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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Qual é a tradução correta de Apocalipse 12:17? (Parte 4)

Fonte: Livro Revelação - Seu Grandioso Clímax Está Próximo!”, p. 231.


O artigo anterior desta série abordou a questão de se o genitivo Ἰησοῦ (Iesoû [“de Jesus”]) pode ser subjetivo ou objetivo. Este artigo desta série passará a considerar os dois últimos elementos a serem analisados com relação ao tema em pauta: 4) o fato de a expressão estar no acusativo, e 5) o contexto no qual ocorre tal expressão.


4. A questão do acusativo

Com relação a Apocalipse 19:10, texto em que ocorre a mesma expressão de Apocalipse 12:17 – τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ (tèn martyrían Iesoû [“o testemunho de Jesus”]), o Dicionário Vine[1] interpreta o genitivo Ἰησοῦ (Iesoû [“de Jesus”]) como sendo objetivo (isto é, Jesus recebe a ação):

Em Ap 19.10, “o testemunho de Jesus” está no acusativo, o “testemunho” que lhe é dado (cf. Ap 1.2, 9; quanto aos que o dão. veja Ap 12.17). A declaração: “o testemunho de Jesus e o espirito de profecia”, deve ser entendido à luz de, por exemplo, o “testemunho” relativo a Jesus e Israel nos Salmos, que será usado pelo remanescente judeu piedoso no futuro tempo da “tribulação de Jacó”. Todo esse “testemunho” se centra e aponta a Cristo. (Negrito acrescentado.)





         Embora a menção do caso acusativo com relação ao substantivo μαρτυρίαν  (martyrían [“testemunho”]) tenha sido feita em favor da objetividade do caso genitivo Ἰησοῦ (Iesoû [“de Jesus”]), essa suposta regra não tem aceitação geral pelos tradutores do “Novo Testamento” grego, o que mostra que a gramática em si não é suficiente para definir a subjetividade ou a objetividade do genitivo. Isso será mostrado no próximo subtítulo.

5. O contexto


Como mencionado no primeiro artigo desta série, a expressão τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ (tèn martyrían Iesoû [“o testemunho de Jesus”, no caso acusativo]), ocorre em Apocalipse 1:2, 9; 12:17; 19:10 (2 vezes); 20:4.

Vamos analisar cada uma dessas passagens.

Apocalipse 1:2:

       Em Apocalipse 1:2, a NM (Tradução do Novo Mundo) interpreta o genitivo Ἰησοῦ (Iesoû [“de Jesus”]) como sendo subjetivo (Jesus realiza a ação):

Deu testemunho da palavra dada por Deus e do testemunho dado por Jesus Cristo.”

A maioria das traduções pesquisadas verte como está literalmente no grego: “Do testemunho de Jesus Cristo.” (ACF, ARIB, NVI, SBB)
Outras traduções vertem como a NM:
“Do que foi revelado por Jesus Cristo.” – O Livro.

“The truth told us by Jesus Christ.” (“A verdade que nos foi dada por Jesus Cristo.” – Weymouth NT.)



“What Jesus showed to him.” (“O que Jesus mostrou para ele.”)  Bible in Worldwide English NT.

A Holman Christian Standard Bible[2] (“Versão Padrão Cristã de Holman”) também verte de modo a destacar a atuação do cristão em dar testemunho:
“Who testified to God’s word and to  the testimony about Jesus Christ, in all he saw.” (“Quem testificou da palavra de Deus e do testemunho sobre Jesus Cristo, em tudo o que viu.”) – Apocalipse 1:2.



Por outro lado, a versão ISV NT atribui o sentido objetivo ao genitivo Ἰησοῦ (Iesoû [“de Jesus”]):

“Testimony about Jesus Christ.” (“Testemunho sobre Jesus Cristo.”)



Esta análise prévia do contexto mostra pelo menos duas coisas: 1) apenas a gramática não delimita se o genitivo é subjetivo ou objetivo; e 2) assim sendo, a regra do acusativo, expressa no Dicionário Vine, não é definitiva.
Quanto ao sentido da expressão grega τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ (tèn martyrían Iesoû [“o testemunho de Jesus”]), em Apocalipse 1:2, parece coerente entender que se trata de um genitivo subjetivo (‘o testemunho dado por Jesus’), posto que o verso diz que João “deu testemunho” do “testemunho de Jesus”. Caso entendêssemos tratar-se de um genitivo objetivo, teríamos a conclusão de que ‘João deu testemunho do testemunho sobre Jesus Cristo’, o que parece uma redundância. Bastaria dizer que João deu testemunho sobre Jesus Cristo. Por outro lado, entender o genitivo Iesoû como sendo subjetivo parece lógico – “João … deu testemunho … do testemunho dado por Jesus Cristo”, do mesmo modo como coerentemente deu testemunho “da palavra de Deus”, ou seja, “da palavra dada por Deus” (θεοῦ [theós também no genitivo subjetivo]).
Apocalipse 1:9
“Eu, João, irmão e companheiro de vocês na tribulação, no reino e na perseverança em união com Jesus, me encontrava na ilha chamada Patmos, por ter falado a respeito de Deus e ter dado testemunho de [isto é, sobre] Jesus.” – NM.

