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sábado, 29 de junho de 2019

No futuro paraíso terrestre os animais domésticos poderão ter vida contínua?



Aos 81 anos, o ator Alain Delon dedica todo o seu tempo aos animais.



Um leitor trouxe à atenção deste site um tema bastante curioso. Observemos seu comentário:

Apologista, tenho uma sugestão de artigo. É sobre se os animais morrerão ou também viverão para sempre no Novo Mundo. Claro que eles não possuem a esperança de vida eterna. Mas isso apenas prova que os animais do velho sistema não serão ressuscitados. Porém, nada impede que os “novos animais” perfeitos do Novo Mundo vivam para sempre junto a nós. O que o irmão acha?

Resposta:

Obviamente, essa colocação vem de uma pessoa bastante sensível aos animais, alguém que possui muito amor por eles. O amor de humanos por animais foi belamente ilustrado pelo profeta Natã em 2 Samuel 12:3, onde lemos: “O homem pobre tinha apenas uma cordeirinha que havia comprado. Ele cuidava dela, e ela cresceu junto com ele e seus filhos. Ela comia do pouco alimento que ele tinha, bebia do seu copo e dormia nos seus braços. Ela se tornou como uma filha para ele.”

Para os que não compartilham desse sentimento pelos animais, tal colocação soa estranha. Inclusive, alguém que leu esse comentário do leitor mencionado no início deste artigo, mas que evidentemente não possui a profundidade do apego do comentarista acima, escreveu o seguinte: “Animais não irão viver para sempre. Só viveremos para sempre devido ao sacrifício de resgate de Jesus. O sacrifício de Jesus não se aplica a tais.” 

Embora o comentário acima pareça ser tecnicamente bíblico, afirmar que algo irá ou não irá acontecer no futuro eterno parece ser arriscado. Afinal, não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade, quando ele não deixa claro em sua Palavra escrita isso. Poderíamos cometer o mesmo erro do apóstolo Pedro, registrado em Mateus 17:24-26. Lemos nessa passagem:

Depois de eles chegarem a Cafarnaum, os homens que cobravam o imposto de duas dracmas se aproximaram de Pedro e perguntaram: ‘O seu instrutor não paga as duas dracmas de imposto?’ Pedro disse: ‘Sim, ele paga.’ No entanto, quando ele entrou na casa, Jesus falou primeiro que ele: ‘O que acha, Simão? De quem os reis da terra recebem tributos ou imposto por cabeça? Dos seus filhos ou dos estranhos?’ Quando ele disse: ‘Dos estranhos’, Jesus lhe disse: ‘Realmente, então, os filhos estão isentos de impostos.’”

Observe que Pedro respondeu pelo que lhe parecia lógico: Jesus, sendo judeu e também cumpridor das leis, pagaria os impostos devidos ao templo. Contudo, em particular, Jesus bondosamente corrigiu o modo de pensar de Pedro, por suprir-lhe informações que ele não possuía – o fato de Jesus ser o Filho do Rei do Universo que era adorado no templo o isentava de pagar tais impostos. O mesmo pode acontecer conosco. Na ânsia de defender conceitos bíblicos, poderemos inadvertidamente entrar em temas e fazer afirmações sobre os mesmos que não estão claras na Palavra de Deus.

Nesta mesma esteira, também devemos nos lembrar de que coisas que aparentemente não estavam no propósito de Deus foram posteriormente acrescentadas. Exemplo disso é a perspectiva de humanos irem para o céu. Quando Deus criou a humanidade, primeiramente formando Adão e Eva, ele não apresentou a eles nenhuma perspectiva de irem para o céu. Antes, mostrou que a Terra seria o lar eterno deles. Lemos em Gênesis 1:27, 28: “E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Além disso, Deus os abençoou e Deus lhes disse: ‘Tenham filhos e tornem-se muitos; encham e dominem a terra; tenham domínio sobre os peixes do mar, sobre as criaturas voadoras dos céus e sobre toda criatura vivente que se move sobre a terra.’”

Fonte: jw.org

Mas, após a rebelião do anjo que se tornou Satanás, e a rebelião do primeiro casal humano, Deus proferiu a primeira profecia, a qual mencionou um futuro “descendente” que destruiria Satanás. (Gênesis 3:15) Segundo o apóstolo Paulo, tal descendente é composto por Cristo e pelos que a ele pertencem. (Gálatas 3:16, 29) Para tais, seu destino, ou “cidadania”, “está nos céus”. (Filipenses 3:20) Ainda que alguém afirme que isso se deu devido ao pecado, o ponto é que Jeová pode fazer o que quiser que for do seu agrado. Como ele mesmo afirmou: “Farei tudo o que for do meu agrado.” – Isaías 46:10.

Mas, retornando ao assunto do comentarista do prefácio deste artigo, perguntamos: a Bíblia permite a esperança de que os animais, individualmente, viverão algum dia para sempre?

O que revela o exame imediato

Num primeiro exame, observamos que no Éden havia uma “árvore da vida” (Gênesis 2:9), e aquele que comesse de seu fruto teria o direito a ‘viver para sempre’. (Gênesis 3:22) Entende-se que o primeiro casal humano, Adão e Eva, após passarem com lealdade no teste simples de não comer da “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau”, de cujo fruto foram alertados a não comer, teria direito a comer da “árvore da vida” (Gênesis 2:17). Pois, em momento algum Deus havia dito ao casal que algum dia eles morreriam. Pelo contrário, Deus apresentou a eles a perspectiva emocionante de gerar filhos e de cuidar da Terra e da vida nela.  (Gênesis 1:27, 28) A morte, no caso dos humanos, foi apresentada como punição pela desobediência, e não como um processo natural da existência humana.

Adão e Eva morreram porque desobedeceram a Deus.
Fonte: jw.org

Com relação aos animais, as passagens bíblicas parecem indicar que eles morreriam. Vejamos algumas passagens.

“Mas esses homens, como animais irracionais que agem por instinto e nascem para ser apanhados e destruídos, falam mal das coisas que desconhecem. Eles sofrerão a destruição trazida pelo seu próprio proceder destrutivo.” – 2 Pedro 2:12.

O texto acima tem sido usado por alguns para indicar que os animais foram feitos para morrerem. Porém, a fraseologia de Pedro pode não estar indicando o propósito original de Deus para com os animais, e sim o que tem acontecido a eles após o pecado ter entrado na humanidade. Afinal, o texto menciona que os animais ‘nascem para ser apanhados [“presos”, Almeida Corrigida Fiel]’, o que não aparenta se ajustar com o propósito divino no Paraíso na Terra, onde os animais não seriam alvo de atividade predatória, mas seriam cuidados amorosamente pela raça humana.

Vale ressaltar que Pedro, em suas cartas, apresenta certas situações como ilustração segundo o seu valor aparente. Veja, por exemplo, a menção que ele faz de ‘a porca lavada revolver-se no lamaçal’ para ilustrar os cristãos que retornam para um proceder mundano. (2 Pedro 2:22) Sobre essa passagem, observe o comentário feito no artigo “Fatores a serem levados em conta no estudo da Bíblia”

Esse recurso também poderia ser chamado de ‘ver as coisas de acordo com o ponto de vista humano’. Exemplo disso é encontrado nas palavras do apóstolo Pedro: “Com eles aconteceu o que diz o provérbio verdadeiro: “O cão voltou ao seu próprio vômito e a porca lavada a revolver-se no lamaçal.” (2 Pedro 2:22) Pedro estava falando a respeito dos que aceitam o cristianismo, fazem mudanças na vida, mas depois lamentavelmente retornam ao proceder anterior de vida, que muitas vezes inclui a devassidão e a libertinagem. Acontece que a porca (ou o porco) se chafurda na lama para “resfriar-se do calor do verão e remover parasitos externos de seu couro”.[1] Assim, do ponto de vista da zoologia, essa criatura estaria, na verdade, se limpando.

Mas o ponto é que o apóstolo cristão não estava dando uma aula de ciência. Ele apenas usou algo segundo o seu valor aparente, aos olhos humanos, como ilustração. Mesmo no dia a dia, em pleno século 21, usamos uma linguagem assim. Por exemplo, falamos de “pôr-do-sol” e “nascer-do-sol”. Falamos em uma espaçonave “subir” ao espaço, quando, na verdade, ela tecnicamente ‘se afastou’.[2]

Vejamos outra passagem:

“Quem é que conhece o espírito dos filhos da humanidade, se ele vai para cima; e o espírito do animal, se ele vai para baixo, para a terra?” – Eclesiastes 3:21.

Salomão deixou essa pergunta sem resposta. Contudo, a expressão “ele vai para cima”, referente ao espírito no caso dos humanos, parece ter uma resposta afirmativa, se entendermos que ‘ele volta a Deus’, o que significa perspectiva de ressurreição.[1] De modo correspondente, a expressão “ele vai para baixo”, referente ao espírito dos animais, também supostamente teria uma resposta afirmativa, e poderia significar que os animais não possuem perspectiva de ressurreição. Ademais, o fato de os dinossauros terem deixado de existir, pelo que parece, antes da criação do homem, também aparenta indicar que, pelo menos, não estava no propósito original de Deus que os animais tivessem vida eterna.

Enfim, de um ponto de vista bíblico, até onde podemos entender a Palavra escrita de Jeová, não parece haver base para se afirmar que os animais algum dia viverão para sempre. Obviamente, Deus não deixou registrado em sua Palavra tudo o que fará ou o que não fará na eternidade futura.

O que leva alguns cristãos a se perguntarem sobre se os animais terão vida eterna

Um motivo já mencionado é a sensibilidade para com os animais, em especial para com os animais de estimação. Contudo, outros motivos também podem ser mencionados.

É interessante que, no relato da Criação, são descritas certas categorias de animais, entre elas o “animal doméstico” e o “animal selvático”. (Gênesis 1:24, 25) Por “selvático” (“selvagens”, ACF) não devemos entender animais cruéis (pois os animais não foram criados para serem violentos) e sim animais próprios das selvas, em contraste com os animais “domésticos”. Doméstico é derivado do latim domus (“lar”) e significa ‘referente ao lar’, e “domesticar” significa ‘tornar caseiro’.

Uma distinção bíblica entre essas duas categorias pode ser vista na passagem de Isaías 11:6-9, onde lemos: “O lobo estará junto com o cordeiro, e o leopardo se deitará com o cabrito; o bezerro, o leão e o novilho gordo estarão juntos; e um menino os conduzirá.  A vaca e a ursa pastarão juntas, e juntas se deitarão suas crias. O leão comerá palha como o touro. A criança de peito brincará sobre a toca da naja, e a criança desmamada porá a mão sobre o ninho da cobra venenosa. Não se causará dano nem ruína em todo o meu santo monte, porque a terra certamente ficará cheia do conhecimento de Jeová, assim como as águas cobrem o mar.”

Fonte: jw.org

A Tradução do Novo Mundo Com Referências traz à atenção mais detidamente o sentido do contato entre o lobo e o cordeiro, ao verter assim Isaías 11:6: “E o lobo, de fato, residirá por um tempo com o cordeiro.” (Grifo acrescentado.) O periódico “A Sentinela” (15/09/91, p. 31) explica sobre isso:

[…] a palavra hebraica traduzida “habitará” ou “morará” é gur. Segundo o lexicógrafo William Gesenius, ela significa “residir temporariamente, morar por um tempo, viver como se não estivesse em casa, i.e., como estranho, estrangeiro, convidado”. (A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament [Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento], traduzido por Edward Robinson) O léxico de F. Brown, S. Driver e C. Briggs dá o sentido de “residir temporariamente, morar por um tempo (definido ou indef[inido]), morar como recém-chegado . . . sem os direitos originais”.

[…]

[…] tais animais ainda poderão ter habitats distintos. Alguns animais são próprios de florestas, outros de planícies, ainda outros de regiões costeiras ou montanhosas. Mesmo na época do Paraíso original, Deus falou de ‘animais domésticos e animais selváticos’. (Gênesis 1:24) Os animais domésticos evidentemente eram aqueles que podiam comumente ficar perto de humanos e de suas habitações. O animal selvático, embora não feroz, pelo visto preferia residir distante do homem. Portanto, conforme prediz a profecia de Isaías, o lobo “residirá por um tempo com o cordeiro”, mas não ficará continuamente por perto de tais animais domésticos.

[Nota de rodapé:] A Bíblia do Centro Bíblico Católico verte Isaías 11:6 da seguinte maneira: “O lobo será hóspede do cordeiro.”

Alguns cristãos se perguntam: ‘Será que os animais domésticos também foram criados para deixarem de existir?’ Pelo fato de o pecado ter interrompido temporariamente o propósito de Deus para com a vida na Terra, não foi possível ver qual seria a relação entre os humanos perfeitos e os animais domésticos.

O fato é que hoje os animais domésticos, para alguns, se tornam tão íntimos como se fossem humanos, a exemplo da ilustração de Natã em 1 Samuel 12:3. Parecem tornar-se parte da personalidade de seus donos. Para os donos, tais animais tornam-se únicos, com uma identidade própria, insubstituíveis. Assim, tais pessoas entendem que, visto que irão viver para sempre no Paraíso terrestre, tais animais também deveriam assim viver. Para tais cristãos, a inexistência de tais animais tão queridos seria o mesmo que perder para sempre parte de sua própria personalidade.

Também, a entrada do pecado na humanidade introduziu novas relações: em lugar de Adão, que seria o pai da raça humana, Jesus tornou-se o “Pai eterno” dela. (Isaías 9:6) Passou a existir a esperança celestial. (1 Pedro 1:4) Poderia ocorrer que certos animais, por estarem intimamente ligados ao ser humano, ainda que presumivelmente tenham sido criados para morrer, possam receber vida infindável?

Outro ponto salientado por tais cristãos é que, no novo mundo de Deus, ‘não haverá mais tristeza’. (Apocalipse 21:4) Tais cristãos sabem o quanto dói perder um animalzinho de estimação! Raciocinam então que a ausência de tristeza no Paraíso incluiria não ter que perder tais criaturas tão queridas. Os que pensam de modo diferente arguem que hoje os sentimentos dos humanos estão desequilibrados e que, no Paraíso, os humanos não serão tão apegados assim aos animais, de modo que não sentirão quando esses morrerem. Por outro lado, os que se apegam tanto aos animais argumentam que, se assim for, os humanos perfeitos teriam menos sensibilidade aos animais dos que os humanos imperfeitos, e que isso não seria um progresso, e sim um atraso.

Enfim, a discussão é longa. E é claro que não queremos perder nada que faça ou se torne parte de nosso ser. Mas, o que podemos ter certeza é que nosso Deus é infinitamente amoroso, sábio e justo, e que ele fará tudo o que nos dará uma vida plena em todos os sentidos. De nossa situação atual, é impossível concebermos tudo o que Deus tem em reserva para seus amados servos. De fato, como exclamou Paulo: “Como são profundas as riquezas, a sabedoria e o conhecimento de Deus! Como são insondáveis os seus julgamentos, e impenetráveis os seus caminhos!” – Romanos 11:33.


Cachorro Agradece Por Ser Resgatado e Mulher Se Emociona

Fonte: https://portalamigocao.com.br/



Nota:


Referências:

Almeida Corrigida Fiel. Sociedade Bíblica do Brasil. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br/>

Bíblia online. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br>.

