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sábado, 29 de junho de 2019

No futuro paraíso terrestre os animais domésticos poderão ter vida contínua?



Aos 81 anos, o ator Alain Delon dedica todo o seu tempo aos animais.



Um leitor trouxe à atenção deste site um tema bastante curioso. Observemos seu comentário:

Apologista, tenho uma sugestão de artigo. É sobre se os animais morrerão ou também viverão para sempre no Novo Mundo. Claro que eles não possuem a esperança de vida eterna. Mas isso apenas prova que os animais do velho sistema não serão ressuscitados. Porém, nada impede que os “novos animais” perfeitos do Novo Mundo vivam para sempre junto a nós. O que o irmão acha?

Resposta:

Obviamente, essa colocação vem de uma pessoa bastante sensível aos animais, alguém que possui muito amor por eles. O amor de humanos por animais foi belamente ilustrado pelo profeta Natã em 2 Samuel 12:3, onde lemos: “O homem pobre tinha apenas uma cordeirinha que havia comprado. Ele cuidava dela, e ela cresceu junto com ele e seus filhos. Ela comia do pouco alimento que ele tinha, bebia do seu copo e dormia nos seus braços. Ela se tornou como uma filha para ele.”

Para os que não compartilham desse sentimento pelos animais, tal colocação soa estranha. Inclusive, alguém que leu esse comentário do leitor mencionado no início deste artigo, mas que evidentemente não possui a profundidade do apego do comentarista acima, escreveu o seguinte: “Animais não irão viver para sempre. Só viveremos para sempre devido ao sacrifício de resgate de Jesus. O sacrifício de Jesus não se aplica a tais.” 

Embora o comentário acima pareça ser tecnicamente bíblico, afirmar que algo irá ou não irá acontecer no futuro eterno parece ser arriscado. Afinal, não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade, quando ele não deixa claro em sua Palavra escrita isso. Poderíamos cometer o mesmo erro do apóstolo Pedro, registrado em Mateus 17:24-26. Lemos nessa passagem:

Depois de eles chegarem a Cafarnaum, os homens que cobravam o imposto de duas dracmas se aproximaram de Pedro e perguntaram: ‘O seu instrutor não paga as duas dracmas de imposto?’ Pedro disse: ‘Sim, ele paga.’ No entanto, quando ele entrou na casa, Jesus falou primeiro que ele: ‘O que acha, Simão? De quem os reis da terra recebem tributos ou imposto por cabeça? Dos seus filhos ou dos estranhos?’ Quando ele disse: ‘Dos estranhos’, Jesus lhe disse: ‘Realmente, então, os filhos estão isentos de impostos.’”

Observe que Pedro respondeu pelo que lhe parecia lógico: Jesus, sendo judeu e também cumpridor das leis, pagaria os impostos devidos ao templo. Contudo, em particular, Jesus bondosamente corrigiu o modo de pensar de Pedro, por suprir-lhe informações que ele não possuía – o fato de Jesus ser o Filho do Rei do Universo que era adorado no templo o isentava de pagar tais impostos. O mesmo pode acontecer conosco. Na ânsia de defender conceitos bíblicos, poderemos inadvertidamente entrar em temas e fazer afirmações sobre os mesmos que não estão claras na Palavra de Deus.

Nesta mesma esteira, também devemos nos lembrar de que coisas que aparentemente não estavam no propósito de Deus foram posteriormente acrescentadas. Exemplo disso é a perspectiva de humanos irem para o céu. Quando Deus criou a humanidade, primeiramente formando Adão e Eva, ele não apresentou a eles nenhuma perspectiva de irem para o céu. Antes, mostrou que a Terra seria o lar eterno deles. Lemos em Gênesis 1:27, 28: “E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Além disso, Deus os abençoou e Deus lhes disse: ‘Tenham filhos e tornem-se muitos; encham e dominem a terra; tenham domínio sobre os peixes do mar, sobre as criaturas voadoras dos céus e sobre toda criatura vivente que se move sobre a terra.’”

Fonte: jw.org

Mas, após a rebelião do anjo que se tornou Satanás, e a rebelião do primeiro casal humano, Deus proferiu a primeira profecia, a qual mencionou um futuro “descendente” que destruiria Satanás. (Gênesis 3:15) Segundo o apóstolo Paulo, tal descendente é composto por Cristo e pelos que a ele pertencem. (Gálatas 3:16, 29) Para tais, seu destino, ou “cidadania”, “está nos céus”. (Filipenses 3:20) Ainda que alguém afirme que isso se deu devido ao pecado, o ponto é que Jeová pode fazer o que quiser que for do seu agrado. Como ele mesmo afirmou: “Farei tudo o que for do meu agrado.” – Isaías 46:10.

Mas, retornando ao assunto do comentarista do prefácio deste artigo, perguntamos: a Bíblia permite a esperança de que os animais, individualmente, viverão algum dia para sempre?

O que revela o exame imediato

Num primeiro exame, observamos que no Éden havia uma “árvore da vida” (Gênesis 2:9), e aquele que comesse de seu fruto teria o direito a ‘viver para sempre’. (Gênesis 3:22) Entende-se que o primeiro casal humano, Adão e Eva, após passarem com lealdade no teste simples de não comer da “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau”, de cujo fruto foram alertados a não comer, teria direito a comer da “árvore da vida” (Gênesis 2:17). Pois, em momento algum Deus havia dito ao casal que algum dia eles morreriam. Pelo contrário, Deus apresentou a eles a perspectiva emocionante de gerar filhos e de cuidar da Terra e da vida nela.  (Gênesis 1:27, 28) A morte, no caso dos humanos, foi apresentada como punição pela desobediência, e não como um processo natural da existência humana.

Adão e Eva morreram porque desobedeceram a Deus.
Fonte: jw.org

Com relação aos animais, as passagens bíblicas parecem indicar que eles morreriam. Vejamos algumas passagens.

“Mas esses homens, como animais irracionais que agem por instinto e nascem para ser apanhados e destruídos, falam mal das coisas que desconhecem. Eles sofrerão a destruição trazida pelo seu próprio proceder destrutivo.” – 2 Pedro 2:12.

O texto acima tem sido usado por alguns para indicar que os animais foram feitos para morrerem. Porém, a fraseologia de Pedro pode não estar indicando o propósito original de Deus para com os animais, e sim o que tem acontecido a eles após o pecado ter entrado na humanidade. Afinal, o texto menciona que os animais ‘nascem para ser apanhados [“presos”, Almeida Corrigida Fiel]’, o que não aparenta se ajustar com o propósito divino no Paraíso na Terra, onde os animais não seriam alvo de atividade predatória, mas seriam cuidados amorosamente pela raça humana.

