosseis com padrões similares? Por que Deus não poderia ter criado seres vivos com a mesma linguagem de construção, a saber, com similaridades no DNA?

 

Na verdade, existe uma manipulação das informações da parte dos evolucionistas. Veja só: a nadadeira do peixe, a mão do macaco, a mão do chimpanzé, são usadas como evidências de que há uma ancestralidade comum. Mas agora eu te pergunto: Por que a pata do cavalo não é usada como evidência de que não houve ancestralidade comum? ou seja, apenas as evidências que favorecem a evolução são consideradas. As que contradizem são ignoradas.

 

Achei muito curioso esse seu comentário: “E sobre a Origem da Vida, outra teoria que as TJs questionam, já conseguiram criar aminoácidos a partir de simples experimentos visando o clima antigo do nosso planeta, e muitas moléculas conseguem se ajustar automaticamente e formar algumas moléculas mais complexas.” Que legal. Parece que esses cientistas que “conseguiram criar” são Designers muito “Inteligentes”, não acha?

 

Você disse: “Eu ainda acho mais razoável acreditar nas evidências científicas e em suas teorias do que em evidências teológicas sem experimentos, mas baseadas apenas em especulações.” Mostre-me apenas um experimento científico em que foi observada a transformação através da espécie? Tipo “um pássaro foi observado se transformando em um cavalo”. Sabe por que você não pode? Por que isso nunca foi observado. Sabe o que os evolucionistas dizem? “Nós não temos um bilhão de anos para observar isso.” Ora. Então não é fato científico, é apenas uma hipótese.

 

De tudo que eu estudei sobre linguagem, eu posso afirmar: de uma perspectiva científica, é impossível que a evolução produza a linguagem verbal. (Linguagem verbal é a linguagem que produz o verbo, a palavra.) Por quê? Porque a linguagem verbal é intelectual, não biológica. Para falar, um animal precisa pensar ou ter razão. Sem razão não há linguagem verbal; sem linguagem verbal não há razão.

 

Por exemplo, você pensa em um idioma, e você usa o idioma para pensar. Sem idioma, você não pensa; sem pensar, não há idioma. O pensamento e a linguagem verbal dependem um do outro. Como estudioso do assunto, eu afirmo para você: ou a linguagem verbal surgiu imediatamente e pronta, ou é impossível que ela tenha evoluído por processos biológicos, pois a linguagem verbal é intelectual, não biológica.

       

A única solução para isso seria se o cérebro fosse aprontado para futuramente o ser humano desenvolver a linguagem verbal. Mas... adivinha ... isso é Design Inteligente, não evolução.

      

Eu percebo que as respostas que os evolucionistas nos dão são bobas. Por exemplo: “Tal espécie precisou se adaptar e, portanto, se adaptou.” Isso é sem sentido. É como se eu dissesse: “Eu preciso voar, logo, em um bilhão de anos, meus descendentes terão azas e voarão quais águias.” O nível das respostas dos evolucionistas me faz rir às vezes. A coisa gira em torno de algo mais ou menos assim: “Por que os porcos têm pernas em vez de rodas? Porque não havia estradas pavimentadas; então, eles não tiveram a necessidade de desenvolver rodas.” É mais ou menos esse o nível das respostas que eu ouço. Isso é patético.

      

Eu li alguns livros sobre o Design Inteligente, e recomendo alguns:

 

1)  Darwin’s Doubt – de Stephen C. Meyer.

2)  Signature in the cell – Stephen C. Meyer.

3)  “A Caixa Preta de Darwin” – Michel Behe.

 

Abraço.

 

Defensor do evolucionismo:

 

Muito bom, cara. Acho que eu estava seguindo fanaticamente o evolucionismo e me esquecendo da verdadeira lógica. Acho que tenho uma visão distorcida de vocês, religiosos. Vou precisar analisar com mais cuidado esses argumentos deles. Muito obrigado. Qualquer outra questão que eu tenha, voltarei aqui.

 

[Fim da conversa.] 

 

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