Doméstico. Origem da Palavra. Disponível em: <https://origemdapalavra.com.br/palavras/domestico/>.


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A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org













81 comentários:

  1. Um artigo bem redigido e que demonstra um ponto de vista equilibrado. Sinceramente, abriu minha mente para o tema. Me lembrei do Salmo 145:16

    "Tu [Jeová] abres a mão e satisfazes o desejo de todos os seres vivos". Quantas coisas boas Jeová tem guardado para nós!

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  2. Boa noite! Sou estudante das TJs e já me identifico como tal. Se me permite, vou expressar minha humilde opinião, para agregar com sua ótima pesquisa.

    Pode ser que às vezes não raciocinamos que a morte pode muito bem ser algo intrínseco a nossa condição atual de imperfeição, por isso talvez só consigamos enxergar as coisas sob essa perspectiva, algo que pode muito bem não combinar em nada com o Criador Jeová que é fonte de vida (Salmo 36:9), e quem a sustenta (Atos 17:28).
    Como você citou, os humanos podem se apegar tanto a um determinado animal, que o animal acaba fazendo parte da família (2 Samuel 12:1-3). Isso corrobora com um artigo publicado na revista científica Science. Onde os cientistas confirmaram que a morte de um animal pode ser tão dolorosa quanto à morte de um amigo ou parente. Isso porque ocorre liberação de ocitocina (hormônio do amor) tanto em nós quanto no nosso animal. Esse é o mesmo hormônio que é liberado pelos pais e seus filhos.

    Diante disso pergunto: qual seria o sentido de Jeová nos criar com tal complexidade, reconhecendo que pode haver estreitos laços de cumplicidade entre o homem e o animal para, após determinado tempo, acabar com essa fonte de alegria, e que vem seguida de dor e sofrimento, que é igual a perder um parente?

    Obviamente nem todos tem esse grau de sentimento para com um animal, como o homem citado por Natã. E nem todos arriscam suas vidas para salvar seus animais, como Davi arriscou sua vida para salvar sua ovelha (1 Samuel 17:34-36). Mas será que Jeová vai pegar essas pessoas como parâmetro e determinar que os animais continuem morrendo, já que tem pessoas que não sofrem? Parece que não. Por exemplo, existem pessoas que quando perde um parente na morte, da graças a Deus. Nem por isso Jeová vai pegar essa pessoa como referência e deixar os parentes de outras pessoas morrendo, ignorando seus sofrimentos e dores. Da mesma forma, Jeová não vai pegar como referência as pessoas que superam a morte de um animal com facilidade ou não se compadece, ignorando a dor dos outros. Na verdade, não podemos medir a dor das outras pessoas com a nossa própria régua.

    Quanto a 2 Pedro 2:12 estou de pleno acordo, pois é praticamente impossível ser aplicado num paraíso.

    Já Eclesiastes 3:21, de acordo com o contexto, Salomão diz que tanto homem e animal tem o mesmo espírito, pois tem a mesma fonte. Então quem garante que após a morte os humanos serão ressuscitados e os animais não? Quem é que sabe? Nem mesmo Salomão com sua grande sabedoria pôde responder, deixando essa possibilidade em aberto e nas mãos de Jeová.



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    1. Qualquer opinião AGORA é mera especulação. Lá saberemos e Jeová não deixará nada nos causar tristeza, sendo com morte de animais ou não.

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    2. Boa tarde Daniel!
      Na bíblia não existe nenhum indicativo de que animais morriam no paraíso perfeito. Mas tem vários falando que no futuro paraíso restaurado não haverá mortes. Isso não é especulação, é fato.

      Por exemplo, Apocalipse 20:14 diz: ‘A morte e a Sepultura foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo representa a segunda morte’.
      Veja que a morte e a sepultura deixarão de existir para sempre. Na morte, o homem simplesmente volta ao pó. E Sepultura, de acordo com o livro Perspicaz volume 3 página 576, se refere a ‘uma escavação na terra como lugar para enterrar os mortos’.
      E pra onde o animal vai quando morre???
      Eclesiastes 3:19, 20 diz que o animal vai para o mesmo lugar que o homem. Nós escavamos a terra e colocamos o animal e ele vira pó.

      Então é muito óbvio que ao acabar com a sepultura humana, automaticamente estará acabando com a do animal também, porque é o mesmo lugar de ambos, como disse Salomão.

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    3. Bom dia Senhores

      Acredito que existam sim indicativos ..
      1º Evidência:
      "E Jeová Deus passou a fazer vestes compridas de PELES para Adão e para a sua esposa, e a vesti-los." Gênesis 3:21

      No versículo, vimos que após o pecado de Adão e Eva, eles identificaram que estavam nus. Com isso, Jeová produziu um tipo de veste para eles feita de peles. Mas que tipo de peles? Tudo "indica" ser de animais mortos. Isso nos passa uma ideia básica de que na época, os animais morriam; igual à hoje.
      2º Evidência:
      “Façamos [o] homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança...“ – Gênesis 1:26

      Vimos aqui que o homem foi criado à “imagem de Deus“. Deus não morre, ou melhor, Jeová não morre. Jeová não criou o homem originalmente para morrer, como sabemos. Criou o homem para viver para sempre. Ele “Pôs até mesmo tempo indefinido no... coração“ do homem (Não dos animais) . Eclesiastes 3:11

      Mas já o caso dos animais é diferente. A bíblia em parte alguma diz que os animais foram criados a imagem de Deus nem que lhes foi colocado eternidade nos seus corações, então não tinham e nunca terão a perspectiva de viver para sempre.

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    4. Boa noite, Dennis!
      Em Gênesis 1:31 Jeová diz que tudo o que tinha feito era muito bom. Então, a morte de um animal no paraíso seria de alguma forma 'boa'. Daí Adão peca e o pior castigo que poderia receber é a morte, que Adão conhecia como boa. Animal morrer é bom, humano é mau. Sem coerência essa ideia.

      Dizer que o animal já estaria morto, também é uma suposição. A única certeza que temos é que o animal não poderia continuar vivo sem a pele.

      Mas veja que em Gênesis 3:7 diz que antes de Jeová fazer as vestes de pele, Adão e Eva costuraram folhas de figueira e cobriram sua nudez. Então, não haveria necessidade de outra roupa. Mas Jeová pode ter matado o animal por dois motivos: como o 'mau' só existia em potência, Adão e Eva tinham que vivenciar o que era mau na prática. Não por acaso ou coincidência, a primeira morte registrada na bíblia é somente após o pecado e de um animal. Biblicamente, esse foi o primeiro enfrentamento direto com a morte que eles tiveram.

      Outro motivo é que Jeová preparou um 'plano de salvação': Jeová sacrificaria Jesus. Jesus viria ao mundo para morrer e cobrir o pecado de Adão. Mas enquanto isso não acontecia, animais eram sacrificados para certo alívio de culpa (Lev 5:5-7) e derramar o sangue do animal é que fazia expiação (Lev 16:30 e 17:11). Por isso, logo após o pecado, o primeiro aninal foi sacrificado por Jeová. E parece que Abel enxergou isso e passou a fazer oferendas por iniciativa própria ou recebeu alguma orientação para continuar com os sacrifícios.

      Agora a morte e o mau que só existia em potência, passaram a existir em realidade após o pecado.

      CONTINUA...

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    5. CONTINUAÇÃO...

      Ser feito à imagem de Deus é a principal e única diferença entre humanos e animais. Mas isso não se trata de vida eterna.

      Veja a explicação na obra Perspicaz, volume 2 páginas 338 e 339: 'o homem é à imagem de Deus no sentido de ter sido criado com qualidades morais tais como as de Deus, a saber, amor e justiça. Possui também sabedoria acima daqueles dos animais, de modo que é capaz de apreciar as coisas de que Deus gosta e aprecia, tais como a beleza e as artes, a fala, o raciocínio e processos similares da mente e do coração, algo de que os animais são incapazes. Ademais, o homem é capaz de ter espiritualidade, conhecimento e comunicação com Deus'.

      Jeová tem imortalidade, e os humanos mesmo perfeito podem morrer.

      Abraços!

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  3. Quanto aos dinossauros, em resumo, a teoria mais aceita diz que os dinossauros apareceram há 230 milhões de anos e que foram extintos há 65 milhões de anos. E os poucos dinossauros que sobreviveram a essa grande extinção, evoluíram para as aves de hoje. E as outras formas de vida reapareceram nos oceanos com os peixes, que saíram das águas e evoluíram para répteis, e estes foram evoluindo até chegar aos primatas e por fim na raça humana. Percebe que essa teoria é completamente avessa a criação registrada em Gênesis?! Não é à toa que foi elaborada por pessoas que não acreditam na criação e muito menos em Deus.
    Para que um animal seja fossilizado, precisa ser sepultado ainda com vida. E o que poderia ter sepultado animais no planeta todo, não só dinossauros, mas todo tipo de animal e muita vegetação?!
    O renomado cientista Robert Gentry publicou vários estudos nos periódicos científicos mais importantes do mundo, como Nature e Science, afirmando que os dinossauros foram sepultados no dilúvio, juntamente com os outros animais e humanos. Seus estudos foram analisados por cientistas do mundo inteiro e não foi encontrada falha ou fraude, ainda está intacto.
    Em Gênesis 1:20-27,31 podemos notar, que todos os animais e o homem foram criados entre o quinto e sexto dia criativo, não diz que houve evolução ou extinção, todos os animais foram criados segundo as suas espécies e todos foram contemporâneos do homem.
    É por isso que Gênesis 2:19,20 diz que Jeová levou TODOS os animais até Adão para que lhe desse nomes. Se excluirmos os dinossauros, estaremos dizendo que Jeová mentiu ao dizer que levou todos os animais para Adão dar nome.
    Acreditar que os dinossauros morreram milhões de anos antes do homem, automaticamente está negando o relato de Gênesis e apoiando a teoria ateia da evolução.

    Quanto a Isaias 11:6-9, tenho uma pergunta importante: O que seria esse dano?
    O dano citado no texto, nada mais é que a MORTE. Seja a morte de um animal para servir de alimento ao outro. Ou uma cobra venenosa picar uma criança e ela morrer (OBS.: a picada de uma naja num adulto de 80kg pode ser fatal se ele não se tratar com muita urgência. Já em uma criança que ainda mama, que tem aproximadamente 3kg, portanto com o organismo menor e mais frágil, a morte é certa). Ou seja, quando diz que não haverá mais dano, quer dizer que não haverá mais mortes, nem de humanos e nem de animais. Se humanos e animais continuarem morrendo no futuro paraíso, os danos continuarão ocorrendo, contrariando a profecia de Isaías. E pensa no seguinte, vai acabar com a caça entre os animais para não morrerem e não haver dano, mas vai deixá-los morrer por doença ou por velhice? Que diferença faria? Não faz sentido não é mesmo?!

    Em conclusão, creio na possibilidade dos animais não morrerem a ainda ser possível a ressurreição de alguns. Não é um absurdo pensar dessa forma, e vai de encontro com a justiça e perfeição de Jeová.
    Abraços!

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  4. Deixarei uma reflexão a favor da coexistência eterna entre humanos e animais: DADO QUE O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO É UMA DETERIORAÇÃO GENERALIZADA DO SISTEMA BIOLÓGICO, ENTÃO COMO É POSSÍVEL PENSAR NA MORTE DOS ANIMAIS NO PARAÍSO SENDO QUE NO PARAÍSO A CRIAÇÃO TERRENA RETORNARÁ A PERFEIÇÃO BIOLÓGICA?

    Lembre-se: na velhice, o organismo humano, por exemplo, perde a capacidade de sintetizar colágeno, metilcobalamina, ph celular diminui, etc. É LÓGICO que o envelhecimento é a lei da é entropia atuando em sistemas biológicos - mas no paraíso tal lei, de alguma forma, não irá degenerar a vida.

    Portanto, com base nisso acima, se os animais vão morrer no paraíso, como pensa alguns, então Jeová falhou na criação original deles, em pleno Reino?

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    1. Não existe falha de Jeová. Ele pode simplesmente não querer que animais, que não "a sua imagem e semelhança" não vivam pra sempre. Humanos foram criados de um jeito, animais de outro. É uma suposição apenas, obviamente. Como bem frisou o artigo, qualquer opinião AGORA é mera especulação. No fim, Jeová é que decidirá esse assunto e a nós não foi revelado isso agora.

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    2. Sim. Porém, o argumento emocional vem pra responder isso. Seres humanos criam laços afetivos com animais, então por que Jeová permitiria isso ao mesmo que permite a morte do animal, gerando dor e tristeza?

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    3. Na nossa limitação imperfeita, esse argumento faz todo sentido. Mas estamos falando de um tempo onde vamos experimentar aquilo que apenas prevemos em pequena escala. O sábio e todo poderoso com certeza pode nos recriar de um jeito que não soframos. Mas tenho certeza de uma coisa: com os animais morrendo ou não, não haverá mais choro e nem tristeza. (Apoc 21:4) Aquele que "Faz com que venha a ser" com certeza se encarregará disso.

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    4. Além disso, a morte de animais no paraíso contradiz o texto bíblico. Leia os seguintes versículos: “Ele realmente tragará a morte para sempre, e o Soberano Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces.” — Isaías 25:8.
      “Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada.” — 1 Coríntios 15:26.
      “Enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte.” — Apocalipse 21:4.

      O processo que chamamos de "morte" não existirá no Novo Mundo, a Bíblia é clara quanto a isso. Portanto, é lógico concluir que os animais não podem morrer no paraíso, dado que isto seria uma clara violação da promessa de Jeová.

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    5. Oi Daniel, esse conceito de que não vamos sofrer por ser perfeitos, não está na bíblia.
      Jesus como homem perfeito ficou triste e chorou em algumas ocasiões.
      Por exemplo: chorou quando predisse o sítio e a desolação que Jerusalém sofreria (Lucas 19:37-44). Jesus chorou de tristeza e antecipadamente, mesmo sendo perfeito.
      Agora imagine-se paraíso e vendo um animal prestes a morrer de velhice ou agonizando com um câncer... mesmo que você não fique triste, vai ter gente que vai ficar.
      Imagine seu filho com fome, você vai acabar com a fome dele lhe dando algo para comer ou vai ensiná-lo a conviver com a fome? Então o que é mais lógico, Jeová vai nos ensinar a conviver com a dor ou vai acabar com as coisas que nos causam dor?

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    6. Então Daniel, a bíblia nos dá uma explicação mais satisfatória sobre isso. Veja que Apocalipse 21:4 diz que 'as coisas anteriores já passaram'. Essa frase está diretamente ligada à Isaías 65:17 que diz que 'as coisas ANTERIORES não serão lembradas e não voltarão ao coração'.
      Não é que vamos ter amnésia e muito menos perder as terminações nervosas e a capacidade de produzir lágrimas... mas é pq Deus cria novos céus e uma nova Terra. Ou seja, a Terra reformada será tão boa, que não teremos tempo de lembrar do passado, das coisas anteriores, elas não voltarão ao coração.
      Esse conceito de que saberemos lidar com a morte na perfeição, vai na contramão da bíblia.