Vale ressaltar que Pedro, em suas cartas, apresenta certas situações como ilustração segundo o seu valor aparente. Veja, por exemplo, a menção que ele faz de ‘a porca lavada revolver-se no lamaçal’ para ilustrar os cristãos que retornam para um proceder mundano. (2 Pedro 2:22) Sobre essa passagem, observe o comentário feito no artigo “Fatores a serem levados em conta no estudo da Bíblia”

Esse recurso também poderia ser chamado de ‘ver as coisas de acordo com o ponto de vista humano’. Exemplo disso é encontrado nas palavras do apóstolo Pedro: “Com eles aconteceu o que diz o provérbio verdadeiro: “O cão voltou ao seu próprio vômito e a porca lavada a revolver-se no lamaçal.” (2 Pedro 2:22) Pedro estava falando a respeito dos que aceitam o cristianismo, fazem mudanças na vida, mas depois lamentavelmente retornam ao proceder anterior de vida, que muitas vezes inclui a devassidão e a libertinagem. Acontece que a porca (ou o porco) se chafurda na lama para “resfriar-se do calor do verão e remover parasitos externos de seu couro”.[1] Assim, do ponto de vista da zoologia, essa criatura estaria, na verdade, se limpando.

Mas o ponto é que o apóstolo cristão não estava dando uma aula de ciência. Ele apenas usou algo segundo o seu valor aparente, aos olhos humanos, como ilustração. Mesmo no dia a dia, em pleno século 21, usamos uma linguagem assim. Por exemplo, falamos de “pôr-do-sol” e “nascer-do-sol”. Falamos em uma espaçonave “subir” ao espaço, quando, na verdade, ela tecnicamente ‘se afastou’.[2]

Vejamos outra passagem:

“Quem é que conhece o espírito dos filhos da humanidade, se ele vai para cima; e o espírito do animal, se ele vai para baixo, para a terra?” – Eclesiastes 3:21.

Salomão deixou essa pergunta sem resposta. Contudo, a expressão “ele vai para cima”, referente ao espírito no caso dos humanos, parece ter uma resposta afirmativa, se entendermos que ‘ele volta a Deus’, o que significa perspectiva de ressurreição.[1] De modo correspondente, a expressão “ele vai para baixo”, referente ao espírito dos animais, também supostamente teria uma resposta afirmativa, e poderia significar que os animais não possuem perspectiva de ressurreição. Ademais, o fato de os dinossauros terem deixado de existir, pelo que parece, antes da criação do homem, também aparenta indicar que, pelo menos, não estava no propósito original de Deus que os animais tivessem vida eterna.

Enfim, de um ponto de vista bíblico, até onde podemos entender a Palavra escrita de Jeová, não parece haver base para se afirmar que os animais algum dia viverão para sempre. Obviamente, Deus não deixou registrado em sua Palavra tudo o que fará ou o que não fará na eternidade futura.

O que leva alguns cristãos a se perguntarem sobre se os animais terão vida eterna

Um motivo já mencionado é a sensibilidade para com os animais, em especial para com os animais de estimação. Contudo, outros motivos também podem ser mencionados.

É interessante que, no relato da Criação, são descritas certas categorias de animais, entre elas o “animal doméstico” e o “animal selvático”. (Gênesis 1:24, 25) Por “selvático” (“selvagens”, ACF) não devemos entender animais cruéis (pois os animais não foram criados para serem violentos) e sim animais próprios das selvas, em contraste com os animais “domésticos”. Doméstico é derivado do latim domus (“lar”) e significa ‘referente ao lar’, e “domesticar” significa ‘tornar caseiro’.

Uma distinção bíblica entre essas duas categorias pode ser vista na passagem de Isaías 11:6-9, onde lemos: “O lobo estará junto com o cordeiro, e o leopardo se deitará com o cabrito; o bezerro, o leão e o novilho gordo estarão juntos; e um menino os conduzirá.  A vaca e a ursa pastarão juntas, e juntas se deitarão suas crias. O leão comerá palha como o touro. A criança de peito brincará sobre a toca da naja, e a criança desmamada porá a mão sobre o ninho da cobra venenosa. Não se causará dano nem ruína em todo o meu santo monte, porque a terra certamente ficará cheia do conhecimento de Jeová, assim como as águas cobrem o mar.”

Fonte: jw.org

A Tradução do Novo Mundo Com Referências traz à atenção mais detidamente o sentido do contato entre o lobo e o cordeiro, ao verter assim Isaías 11:6: “E o lobo, de fato, residirá por um tempo com o cordeiro.” (Grifo acrescentado.) O periódico “A Sentinela” (15/09/91, p. 31) explica sobre isso:

[…] a palavra hebraica traduzida “habitará” ou “morará” é gur. Segundo o lexicógrafo William Gesenius, ela significa “residir temporariamente, morar por um tempo, viver como se não estivesse em casa, i.e., como estranho, estrangeiro, convidado”. (A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament [Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento], traduzido por Edward Robinson) O léxico de F. Brown, S. Driver e C. Briggs dá o sentido de “residir temporariamente, morar por um tempo (definido ou indef[inido]), morar como recém-chegado . . . sem os direitos originais”.

[…]

[…] tais animais ainda poderão ter habitats distintos. Alguns animais são próprios de florestas, outros de planícies, ainda outros de regiões costeiras ou montanhosas. Mesmo na época do Paraíso original, Deus falou de ‘animais domésticos e animais selváticos’. (Gênesis 1:24) Os animais domésticos evidentemente eram aqueles que podiam comumente ficar perto de humanos e de suas habitações. O animal selvático, embora não feroz, pelo visto preferia residir distante do homem. Portanto, conforme prediz a profecia de Isaías, o lobo “residirá por um tempo com o cordeiro”, mas não ficará continuamente por perto de tais animais domésticos.

[Nota de rodapé:] A Bíblia do Centro Bíblico Católico verte Isaías 11:6 da seguinte maneira: “O lobo será hóspede do cordeiro.”

Alguns cristãos se perguntam: ‘Será que os animais domésticos também foram criados para deixarem de existir?’ Pelo fato de o pecado ter interrompido temporariamente o propósito de Deus para com a vida na Terra, não foi possível ver qual seria a relação entre os humanos perfeitos e os animais domésticos.

O fato é que hoje os animais domésticos, para alguns, se tornam tão íntimos como se fossem humanos, a exemplo da ilustração de Natã em 1 Samuel 12:3. Parecem tornar-se parte da personalidade de seus donos. Para os donos, tais animais tornam-se únicos, com uma identidade própria, insubstituíveis. Assim, tais pessoas entendem que, visto que irão viver para sempre no Paraíso terrestre, tais animais também deveriam assim viver. Para tais cristãos, a inexistência de tais animais tão queridos seria o mesmo que perder para sempre parte de sua própria personalidade.

Também, a entrada do pecado na humanidade introduziu novas relações: em lugar de Adão, que seria o pai da raça humana, Jesus tornou-se o “Pai eterno” dela. (Isaías 9:6) Passou a existir a esperança celestial. (1 Pedro 1:4) Poderia ocorrer que certos animais, por estarem intimamente ligados ao ser humano, ainda que presumivelmente tenham sido criados para morrer, possam receber vida infindável?

