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terça-feira, 29 de novembro de 2016

A terra existirá para sempre – que “terra”? (Parte 2)


Desmistificando o sofisma da “terra prometida” e de sua suposta correspondência com o céu

Lemos no Salmo 37:9-11: Pois os maus serão eliminados, mas os que esperam em Jeová possuirão a terra. Apenas mais um pouco, e os maus deixarão de existir; você olhará para onde estavam, e eles não estarão lá. Mas os mansos possuirão a terra e terão grande alegria na abundância de paz.”

Como foi raciocinado no artigo anterior, trata-se da “terra” onde havia pessoas más. No céu não há seres maus; os únicos maus – o Diabo e seus anjos – foram expulsos de lá. – Apocalipse 12:7-9.

Também, a passagem não diz respeito à conquista da terra da promessa pelos israelitas. Primeiro, porque quando essa passagem foi escrita, essa conquista já havia ocorrido; segundo, porque entender dessa forma implicaria em dizer que os maus e injustos somente se restringiam aos povos que anteriormente habitavam aquela terra (a Palestina). Acontece que, entre os conquistadores israelitas e seus descendentes, também havia pessoas más e injustas. E, por último, tal interpretação nega a verdade fundamental de que o propósito de Deus para com a Terra é de que ela seja um paraíso habitado por pessoas justas, bem como a verdade fundamental de que ele não muda de propósito.

Lemos em Gênesis 1:27, 28: E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Além disso, Deus os abençoou e Deus lhes disse: ‘Tenham filhos e tornem-se muitos; encham e dominem a terra; tenham domínio sobre os peixes do mar, sobre as criaturas voadoras dos céus e sobre toda criatura vivente que se move sobrea terra.’”

Isaías 45:18 declara: “Pois assim diz Jeová, O Criador dos céus, o verdadeiro Deus, Aquele que formou a terra e que a fez, aquele que a estabeleceu firmemente, que não a criou simplesmente para nada, mas a formou para ser habitada: ‘Eu sou Jeová, e não há outro.’”

Isaías foi escrito bem depois de Deus ter proferido seu propósito para com a Terra, evidenciando que tal propósito não havia mudado após o surgimento do pecado. Num segundo plano, prova que a Terra nunca ficará desabitada, pois essa situação iria contra o propósito de Jeová, de que ela seja habitada. E, por último, prova que a Terra ficará em condições paradisíacas, sem o pecado e sem as consequências do pecado (doença, velhice e morte), pois somente assim ela ficará habitada como Deus queria ao declarar seu propósito para com a Terra.

O textos a seguir demonstram a imutabilidade do propósito divino:

Isaías 14:24, 27: “Jeová dos exércitos jurou: ‘Assim como intencionei, assim acontecerá, e o que determinei se cumprirá. Pois Jeová dos exércitos determinou que fosse assim, e quem pode frustrar isso? Sua mão está estendida, e quem pode fazê-la recuar?’” (Veja também Isaías 55:11.)

O último artigo desta série mostrará as consequências da crença na destruição da Terra sobre as verdadeiras doutrinas bíblicas.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada.


Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org




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