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    7. Respeito o direito a ter suas opiniões. Mas discordo. Não há na bíblia indicativo de que animais tenham vida eterna, afinal, Jeová mostra que pra ele a vida humana é mais preciosa ao permitir consumir animais para alimento. Foi a homens que Jeová prometeu vida eterna através do resgate, e somente por se ter fé em Jesus é que se pode ter vida eterna. Animais não tem essa capacidade.

      Mas enfim, no paraíso saberemos sobre esse assunto. Uma coisa nós concordamos: não haverá tristeza.

      Espero que estejamos lá. Fique com Jeová. Abraço

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    8. Boa noite, Daniel!

      É muito normal haver divergências de ideias no meio de 7 milhões de TJs. Claro, desde que não sejam sobre as doutrinas centrais, que são inquestionáveis, absolutas e que dependem nossa salvação. Mas pormenores como estamos conversando, é natural e normal.

      Mas além das evidências já apresentadas, permita-me te mostrar mais uma...

      Sabemos que dentre outros motivos, a guarda do sábado servia para prefigurar o futuro descanso sabático (Heb 10:1 e Col 2:16, 17). Esse período se refere ao governo milenar de Jesus, onde trará muitas bênçãos para a humanidade (Apo 19:16; 20:6; Sal 2:6-8).

      Mas será que só os humanos serão beneficiados no futuro descanso sabático? Certemante que não. Pois quando Jeová ordenou que se descansasse no sábado, Ele não excluiu os animais dessa ordem (Deu 5:12-15). Este é um forte indício de que os animais também participarão das bênçãos que Jesus trará no futuro descanso sabático.

      Abraços!

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  5. Gostaria de mencionar um parágrafo de um artigo que li e que acredito seja crucial para esse tema:
    w15 1/3 p. 4 Deus colocou o primeiro homem, Adão, no jardim do Éden, um paraíso terrestre com muitos animais e bela vegetação. Lá havia árvores frutíferas das quais Adão podia comer à vontade. No entanto, Jeová Deus foi claro ao dizer que Adão não devia comer o fruto de certa árvore e que, se fizesse isso, morreria.
    Adão entendeu essa proibição? Ele sabia o que era a morte; ele via os animais morrerem. Se Adão tivesse sido criado para morrer um dia, o aviso de Deus não faria sentido. Em vez disso, Adão entendeu que, se obedecesse a Deus e não comesse daquela árvore, viveria para sempre — ele não morreria.

    O ponto em questão " ele (Adão) via os animais morrerem" ou seja mesmo já em condições paradisíacas os animais dentro do propósito de Jeová não gozavam de vida eterna, não creio
    que esse assunto se enquadre dentro dos parâmetros do Salmo 145:16 que enfatiza o desejo de toda coisa viva no tocante " provisões espirituais e materiais", que é o desejo natural de toda coisa viva

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    1. Boa tarde, Anônimo!
      Já tinha lido esse artigo... mas qual texto mostra que Adão via animais morrendo? Não tem!
      Nem sempre ver, significa entender. Quantas crenças sobre a morte existem, mesmo morrendo centenas ou milhares de pessoas todos os dias?!
      Jeová pode ter criado Adão e Eva sabendo o significado de morte, pois foram criados adultos com inteligência e entendimentos perfeitos, e não uma criança que teria que aprender, por isso dominavam um vocabulário altamente desenvolvido.
      Tanto que é verdade, que Adão conseguiu dar nomes significativos a todos os milhares de animais (Gênesis 2:19, 20).
      A verdade é que somos capazes de entender coisas, sem ver. Por exemplo: a ressurreição, que é o oposto da morte. Na morte a pessoa vira pó. E na ressurreição, quem virou pó volta a viver (Isaías 26:19). Alguém dos nossos dias já viu alguém sendo ressuscitado? É óbvio que não! E isso nos impede de entender o seu significado? Também não! Logo, se Adão e Eva embora perfeitos não entendessem o significado da morte sem ver, coerentemente, nós também não poderíamos entender o significado da ressurreição, ainda mais sendo imperfeitos. Contudo, entendemos sem ver!

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    2. O corpo governante das testemunhas de Jeová pensa o seguinte sobre o assunto:

      Lp83-A Vida Tem Objetivo

      16 Então, para que a vida terrena continue, precisa haver transformações na matéria orgânica e inorgânica. Os ciclos de nascimento e morte foram originalmente intencionados para toda coisa vivente na terra, com exceção da humanidade. Por que eximir a humanidade? Porque o homem foi feito à imagem e à semelhança de Deus. Apenas os humanos podem ser chamados “filhos” e “filhas” de Deus, não os animais. Não foi dos animais, mas sim do homem, que se disse que ‘a morte entrou por intermédio do pecado’. — Gênesis 1:27; Romanos 5:12.

      Gt76 8/9 parágrafo 9

      O Criador deu vida tanto aos humanos como aos animais. Mas, por quanto tempo deviam continuar a viver?

      Os cientistas relatam que os humanos parecem ter o potencial de vida interminável, de modo que os investigadores ficam perplexos quanto à razão por que morre o homem. A Bíblia fornece o motivo. Afirma que o Criador forneceu aos primeiros humanos, a oportunidade de viverem para sempre. A morte só veio porque se rebelaram. (Gên. 2:17; 3:17-19; Rom. 5:12) Que dizer, porém, dos animais? Não têm a capacidade de rebelar-se conscientemente contra Deus; todavia, vivem somente por certo tempo e então morrem. Assim, é claro que o Criador jamais propôs que os animais vivessem para sempre. Para eles, a morte era natural. — 2 Ped. 2:12.

      Por conseguinte, mesmo que a pessoa possa ficar muito apegada a um bichinho de estimação, é evidente que o homem não deve nutrir os mesmos sentimentos sobre a vida ou morte deste que teria quanto a outro humano. Aparentemente, porém, alguns nutrem.

      G5/6 parágrafos 7-9

      Ao dizer que a morte ‘entrou no mundo’, a Bíblia indica que a humanidade não foi originalmente criada para morrer. Para os humanos, a velhice e a morte são o resultado da rebeldia do primeiro homem contra Deus. Os animais, por outro lado, não foram criados para viver para sempre. — Gênesis 3:21; 4:4; 9:3, 4.

      As pessoas foram criadas para ser diferentes dos animais. Em comparação a eles, somos uma forma de vida superior, assim como os anjos são superiores aos humanos. (Hebreus 2:7) Diferentemente dos animais, o homem foi feito “à imagem de Deus”. (Gênesis 1:27) Também, em contraste com os animais, a Bíblia chama Adão de “filho de Deus”. (Lucas 3:38) Assim, temos sólidas razões para acreditar que o homem não foi feito para envelhecer e morrer. Deus não morre, nem criou seus filhos para morrer. — Habacuque 1:12; Romanos 8:20, 21.

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    3. Creio que seja claro o erro do Escravo nesse (antigo) livreto. Nesse mesmo livro, o Escravo escreve que os fósseis dos animais mostram que os animais morrem desde o Éden, sendo que todos os fósseis são do período pós-diluviano. Além disso, Adão e Eva não precisavam ver a morte de um ser vivo ocorrendo para compreenderem o que é morte. Morte em hebraico é transliterado muwth (תִּמוּתָה), que significa inexistência. Morte, em todas as línguas, significa inexistência. Por que Adão e Eva não entenderiam o significado de uma palavra tão simples?

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    4. Vykthor, tome cuidado ao defender seus conceitos deixando a modéstia e a humildade de lado.
      voce disse: "sendo que todos os fósseis são do período pós-diluviano"; qual o tempo estimado da existência do homem? Qual a origem do petroleo, e o tempo necessário nas ocndiçoes certas para forma-lo? Os esqueletos de 'dinossauros' não datam um periodo muito maior da especulada epoca da criação do homem?
      Um coisa é certa: para haver vida (organica), a morte é necessaria. OU no paraiso a lei da fisica de que 'nada se cria, tudo se transforma' deixará de vigorar? A vegetaçãos do solo terá fonte infinita de matéria pra produzir alimento para toda forma de vida?
      Pra mim, alçar a tristeza de perder um ente querido a mesma de perder um pet é ilogico. Porem, como eu disse, PRA MIM. Tenho meus pet's, mas "cada um no seu quadrado."

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    5. CONTINUAÇÃO...

      Quanto a dor de perder um animal é a mesma que perder um amigo ou parente. Isso foi confirmado no periódico científico Science. Os cientistas descobriram que ocorre liberação de ocitocina (hormônio do amor) tanto em nós quanto no animal. Esse é o mesmo hormônio liberado pelos pais e seus filhos.

      Óbvio que nem todos tem esse grau de amor pelo animal, assim como nem todos amam seus parentes. Tem gente que morre e seus parentes dão graças à Deus.

      A verdade é que não podemos medir o amor das pessoas pelos animais com nossa própria régua.

      Abraços!

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  6. Poderá ocorrer tab que a pessoa que tenha uma animal domestico que goste muito, Jeová poderá dar ao animal vida continua seletiva, não deixando que ele morra por tempo indefinido!

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  7. Caro Wagner Miller

    O que ressaltei é que existe uma matéria em nossa biblioteca no tocante " os animais já morriam desde os dias de Adão" , agora entrelinhas a bíblia lança luz que os animais já morriam , ou melhor não foram feitos para viverem para sempre? Sim,como explicou a Despertai! 5/06 p. 8 "Os animais, por outro lado, não foram criados para viver para sempre. — Gênesis 3:21; 4:4; 9:3, 4." A pergunta que faço é: Quando os animais começaram a morrer? Como supracitado na " w15 1/3 p. 4 ..ele via os animais morrerem" isso é o que matéria explica, não quero ocupar o lugar do Cristo e dizer que o Escravo se equivocou nesse ponto, nem tenho esse direito estão num posição que só o Cristo pode fazê-lo. Você diz : "Jeová pode ter criado Adão e Eva sabendo o significado de morte " embora expresse sua opinião e não esteja em nenhum texto da bíblia eu concordo, pois ora , a ordem expressa dada a Adão Gênesis 2:17 falava sobre algo ser bom, mau e por fim levar a morte, comer o fruto = algo mau = a morte, logicamente avaliando a justiça de Deus nesse ponto julgar e sentenciar alguém sem que tenha entendido as suas consequências, é óbvio que Adão sabia o que era morte, até o Diabo sabia o que era morte ele mesmo tocou no assunto dizendo a Eva que ela não morreria, mas o argumento adicional que fortalece essa ideia de saber e entender creio que seja essa publicada pelo escravo.

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    1. Boa noite novamente, Anônimo!

      Certa vez um ancião comentou num estudo de A Sentinela sobre essa crença de que Adão teria que ver animais morrendo para saber o que era morte. Mas que na verdade Adão só viu a primeira morte na prática após o pecado Gênesis 3:21 citado na revista. Ao final da reunião fui ao encontro dele e disse que nunca vi um animal morto porque meu pai não deixava (hoje em dia já vi) e que nunca tinha ido num enterro de amigo ou parente. Mas sempre soube que morte é inexistência. Curiosamente eu entendia, mas Adão perfeito e completo teria que ver.
      Você disse que não seria justo Jeová julgar e sentenciar alguém sem que ele entendesse as consequências... estou de pleno acordo.
      Então, já que em nenhuma parte da bíblia, mostra Jeová explicando para Adão e Eva o significado da morte, logo eles tinham que ver animais morrendo pra entender. Será? Não necessariamente.
      O fato de não ter sido registrado uma suposta explicação sobre morte da parte de Jeová a Adão, não significa em nada que Jeová não tenha feito ou que eles mesmos não soubessem. A bíblia não precisa registrar tudo. Um raciocínio similar seria com respeito ao fato de a serpente falar acerca de 'bom' e 'mau': poIs não existia mau no paraíso, a que eles pudessem ter como referência. No entanto, Satanás falou a Eva acerca de mau, sem que a bíblia precisasse fazer maiores explicações. A questão é que não se deve encarar a bíblia como um livro que precise detalhar tudo o que se passou no Éden, pois um livro é, antes de tudo, feito para o leitor, com as informações necessárias para que entendamos o contexto. Por isso não há qualquer necessidade de explicação acerca do que é mau, por exemplo, visto que o leitor já sabe do que a palavra 'mau' se trata. Jeová pode muito bem ter dado explicações a eles sobre o que significava morrer, sem que para isso tenha criado animais para esse fim.
      CONTINUA...

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    2. CONTINUAÇÃO...

      Vamos assumir que os animais morriam no paraíso. Ao final da criação, Jeová diz que viu tudo o que tinha feito, e TUDO era muito BOM (Gênesis 1:31). Então a morte dos animais era de alguma forma 'boa'. Daí os humanos pecam e Jeová os puni com a morte, que era boa até então.

      Como a morte pode ser algo bom e natural para os animais e, ao mesmo tempo ser o pior castigo que o ser humano pode receber? Animal morrer é bom, humano morrer é ruim.
      Sinceramente, não consigo ver lógica nessa ideia (Romanos 12:1).

      O câncer, nanismo, albinismo, síndrome de Down, cegueira, surdez, nascer deformados, velhice, para citar alguns, são tudo consequências do pecado que afeta os humanos. Só que os animais sofrem as mesmas coisas, I G U A L Z I N H O, não escapa um. Até mesmo comportamental, como o homossexualismo que foi observado em mais de 1.500 espécies e documentado em 500.

      Será que eles herdaram o pecado ou já acontecia tudo isso com eles no paraíso perfeito onde tudo era muito bom?

      Alguns dizem que o homossexualismo é natural para os animais (tanto hoje quanto no paraíso) visto que não sabem o que estão fazendo. Mas como pode Jeová criar e permitir que animais firam sua santidade no paraíso?! Sério, essa possibilidade é impossível. E a bíblia não nos deixa desprovidos de argumentos contra essa falsa ideia.
      Por exemplo, em Mateus 19:3-6 Jesus disse que no princípio Deus criou homem e mulher, citando Gênesis 1:27 e 2:24. Do mesmo modo Gênesis 2:20 mostra que os animais também tinham sua ajudadora. Por isso a mesma ordem para animais e humanos se reproduzirem, algo que seria impossível para homossexuais (Gênesis 1:22 e 1:28).

      A existência desse comportamento homossexual entre os animais, apenas ratifica sobre os efeitos que o pecado tem sobre toda a criação junta (Romanos 8:22). E a morte é a pior delas.

      Abraços!

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  8. Prezado Daniel:

    O texto de 2 Pedro 2:12, citado nessa publicação que você mencionou (Gt 76 8/9, parágrafo 9), foi bem considerado pelo artigo acima do apologista, e parece não ter o sentido colocado nessa publicação que você citou.

    Outra coisa: mesmo que supostamente os animais não tenham sido criados para viver para sempre, o artigo acima do apologista mostrou que coisas que não havia originalmente no propósito de Deus vieram a existir depois.

    Por isso, eu fico com o que disse o apologista: “… afirmar que algo irá ou não irá acontecer no futuro eterno parece ser arriscado. Afinal, não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade, quando ele não deixa claro em sua Palavra escrita isso.”

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    1. Concordo com a conclusão do apologista. Entretanto, quis mostrar qual é a posição oficial da organização. Inclusive, o pensamento ainda não mudou e esse congresso de 2019 deixa claro isso. É uma posição em que eu concordo.