Outro ponto salientado por tais cristãos é que, no novo mundo de Deus, ‘não haverá mais tristeza’. (Apocalipse 21:4) Tais cristãos sabem o quanto dói perder um animalzinho de estimação! Raciocinam então que a ausência de tristeza no Paraíso incluiria não ter que perder tais criaturas tão queridas. Os que pensam de modo diferente arguem que hoje os sentimentos dos humanos estão desequilibrados e que, no Paraíso, os humanos não serão tão apegados assim aos animais, de modo que não sentirão quando esses morrerem. Por outro lado, os que se apegam tanto aos animais argumentam que, se assim for, os humanos perfeitos teriam menos sensibilidade aos animais dos que os humanos imperfeitos, e que isso não seria um progresso, e sim um atraso.

Enfim, a discussão é longa. E é claro que não queremos perder nada que faça ou se torne parte de nosso ser. Mas, o que podemos ter certeza é que nosso Deus é infinitamente amoroso, sábio e justo, e que ele fará tudo o que nos dará uma vida plena em todos os sentidos. De nossa situação atual, é impossível concebermos tudo o que Deus tem em reserva para seus amados servos. De fato, como exclamou Paulo: “Como são profundas as riquezas, a sabedoria e o conhecimento de Deus! Como são insondáveis os seus julgamentos, e impenetráveis os seus caminhos!” – Romanos 11:33.


Cachorro Agradece Por Ser Resgatado e Mulher Se Emociona

Fonte: https://portalamigocao.com.br/



Nota:


Referências:

Almeida Corrigida Fiel. Sociedade Bíblica do Brasil. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br/>

Bíblia online. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br>.

Doméstico. Origem da Palavra. Disponível em: <https://origemdapalavra.com.br/palavras/domestico/>.


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A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org













32 comentários:

  1. Um artigo bem redigido e que demonstra um ponto de vista equilibrado. Sinceramente, abriu minha mente para o tema. Me lembrei do Salmo 145:16

    "Tu [Jeová] abres a mão e satisfazes o desejo de todos os seres vivos". Quantas coisas boas Jeová tem guardado para nós!

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  2. Boa noite! Sou estudante das TJs e já me identifico como tal. Se me permite, vou expressar minha humilde opinião, para agregar com sua ótima pesquisa.

    Pode ser que às vezes não raciocinamos que a morte pode muito bem ser algo intrínseco a nossa condição atual de imperfeição, por isso talvez só consigamos enxergar as coisas sob essa perspectiva, algo que pode muito bem não combinar em nada com o Criador Jeová que é fonte de vida (Salmo 36:9), e quem a sustenta (Atos 17:28).
    Como você citou, os humanos podem se apegar tanto a um determinado animal, que o animal acaba fazendo parte da família (2 Samuel 12:1-3). Isso corrobora com um artigo publicado na revista científica Science. Onde os cientistas confirmaram que a morte de um animal pode ser tão dolorosa quanto à morte de um amigo ou parente. Isso porque ocorre liberação de ocitocina (hormônio do amor) tanto em nós quanto no nosso animal. Esse é o mesmo hormônio que é liberado pelos pais e seus filhos.

    Diante disso pergunto: qual seria o sentido de Jeová nos criar com tal complexidade, reconhecendo que pode haver estreitos laços de cumplicidade entre o homem e o animal para, após determinado tempo, acabar com essa fonte de alegria, e que vem seguida de dor e sofrimento, que é igual a perder um parente?

    Obviamente nem todos tem esse grau de sentimento para com um animal, como o homem citado por Natã. E nem todos arriscam suas vidas para salvar seus animais, como Davi arriscou sua vida para salvar sua ovelha (1 Samuel 17:34-36). Mas será que Jeová vai pegar essas pessoas como parâmetro e determinar que os animais continuem morrendo, já que tem pessoas que não sofrem? Parece que não. Por exemplo, existem pessoas que quando perde um parente na morte, da graças a Deus. Nem por isso Jeová vai pegar essa pessoa como referência e deixar os parentes de outras pessoas morrendo, ignorando seus sofrimentos e dores. Da mesma forma, Jeová não vai pegar como referência as pessoas que superam a morte de um animal com facilidade ou não se compadece, ignorando a dor dos outros. Na verdade, não podemos medir a dor das outras pessoas com a nossa própria régua.

    Quanto a 2 Pedro 2:12 estou de pleno acordo, pois é praticamente impossível ser aplicado num paraíso.

    Já Eclesiastes 3:21, de acordo com o contexto, Salomão diz que tanto homem e animal tem o mesmo espírito, pois tem a mesma fonte. Então quem garante que após a morte os humanos serão ressuscitados e os animais não? Quem é que sabe? Nem mesmo Salomão com sua grande sabedoria pôde responder, deixando essa possibilidade em aberto e nas mãos de Jeová.



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    1. Qualquer opinião AGORA é mera especulação. Lá saberemos e Jeová não deixará nada nos causar tristeza, sendo com morte de animais ou não.

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    2. Boa tarde Daniel!
      Na bíblia não existe nenhum indicativo de que animais morriam no paraíso perfeito. Mas tem vários falando que no futuro paraíso restaurado não haverá mortes. Isso não é especulação, é fato.

      Por exemplo, Apocalipse 20:14 diz: ‘A morte e a Sepultura foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo representa a segunda morte’.
      Veja que a morte e a sepultura deixarão de existir para sempre. Na morte, o homem simplesmente volta ao pó. E Sepultura, de acordo com o livro Perspicaz volume 3 página 576, se refere a ‘uma escavação na terra como lugar para enterrar os mortos’.
      E pra onde o animal vai quando morre???
      Eclesiastes 3:19, 20 diz que o animal vai para o mesmo lugar que o homem. Nós escavamos a terra e colocamos o animal e ele vira pó.

      Então é muito óbvio que ao acabar com a sepultura humana, automaticamente estará acabando com a do animal também, porque é o mesmo lugar de ambos, como disse Salomão.

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    3. Bom dia Senhores

      Acredito que existam sim indicativos ..
      1º Evidência:
      "E Jeová Deus passou a fazer vestes compridas de PELES para Adão e para a sua esposa, e a vesti-los." Gênesis 3:21

      No versículo, vimos que após o pecado de Adão e Eva, eles identificaram que estavam nus. Com isso, Jeová produziu um tipo de veste para eles feita de peles. Mas que tipo de peles? Tudo "indica" ser de animais mortos. Isso nos passa uma ideia básica de que na época, os animais morriam; igual à hoje.
      2º Evidência:
      “Façamos [o] homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança...“ – Gênesis 1:26

      Vimos aqui que o homem foi criado à “imagem de Deus“. Deus não morre, ou melhor, Jeová não morre. Jeová não criou o homem originalmente para morrer, como sabemos. Criou o homem para viver para sempre. Ele “Pôs até mesmo tempo indefinido no... coração“ do homem (Não dos animais) . Eclesiastes 3:11

      Mas já o caso dos animais é diferente. A bíblia em parte alguma diz que os animais foram criados a imagem de Deus nem que lhes foi colocado eternidade nos seus corações, então não tinham e nunca terão a perspectiva de viver para sempre.