A maioria das traduções pesquisadas verte como abaixo:

“Por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo.” – ACF, ARIB, NVI, SBB, Ave Maria.
Porém, há outras traduções que vertem o genitivo ησο (Iesoû [“de Jesus”]) num sentido objetivo (“sobre Jesus”):

“Por ter pregado a palavra de Deus e falado sobre Jesus Cristo.” – O Livro.

“Because I told the word of God and talked about Jesus Christ.” (“Porque falei a palavra de Deus e falei sobre Jesus Cristo.”) – Bible in Worldwide English NT.
Neste texto, o genitivo parece ser coerentemente objetivo (‘por causa da palavra sobre Deus e pelo testemunho sobre Jesus’), visto que essa interpretação encontra justificativa no que João mencionou no mesmo versículo – “tribulação”, “perseverança”, e sua prisão na “ilha chamada Patmos”. Ou seja, por João ter pregado sobre Deus e sobre Jesus ele sofreu tais coisas.
O quinto e último artigo desta série dará continuidade à questão do contexto.

 Explicação das siglas usadas:
ACF: Almeida Corrigida e Revisada Fiel.
ARIB: Almeida Revisada Imprensa Bíblica.
ISV NT: International Standard Version (Versão Padrão Internacional) do Novo Testamento.
NVI: Nova Versão Internacional.
SBB: Tradução da Sociedade Bíblica Britânica.


Notas:
[1] Todos os direitos reservados. Copyright c 2002 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembleias de Deus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina.
[2] Disponível em: <https://www.studylight.org/interlinear-bible/revelation/1-2.html>.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org






domingo, 24 de junho de 2018

O que representa o monte Sião de Apocalipse 14:1?



Um leitor indagou o seguinte:

Em Apocalipse 14:1, Jesus é visto com os 144.000 ungidos no “monte Sião”. Já li na obra “Estudo Perspicaz das Escrituras” que esse monte era originalmente a fortaleza dos jebuseus, a qual Davi conquistou e, mais tarde, passou a aplicar-se a toda a cidade de Jerusalém. Mas o que é esse monte Sião no qual Jesus é visto? São os céus espirituais?
Resposta:
Lemos em Apocalipse 14:1: “Então vi o Cordeiro em pé no monte Sião, e com ele 144.000, que têm o nome dele e o nome do seu Pai escritos na testa.”

Historicamente, em 1070 AEC (antes da Era Comum) o Rei Davi capturou a fortaleza do monte Sião terrestre, a qual se encontrava até então sob o controle dos jebuseus (descendentes de Cã e de Canaã; Gênesis 10:15, 16, 20; 1 Crônicas 1:13, 14) e transformou tal fortaleza na capital de seu reino.

Veja como a Bíblia retrata o ocorrido:

“E o rei [Davi] e seus homens foram a Jerusalém para lutar contra os jebuseus que moravam naquela região. Eles zombaram de Davi: ‘Você nunca entrará aqui! Até os cegos e os mancos vão expulsá-lo.’ Eles pensavam: ‘Davi nunca entrará aqui.’ No entanto, Davi tomou a fortaleza de Sião, que hoje é a Cidade de Davi. Então Davi passou a morar na fortaleza, que recebeu o nome de Cidade de Davi. E Davi fez construções em todo o redor, do Aterro para dentro.” – 2 Samuel 5:6, 7, 9; veja também 1 Crônicas 11:4-8.


Fonte: jw.org

Após isso, Davi transferiu a sagrada Arca do pacto para esse local. 2 Samuel 6:17 nos informa: “Então levaram a Arca de Jeová para a tenda que Davi havia armado para ela e a colocaram no seu lugar. Depois, Davi fez ofertas queimadas e sacrifícios de participação em comum perante Jeová.”  Davi fez isso evidentemente sob orientação divina, cumprindo Deuteronômio 12:5, que declara: “Busquem a Jeová, seu Deus, no lugar que ele escolher para ali colocar Seu nome e Sua morada entre todas as suas tribos; vocês devem ir para lá.”