      Mas se no futuro o criador mudar meus pensamentos, ótimo. Vai ser bons viver com meus bichinhos de estimação eternamente tbm kkk. Como eu disse em outros comentários, afirmar algo hoje é especulação. Minha especulação e da organização é que eles não tem ou terão vida eterna. Se tivermos certos ou errados, não fará diferença.

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  9. Dennis, você disse que os animais “nunca terão a perspectiva de viver para sempre”.

    Parece que você não leu direito ou não considerou seriamente o artigo acima do apologista.

    Afinal, o artigo mostrou que coisas que também não estavam no propósito de Deus vieram a acontecer depois. Ex.: humanos irem para o céu. Deus não deu essa perspectiva a Adão e Eva, nem disse que os descendentes deles teriam essa perspectiva. Então, usando a sua afirmação, naquele tempo se poderia dizer que ‘nunca os humanos teriam a perspectiva de viver no céu’. Mas essa esperança veio a existir.

    Também, na criação da Terra, Deus fez com que grande parte das águas ficasse “acima da vastidão”. (Gênesis 1:6-8) Nada indica que Deus tinha o propósito de algum dia fazer essas águas caírem para a Terra. Mas, devido aos acontecimentos relatados em Gênesis capítulo 6, Deus produziu o Dilúvio, trazendo tais águas para baixo.

    Do ponto de vista de antes de isso ter sido anunciado por Deus, também se poderia dizer que “nunca as águas suspensas na expansão irão vir para baixo”, mas elas vieram para baixo.

    Por isso, acho que é mais humilde adotarmos a posição equilibrada do apologista, que disse que “não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade”.

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    1. Prezado anônimo

      O texto de Eclesiastes 3:11 nos diz: Ele fez tudo belo a seu tempo. Pôs até mesmo eternidade no coração deles; no entanto, a humanidade nunca compreenderá plenamente o trabalho do verdadeiro Deus.

      Quem gostaria de morrer? Em circunstâncias normais, a maioria das pessoas diria que não, ora o próprio texto diz que ele (Jeová) "pôs eternidade no coração deles", ou seja o desejo de viver para sempre em nós (seres humanos) é natural, isso já não ocorre com os animais, de toda forma você está correto no seu questionamento não tenho o direito de dizer " nunca terão ", afinal Jeováé quem decide como as coisas que ele criou devem funcionar,por isso substituo a frase pela "Não tem perspectivas" .

      Agora sobre as coisas que não estavam no propósito de Deus lemos a seguinte declaração em nossas publicações:

      *** w10 1/2 p. 5 Como é o céu? ***
      O homem foi criado para viver eternamente na Terra, e esse propósito de Deus ainda se cumprirá.

      Não resta dúvidas que Jeová cumprirá esse propósito, veja a menção oportuna em nossas publicações:

      *** pe cap. 14 p. 126 par. 19 Quem vai para o céu, e por quê? ***
      Jeová Deus não mudou de propósito para com a terra e a humanidade nela após Adão ter iniciado a raça humana no caminho do pecado e da morte. Se Deus tivesse feito isso, teria significado que não era capaz de cumprir seu propósito original. Desde o começo seu propósito era ter um paraíso global cheio de pessoas felizes e sadias, e este propósito ainda está de pé. A única coisa nova que Deus introduziu foi seu arranjo dum novo governo para cumprir seu propósito. Conforme vimos, seu Filho, Jesus Cristo, é o principal governante neste governo, e 144.000 pessoas serão tomadas dentre a humanidade para governar no céu com ele. — Revelação 7:4.

      *** w10 15/4 pp. 7-8 pars. 1-2 O papel do espírito santo no cumprimento do propósito de Jeová ***
      Plano pode ser comparado a traçar um caminho detalhado, ao passo que propósito pode significar ter um objetivo mas não necessariamente um modo específico de alcançá-lo.
      2 Quanto a realizar a sua vontade, Jeová não tem um plano fixo, mas sim um propósito que se realiza gradativamente. (Efé. 3:11) Esse propósito diz respeito ao que Deus no início intencionava para a humanidade e a Terra, ou seja, que este globo se tornasse um paraíso, onde humanos perfeitos vivessem em paz e felicidade para sempre. (Gên. 1:28) Quando Adão e Eva pecaram, Jeová cuidou da situação e tomou medidas para garantir o cumprimento de seu propósito. (Leia Gênesis 3:15.) Ele determinou que sua mulher simbólica produzisse um “descendente”, ou Filho, que por fim destruiria o instigador, Satanás, e desfaria todo o mal que este causasse. — Heb. 2:14; 1 João 3:8.

      Você diz diz "Então, usando a sua afirmação, naquele tempo se poderia dizer que ‘nunca os humanos teriam a perspectiva de viver no céu’. Mas essa esperança veio a existir. " Eu diria os seguinte usando mais uma de nossas matérias publicadas :

      *** kr cap. 3 p. 32 par. 3 Jeová revela seu propósito ***
      O Reino messiânico não fazia parte do propósito original de Jeová. Por que não? Porque Jeová não predestinou o rumo da história humana; afinal, ele criou os humanos com livre-arbítrio. Ele informou a Adão e Eva seu propósito para a humanidade quando disse: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a.” (Gên. 1:28) Jeová exigiu também que eles respeitassem os padrões divinos do que é bom e do que é mau. (Gên. 2:16, 17) Adão e Eva poderiam ter escolhido permanecer leais. Se eles e seus descendentes tivessem feito isso, não precisaríamos do Reino às mãos de Jesus para cumprir o propósito de Deus. Nosso planeta hoje estaria repleto de pessoas perfeitas, todas adorando a Jeová.


      Abraços

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  10. É de fato um assunto polêmico esse. Eu mesmo criou duas gatas, sendo uma delas bem pequena. Impossível não se encantar com um bichinho tão lindo. Ainda assim, sei que não devo me debruçar sobre os meus sentimentos a fim de tirar conclusões sobre o propósito de Jeová sobre a Terra e os animais. Tenho que me apegar a Palavra de Deus. Afinal, e Ele quem decide.
    Embora não devamos ser dogmático (afinal, o propósito de Jeová é progressivo, e vai se desenrolando conforme o tempo passa) hoje, a luz do que está escrito na Palavra de Deus, e das conclusões do “escravo fiel” não vejo motivo para concluir que os animais algum dia terão vida eterna.

    Considere:
    1. O relato da criação em Gênesis não apresenta os animais com tendo recebido vida eterna. São os humanos que são agraciados com a vida eterna. Em que parte das escrituras declara-se que os animais tenham cometido pecado? Em que parte da Bíblia diz que os animais precisaram de algum sacrifício pelos pecados? Não teria isso sido mencionado nas Escrituras se tivesse acontecido?

    2. Deus considera a vida humana superior a dos animais:
    Deus instituiu a Lei, que prescrevia sacrifícios de animais para expiação de pecados. Se Jeová tivesse o propósito de dar vida eterna aos animais, teria ele permitido que os mesmos fossem oferecidos como sacrifício pelos humanos? Veja que no caso de humanos oferecidos como sacrifício é algo detestável para Jeová. (Jeremias 7:31)
    Jeová até mesmo deu os animais como alimento para os humanos. (Gên 9:3)
    Embora Jeová tenham instruído Noé a salvar os animais, muitos deles morreram no Dilúvio. Teriam esses cometido algum pecado? E os que foram salvos por Noé, seriam eles considerados justos? Certamente que não. Os animais não foram feitos a imagem de Deus capazes de refletir as qualidades de seu Criador. (Gên 1:26) Também não receberam o livre arbítrio, para que Jeová os julgasse e declarassem, quer justos quer injustos. (Gên 2:16, 17) Também não são capazes de desenvolver espiritualidade. (Mt 5:3) Acredito que ninguém tenha visto qualquer dos animais lendo a Bíblia, orando ou indo a um culto religioso. Assim, entendo que, SE NÃO FORAM FEITOS PARA TER ESPIRITUALIDADE, PROVAVELMENTE NÃO SERÃO AGRACIADOS COM VIDA ETERNA.
    Ou seja, do ponto de vista de Jeová os humanos e os animais não são iguais. Claramente a vida humana é considerada superior pelo nosso Criador. Os humanos são a principal criação aqui na Terra. Todas as outras criações terrestres foram feitas para os humanos. (Sal 115:16) Eles deveriam ser guardiões deste planeta e tudo nele. (Gên 1:26; 2:15)
    Cristo morreu para resgatar humanos. (João 3:16) Ademais a Bíblia declara inequivocamente, que são humanos e não os animais, que viverão para sempre. (Sal 37:29)

    3. Escravo fiel e prudente: Esse é outro fator a levar em conta. Devemos reconhecer que é através do escravo fiel que Jeová nos faz entender corretamente sua Palavra e seus propósitos. (Mt 24:45-47) O escravo declara de forma clara que os animais não foram criados para ter vida eterna. (g76 8/9 9) Tal entendimento parece não ter mudado com o passar dos anos. (g 5/06 8; g04 22/2 6, 9)

    Conclusão:
    É verdade que talvez não tenhamos resposta atualmente, para todos os questionamentos levantados pelos leitores, sobre o assunto em questão. Mas não termos ainda todas as respostas, não é em si uma prova de que os animais terão vida eterna. Estamos certos de que, não importa o que Jeová tenha reservado para os animais no Paraíso, será justo e amoroso. Todos os humanos terão por fim alcançado a plena felicidade. Nesse tempo, nada nos trará tristeza. Nada nos fará chorar. – Apc 21:4.

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    1. 1• O relato da criação não diz muita coisa. De tal forma você faz suposições sobre incertezas, contradizendo sua própria introdução.
      2• Você está confundindo as coisas. O máximo que se conclue da informação bíblica é que os animais não possuem esperança de vida eterna, dado que Jesus morreu apenas por humanos. Se seu objetivo é usar a inferioridade dos animais perante homens como sinal de que os animais morrerão no Novo Mundo, você falhou. Leia os seguintes textos: “Ele realmente tragará a morte para sempre, e o Soberano Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces.” — Isaías 25:8.
      “Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada.” — 1 Coríntios 15:26.
      “Enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte.” — Apocalipse 21:4. O processo que chamamos de "morte" não existirá no Novo Mundo, a Bíblia é clara quanto a isso. Portanto, é lógico concluir que os animais não podem morrer no paraíso, dado que isto seria uma clara violação da promessa do Jeová. E lembre-se: os versículos se referem a morte adãmica, e, apesar de não terem pecado, os animais morrem devido ao pecado. (Romanos 8:22)
      3• O escravo fez apenas uma suposição em cima da incerteza no livro referenciado por você. Como já ocorreu algumas vezes, o escravo pura e simplesmente errou. É necessário uma nova publicação do escravo para atualizar o entendimento e esclarecer dúvidas.

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  11. Diante dos fatos NATURAIS observáveis eu creio que a morte sempre fez parte da natureza das coisas FÍSICAS criadas, a MATÉRIA em si.
    EXEMPLO: ATÉ AS ESTRELAS TEM SEU CICLO DE NASCIMENTO...VIDA....E MORTE!
    As estrelas que Jeová criou não estão sujeitas à interferência do pecado de Adão, mas mesmo assim, TODA ESTRELA está destinada a seguir rumo à morte, quando todo seu combustível se esgota e ela explode...
    Sendo assim, existe total base e contexto para se crer que os animais no Éden morriam sim!
    E onde está o ponto crucial nesta minha teoria ?
    Simples: fica mais evidente assim que Adão tinha total capacidade de perceber o PRIVILÉGIO, A INCOMPARÁVEL BÊNÇÃO, que JEOVÁ estava a oferecer a ele em troca de sua FIDELIDADE CONSCIENTE AO CRIADOR!
    Quando o Criador oferece ao homem a recompensa de viver ETERNAMENTE, Adão, diante do contexto NATURAL que ele conhecia, poderia MUITO bem avaliar como um benefício incalculável, pois ele poderia fazer a comparação entre a vida dele e a vida dos animais. Adão poderia perceber o grau superior de privilégio que Jeová estava dando à humanidade, nos dando um benefício que fugia totalmente do destino NATURAL das coisas vivas materiais! O homem tinha, assim, plena noção de que sua vida ser ETERNA só era possível por se tratar de algo SOBRENATURAL concedido pelo CRIADOR de forma condicional, estando atrelada à OBEDIÊNCIA.
    O fato de, mesmo antes do pecado, já existir o ciclo NATURAL DE NASCIMENTO E MORTE sobre os animais e sobre as árvores e outras plantas, faria com que Adão, estando ciente deste fato, pudesse fazer uma escolha MUITO bem consciente do grau de BONDADE, AMOR E PODER do Criador por aquela criação única, o Ser Humano, pois Adão estaria ciente de que só os humanos estavam recebendo do Criador esta exceção à regra NATURAL. Caso ESCOLHESSE pela desobediência o homem também estava ciente de que ele estaria se igualando no mesmo nível NATURAL destinado aos outros animais e aos vegetais: a morte, o fim da existência.

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    1. Concordo com cada palavra sua Silva Vagner e do Anônimo citado logo acima, mas gostaria de acrescentar o seguinte sobre alguns textos mencionados nos comentários anteriores sobre a morte (Isaías 25:8; 1 Coríntios 15:26, Apocalipse 21:4) qual morte deixará de existir? Parece ser taxativo dizer que morte é morte, mas consideremos alguns pontos já publicados em nossas publicações:

      *** it-3 p. 30 Morte ***
      Todavia, a morte dos animais, como processo natural, evidentemente já vigorava, visto que eles são deixados completamente fora da apresentação bíblica da introdução da morte na família humana. (Veja 2Pe 2:12.) Nesse artigo do escravo fica claro que a morte dos animais não é mesma coisa que a morte mencionada nos textos temáticos ao novo mundo, por que dizemos isso? Veja o este comentário em nossas publicações :

      *** w06 15/8 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
      Não haverá mais morte” no sentido completo quando a humanidade tiver alcançado a perfeição como resultado da aplicação plena do mérito do sacrifício de Cristo. — Revelação 21:3, 4. Portanto, a morte mencionada nos textos citados acima é a morte adâmica, que será cancelada pelo resgate de Cristo. (Romanos 5:12-21) Não se pode afirmar que nenhum humano jamais rejeitará a Deus, como no caso de Adão.

      Este artigo está considerando depois da prova final do milênio, e se alguém se rebelar mesmo depois de ter passado pela prova final ? O Artigo respondeu :

      *** w06 15/8 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
      O que aconteceria com uma pessoa que escolhesse rebelar-se depois da prova final, quando a morte e o Hades não existirem mais? Naquele tempo, a morte adâmica não existirá mais. E o Hades, a sepultura comum da humanidade que tem a esperança de ressurreição, também não existirá mais. Mesmo assim, Jeová poderia aniquilar qualquer rebelde no lago de fogo, negando-lhe qualquer esperança de ressurreição. Essa morte seria semelhante à que sofreram Adão e Eva, não à morte que os humanos herdaram de Adão.

      Creio que essas colocações do escravo posiciona bem o pensamento morte x animais x humanos

      E um outro fator curioso, não para debate somente para reflexão : Se estamos considerando o apego do indivíduo por animais de estimação e que essa perda que causa dor pode ser amenizada com um novo animal que viverá para sempre, então vamos supor que meu tio que professa ser ungido apaixonado por cachorro vai ter que ter um animalzinho no céu para amenizar sua perda?