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    4. Boa noite, Dennis!
      Em Gênesis 1:31 Jeová diz que tudo o que tinha feito era muito bom. Então, a morte de um animal no paraíso seria de alguma forma 'boa'. Daí Adão peca e o pior castigo que poderia receber é a morte, que Adão conhecia como boa. Animal morrer é bom, humano é mau. Sem coerência essa ideia.

      Dizer que o animal já estaria morto, também é uma suposição. A única certeza que temos é que o animal não poderia continuar vivo sem a pele.

      Mas veja que em Gênesis 3:7 diz que antes de Jeová fazer as vestes de pele, Adão e Eva costuraram folhas de figueira e cobriram sua nudez. Então, não haveria necessidade de outra roupa. Mas Jeová pode ter matado o animal por dois motivos: como o 'mau' só existia em potência, Adão e Eva tinham que vivenciar o que era mau na prática. Não por acaso ou coincidência, a primeira morte registrada na bíblia é somente após o pecado e de um animal. Biblicamente, esse foi o primeiro enfrentamento direto com a morte que eles tiveram.

      Outro motivo é que Jeová preparou um 'plano de salvação': Jeová sacrificaria Jesus. Jesus viria ao mundo para morrer e cobrir o pecado de Adão. Mas enquanto isso não acontecia, animais eram sacrificados para certo alívio de culpa (Lev 5:5-7) e derramar o sangue do animal é que fazia expiação (Lev 16:30 e 17:11). Por isso, logo após o pecado, o primeiro aninal foi sacrificado por Jeová. E parece que Abel enxergou isso e passou a fazer oferendas por iniciativa própria ou recebeu alguma orientação para continuar com os sacrifícios.

      Agora a morte e o mau que só existia em potência, passaram a existir em realidade após o pecado.

      CONTINUA...

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    5. CONTINUAÇÃO...

      Ser feito à imagem de Deus é a principal e única diferença entre humanos e animais. Mas isso não se trata de vida eterna.

      Veja a explicação na obra Perspicaz, volume 2 páginas 338 e 339: 'o homem é à imagem de Deus no sentido de ter sido criado com qualidades morais tais como as de Deus, a saber, amor e justiça. Possui também sabedoria acima daqueles dos animais, de modo que é capaz de apreciar as coisas de que Deus gosta e aprecia, tais como a beleza e as artes, a fala, o raciocínio e processos similares da mente e do coração, algo de que os animais são incapazes. Ademais, o homem é capaz de ter espiritualidade, conhecimento e comunicação com Deus'.

      Jeová tem imortalidade, e os humanos mesmo perfeito podem morrer.

      Abraços!

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  3. Quanto aos dinossauros, em resumo, a teoria mais aceita diz que os dinossauros apareceram há 230 milhões de anos e que foram extintos há 65 milhões de anos. E os poucos dinossauros que sobreviveram a essa grande extinção, evoluíram para as aves de hoje. E as outras formas de vida reapareceram nos oceanos com os peixes, que saíram das águas e evoluíram para répteis, e estes foram evoluindo até chegar aos primatas e por fim na raça humana. Percebe que essa teoria é completamente avessa a criação registrada em Gênesis?! Não é à toa que foi elaborada por pessoas que não acreditam na criação e muito menos em Deus.
    Para que um animal seja fossilizado, precisa ser sepultado ainda com vida. E o que poderia ter sepultado animais no planeta todo, não só dinossauros, mas todo tipo de animal e muita vegetação?!
    O renomado cientista Robert Gentry publicou vários estudos nos periódicos científicos mais importantes do mundo, como Nature e Science, afirmando que os dinossauros foram sepultados no dilúvio, juntamente com os outros animais e humanos. Seus estudos foram analisados por cientistas do mundo inteiro e não foi encontrada falha ou fraude, ainda está intacto.
    Em Gênesis 1:20-27,31 podemos notar, que todos os animais e o homem foram criados entre o quinto e sexto dia criativo, não diz que houve evolução ou extinção, todos os animais foram criados segundo as suas espécies e todos foram contemporâneos do homem.
    É por isso que Gênesis 2:19,20 diz que Jeová levou TODOS os animais até Adão para que lhe desse nomes. Se excluirmos os dinossauros, estaremos dizendo que Jeová mentiu ao dizer que levou todos os animais para Adão dar nome.
    Acreditar que os dinossauros morreram milhões de anos antes do homem, automaticamente está negando o relato de Gênesis e apoiando a teoria ateia da evolução.

    Quanto a Isaias 11:6-9, tenho uma pergunta importante: O que seria esse dano?
    O dano citado no texto, nada mais é que a MORTE. Seja a morte de um animal para servir de alimento ao outro. Ou uma cobra venenosa picar uma criança e ela morrer (OBS.: a picada de uma naja num adulto de 80kg pode ser fatal se ele não se tratar com muita urgência. Já em uma criança que ainda mama, que tem aproximadamente 3kg, portanto com o organismo menor e mais frágil, a morte é certa). Ou seja, quando diz que não haverá mais dano, quer dizer que não haverá mais mortes, nem de humanos e nem de animais. Se humanos e animais continuarem morrendo no futuro paraíso, os danos continuarão ocorrendo, contrariando a profecia de Isaías. E pensa no seguinte, vai acabar com a caça entre os animais para não morrerem e não haver dano, mas vai deixá-los morrer por doença ou por velhice? Que diferença faria? Não faz sentido não é mesmo?!

    Em conclusão, creio na possibilidade dos animais não morrerem a ainda ser possível a ressurreição de alguns. Não é um absurdo pensar dessa forma, e vai de encontro com a justiça e perfeição de Jeová.
    Abraços!

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  4. Deixarei uma reflexão a favor da coexistência eterna entre humanos e animais: DADO QUE O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO É UMA DETERIORAÇÃO GENERALIZADA DO SISTEMA BIOLÓGICO, ENTÃO COMO É POSSÍVEL PENSAR NA MORTE DOS ANIMAIS NO PARAÍSO SENDO QUE NO PARAÍSO A CRIAÇÃO TERRENA RETORNARÁ A PERFEIÇÃO BIOLÓGICA?

    Lembre-se: na velhice, o organismo humano, por exemplo, perde a capacidade de sintetizar colágeno, metilcobalamina, ph celular diminui, etc. É LÓGICO que o envelhecimento é a lei da é entropia atuando em sistemas biológicos - mas no paraíso tal lei, de alguma forma, não irá degenerar a vida.

    Portanto, com base nisso acima, se os animais vão morrer no paraíso, como pensa alguns, então Jeová falhou na criação original deles, em pleno Reino?

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    1. Não existe falha de Jeová. Ele pode simplesmente não querer que animais, que não "a sua imagem e semelhança" não vivam pra sempre. Humanos foram criados de um jeito, animais de outro. É uma suposição apenas, obviamente. Como bem frisou o artigo, qualquer opinião AGORA é mera especulação. No fim, Jeová é que decidirá esse assunto e a nós não foi revelado isso agora.

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    2. Sim. Porém, o argumento emocional vem pra responder isso. Seres humanos criam laços afetivos com animais, então por que Jeová permitiria isso ao mesmo que permite a morte do animal, gerando dor e tristeza?