Fonte: jw.org

A Arca representava a presença de Jeová, conforme evidenciam as seguintes passagens:

“Eu [Jeová] me apresentarei a você e falarei com você de cima da tampa. Do meio dos dois querubins que estão sobre a Arca do Testemunho, eu lhe darei todas as ordens a serem transmitidas aos israelitas.” – Êxodo 25:22.

“Jeová disse a Moisés: ‘Diga a seu irmão Arão que ele não pode entrar a qualquer hora no lugar santo, atrás da cortina, diante da tampa sobre a Arca, para que não morra, pois aparecerei numa nuvem por cima da tampa.’” – Levítico 16:2.

(Para um entendimento adicional sobre o significado da arca do pacto no céu, veja o artigo Quem reinará para sempre – conforme Apocalipse 11:15?)

Portanto, Sião passou a ser referida como a simbólica morada de Deus, tornando-se um símbolo apropriado dos céus espirituais. Com relação a isso, observe o que dizem os textos abaixo:

“Cantem louvores a Jeová, que mora em Sião; tornem conhecidos entre os povos os seus feitos.” – Salmo 9:11.

“Então o santuário do templo de Deus no céu foi aberto, e viu-se a [simbólica] Arca do seu pacto no santuário do seu templo. E houve relâmpagos, vozes, trovões, um terremoto e forte granizo.” – Apocalipse 11:19.

O apostolo Paulo associou Sião ao céu espiritual quando escreveu: “Mas vocês se aproximaram de um monte Sião e de uma cidade do Deus vivente, a Jerusalém celestial, e de miríades de anjos.” – Hebreus 12:22.

Assim, a visão de João em que o Cordeiro, Jesus Cristo, se encontra “em pé no monte Sião” simbólico cumpre apropriadamente as profecias bíblicas registradas nos Salmos:

“Ele [Jeová] dirá: ‘Eu mesmo empossei o meu rei [Seu Filho Jesus Cristo] em Sião, meu santo monte.’” – Salmo 2:6.

“Jeová estenderá desde Sião o cetro do seu poder, dizendo [a Jesus Cristo]: ‘Domine no meio dos seus inimigos.’” – Salmo 110:2.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Qual é a tradução correta de Apocalipse 12:17? (Parte 3)

Fonte: Livro Revelação - Seu Grandioso Clímax Está Proxímo!, p. 184.


Esta série de artigos está analisando a expressão τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ (tèn martyrían Iesoû [“o testemunho de Jesus”]), que ocorre em Apocalipse 1:2, 9; 12:17; 19:10, e 20:4.

Sobre a referida expressão, encontramos quatro elementos a serem analisados: 1) o verbo “ter”; 2) o substantivo “testemunho”; 3) o nome próprio Jesus no genitivo; 4) o fato de a expressão estar no acusativo, e 5) o contexto no qual ocorre tal expressão.

O primeiro artigo fez referência aos dois primeiros elementos retrocitados, ao passo que que a parte 2 iniciou a consideração do terceiro elemento, a saber, o nome próprio Jesus no genitivo (Iesoû [“de Jesus”]). (Queria ler os artigos precedentes.)

Como mostrado no artigo anterior, o genitivo pode ser subjetivo ou objetivo. No primeiro caso, a ação é atribuída ao sujeito (‘o testemunho produzido por Jesus’). No último caso, Jesus se torna o destinatário da ação, e a expressão seria entendida por ‘o testemunho sobre Jesus’. Determinar a subjetividade ou a objetividade do genitivo não depende da gramática, e sim da semântica[1].

Este artigo prosseguirá com o elemento n.º 3: O genitivo do nome “Jesus”, demonstrando como diversas obras de referência conceituam a expressão τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ (tèn marturían Iesoû [“o testemunho de Jesus”]) com relação à subjetividade ou à objetividade do genitivo Iesoû (“de Jesus”).

3. O genitivo do nome “Jesus” (continuação)


A obra This Is True Grace: The Shaping of Social Behavioural Instructions byTheology in 1 Peter (“Esta é a verdadeira graça: a formação das instruções de comportamento social pela teologia em 1 Pedro”, p. 194) segue na linha do entendimento de um genitivo pleno:

Eu concordo com estudiosos tais como Knight, Revelação, 31 e Beale, Revelação, 183-184 que Ἰησοῦ (Χριστοῦ) da frase  τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ (Χριστοῦ) (1:2, 9; 12:17; 19:10; 20:4) pode fazer ambas as nuances [variações] de um genitivo subjetivo e objetivo (isto é, Jesus Cristo é tanto o agente quanto o conteúdo do testemunho. João está mantendo a ambiguidade para ressaltar a identificação dos cristãos com Cristo ao testemunhá-lo. (Negrito acrescentado.)