      Abraços




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    2. Seu argumento não faz sentido! Os animais morrem devido a morte adãmica. Não há nada que indique que os animais morriam antes do pecado. Quanto a sua pergunta final, ela falha. Animais não podem ir ao céu, mas naturalmente vivem na terra.

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  12. À todos os irmãos que estão participando aqui do debate...

    Boa tarde!
    Antigamente o C.G. era muito aberto ao debate de ideias. Era possível até mesmo que irmãos ao redor do mundo escrevessem artigos expressando suas opiniões pessoais sobre um assunto específico e o artigo era publicado pela organização na revista The Golden Age. Hoje em dia isso é impossível, pois os apóstatas se infiltraram nesse meio de comunicação.
    E no primeiro século o apóstolo Paulo elogiou a reação que os bereanos tiveram ao que ele ensinava. Eles NÃO ACEITARAM logo como verdade o que Paulo dizia, mas ouviram de modo respeitoso, e foram pesquisar para ver se estava certo (Atos 17:10-12).

    Então proponho abrir uma linha de raciocínio para ver se o pensamento do C.G. faz pleno sentido...

    Creio que os animais não morriam no paraíso e nem morrerão no futuro... então abrirei uma linha de raciocínio com uma pergunta e, fiquem à vontade para responderem. Após encerrar essa linha de raciocínio, os irmãos abrem outra, ok?

    Pergunto: seria possível um animal nascer no paraíso cego ou surdo ou aleijado, etc? Jeová criaria animais defeituosos? Explique.
    (tenham em mente duas coisas: 1º isso acontece hoje devido a falha dos cromossomos ou defeito genético. 2º leiam Deuteronômio 32:4)

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  13. Sobre o seguinte raciocínio expresso por VYKTHOR:

    “E lembre-se: os versículos se referem a morte adãmica, e, apesar de não terem pecado, os animais morrem devido ao pecado. (Romanos 8:22)”

    Parece bem evidente à luz das Escrituras que tal pensamento acima é falho. Pense: Se os animais são pecadores, por que isso não foi declarado em nenhum versículo bíblico?
    Em Romanos 5:12 diz: “É por isso que, assim como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo, e a morte por meio do pecado, e desse modo a morte se espalhou por toda a humanidade, porque todos haviam pecado . . .”

    Este texto diz de forma clara, direta e inequívoca que o pecado de Adão foi transmitido para seus filhos, e “a morte se espalhou para TODA A HUMANIDADE”, não para os animais. Os animais não são descendentes de Adão.

    “... apesar de não terem pecado, os animais morrem devido ao pecado.”
    Que declaração contraditória em VYCTHOR. Se “os animais morrem devido ao pecado” significa que eles também precisam de um resgate. Pergunto a você qual foi o sacrifício que Deus proveu para resgatar os animais do pecado e da morte? Onde está isso declarado na Bíblia Sagrada?

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    1. Boa tarde, Anônimo!

      Existem dois tipos de pecados: o herdado (que o VYCTHOR se refere) e por violar uma lei ou ordem. Pelo visto, os animais HERDARAM o pecado cometido por Adão, pois eles estavam sujeitos à Adão. Por exemplo: estamos sujeitos ao governo, se ele fizer escolhas ruins, nós vamos sofrer as consequências. Apesar de os animais não serem descendentes de Adão, eles estavam sujeitos à escolha dele.

      Então o que o VYCTHOR quis dizer é: apesar de os animais não terem cometido um pecado (uma violação da ordem ou lei), eles têm o pecado HERDADO.

      Por isso repito uma pergunta muito pertinente: Por que os animais nascem cegos ou surdos, se isso é um defeito genético? Jeová criou animais defeituosos no paraíso? (Deuteronômio 32:4)

      OBS.: não vão achar resposta nas nossas publicações. Essa pergunta é para fazer pensar com a própria cabeça. Usando sempre o raciocínio lógico (Romanos 12:1).

      Abraços!

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    2. Exatamente! Iria responder isto mas me faltou paciência. Concordo que a indagação dele é legítima, porém falha. Fenômenos como doenças genéticas e comportamentos homossexuais em animais provam que estes sofreram com o pecado (conforme indica Romanos 8:22)

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  14. Os animais NÃO foram condenados à morte por causa do pecado de Adão. A morte sempre foi algo NATURAL para os animais, mesmo antes de Adão pecar.
    Só o homem é quem recebeu de Jeová a expectativa de NÃO MORRER, como os animais.
    A morte ADÂMICA só atingiu os humanos.

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    1. Boa noite, Silva Vagner! Tudo bem?

      Vamos seguir esse entendimento de que os animais não herdaram o pecado e a morte. Então no paraíso eles já nasceriam cegos (ou outras deficiências), ficavam doentes (como câncer) e morriam.

      O próprio Criador disse que tudo era muito bom em Gênesis 1:31. Logo, animais nascerem deficientes, ficarem doentes e morrerem era de alguma forma BOA (visto que não existia o mau). Além disso, Adão e Eva aprenderam que isso tudo era bom (não temos como contrariar a palavra de Jeová).

      Em seguida, Adão e Eva pecam. A pior punição que eles poderiam receber era A MORTE.

      PERGUNTO: Como punir Adão e Eva com a morte, se eles conheciam a morte como algo bom? Como a morte pode ser bom e natural para os animais e, ao mesmo tempo ser o pior castigo que o ser humano poderia receber?

      Veja, cachorro ficar doente é bom, humano é ruim. Animal morrer é bom, humano é ruim.

      Com toda sua sinceridade, isso faz sentido?

      Se puder me esclarecer, ficarei grato! Abraços!

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    2. Wagner Miller, o escravo comentando sobre como era possível Adão pecar se era perfeito, respondeu:

      "Foi possível Adão pecar porque Deus o criou com livre-arbítrio. Esse dom não contradiz de maneira alguma o fato de que Adão era perfeito. Na verdade, somente Deus é perfeito em sentido absoluto. (Deuteronômio 32:3, 4; Salmo 18:30; Marcos 10:18) A perfeição em qualquer outra pessoa ou coisa é limitada. Por exemplo, uma faca pode ser perfeita para cortar carne, mas você a usaria para tomar sopa? Uma coisa é perfeita apenas em relação ao propósito para o qual ela foi projetada.

      Então, para que propósito Deus criou Adão? O objetivo dele era produzir, por meio de Adão, uma raça de pessoas inteligentes dotadas de livre-arbítrio. Os que desejassem cultivar amor a Deus e aos Seus modos de agir mostrariam isso por escolher obedecer às Suas leis. Portanto, a obediência não foi programada nas faculdades intelectuais do homem, mas viria voluntariamente do coração. (Deuteronômio 10:12, 13; 30:19, 20) Assim, se Adão não tivesse a capacidade de escolher desobedecer, ele teria sido incompleto — imperfeito." (W08 1/10 p.27)

      Gostaria de refrisar essa fala do escravo:

      "Uma coisa é perfeita apenas em relação ao propósito para o qual ela foi projetada."

      A pergunta é: os animais foram projetados para serem "a imagem e semelhança de Deus" e assim terem o dom da vida eterna? A resposta bíblica já analisada mostra que não.

      Então os animais morrerem no paraíso poderia ser perfeitamente natural e algo "bom" pra Jeová, visto que cumpriu o propósito de sua palavra para qual foi enviada. (Is 55:11)

      Veja que era algo "bom" pra Jeová, embora temporário, o sacrifício, consequentemente, a morte de animais para expiação de pecados. Como poderia essas mortes de animais serem boas? Ora, poderia pq ela cumpria um objetivo de Deus.

      Esse "bom", conforme nós bem entendemos na bíblia, significa o direito que JEOVÁ tem de decidir o que é certo ou errado, em todos os sentidos.

      Se pra Jeová é moralmente correto que animais morram, e homens não, visto o propósito diferenciado pra ambos, não estaríamos nós fazendo igual a Adão e colocando nossos próprios padrões acima dos de Jeová e decidindo o que é bom o que não é?

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    3. Boa noite, Daniel!

      Primeiramente gostaria de agradecer por ter raciocinado de forma coerente em cima do argumento que propus, obrigado! Mas permita-me fazer algumas ponderações.

      "Uma coisa é perfeita apenas em relação ao propósito para o qual foi projetada." Isso não pode ser usado como padrão pra tudo (pois não é absoluto), nem mesmo para a faca. Veja: a faca pode ser perfeita para matar alguém, sendo que não foi projetada para isso.

      Com todo respeito, vejo esse exemplo como uma tentativa de dar ambiguidade a palavra 'BOM'. Nós excluímos a palavra 'MAU' do dicionário (e da bíblia) e a palavra 'BOM' passa a significar as duas.

      Atente para o perigo desse conceito: "o sacrifício de animais era algo 'bom' para Jeová".

      Porém a bíblia não nos deixa desprovidos de argumentos contra essa falsa ideia. Por exemplo, em Hebreus 10:8 diz: "não quiseste nem aprovaste sacrifícios" ["nem deles te agradaste", NVI].

      Jeová não se agradava do sacrifício (morte) em si. Mas permitiu porque se agradava da motivação de quem oferecia (Hebreus 11:4). Como achar algo bom, se algo o desagradava?!

      É certo que os sacrifícios de animais serviram para certo alívio temporário de culpa pelo pecado (Levítico 5:5-7; Hebreus 10:3, 4). Já o sacrifício de Jesus serviu para cobrir nosso pecado para sempre. Veja que ambos os sacrifícios não eram 'bons' (Jeová não achou bom ver Jesus sendo humilhado, sofrendo e morrendo), mas Jeová permitiu porque eles eram necessários e tinham um propósito digno.

      Quanto a frase: "os animais morrerem no paraíso era perfeitamente natural e 'bom' para Jeová, visto que cumpriu o seu propósito". (Isso me intriga!) Qual seria o propósito para os animais sofrerem doenças e morrerem no paraíso? Era pra ensinar a Adão por meio da observação e da ambiguidade (falsa ideia) que animais morrerem era 'bom' e humanos era 'mau'? Seria necessário todo esse sofrimento para os animais, apenas para explicar para Adão que morte é inexistência? Se esse propósito já se cumpriu no paraíso e Jeová obteve o resultado esperado (Isaías 55:11), por que ainda existe hoje?

      CONTINUA...

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    4. CONTINUAÇÃO...

      Outra frase: "Esse 'bom', conforme nós bem entendemos na bíblia, significa o direito que JEOVÁ tem de decidir o que é certo ou errado, em todos os sentidos".

      Não necessariamente. Existe o sentido superficial e o profundo, onde ambos estão certos e se encaixam. Por exemplo: Note que antes de qualquer ato criativo de Jeová, começa com a seguinte frase: "E Deus disse" (Gênesis 1:3, 6, 9, 11, 14, 20, 24 e 26). No vs 26 Jeová diz "façamos o homem à nossa imagem", como se estivesse conversando com alguém (que é Jesus). Esse é um sentido superficial e está correto.

      Mas o apóstolo João deu um sentido mais profundo sobre isto. Perceba que tudo é criado quando Jeová começa a falar, ou por meio da sua palavra (Salmo 33:6). João identificou que essa 'palavra' não era apenas uma 'palavra falada'... mas era alguém. Metafisicamente, era o próprio Jesus. Jesus era a Palavra (um deus) que estava com Jeová no princípio da criação de Gênesis (João 1:1). Um sentido profundo e correto, que se encaixa com o anterior.

      Então o direito de Jeová decidir o que é bom ou mau, é um sentido profundo. Não excluindo o sentido superficial que bom e mau significam.

      Tanto que em Gênesis 3:22 diz que Adão passou a saber o que era bom e mau igual a Jeová e Jesus. No sentido profundo, nós sabemos que ele escolheu decidir sozinho o seu caminho, mesmo não sabendo o melhor caminho (Jeremias 10:23). Apenas Jeová tem o direito de decidir, pois só Ele sabe o melhor para nós (Salmo 119:105).

      Mas no sentido superficial, Adão soube o que era mau por se envergonhar da sua nudez (vs 8 ao 10) e por ver a morte de um animal (vs 21). Não por acaso ou coincidência, a primeira morte registrada na bíblia é SOMENTE após o pecado.

      Por isso Jeová pôde afirmar no vs 22 que Adão sabia o que era bom (pois ele viveu o bom no paraíso) e o mau (que presenciou imediatamente após o pecado).

      Grande abraço!

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    5. Miller, a sua base de comparação não tem sentido, pois você precisa ADICIONAR uma INTERPRETAÇÃO PRÓPRIA acima do que está escrito. Você tenta limitar o aspecto de ser "bom" a algo que necessariamente NÃO Morre.
      Mas uma definição não está ligada à outra.
      É como o DANIEL falou aí acima: "algo é perfeito quando este algo funciona exatamente de acordo com o projeto do Criador".
      Ponto.
      A morte ser o destino NATURAL dos animais não invalida que Jeová os considerasse "bons", pois o Criador os criou já com esse ciclo de vida completo: nascer, crescer, se reproduzir e morrer. Se o projeto original feito por Jeová inclui esse ciclo, então ELE poderia muito bem dizer que tudo era "muito bom", pois a morte natural dos animais e das plantas são parte INSEPARÁVEL do ciclo NATURAL da CADEIA ALIMENTAR na Natureza que Jeová criou.
      Usando o seu raciocínio como base eu poderia alegar que no Paraíso não havia FEZES, pois fezes é algo RUIM. SE tudo o que Deus fez foi "bom" no Paraíso, e as fezes são fedidas e transmissoras de doenças, então as FEZES não poderiam existir no Paraíso, pois no Paraíso só existia o que é "bom" do ponto de vista do Miller.
      Faz sentido este teu raciocínio ??

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    6. Boa noite, Silva Vagner!

      Seria descabido da minha parte argumentar que algo BOM tem que ser necessariamente eterno. Não é esse meu argumento.

      O que quero dizer é que está dando ambiguidade (dualidade) ao sentido da palavra BOM. Onde animal adoecer e morrer no paraíso é 'bom' pra Jeová, mas do nosso ponto de vista esse 'bom' já não é 'bom', é mau (quando na verdade o sofrimento animal é mau).

      Não estou querendo usurpar o direito de Jeová decidir o que é bom ou mau. Mas somos feitos à imagem e semelhança de Deus. E de acordo com a obra Perspicaz, isso significa que refletimos os atributos de Deus. Dentre eles, a JUSTIÇA.

      Provérbios 12:10 diz "que o JUSTO se importa com a alma (vida) do seu animal". Por isso se meu animal estiver doente, vou procurar tratamento pra ele não sofrer.

      Por outro lado, se seu raciocínio estiver certo, então vou deixá-lo agonizando e morrendo de câncer, porque pra Jeová é 'BOM', pois Ele o projetou para sofrer e morrer. (Onde está a justiça nisso???)

      Animais e humanos são almas e possuem o mesmo espírito, mas a vegetação não. Por isso se você arrancar uma fruta, uma folha ou uma galho, a árvore não vai sentir dor. Ela não tem um complexo sistema nervoso como nós e os animais. Mas se arrancar uma única pena de um pássaro, ele vai sofrer bastante. (Não entendi seu argumento em relação às plantas).