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    3. Na nossa limitação imperfeita, esse argumento faz todo sentido. Mas estamos falando de um tempo onde vamos experimentar aquilo que apenas prevemos em pequena escala. O sábio e todo poderoso com certeza pode nos recriar de um jeito que não soframos. Mas tenho certeza de uma coisa: com os animais morrendo ou não, não haverá mais choro e nem tristeza. (Apoc 21:4) Aquele que "Faz com que venha a ser" com certeza se encarregará disso.

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    4. Além disso, a morte de animais no paraíso contradiz o texto bíblico. Leia os seguintes versículos: “Ele realmente tragará a morte para sempre, e o Soberano Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces.” — Isaías 25:8.
      “Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada.” — 1 Coríntios 15:26.
      “Enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte.” — Apocalipse 21:4.

      O processo que chamamos de "morte" não existirá no Novo Mundo, a Bíblia é clara quanto a isso. Portanto, é lógico concluir que os animais não podem morrer no paraíso, dado que isto seria uma clara violação da promessa de Jeová.

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    5. Oi Daniel, esse conceito de que não vamos sofrer por ser perfeitos, não está na bíblia.
      Jesus como homem perfeito ficou triste e chorou em algumas ocasiões.
      Por exemplo: chorou quando predisse o sítio e a desolação que Jerusalém sofreria (Lucas 19:37-44). Jesus chorou de tristeza e antecipadamente, mesmo sendo perfeito.
      Agora imagine-se paraíso e vendo um animal prestes a morrer de velhice ou agonizando com um câncer... mesmo que você não fique triste, vai ter gente que vai ficar.
      Imagine seu filho com fome, você vai acabar com a fome dele lhe dando algo para comer ou vai ensiná-lo a conviver com a fome? Então o que é mais lógico, Jeová vai nos ensinar a conviver com a dor ou vai acabar com as coisas que nos causam dor?

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    6. Então Daniel, a bíblia nos dá uma explicação mais satisfatória sobre isso. Veja que Apocalipse 21:4 diz que 'as coisas anteriores já passaram'. Essa frase está diretamente ligada à Isaías 65:17 que diz que 'as coisas ANTERIORES não serão lembradas e não voltarão ao coração'.
      Não é que vamos ter amnésia e muito menos perder as terminações nervosas e a capacidade de produzir lágrimas... mas é pq Deus cria novos céus e uma nova Terra. Ou seja, a Terra reformada será tão boa, que não teremos tempo de lembrar do passado, das coisas anteriores, elas não voltarão ao coração.
      Esse conceito de que saberemos lidar com a morte na perfeição, vai na contramão da bíblia.

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    7. Respeito o direito a ter suas opiniões. Mas discordo. Não há na bíblia indicativo de que animais tenham vida eterna, afinal, Jeová mostra que pra ele a vida humana é mais preciosa ao permitir consumir animais para alimento. Foi a homens que Jeová prometeu vida eterna através do resgate, e somente por se ter fé em Jesus é que se pode ter vida eterna. Animais não tem essa capacidade.

      Mas enfim, no paraíso saberemos sobre esse assunto. Uma coisa nós concordamos: não haverá tristeza.

      Espero que estejamos lá. Fique com Jeová. Abraço

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    8. Boa noite, Daniel!

      É muito normal haver divergências de ideias no meio de 7 milhões de TJs. Claro, desde que não sejam sobre as doutrinas centrais, que são inquestionáveis, absolutas e que dependem nossa salvação. Mas pormenores como estamos conversando, é natural e normal.

      Mas além das evidências já apresentadas, permita-me te mostrar mais uma...

      Sabemos que dentre outros motivos, a guarda do sábado servia para prefigurar o futuro descanso sabático (Heb 10:1 e Col 2:16, 17). Esse período se refere ao governo milenar de Jesus, onde trará muitas bênçãos para a humanidade (Apo 19:16; 20:6; Sal 2:6-8).

      Mas será que só os humanos serão beneficiados no futuro descanso sabático? Certemante que não. Pois quando Jeová ordenou que se descansasse no sábado, Ele não excluiu os animais dessa ordem (Deu 5:12-15). Este é um forte indício de que os animais também participarão das bênçãos que Jesus trará no futuro descanso sabático.

      Abraços!

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  5. Gostaria de mencionar um parágrafo de um artigo que li e que acredito seja crucial para esse tema:
    w15 1/3 p. 4 Deus colocou o primeiro homem, Adão, no jardim do Éden, um paraíso terrestre com muitos animais e bela vegetação. Lá havia árvores frutíferas das quais Adão podia comer à vontade. No entanto, Jeová Deus foi claro ao dizer que Adão não devia comer o fruto de certa árvore e que, se fizesse isso, morreria.
    Adão entendeu essa proibição? Ele sabia o que era a morte; ele via os animais morrerem. Se Adão tivesse sido criado para morrer um dia, o aviso de Deus não faria sentido. Em vez disso, Adão entendeu que, se obedecesse a Deus e não comesse daquela árvore, viveria para sempre — ele não morreria.

    O ponto em questão " ele (Adão) via os animais morrerem" ou seja mesmo já em condições paradisíacas os animais dentro do propósito de Jeová não gozavam de vida eterna, não creio
    que esse assunto se enquadre dentro dos parâmetros do Salmo 145:16 que enfatiza o desejo de toda coisa viva no tocante " provisões espirituais e materiais", que é o desejo natural de toda coisa viva

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    1. Boa tarde, Anônimo!
      Já tinha lido esse artigo... mas qual texto mostra que Adão via animais morrendo? Não tem!
      Nem sempre ver, significa entender. Quantas crenças sobre a morte existem, mesmo morrendo centenas ou milhares de pessoas todos os dias?!
      Jeová pode ter criado Adão e Eva sabendo o significado de morte, pois foram criados adultos com inteligência e entendimentos perfeitos, e não uma criança que teria que aprender, por isso dominavam um vocabulário altamente desenvolvido.
      Tanto que é verdade, que Adão conseguiu dar nomes significativos a todos os milhares de animais (Gênesis 2:19, 20).
      A verdade é que somos capazes de entender coisas, sem ver. Por exemplo: a ressurreição, que é o oposto da morte. Na morte a pessoa vira pó. E na ressurreição, quem virou pó volta a viver (Isaías 26:19). Alguém dos nossos dias já viu alguém sendo ressuscitado? É óbvio que não! E isso nos impede de entender o seu significado? Também não! Logo, se Adão e Eva embora perfeitos não entendessem o significado da morte sem ver, coerentemente, nós também não poderíamos entender o significado da ressurreição, ainda mais sendo imperfeitos. Contudo, entendemos sem ver!

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    2. O corpo governante das testemunhas de Jeová pensa o seguinte sobre o assunto:

      Lp83-A Vida Tem Objetivo

      16 Então, para que a vida terrena continue, precisa haver transformações na matéria orgânica e inorgânica. Os ciclos de nascimento e morte foram originalmente intencionados para toda coisa vivente na terra, com exceção da humanidade. Por que eximir a humanidade? Porque o homem foi feito à imagem e à semelhança de Deus. Apenas os humanos podem ser chamados “filhos” e “filhas” de Deus, não os animais. Não foi dos animais, mas sim do homem, que se disse que ‘a morte entrou por intermédio do pecado’. — Gênesis 1:27; Romanos 5:12.