This Is True Grace: The Shaping of Social Behavioural Instructions by Theology in 1 Peter


A obra Revelation 1-5: Word Biblical Commentary, Volume 52A (“Apocalipse 1-5: Comentário sobre Palavras Bíblicas”) aceita tanto a possibilidade da subjetividade quanto da objetividade do genitivo Ἰησοῦ (Iesoû [“de Jesus”]), privilegiando o sentido subjetivo. Esta obra afirma:

2.c. Na frase τὸν λόγον τοῦ θεοῦ, o gen. [genitivo] τοῦ θεοῦ poderia ser tanto um genitivo objetivo (“a mensagem sobre Deus”) ou um genitivo subjetivo (“a mensagem de Deus” [dada por Deus]); o último sentido parece mais apropriado neste contexto revelador.

2.d. O kaí aqui é epexegético em vez de correlativo, de modo que “a palavra de Deus” e “o testemunho de Jesus” não são duas coisas diferentes, mas em vez disso a segunda é um aspecto da primeira. Veja Comentário sobre 1:2.

2.e. Na frase τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ Χριστοῦ, “Jesus Cristo” poderia ser ou um genitivo objetivo, e assim traduzido “o testemunho sobre Jesus Cristo” ou “testemunho (até à morte) a Jesus (Vassiliadis, BT 36 [1985] 133), ou um genitivo subjetivo, “o testemunho dado por Jesus Cristo”; em linha com Nota 2.c.*, o genitivo subjetivo é também preferível aqui, particularmente se o kaì (Note 2.d.*) é epexegético. A frase μαρτυρία Ἰησοῦ  ocorre cinco vezes em Revelação [Apocalipse] (1:2, 9; 12:17; 19:10; 20:4). Na maioria dos casos nos quais um genitivo é dependente de marturía em Revelação, o genitivo é subjetivo (1:9; 11:17; 12:17; 19:10[2x]; 20:4). (Negrito acrescentado.)

Porém, em Apocalipse 12:17, esta obra opta pelo sentido objetivo do genitivo, com fundamento na comparação de Apocalipse 12:17 com 14:12:

12:17 τῶν τηρούντων τὰς ἐντολὰς τοῦ θεοῦ 
os que guardam os mandamentos de Deus

καὶ ἐχόντων τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ: 
              e mantêm seu testemunho para com Jesus

            14:12 οἱ τηροῦντες τὰς ἐντολὰς τοῦ θεοῦ 
             os que guardam os mandamentos de Deus

καὶ τὴν πίστιν Ἰησοῦ. 
             E mantêm a fidelidade a Jesus

Após a alusão à comparação acima, a referida obra comenta sobre Apocalipse 19:10:
Finalmente, variações na frase “o testemunho de/para Jesus” ocorrem duas vezes em 19:10:
τῶν ἐχόντων τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ
os que mantêm o testemunho com relação a Jesus
 γὰρ μαρτυρία Ἰησοῦ ἐστιν τὸ πνεῦμα τῆς 
προφητείας. 
porque o testemunho a respeito de Jesus é o espírito de profecia.

Continua a obra:
A segunda frase, τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ Χριστοῦ, “meu testemunho sobre Jesus”, poderia ser entendido como também um genitivo objetivo, e assim ser traduzido “o testemunho sobre [ou: ‘o testemunho para’] Jesus” ou “testemunho (até à morte) para Jesus” (Vassiliadis, BT 36 [1985] 133), ou um genitivo subjetivo, “o testemunho dado por Jesus.”  A frase μαρτυρία Ἰησοῦ  ocorre cinco vezes em Revelação [Apocalipse] (1:2, 9; 12:17; 19:10; 20:4). Em vários casos em Revelação, um genitivo é dependente de μαρτυρία e deveria ser construído como subjetivo (1:2; 11:17; 12:11 cf. 6:9), mas há outros casos nos quais parece contextualmente apropriado construir o genitivo como objetivo (12:17; 14:12; 17:6; 19:10[2x]; 20:4). (Negrito acrescentado.)



                                     Revelation 1-5: Word Biblical Commentary, Volume 52A

 

O próximo artigo desta série considerará os dois últimos elementos a serem analisados com relação ao tema em pauta: 4) o fato de a expressão estar no acusativo, e 5) o contexto no qual ocorre tal expressão.


Nota:
[1] Ramo da linguística que estuda o significado das palavrasfrases e textos de uma língua.


A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.



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