      Onde o saneamento básico não existe ou é precário, as fezes podem trazer doenças. Mas no novo mundo não haverá doenças. E as fezes poderão ser usadas como adubo do solo (assim como já é feito hoje).

      Portanto, Jeová sendo o mais justo de todos, Ele não acha bom animais sofrerem! No dia que Jeová falar que criou animais para sofrerem com deficiências ou doenças e que isso tudo é bom, meu senso de justiça vai pro ralo!

      Grande abraço!

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    7. Wagner,

      Obrigado pela resposta. Mas agora me permita uma tréplica rsrs.

      Perfeição em sentido absoluto somente se aplica a Jeová. Creio que não discorda disso. Qualquer outra coisa depende do objetivo a que se projeta. A faca, por exemplo, foi projetada pra cortar. Ora, se é cortada carne de animais para alimento ou se é usada para cortar alguém para assassinato o objetivo para a faca foi cumprido.

      Quem está usando a faca para matar é que está errado, mas o uso da faca (que é o objeto de análise) teve o propósito feito pra ele atingido.

      Sobre Hebreus 10:8, Jeová não queria os sacrifícios não porque matar os animais fossem algo "mau", mas sim como esclarece o contexto desse capítulo é porque eles não atingiam um objetivo permanente, mas temporário, a saber, a expiação de pecados.

      Mas não se pode dizer que Jeová não gostava daqueles sacrifícios, até porque a mesma bíblia diz que esses sacrifícios eram um "cheiro repousante" pra Jeová.

      Então no objetivo relativo temporário de expiação de pecados, a morte dos animais era algo "bom" pra Jeová.

      Já no sentido superlativo e permanente, não era algo "bom", já que não cumpria o propósito integral de Jeová.

      O mesmo pode se dizer da morte de Jesus. Em um sentido, a morte de Jesus foi ruim. Mas em outro foi boa, pois a bíblia diz:

      "Pois,visto que a Lei tem uma sombra das COISAS BOAS que viriam, mas não a própria realidade, ela nunca pode, com os mesmos sacrifícios oferecidos continuamente, ano após ano, tornar perfeitos os que se aproximam para adorar." (Hebreus 10:1)

      Veja que a morte resgatadora e permanente de Jesus, livrando assim os humanos da lei e do pecado foi considerado como algo bom que viria. Então, neste sentido, a morte de Jesus foi considerado algo bom por Jeová, pois cumpriu um objetivo.

      Já que no início o propósito era que humanos e animais se alimentassem somente da vegetação, a morte dos animais, por exemplo, serviria de adubo para a vegetação crescer, algo que alimentaria os humanos e os outros animais. As doenças que alguns pegariam apenas acelerariam esse processo.

      Então o propósito de Jeová seria cumprido, e obviamente, isso seria algo "bom".

      Enfim, creio que o assunto é complexo e intrigante. De qualquer forma, o sábio criador nunca fará o que é injusto nem para os animais e nem para nós. Grande abraço meu irmão!!!

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    8. Miller...a cada resposta sua você vai deixando claro qual é O ponto que você quer defender. E, pasmem; não tem nada a ver com cerne da questão aqui!kkkk.... Até então eu estava entendendo que a sua defesa seria dizer que os animais NÃO MORRIAM no EDEN e nem morrerão no futuro Paraíso.
      Mas pela sua última resposta, dada aí acima, você circulou em turno, não da morte em si, mas sim do SOFRIMENTO dos animais ser ou não algo bom....OU ruim...
      Então isso muda todo o debate aqui!
      Afinal! Qual é o seu ponto ? A morte dos animais ? Ou o sofrimento de um ser vivo ?????

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    9. Bom dia, Silva Vagner! Como vai?

      Sim, este é meu ponto de vista!

      Mas vejo ele um pouco mais abrangente... creio que os animais herdaram todas as consequências do pecado que nós também herdamos (A saber: deficiências, doenças, velhice e morte).

      Por exemplo: Romanos 5:12 diz que o pecado (efeitos do pecado) entrou no mundo e a morte pelo pecado. Mostrando que a morte está intrinsecamente ligada ao pecado, não temos como dissociá-las. E 1 Coríntios 15:26 diz que a morte é o último inimigo (não o único).

      Mesmo o tema proposto pelo apologista ser morte, não dá pra separar dos outros efeitos do pecado.

      Veja, se os animais não herdaram o pecado, por que eles tem todos os efeitos do pecado que nós temos? Por que tem as mesmas deficiências e doenças que nós?

      Óbvio que não excluo a possibilidade de estar errado. Mas estou mostrando fortes evidências através da coerência e dos atributos de Jeová, que os animais herdaram o pecado, mesmo sendo inocentes, assim como nós (Romanos 5:14).

      Portanto se nós concluirmos que os animais não herdaram o pecado, chegaremos à conclusão que eles não só morriam, mas também já adoeciam desde o paraíso. E muitas doenças trazem sofrimentos.

      Dito isto pergunto: seria razoável concluir que Jeová criou animais sofrendo e Ele afirmar que isso era bom? Isso não faria do nosso Criador, um Deus sádico?

      Perceba que estou defendendo que o sofrimento e morte não combinam com Jeová, o Deus da justiça, amor e vida! (Salmo 36:9; Atos 17:28).

      Grande abraço!

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  15. Nossas publicações dizem: *** g78 8/10 p. 19 Onde é que o homem se enquadra? ***
    A razão desta ampla diferença é que o homem foi criado, não para morrer, mas para viver para sempre na terra. A entrada do pecado foi o que introduziu a morte. (Rom. 5:12; 6:23) No entanto, o pecado por parte do homem não introduziu o pecado e a morte no mundo animal. Os animais não têm conhecimento do pecado nem consciência para orientá-los ou condená-los O tratamento pecaminoso dos animais, por parte do homem, provocou a morte deles em alguns casos, até mesmo a extinção de algumas espécies. Mas as descobertas geológicas comprovam que os animais já viviam e morriam muito antes de o homem surgir em cena. É óbvio que sempre tiveram uma vida de duração limitada. Assim, quer morram e degenerem, quer sejam consumidos por outros animais, é algo natural que eles desapareçam de cena. Possuem instintos que os avisam do perigo. Isto assegura a sobrevivência da espécie. O animal, contudo, não sabe disso.

    Não é preciso muito para compreender o que está diretamente mencionado na frase .." o pecado por parte do homem não introduziu o pecado e a morte no mundo animal" , agora concorda com o que está publicado é outra história, será um debate sem fim.


    Agora sobre sua intenção Wagner Miller ..."Então proponho abrir uma linha de raciocínio para ver se o pensamento do C.G. faz pleno sentido" creio que foge do objetivo deste blog que até direciona os leitores ao site oficial, o espaço para esses tipos de questionamentos seria em outro espaço não aqui, o que podemos fazer é respeitosamente compreender melhor alguns aspectos publicados outros se não sanados ou completamente compreendidos somente podemos aguardar, tais como vai ter veículo no novo mundo, o que teria acontecido se Adão tivesse comido do fruto da árvore da vida antes de ser expulso e etc.. São curiosidades que seria bom saber mas por ora não é tão relevante .

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    1. Boa noite, Dennis! Tudo bem?

      O artigo que citou diz: “as descobertas geológicas comprovam que os animais já viviam e morriam muito antes de o homem surgir em cena.”

      Na minha humilde opinião, entendo que se refira aos extintos dinossauros (me corrija se estiver errado). Se este for o caso, ele está ultrapassado (quem diz isso é a ciência). Pois esse entendimento já foi revisado e publicado na revista Science. Todo o conteúdo da pesquisa (inclusive as reproduções em laboratório) foi REVISADO por cientistas do mundo inteiro e não foi encontrado falha ou fraude, ainda está intacto. Ademais a teoria diz que os poucos dinossauros que sobreviveram a extinção, evoluíram para as aves de hoje (você também acredita nisso?).

      Os fósseis são tão recentes, que são encontrados tecidos moles, colágeno, vasos sanguíneos e etc. Tudo isso se decompõe muito rápido. Seria impossível achar isso neles, se tivessem milhões de anos (considere esta possibilidade).

      Quanto ao objetivo do site, creio que seja compartilhamento mútuo de conhecimento. Tanto que o apologista abriu esse espaço pra gente poder expor nossa opinião.

      Os irmãos colocaram seus argumentos e respondi na medida do possível. Mas quando eu faço uma pergunta você considera que aqui não é o lugar?! Acho um pouco injusto.

      Além disso, minha pergunta é muito pertinente para “compreender melhor alguns aspectos publicados”. Por isso repito a pergunta: Se o pecado não atingiu os animais, por que nascem cegos ou surdos, se isso é um defeito genético? Jeová criou animais defeituosos no paraíso? (Deuteronômio 32:4)

      Se não souber responder ou não quiser, respeito.

      Grande abraço! Que Jeová continue te abençoando!

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  16. Caro Anônimo, boa noite!

    A teoria da evolução é cheia de falhas e fraudes, você acredita nela? Ela diz que os dinossauros que sobreviveram a extinção, evoluíram para as aves de hoje. E Gên 1:25 diz que Deus criou o animal cada um segundo a sua espécie.

    A título de exemplos, vou citar o carvão e petróleo. O carvão é datado em média 140 milhões de anos. E muitos deles tem impresso pegadas de dinossauros, que também teriam a mesma idade. Porém, os químicos do Laboratório Nacional Argonne conseguiram reproduzir um carvão de materias naturais existente em menos de 1 ano. Ele não pode ser distinguido do carvão verdadeiro através das mais modernas técnicas aplicadas hoje (isso é ciência e não teoria).

    E na bacia de Guaymas, golfo da Califórnia, é possível observar na natureza a formação de petróleo em TEMPO REAL (não é milhões de anos). A 1.829 metros de profundidade, há um depósito de sedimentos orgânicos derivados de algas e outras fontes orgânicas. Abaixo desse depósito a água superaquecida está sendo pressionada para cima, de uma profunda fonte de calor. O petróleo está sendo formado pela interação dos sedimentos orgânicos com a água quente. Esse petróleo hidrotérmico também não pode ser distinguido do petróleo cru retirado de poços perfurados de outros locais da Terra.

    A teoria da evolução foi criada por ateus para desacreditar a bíblia e seu Criador.

    CONTINUA...

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    1. Bom dia Wagner

      Caso queira ampliar a aplicação aos extintos dinossauros não vejo problema, porém no artigo que mencionei o subtítulo considera o domínio do homem sobre os animais, evidentemente isto se aplica aos animais que hoje conhecemos, mas como citei esse é um debate sem fim, eu cito as publicações do escravo e você pesquisas seculares, sobre algumas pesquisas a conceituada National Geographic em 1999, por exemplo, publicou um artigo sobre o fóssil de uma criatura com cauda de dinossauro e penas. A revista declarou que essa criatura era “um verdadeiro elo perdido na complexa corrente que liga os dinossauros às aves”. No entanto, descobriu-se que afinal o fóssil era uma falsificação, uma montagem dos fósseis de dois animais diferentes. Na realidade, esse “elo perdido” nunca foi encontrado. Você com certeza em resposta a esse exemplo citará reajustes em nossas publicações, nesses dois extremos me apego aos textos de Mateus 24:45 e Provérbios 4:18 .

      Sobre a sentença seguinte sejamos honesto é somente a exposição de ideias ou por detrás existe a intenção de fragilizar aquilo que as testemunhas de Jeová pregam e ensinam? Você diz: "Então proponho abrir uma linha de raciocínio para ver se o pensamento do C.G. faz pleno sentido" ,isso eu creio que não faz muito sentido, e nas suas descobertas não fizer pleno sentido o que você deseja fazer, publicar suas próprias ideias ensiná-las? Foi isso que questionei, mas não sou editor desse blog não sou eu quem deve decidir o que será postado ou não.

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    2. Caro Wagner,

      Seu questionamento a respeito da doença dos animais é muito válido e acredito ser um argumento poderoso, afinal, porque um Deus de amor criaria animais doentes?

      Na verdade, não tenho essa resposta. Por um lado, faz lógica crer que eles ficaram doentes depois do pecado de Adão. Por outro, também faz lógica dizer que o pecado não os atingiu, visto serem seres sem consciência.

      Há coisas que a bíblia não explica e esse assunto creio ser um deles. Talvez um dia saberemos a respeito desse assunto.

      Eu vou me abster de comentar agora sobre esse assunto pois acho que não chegaremos numa conclusão.

      Ficarei com o que o escravo disse, no entanto. Mas reitero que seu argumento das doenças é muito bom e nos leva a pensar.

      Foi um prazer conversar. Abraço

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    3. Boa tarde, Dennis!

      Notei que você entendeu como se eu estivesse querendo fragilizar o ensino da organização. Então te peço perdão, pois posso ter me expressado mau.

      Mas o que quis chamar atenção é que o apóstolo Paulo (Corpo Governante da sua época) estava pregando aos bereanos e, esses disseram que iriam pesquisar (o que Paulo acabara de ensinar) pra ver se estava certo, se o que ele ensinou fazia sentido. E o apóstolo elogiou essa atitude. A minha sugestão foi seguir esse exemplo elogiável, que é pesquisar, não fragilizar.

      Nos meus raciocínios sempre mostro textos bíblicos para embasamento. Mas uma das nossas publicações que citou, se embasou num artigo secular para mostrar que animais morriam antes do homem surgir. Veja "as descobertas geológicas comprovam que os animais já viviam e morriam muito antes do homem surgir em cena". Foi aí que citei outro artigo secular, mostrando que isso era falso ou fraude. Você até citou outro artigo secular mostrando outra falsificação.

      A teoria da evolução é falsa e fraudulenta. Já o artigo que citei, mostra que os fósseis são recentes e contemporâneos dos humanos. Esse artigo foi analisado por cientistas do mundo inteiro e não foi achado falha ou fraude.

      Ele inclusive está em concordância com a bíblia, nossa autoridade! Pois em Gênesis fala da criação e não da evolução.

      Grande abraço!

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    4. Wagner, teve um comentário de um irmão a respeito deste assunto que achei pertinente.

      Ele disse:

      "Deficiências ou doenças não necessariamente são provenientes do pecado em si, embora este contribua e muito para tais acontecerem a humanos... Mas note, desde a época do dilúvio, o qual devido ao mesmo acarretou numa mudança gigantesca no clima e na proteção de nosso planeta, afetando toda fauna e flora existente, o que fez com que radiações passassem com maior facilidade, fazendo a longevidade de humanos e animais diminuírem drasticamente, e fez tmb com que nosso sistema biológico, bem como de animais se enfraquecessem, nos deixando mais vulneráveis, o que tmb aconteceu a animais...Algumas doenças podem e são passadas geneticamente, o que explica a mais variadas doenças que dão em animais e humanos! Os maiores propagadores de doenças das quais transmitem as vezes de um país para outro são aves e porcos, onde as doenças se propagam com maior rapidez! Logo tais animais podem contrair doenças ou nascer com elas sem a implicância direta de ter sido devido ao pecado adamico de forma direta."

      Segundo esse irmão, a teoria dele é que antes do dilúvio os animais não adoeciam. Apenas morriam mas sem sofrerem por doenças.

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    5. Boa tarde, Daniel!