      Gt76 8/9 parágrafo 9

      O Criador deu vida tanto aos humanos como aos animais. Mas, por quanto tempo deviam continuar a viver?

      Os cientistas relatam que os humanos parecem ter o potencial de vida interminável, de modo que os investigadores ficam perplexos quanto à razão por que morre o homem. A Bíblia fornece o motivo. Afirma que o Criador forneceu aos primeiros humanos, a oportunidade de viverem para sempre. A morte só veio porque se rebelaram. (Gên. 2:17; 3:17-19; Rom. 5:12) Que dizer, porém, dos animais? Não têm a capacidade de rebelar-se conscientemente contra Deus; todavia, vivem somente por certo tempo e então morrem. Assim, é claro que o Criador jamais propôs que os animais vivessem para sempre. Para eles, a morte era natural. — 2 Ped. 2:12.

      Por conseguinte, mesmo que a pessoa possa ficar muito apegada a um bichinho de estimação, é evidente que o homem não deve nutrir os mesmos sentimentos sobre a vida ou morte deste que teria quanto a outro humano. Aparentemente, porém, alguns nutrem.

      G5/6 parágrafos 7-9

      Ao dizer que a morte ‘entrou no mundo’, a Bíblia indica que a humanidade não foi originalmente criada para morrer. Para os humanos, a velhice e a morte são o resultado da rebeldia do primeiro homem contra Deus. Os animais, por outro lado, não foram criados para viver para sempre. — Gênesis 3:21; 4:4; 9:3, 4.

      As pessoas foram criadas para ser diferentes dos animais. Em comparação a eles, somos uma forma de vida superior, assim como os anjos são superiores aos humanos. (Hebreus 2:7) Diferentemente dos animais, o homem foi feito “à imagem de Deus”. (Gênesis 1:27) Também, em contraste com os animais, a Bíblia chama Adão de “filho de Deus”. (Lucas 3:38) Assim, temos sólidas razões para acreditar que o homem não foi feito para envelhecer e morrer. Deus não morre, nem criou seus filhos para morrer. — Habacuque 1:12; Romanos 8:20, 21.

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    3. Creio que seja claro o erro do Escravo nesse (antigo) livreto. Nesse mesmo livro, o Escravo escreve que os fósseis dos animais mostram que os animais morrem desde o Éden, sendo que todos os fósseis são do período pós-diluviano. Além disso, Adão e Eva não precisavam ver a morte de um ser vivo ocorrendo para compreenderem o que é morte. Morte em hebraico é transliterado muwth (תִּמוּתָה), que significa inexistência. Morte, em todas as línguas, significa inexistência. Por que Adão e Eva não entenderiam o significado de uma palavra tão simples?

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  6. Poderá ocorrer tab que a pessoa que tenha uma animal domestico que goste muito, Jeová poderá dar ao animal vida continua seletiva, não deixando que ele morra por tempo indefinido!

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  7. Caro Wagner Miller

    O que ressaltei é que existe uma matéria em nossa biblioteca no tocante " os animais já morriam desde os dias de Adão" , agora entrelinhas a bíblia lança luz que os animais já morriam , ou melhor não foram feitos para viverem para sempre? Sim,como explicou a Despertai! 5/06 p. 8 "Os animais, por outro lado, não foram criados para viver para sempre. — Gênesis 3:21; 4:4; 9:3, 4." A pergunta que faço é: Quando os animais começaram a morrer? Como supracitado na " w15 1/3 p. 4 ..ele via os animais morrerem" isso é o que matéria explica, não quero ocupar o lugar do Cristo e dizer que o Escravo se equivocou nesse ponto, nem tenho esse direito estão num posição que só o Cristo pode fazê-lo. Você diz : "Jeová pode ter criado Adão e Eva sabendo o significado de morte " embora expresse sua opinião e não esteja em nenhum texto da bíblia eu concordo, pois ora , a ordem expressa dada a Adão Gênesis 2:17 falava sobre algo ser bom, mau e por fim levar a morte, comer o fruto = algo mau = a morte, logicamente avaliando a justiça de Deus nesse ponto julgar e sentenciar alguém sem que tenha entendido as suas consequências, é óbvio que Adão sabia o que era morte, até o Diabo sabia o que era morte ele mesmo tocou no assunto dizendo a Eva que ela não morreria, mas o argumento adicional que fortalece essa ideia de saber e entender creio que seja essa publicada pelo escravo.

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    1. Boa noite novamente, Anônimo!

      Certa vez um ancião comentou num estudo de A Sentinela sobre essa crença de que Adão teria que ver animais morrendo para saber o que era morte. Mas que na verdade Adão só viu a primeira morte na prática após o pecado Gênesis 3:21 citado na revista. Ao final da reunião fui ao encontro dele e disse que nunca vi um animal morto porque meu pai não deixava (hoje em dia já vi) e que nunca tinha ido num enterro de amigo ou parente. Mas sempre soube que morte é inexistência. Curiosamente eu entendia, mas Adão perfeito e completo teria que ver.
      Você disse que não seria justo Jeová julgar e sentenciar alguém sem que ele entendesse as consequências... estou de pleno acordo.
      Então, já que em nenhuma parte da bíblia, mostra Jeová explicando para Adão e Eva o significado da morte, logo eles tinham que ver animais morrendo pra entender. Será? Não necessariamente.
      O fato de não ter sido registrado uma suposta explicação sobre morte da parte de Jeová a Adão, não significa em nada que Jeová não tenha feito ou que eles mesmos não soubessem. A bíblia não precisa registrar tudo. Um raciocínio similar seria com respeito ao fato de a serpente falar acerca de 'bom' e 'mau': poIs não existia mau no paraíso, a que eles pudessem ter como referência. No entanto, Satanás falou a Eva acerca de mau, sem que a bíblia precisasse fazer maiores explicações. A questão é que não se deve encarar a bíblia como um livro que precise detalhar tudo o que se passou no Éden, pois um livro é, antes de tudo, feito para o leitor, com as informações necessárias para que entendamos o contexto. Por isso não há qualquer necessidade de explicação acerca do que é mau, por exemplo, visto que o leitor já sabe do que a palavra 'mau' se trata. Jeová pode muito bem ter dado explicações a eles sobre o que significava morrer, sem que para isso tenha criado animais para esse fim.
      CONTINUA...

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    2. CONTINUAÇÃO...

      Vamos assumir que os animais morriam no paraíso. Ao final da criação, Jeová diz que viu tudo o que tinha feito, e TUDO era muito BOM (Gênesis 1:31). Então a morte dos animais era de alguma forma 'boa'. Daí os humanos pecam e Jeová os puni com a morte, que era boa até então.