      Essa ideia do dilúvio é interessante e faz sentido (levando em consideração que apenas humanos herdaram o pecado).Mas li um estudo científico, que mesmo não sendo conclusivo, fazia mais sentido ainda. Nele diz que as águas acima da expansão que caíram no dilúvio (Gênesis 1:6, 7; 7:11), além de filtrar os raios cósmicos nocivos para à vida (tanto vegetal quanto animal), gerava uma oxigenação maior e peso (pressão) extra na atmosfera. Isso resultava numa recomposição dos tecidos e cicatrização muito mais rápido. Esse processo é similar a câmara hiperbárica. Por isso as pessoas antes do dilúvio viviam muito mais.

      No entanto, isso não quer dizer que a fauna e flora passaram a degenerar somente após o dilúvio (nem humanos). Mas que o dilúvio apenas acelerou esse processo, que se iniciou no Éden com a desobediência de Adão.

      As árvores são as únicas que não sofrem tanto (mais sofre um pouco), porque Jeová tirou a maldição do solo após o dilúvio (Gênesis 3:17, 18; 5:29).

      Creio que o texto de Romanos 5:12 quer dizer isso. Sei que o C.G. entende que o mundo citado aqui, se refere apenas aos humanos (certamente por entender que apenas nós herdamos pecado). Mas entendo diferente (posso estar errado). Veja, se o mundo se refere apenas aos humanos, ele seria redundante. Pois substituindo 'mundo' por humanos ou humanidade, ficaria assim: "assim como o pecado entrou na humanidade, e a morte pelo pecado, desse modo a morte se espalhou pra humanidade..." (é como se eu dissesse: estou resfriado, porque estou resfriado).

      Então pra mim (lembrando que posso estar errado), faz mais sentido concluir que o pecado entrou no mundo e tudo que está nele, têm o pecado e morre. E é dessa mesma forma que Adão introduziu o pecado no mundo e se espalhou para a humanidade.

      Veja, temos terremotos, tsunamis, vulcões, etc. Tudo é desastre natural que o mundo em si sofre sem uma ação direta do homem. Creio que não acontecerá no paraíso. Imagina você (ou nós) no paraíso com perspectiva de viver para sempre, e morrer num tsunami (crueldade).

      Então o mundo em si está em volto pelo pecado. A vegetação também fica doente e quando bate um vento mais forte ela cai. E os animais sofrem iguais a nós (por serem alma e terem o mesmo espírito que nós).

      Mas sabemos que Jeová por meio de Jesus vai acabar com tudo isso. Por isso creio que o apóstolo João foi muito cirúrgico ao falar sobre Jesus: "Eis o cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo (não humanidade)" (João 1:29).

      Grande abraço!

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  17. Bom dia Wagner


    Creio que fui rude na minha resposta a sua publicação e seus questionamentos, lendo a colocação do Daniel logo acima, faço delas as minhas palavras, está bem pontual e respeitoso, agradeço e peço desculpas caso lhe tenha afetado com palavras, com certeza esse não é proceder bíblico a ser adotado Provérbios 12:18.


    Forte abraço

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    1. Boa noite, Dennis!

      Creio que até nas divergências podemos absorver conhecimento. Além disso, você colocou sua ideia de forma respeitosa também! Só o fato de acreditar que pode ter sido rude (que não foi), já mostra sua humildade. E essa é uma das qualidades que me atraem à organização.

      Essa qualidade foi praticada por Jesus, pelos apóstolos e pelo escravo atual. Quando o escravo revisa um ensino, não é nenhum demérito. Na verdade é uma grande demonstração de humildade, que tenho como exemplo.

      Creio que um paraíso não combina com sofrimento e morte. Porém, se Jeová decidir que os animais vão continuar morrendo, tenho que ser humilde e aceitar.

      Grande abraço!

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    2. Boa noite, Daniel!

      Você chegou no ponto que queria chegar na minha linha de raciocínio. Mas antes de falar sobre isso, permita-me um breve comentário sobre os sacrifícios. Não para mudar seu pensamento, mas pra abrir mais o leque de possibilidades.

      O C.G. já associou ao sacrifício o texto de Salmo 50:8-14 mostrando que Jeová não necessita de nada que humanos possam lhe oferecer, porque tudo já é Dele. (seria como alguém pegar uma camisa sua, colocar no papel de presente e te dar). E como mostra o vs 14, Jeová é tão generoso, que aceitava porque sempre espera o agradecimento, a motivação da pessoa. Então já temos dois motivos de Deus não querer sacrifícios: não atingia o objetivo permanente e porque já é tudo Dele.

      Em Isaías 1:11 diz que Jeová “não se agrada do sangue de novilhos, cordeiros e cabritos”. Sabemos que sangue representa a vida. Por isso concluo que derramar o sangue se refira à morte dos animais. Portanto, a morte de animais pode ser uma terceira possibilidade para Jeová não se agradar dos sacrifícios.

      Voltando ao ponto...

      É muito razoável e lógico concluir que os animais herdaram o pecado, mesmo sendo inocentes. Pois nós também somos e herdamos (Romanos 5:14). Do contrário, é muito difícil imaginar um paraíso com sofrimento e morte. E vai na contramão dos atributos de Jeová... Justiça, Amor e Deus da Vida (Salmo 36:9; Atos 17:28).

      Um ancião aqui da minha congregação disse que os animais podem ter herdado só as deficiências e doenças, mas não a morte (é uma possibilidade). Mas vejo diferente, pois se animais herdaram o pecado, a morte é concomitante, não dá pra separar.

      Na obra Perspicaz debaixo do título ‘Pecado’, no subtítulo ‘Doenças, dor e envelhecimento’, mostra que a morte geralmente resulta de doenças e velhice, por isso o pecado e morte são simultâneos. E cita Romanos 5:21 onde diz “que o pecado reinou junto com a morte”.

      Portanto, se animais herdaram o pecado, a morte veio junto.

      Enfim... esse assunto é interessante e intrigante. Mas temos que aceitar com humildade o que Jeová prepara para nós (com animais morrendo ou não).

      Obrigado por sintetizar sua opinião, de forma inteligente, bem embasada e com muita elegância... digna de um servo de Deus!

      Grande Abraço!

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    3. Aqui está o erro básico conceitual que permeia todo o raciocínio do Miller:

      "É muito razoável e lógico concluir que os animais herdaram o pecado, mesmo sendo inocentes."

      Você não percebe que isso é um paradoxo, uma contradição, que anula todo o teu argumento ??!!

      NÃO HÁ LÓGICA NENHUMA EM UM SER HERDAR O PECADO MESMO SENDO INOCENTE!

      OU se é inocente e sem pecado...ou se é pecador culpado!

      Seria o mesmo que um inocente ser SABIDAMENTE INOCENTE e, MESMO ASSIM, parar no corredor da morte para sofrer a pena de morte!

      Os animais nem são ligados geneticamente ao homem e nem foram envolvidos por Jeová na prova do Jardim do Eden.
      Portanto, a morte dos animais NÃO TEM RELAÇÃO DE CAUSA NENHUMA com o pecado de Adão!
      O Paraíso é perfeitamente compatível com a morte natural sendo o destino dos animais, caso Jeová assim determine dentro do ciclo da vida que criado por ele, ciclo mais conhecido como CADEIA ALIMENTAR.

      Toda a natureza que Jeová criou está estabelecida em cima de um ciclo eterno de reciclagem dos nutrientes que circulam e recirculam na natureza através bda MORTE dos animais! Esse é o ciclo da vida NECESSÁRIO para manter a vida desde que Jeová criou o primeiro ser vivo!

      E erro que prende o raciocínio do Miller é colocar no mesmo patamar a morte HUMANA introduzida por Adão e a morte NATURAL dos animais, prevista por JEOVÁ DESDE O PRINCÍPIO.

      O Homem foi o único ser criado que teve a bênção de sair deste ciclo da morte natural, CASO SE MOSTRASSE FIEL AO CRIADOR.
      Mas o Homem preferiu rejeitar este presente do Criador, passando a ser dominado pela MORTE como se fosse um animal qualquer.

      Minha opinião.

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    4. Wagner,

      Creio que estamos encerrando o assunto. Eu disse que tinha encerrado, mas essa questão do dilúvio me abriu novas perspectivas.

      Vc citou as qualidades de Jeová, como amor e justiça, por exemplo. Argumentou que animais herdaram o pecado do homem, e por isso sofrem, senão Jeová seria injusto por permitir que animais sofrerem e morrerem.

      Mas vá além! Inverta a situação!

      Se animais não possuem uma MORAL (agem por extinto), não sabem distinguir o certo do errado dentro da moral de Deus, pq seriam os animais punidos pelo erro e pecado do Homem, haja visto que, se Eva pecasse e Adão não, ele não teria recebido o castigo proveniente do pecado, pq os animais o receberam se não são capazes de tomar decisões?

      Percebe que fazer os animais, que não são descendentes de Adão e Eva, pagarem pelo pecado deles vai na contra mão da justiça de Jeová?

      Doenças podem ser contraídas por diversos meios e isso é comprovado, e não precisa do pecado...

      Agrotóxicos, poluição, desmatamento, água contaminada etc, causam doenças.

      É o pecado adâmico? Não, é a ganância do homem que provoca muitas doenças.

      Você citou esse estudo científico. Ele, junto com o dilúvio bíblico, explica muita coisa.

      A conclusão que cheguei depois de nossa conversa é:

      Tampouco Jeová criou animais com doenças, tampouco transmitiu a eles o pecado de Adão, pois ambas as situações demonstrariam injustiça.

      Jeová permitiu que animais morrerem, devido o propósito deles serem diferentes do nosso, mas sem doenças.

      As doenças são causadas após o dilúvio, e em muitos casos, por causa do homem.

      Abraço meu amigo

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    5. Boa noite, Silva Vagner!

      Deixa te perguntar, você é TJ?

      A analogia que você fez é perfeita. Veja, Adão pecou e você (inocente) está na fila da morte. Todos nós pagamos pelo 'crime' que Adão cometeu. Somos todos inocentes. Esse conceito lógico e correto não é meu, é do Corpo Governante.

      Única coisa que fiz, foi estender aos animais, visto que eles também são inocentes.

      Já a cadeia alimentar não existia no paraíso, pois todos se alimentavam da vegetação. Assim também será no paraíso restaurado por Jesus (Isaías 11:6-9; 65:25; Salmo 72:16).

      Quanto a sua opinião, eu entendo e respeito!

      Grande abraço!

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    6. Bom dia Miller.
      1. Sim, sou testemunha de Jeová. E você ?
      2. Não, nós descendentes de Adão, NÃO SOMOS INOCENTES! Nós já nascemos marcados pelo pecado. Logo, somos tão culpados e merecedores de morte quanto Adão e Eva. Por isso que morremos. Isso é mais um erro conceitual teu, achar que nós somos INOCENTES por não termos sidos diretamente participantes do ato de rebelião dos nossos pais, o primeiro casal humano.
      3. A cadeia alimentar sempre existiu, mesmo que os animais fossem vegetarianos. A partir do momento em que uma espécie de animal precisa se alimentar de outra, está estabelecida tal cadeia alimentar. Exemplo: Jeová criou as moscas. O ciclo de vida das moscas está ligado de forma inseparável a carne em decomposição. Sendo assim, se Jeová criou a larva da mosca para se alimentar de carne MORTA, a morte NATURAL de animais sempre fez parte do projeto original de Jeová para manter o ciclo constante de renovação dos nutrientes necessários aos seres vivos. Só ao HOMEM é que foi concedido ficar de fora deste ciclo NATURAL de reciclagem orgânica onde a morte NATURAL era parte intrínseca do processo. Mas o homem original rejeitou tal oferta da parte do Criador.

      Se você não aceitar que os animais morriam NATURALMENTE, pelo menos de velhice, no Paraíso, e que precisava haver um ciclo NATURAL de reciclagem dos nutrientes, então você NÃO VAI SER CAPAZ de explicar a existência das moscas e outros animais "RECICLADORES" de CARNE MORTA.

      Resumindo: a morte NATURAL sempre fez parte do projeto da Criação MATERIAL. Tudo o que é matéria se desgasta com o tempo e precisa ser eliminado para dar lugar a algo novo. No caso dos animais, a morte deles era originalmente planejada para ocorrer com o tempo e SEM SOFRIMENTO E NEM DOENÇAS causados por defeitos genéticos.
      Caso não fosse assim e os animais tivessem recebido do Criador o mesmo dom de vida ETERNA que os humanos, então chegaria o tempo em que o planeta ficaria inviável de manter uma superpopulação de criaturas que precisariam de espaço físico e de alimentos vegetais, vegetais esses que não achariam nutrientes necessários no solo, pois não haveria como o material orgânico voltar ao solo de onde foi tomado quando o animal comeu o vegetal.
      O ser humano perfeito estaria, assim, convivendo com uma natureza cíclica perfeita, vendo a morte como parte integrante do processo de renovação dos seres "inferiores", mas ele mesmo, o homem, estaria de fora deste ciclo, pois haveria recebido o dom da vida ETERNA, coisa que em nenhum momento vemos o Criador oferecer aos outros animais FORA o animal humano.

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    7. Wagner,

      Embora você esteja falando já algum tempo que o pecado de Adão se estendeu aos animais, e eu tenha argumentado com vc que isso seria injustiça de Jeová, pq animais pq não tem consciência de pecado, e embora nós não sejamos culpados pelo pecado de Adão, ainda somos filhos dele e também tem a questão da soberania universal, onde nós podemos provar que queremos Jeová como nosso governante. Animais não podem fazer isso.

      Mas lhe carece texto bíblico que comprove sua alegação. Mas a bíblia mostra quem realmente foi punido pelo erro de Adão.

      "Pois a CRIAÇÃO está esperando com viva expectativa a revelação dos filhos de Deus. 20 Porque a criação foi sujeita à futilidade, não de sua própria vontade, mas pela vontade daquele que a sujeitou, à base da esperança 21 de que a própria criação também será libertada da escravidão à decadência e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus". (ROM 8:19-21)

      O texto fala que uma criação foi sujeita a futilidade ou pecados. Essa criação não pode envolver animais, visto o texto dizer que essa criação aguarda com viva expectativa serem libertas da futilidade.

      Animais não tem consciência e por isso não aguardam isso.

      Creio que esse texto responde os questionamentos.

      Então Jeová não criou animais doentes pra sofrerem, apenas com um propósito de não terem vida eterna. As doenças foram causadas após o dilúvio e são oriundas de fatores externos a Jeová, como a radiação, ganância do homem, por exemplo.

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    8. Pelo visto, depois destes argumentos terei que reconsiderar minha posição 🤔

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    9. Vykthor,

      Uma das grandes virtudes do povo de Jeová é não ter medo de mudar de opinião quando se lhe provem o contrário.

      Eu mesmo já havia admitido que não tinha resposta pros animais adoecerem, até que um irmão me mostrou novas considerações.

      É assim mesmo, vivendo e aprendendo. Fico feliz de ver sua humildade.

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  18. Gente, o que o apologista mostrou é que, independente do propósito original de Deus, Jeová fez coisas que não estavam originalmente em Seu propósito. Assim, qualquer argumento visando mostrar que os animais não terão vida eterna baseando-se no suposto propósito original para eles fica sem efeito. O negócio é esperar para ver como as coisas ficarão no futuro paraíso na Terra.