      Como a morte pode ser algo bom e natural para os animais e, ao mesmo tempo ser o pior castigo que o ser humano pode receber? Animal morrer é bom, humano morrer é ruim.
      Sinceramente, não consigo ver lógica nessa ideia (Romanos 12:1).

      O câncer, nanismo, albinismo, síndrome de Down, cegueira, surdez, nascer deformados, velhice, para citar alguns, são tudo consequências do pecado que afeta os humanos. Só que os animais sofrem as mesmas coisas, I G U A L Z I N H O, não escapa um. Até mesmo comportamental, como o homossexualismo que foi observado em mais de 1.500 espécies e documentado em 500.

      Será que eles herdaram o pecado ou já acontecia tudo isso com eles no paraíso perfeito onde tudo era muito bom?

      Alguns dizem que o homossexualismo é natural para os animais (tanto hoje quanto no paraíso) visto que não sabem o que estão fazendo. Mas como pode Jeová criar e permitir que animais firam sua santidade no paraíso?! Sério, essa possibilidade é impossível. E a bíblia não nos deixa desprovidos de argumentos contra essa falsa ideia.
      Por exemplo, em Mateus 19:3-6 Jesus disse que no princípio Deus criou homem e mulher, citando Gênesis 1:27 e 2:24. Do mesmo modo Gênesis 2:20 mostra que os animais também tinham sua ajudadora. Por isso a mesma ordem para animais e humanos se reproduzirem, algo que seria impossível para homossexuais (Gênesis 1:22 e 1:28).

      A existência desse comportamento homossexual entre os animais, apenas ratifica sobre os efeitos que o pecado tem sobre toda a criação junta (Romanos 8:22). E a morte é a pior delas.

      Abraços!

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  8. Prezado Daniel:

    O texto de 2 Pedro 2:12, citado nessa publicação que você mencionou (Gt 76 8/9, parágrafo 9), foi bem considerado pelo artigo acima do apologista, e parece não ter o sentido colocado nessa publicação que você citou.

    Outra coisa: mesmo que supostamente os animais não tenham sido criados para viver para sempre, o artigo acima do apologista mostrou que coisas que não havia originalmente no propósito de Deus vieram a existir depois.

    Por isso, eu fico com o que disse o apologista: “… afirmar que algo irá ou não irá acontecer no futuro eterno parece ser arriscado. Afinal, não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade, quando ele não deixa claro em sua Palavra escrita isso.”

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    1. Concordo com a conclusão do apologista. Entretanto, quis mostrar qual é a posição oficial da organização. Inclusive, o pensamento ainda não mudou e esse congresso de 2019 deixa claro isso. É uma posição em que eu concordo.

      Mas se no futuro o criador mudar meus pensamentos, ótimo. Vai ser bons viver com meus bichinhos de estimação eternamente tbm kkk. Como eu disse em outros comentários, afirmar algo hoje é especulação. Minha especulação e da organização é que eles não tem ou terão vida eterna. Se tivermos certos ou errados, não fará diferença.

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  9. Dennis, você disse que os animais “nunca terão a perspectiva de viver para sempre”.

    Parece que você não leu direito ou não considerou seriamente o artigo acima do apologista.

    Afinal, o artigo mostrou que coisas que também não estavam no propósito de Deus vieram a acontecer depois. Ex.: humanos irem para o céu. Deus não deu essa perspectiva a Adão e Eva, nem disse que os descendentes deles teriam essa perspectiva. Então, usando a sua afirmação, naquele tempo se poderia dizer que ‘nunca os humanos teriam a perspectiva de viver no céu’. Mas essa esperança veio a existir.

    Também, na criação da Terra, Deus fez com que grande parte das águas ficasse “acima da vastidão”. (Gênesis 1:6-8) Nada indica que Deus tinha o propósito de algum dia fazer essas águas caírem para a Terra. Mas, devido aos acontecimentos relatados em Gênesis capítulo 6, Deus produziu o Dilúvio, trazendo tais águas para baixo.

    Do ponto de vista de antes de isso ter sido anunciado por Deus, também se poderia dizer que “nunca as águas suspensas na expansão irão vir para baixo”, mas elas vieram para baixo.

    Por isso, acho que é mais humilde adotarmos a posição equilibrada do apologista, que disse que “não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade”.

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  10. É de fato um assunto polêmico esse. Eu mesmo criou duas gatas, sendo uma delas bem pequena. Impossível não se encantar com um bichinho tão lindo. Ainda assim, sei que não devo me debruçar sobre os meus sentimentos a fim de tirar conclusões sobre o propósito de Jeová sobre a Terra e os animais. Tenho que me apegar a Palavra de Deus. Afinal, e Ele quem decide.
    Embora não devamos ser dogmático (afinal, o propósito de Jeová é progressivo, e vai se desenrolando conforme o tempo passa) hoje, a luz do que está escrito na Palavra de Deus, e das conclusões do “escravo fiel” não vejo motivo para concluir que os animais algum dia terão vida eterna.

    Considere:
    1. O relato da criação em Gênesis não apresenta os animais com tendo recebido vida eterna. São os humanos que são agraciados com a vida eterna. Em que parte das escrituras declara-se que os animais tenham cometido pecado? Em que parte da Bíblia diz que os animais precisaram de algum sacrifício pelos pecados? Não teria isso sido mencionado nas Escrituras se tivesse acontecido?

    2. Deus considera a vida humana superior a dos animais:
    Deus instituiu a Lei, que prescrevia sacrifícios de animais para expiação de pecados. Se Jeová tivesse o propósito de dar vida eterna aos animais, teria ele permitido que os mesmos fossem oferecidos como sacrifício pelos humanos? Veja que no caso de humanos oferecidos como sacrifício é algo detestável para Jeová. (Jeremias 7:31)
    Jeová até mesmo deu os animais como alimento para os humanos. (Gên 9:3)
    Embora Jeová tenham instruído Noé a salvar os animais, muitos deles morreram no Dilúvio. Teriam esses cometido algum pecado? E os que foram salvos por Noé, seriam eles considerados justos? Certamente que não. Os animais não foram feitos a imagem de Deus capazes de refletir as qualidades de seu Criador. (Gên 1:26) Também não receberam o livre arbítrio, para que Jeová os julgasse e declarassem, quer justos quer injustos. (Gên 2:16, 17) Também não são capazes de desenvolver espiritualidade. (Mt 5:3) Acredito que ninguém tenha visto qualquer dos animais lendo a Bíblia, orando ou indo a um culto religioso. Assim, entendo que, SE NÃO FORAM FEITOS PARA TER ESPIRITUALIDADE, PROVAVELMENTE NÃO SERÃO AGRACIADOS COM VIDA ETERNA.
    Ou seja, do ponto de vista de Jeová os humanos e os animais não são iguais. Claramente a vida humana é considerada superior pelo nosso Criador. Os humanos são a principal criação aqui na Terra. Todas as outras criações terrestres foram feitas para os humanos. (Sal 115:16) Eles deveriam ser guardiões deste planeta e tudo nele. (Gên 1:26; 2:15)
    Cristo morreu para resgatar humanos. (João 3:16) Ademais a Bíblia declara inequivocamente, que são humanos e não os animais, que viverão para sempre. (Sal 37:29)

    3. Escravo fiel e prudente: Esse é outro fator a levar em conta. Devemos reconhecer que é através do escravo fiel que Jeová nos faz entender corretamente sua Palavra e seus propósitos. (Mt 24:45-47) O escravo declara de forma clara que os animais não foram criados para ter vida eterna. (g76 8/9 9) Tal entendimento parece não ter mudado com o passar dos anos. (g 5/06 8; g04 22/2 6, 9)

    Conclusão:
    É verdade que talvez não tenhamos resposta atualmente, para todos os questionamentos levantados pelos leitores, sobre o assunto em questão. Mas não termos ainda todas as respostas, não é em si uma prova de que os animais terão vida eterna. Estamos certos de que, não importa o que Jeová tenha reservado para os animais no Paraíso, será justo e amoroso. Todos os humanos terão por fim alcançado a plena felicidade. Nesse tempo, nada nos trará tristeza. Nada nos fará chorar. – Apc 21:4.

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    1. 1• O relato da criação não diz muita coisa. De tal forma você faz suposições sobre incertezas, contradizendo sua própria introdução.
      2• Você está confundindo as coisas. O máximo que se conclue da informação bíblica é que os animais não possuem esperança de vida eterna, dado que Jesus morreu apenas por humanos. Se seu objetivo é usar a inferioridade dos animais perante homens como sinal de que os animais morrerão no Novo Mundo, você falhou. Leia os seguintes textos: “Ele realmente tragará a morte para sempre, e o Soberano Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces.” — Isaías 25:8.
      “Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada.” — 1 Coríntios 15:26.
      “Enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte.” — Apocalipse 21:4. O processo que chamamos de "morte" não existirá no Novo Mundo, a Bíblia é clara quanto a isso. Portanto, é lógico concluir que os animais não podem morrer no paraíso, dado que isto seria uma clara violação da promessa do Jeová. E lembre-se: os versículos se referem a morte adãmica, e, apesar de não terem pecado, os animais morrem devido ao pecado. (Romanos 8:22)
      3• O escravo fez apenas uma suposição em cima da incerteza no livro referenciado por você. Como já ocorreu algumas vezes, o escravo pura e simplesmente errou. É necessário uma nova publicação do escravo para atualizar o entendimento e esclarecer dúvidas.

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  11. Diante dos fatos NATURAIS observáveis eu creio que a morte sempre fez parte da natureza das coisas FÍSICAS criadas, a MATÉRIA em si.
    EXEMPLO: ATÉ AS ESTRELAS TEM SEU CICLO DE NASCIMENTO...VIDA....E MORTE!
    As estrelas que Jeová criou não estão sujeitas à interferência do pecado de Adão, mas mesmo assim, TODA ESTRELA está destinada a seguir rumo à morte, quando todo seu combustível se esgota e ela explode...
    Sendo assim, existe total base e contexto para se crer que os animais no Éden morriam sim!
    E onde está o ponto crucial nesta minha teoria ?
    Simples: fica mais evidente assim que Adão tinha total capacidade de perceber o PRIVILÉGIO, A INCOMPARÁVEL BÊNÇÃO, que JEOVÁ estava a oferecer a ele em troca de sua FIDELIDADE CONSCIENTE AO CRIADOR!
    Quando o Criador oferece ao homem a recompensa de viver ETERNAMENTE, Adão, diante do contexto NATURAL que ele conhecia, poderia MUITO bem avaliar como um benefício incalculável, pois ele poderia fazer a comparação entre a vida dele e a vida dos animais. Adão poderia perceber o grau superior de privilégio que Jeová estava dando à humanidade, nos dando um benefício que fugia totalmente do destino NATURAL das coisas vivas materiais! O homem tinha, assim, plena noção de que sua vida ser ETERNA só era possível por se tratar de algo SOBRENATURAL concedido pelo CRIADOR de forma condicional, estando atrelada à OBEDIÊNCIA.
    O fato de, mesmo antes do pecado, já existir o ciclo NATURAL DE NASCIMENTO E MORTE sobre os animais e sobre as árvores e outras plantas, faria com que Adão, estando ciente deste fato, pudesse fazer uma escolha MUITO bem consciente do grau de BONDADE, AMOR E PODER do Criador por aquela criação única, o Ser Humano, pois Adão estaria ciente de que só os humanos estavam recebendo do Criador esta exceção à regra NATURAL. Caso ESCOLHESSE pela desobediência o homem também estava ciente de que ele estaria se igualando no mesmo nível NATURAL destinado aos outros animais e aos vegetais: a morte, o fim da existência.

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    1. Concordo com cada palavra sua Silva Vagner e do Anônimo citado logo acima, mas gostaria de acrescentar o seguinte sobre alguns textos mencionados nos comentários anteriores sobre a morte (Isaías 25:8; 1 Coríntios 15:26, Apocalipse 21:4) qual morte deixará de existir? Parece ser taxativo dizer que morte é morte, mas consideremos alguns pontos já publicados em nossas publicações:

      *** it-3 p. 30 Morte ***
      Todavia, a morte dos animais, como processo natural, evidentemente já vigorava, visto que eles são deixados completamente fora da apresentação bíblica da introdução da morte na família humana. (Veja 2Pe 2:12.) Nesse artigo do escravo fica claro que a morte dos animais não é mesma coisa que a morte mencionada nos textos temáticos ao novo mundo, por que dizemos isso? Veja o este comentário em nossas publicações :

      *** w06 15/8 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
      Não haverá mais morte” no sentido completo quando a humanidade tiver alcançado a perfeição como resultado da aplicação plena do mérito do sacrifício de Cristo. — Revelação 21:3, 4. Portanto, a morte mencionada nos textos citados acima é a morte adâmica, que será cancelada pelo resgate de Cristo. (Romanos 5:12-21) Não se pode afirmar que nenhum humano jamais rejeitará a Deus, como no caso de Adão.

      Este artigo está considerando depois da prova final do milênio, e se alguém se rebelar mesmo depois de ter passado pela prova final ? O Artigo respondeu :

      *** w06 15/8 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
      O que aconteceria com uma pessoa que escolhesse rebelar-se depois da prova final, quando a morte e o Hades não existirem mais? Naquele tempo, a morte adâmica não existirá mais. E o Hades, a sepultura comum da humanidade que tem a esperança de ressurreição, também não existirá mais. Mesmo assim, Jeová poderia aniquilar qualquer rebelde no lago de fogo, negando-lhe qualquer esperança de ressurreição. Essa morte seria semelhante à que sofreram Adão e Eva, não à morte que os humanos herdaram de Adão.

      Creio que essas colocações do escravo posiciona bem o pensamento morte x animais x humanos

      E um outro fator curioso, não para debate somente para reflexão : Se estamos considerando o apego do indivíduo por animais de estimação e que essa perda que causa dor pode ser amenizada com um novo animal que viverá para sempre, então vamos supor que meu tio que professa ser ungido apaixonado por cachorro vai ter que ter um animalzinho no céu para amenizar sua perda?



      Abraços




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