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    1. É verdade, e pode acontecer isso. Entretanto, quando Jeová mudou algum propósito, estes foram revelados aos poucos na bíblia. Não vemos nenhum indício de que Jeová pretende acabar com a morte de animais, pelo contrário, Romanos 8:19-21 mostra que a criação humana é que será libertada do pecado.

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    2. Boa noite, Daniel! Como vai?

      Esse assunto é muito curioso e interessante, por isso rende. Essa questão que você levantou (justiça), é muito pertinente.

      Nós sabemos que existem dois tipos de pecado: um por desobedecer a uma lei ou ordem de Jeová (que Adão cometeu) e o herdado (que Adão passou pra gente) que inclui deficiências, doenças, velhice e morte.

      Como os animais não conseguem decidir seguir ou violar uma ordem de Jeová, evidentemente não poderiam cometer um pecado (só estou colocando essa informação pra seguir a linha de raciocínio, pois sei que você já sabe).

      Agora temos algumas perguntas: será que Jeová estaria praticando o mau e a injustiça ao permitir que animais herdassem o pecado (deficiência, doenças, velhice) e a morte? E se herdaram, quando foi, após o dilúvio?

      Mesmo levando em consideração uma possibilidade de o dilúvio (e/ou a ação do homem) ter causado algumas doenças, ele não explicaria todas. Por exemplo: existem doenças que não são contraídas: como as autoimunes, onde o corpo do animal ataca seu próprio organismo. Também existem alterações no comportamento: como o homossexualismo, que já foi muito bem documentado em 500 espécies (o dilúvio não poderia ter causado isso, apenas o pecado herdado). Portanto considero que o dilúvio não originou as doenças, ele apenas reduziu nossa expectativa de vida, por acelerar a degeneração (como diz a ciência).

      E temos a evidência mais forte na bíblia. O próprio Jesus associou a deficiência e a doença com o pecado em Mateus 9:2-7 e João 5:5-15 (esse entendimento é do C.G). E o apóstolo Paulo disse que a morte reinou desde Adão (não Noé) e que o pecado reinou JUNTO com a morte, simultaneamente (Romanos 5:14, 21).

      Apesar da ideia do dilúvio ser muito boa e inteligente, a ciência, o C.G. e a bíblia, não nos deixam dúvidas de que doenças, deficiências, velhice e morte, são efeitos do pecado adâmico e que começou no Éden.

      CONTINUA...

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    3. CONTINUAÇÃO...

      Agora, será que Jeová estaria praticando o mau e a injustiça ao permitir que animais herdassem o pecado (deficiência, doenças, velhice) e a morte?

      A resposta é NÃO, categoricamente!

      E o que não falta são exemplos similares na bíblia, que esclarecem esse ponto. Por exemplo: no já citado dilúvio, Jeová ceifou a vida de milhares de humanos e de milhares de animais inocentes (visto que não possuem consciência para desobedecer a uma ordem ou lei).

      Aqui Jeová praticou justiça ou injustiça?

      Veja que Jeová agiu em consequência da DESOBEDIÊNCIA dos anjos (que não conservaram sua posição original) e dos humanos que foram corrompidos e, não acataram a ordem de Deus por meio de Noé, para se arrependerem (2 Pedro 2:5; Mateus 24:38, 39). Portanto, Jeová foi justo por avisar das consequências e praticou novamente a justiça, por trazer punição aos desobedientes. Igualmente no Éden, Jeová avisou das consequências e depois praticou justiça ao punir a desobediência de Satanás e de Adão e Eva. Se as pessoas tivessem obedecido a Deus na época de Noé, provavelmente Jeová puniria somente os anjos e os nefilins, não os animais junto. E da mesma forma, se Adão não desobedecesse a ordem de Jeová “não deveis comer dela, não, nem tocar”, provavelmente Jeová puniria somente Satanás e Eva, não os animais junto.

      Outro exemplo pode estar nas pragas do Egito. Perceba que o padrão de justiça (punição) de Jeová irá se repetir.

      Primeiro Jeová deu a ordem para Faraó deixar os israelitas irem embora (por meio de Moisés). E Jeová avisou várias vezes sobre as consequências, caso Faraó desobedecesse. E veja novamente que depois da desobediência, os humanos e os animais sofreram as MESMAS consequências.

      Uma vez Moisés pegou as cinzas do forno e jogou no ar. Quando a poeira foi caindo, os egípcios e seus animais ficaram cheios de feridas que doíam muito (Êxodo 9:8-10). E novamente, se não houvesse desobediência, nem o povo e nem os animais sofreriam.

      Isso ocorreu em Nínive. Primeiro Jeová deu a ordem para o povo se arrepender e avisou das consequências (por meio de Jonas) em Jonas 3:4. Mas nesse caso, o povo se arrependeu (Jonas 3:5-9). Com isso Jeová também recuou em destruir a cidade. E veja que Jeová levou em consideração, não apenas os 120 mil habitantes, mas os animais sujeitos a eles (Jonas 4:10, 11).

      Percebe que nesse padrão de justiça de Jeová, apenas os animais sujeitos aos DESOBEDIENTES sofriam as mesmas consequências?! Isso não te lembra que todos os animais no paraíso estavam sujeitos à Adão, por isso sofreram as mesmas consequências?!

      Creio que esses exemplos já são suficientes para comprovar minha humilde alegação (ou pelo menos, levar em consideração).

      CONTINUA...

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    4. CONTINUAÇÃO...

      Será que os animais não podem ser incluídos em Romanos 8:19-21 por dizer que “aguardam com viva expectativa serem libertas da futilidade”?

      Sabemos que Jeová sujeitou a criação ‘à futilidade’. Mas fez isso ‘à base da esperança’ de que seriam libertos. De fato, é Jeová que oferece a esperança de sermos libertos da escravidão à decadência (ou pecado). Por isso aguardamos com expectativa, que Jeová nos liberte. E os animais também esperam em Jeová.

      É interessante notar que a bíblia cita animais clamando por Jeová, ansiando por Jeová, esperançosos em Jeová e louvando a Jeová (Joel 1:20; Jó 38:41; Salmo 104:21; 145:15; 147:9; 148:10-13). Logo, seria razoável aplicar essa expressão de Romanos 8 aos animais também, pois a esperança deles é em Jeová. Veja um comentário interessante do C.G. sobre Salmo 148: ‘cada um dá louvor ao Criador do seu próprio modo’.

      Portanto, os animais aguardam (do modo deles) que Jeová os liberte da escravidão ao pecado.

      Grande abraço!

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    5. Vamos lá: O dilúvio não originou as doenças e morte. Mas evidentemente após o dilúvio os sistemas de defesas humano e animal não eram mais fortes como antes. A questão não é que Jeová causou doenças nos animais, mas evidentemente ele permite, o que é diferente de causar.

      Sobre Romanos, não. Os animais não estão inclusos naquela consideração.

      Os textos que citou não servem pra provar sua alegação, pois eles dizem em sentido metafórico que eles 'pedem comida' pra Deus. Creio que vc não acha que eles pensam:"ó Deus, estou com fome, me dê comida!".

      Isso é extinto. Minha cadela arrasta a vasilha dela pra minha porta pra pedir comida quando estou comendo algo, pedindo.

      Mas Romanos 8, em todo seu capítulo, é claro ao falar sobre o tema. Os humanos aguardam serem libertos da futilidade da mesma forma que os "filhos de Deus" aguardam irem pro céu, diz o contexto. Ora, isso é racional, não algo por extinto.

      Outra coisa que achei interessante no livro de Romanos foi o seguinte:

      "Todos pecaram e não atingem a glória de Deus”. (Ro 3:23) Esse texto nos ensina algo interessante sobre o pecado e nos faz refletir como somos diferentes dos animais.

      Em 2 Coríntios 3:16-18,o apóstolo Paulo mostra que aqueles que se desviam do pecado e se voltam para Jeová "com rostos desvelados refletem como espelhos a glória de Jeová, sendo transformados na mesma imagem, de glória em glória".

      Isso nos ensina que ser a imagem e semelhança de Deus envolve não ter pecado também, além de refletir as qualidades. Quem vive no pecado, morre, consequentemente não tem vida eterna.

      Isso ensina que os humanos que irão viver pra sempre o assim viverão por serem imagem e semelhança de Deus também.

      Poderia se dizer isso dos animais?

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  19. Daniel, nem sempre Jeová revelou aos poucos o seu propósito. No caso do Dilúvio, ele falou a Noé algumas décadas antes de acontecer. E só foi registrado na Bíblia muito tempo depois. E os animais domésticos terem ou não vida eterna não tem nada a ver com a libertação do pecado. Tem a ver apenas com o propósito de Jeová.

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    1. Boa noite, Daniel! Como vai?

      Então, quanto ao dilúvio, sei que ele pode ter afetado nossa capacidade de se recuperar (é isso que a ciência diz), e de certa forma, acelerou as doenças pré-existentes (já que a capacidade de se recuperar, diminuiu drasticamente). No entanto, é como coloquei anteriormente, Jesus associou doenças e deficiências ao pecado. E o apóstolo Paulo disse que o pecado e a morte reinaram junto desde Adão (não Noé). E esse é o entendimento do Corpo Governante. E a ciência também apoia isso. Então, respeito você pensar diferente. Mas ir contra tudo e todos, creio que já está forçando a barra.

      A ideia que o irmão te passou do dilúvio é realmente muito boa. Mas acreditar que as doenças vieram somente após o dilúvio, uns 1.600 anos depois da desobediência de Adão, está contrariando o apóstolo Paulo que disse que o pecado e a morte reinaram junto desde Adão. Se basear na ideia do irmão e ignorar todos os outros fatos, é arriscado. Teria que ter uma base muito boa, com exemplos bíblicos, algum apóstolo afirmando isso, alguma base científica, etc. Mas só tem a tese de um irmão. Às vezes é melhor aplicar o que você disse para o Vykthor... que é mudar de ideia quando se prova o contrário.

      Mesmo que você ainda não esteja convencido disso, mas ir contra tudo e todos, incluindo Jesus, não é razoável. Mas se preferir continuar acreditando nisso, vou respeitar sua opinião.

      Que o pecado (doenças, deficiências, velhice) e a morte, para os humanos se iniciou no Éden, é fato. Agora, se o pecado passou para os animais, já é outra questão. Por isso sempre repito, “posso estar errado”.

      Só que apresentei exemplos bíblicos de que Jeová já causou SIM doenças e morte em animais, por causa da desobediência dos humanos. A mesma punição que Ele deu para os humanos, deu aos animais. Portanto, Jeová não só permitiu, mas Ele mesmo causou doenças e morte aos animais, está escrito na bíblia, e as escrituras não podem ser anuladas. Veja Êxodo 9:8-10 novamente, onde Jeová causou furúnculos nos humanos e animais. Furúnculos é doença de pele. E Jeová puniu os animais sujeitos aos humanos desobedientes à essa doença. Não da pra colocar uma venda nos olhos, e dizer que Jeová não causou doença nos animais.

      Então usei a coerência e creio ser possível Jeová ter aplicado a mesma punição dos humanos aos animais no paraíso (lembrando novamente que posso estar errado). Se Jeová já usou esse padrão de punição várias vezes, por que não poderia ter usado no paraíso???

      CONTINUA...

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    2. CONTINUAÇÃO...

      Quanto a Romanos 8, o apóstolo Paulo disse (no mesmo contexto) que ‘a criação geme’ no vs 22. Ele disse no vs 26 que quando ele não sabia o que pedir em oração, o espírito intercedia por ele com ‘gemidos não pronunciados’. Isso também é uma figura de linguagem. Você consegue gemer sem pronunciar? É evidente que se trata de uma figura de linguagem. Até os animais ‘gemem’ (Joel 1:18). Veja que a mesma metáfora está sendo aplicada aos humanos e aos animais. Lógico que os gemidos deles também não são pronunciados, pois é figura de linguagem.

      Quando ele diz que a criação ‘aguarda com viva expectativa’, também pode ser uma maneira de falar (figura de linguagem). Por que digo isso? Porque a ‘criação’ na bíblia, pode se referir a criação animada ou inanimada, humana ou animal, ou ambas. E no contexto, Paulo disse que toda a criação JUNTA (ou seja, ambas, humana e animal) geme e sente dores. Nas suas cartas, o apóstolo Paulo usa muita metáfora, símile, hipérbole, etc. Tudo o que é recurso de linguagem ele usa.

      E é muito evidente que os animais estão sofrendo (gemendo) dos mesmos males que os humanos. Tipo, quando um humano tem um AVC, sabemos que é devido a imperfeição (pecado herdado). Mas quando um animal tem um AVC igualzinho, você quer colocar na conta do dilúvio.

      Pode ser que isso faça sentido pra você e pra outros irmãos, mas sendo sincero, não vejo lógica. Pode ser que o espírito santo me ajude a entender isso, ou o tempo, mas por enquanto, não vejo sentido algum e nem evidências.

      Quando houve um incêndio florestal, ‘metaforicamente falando’ os animais ansiavam em Jeová por alimento, visto que é Jeová que os alimenta (Salmo 147:9). Percebe que não há problema nessa aplicação?!

      Então falar metaforicamente que os animais aguardam com expectativa que Jeová os liberte da escravidão a decadência, não é um absurdo, é um recurso linguístico. Como mostrei anteriormente vários textos usando esse recurso.

      Você aceita a aplicação da metáfora em todos os outros textos, mas especialmente o de Romanos 8:19, você descarta e leva como literal (acho esquisito, mas respeito).

      Creio que em sua aplicação de Romanos 3:23 e 2 Coríntios 3:16-18, esteja confundindo pecado cometido com pecado herdado. Porque aqui se fala em desviar de cometer um pecado (violar uma lei ou ordem de Jeová), não desviar do pecado herdado (doenças, deficiências, velhice). Os animais não tem essa capacidade para cometer um pecado, por isso não são à imagem de Deus. Mas isso não exclui a possibilidade de os animais sofrerem da mesma punição que os humanos desobedientes, como já vimos alguns exemplos. (não entendi o que quis dizer).

      Outra coisa, quando se fala que somos feitos à imagem e semelhança de Deus, não se refere a vida eterna (isso está na obra Perspicaz também). Porque mesmo com perspectiva de viver para sempre, ainda poderemos morrer, pois não deixaremos de ser perecíveis (corruptível). Mas Jeová é imortal.

      Portanto a perspectiva de viver para sempre, não vem de sermos à imagem e semelhança de Deus, mas por sermos obedientes à Ele.

      Grande abraço!

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    3. Amado Wagner,

      Vamos lá, deixa eu me fazer mais claro. As vezes na pressa a gente não expressa tudo o que pensa da forma correta e pode passar uma má impressão, sendo que não é o que pensamos.

      Quanto ao pecado: Não nego que a morte e seus efeitos, NOS HUMANOS, vem desde o pecado de Adão, como diz a Bíblia. Como vc mostrou bem, desde Adão a morte e o pecado reinaram. (ROM 5:14)

      Minha discordância é quanto o pecado ter sido repassado aos animais. Não vejo justiça em Jeová nisso, muito menos base bíblica. Quanto a Jeová causar mortes e doenças em animais, não discordo de você, como bem exemplificou. Mas não creio que essas mortes e doenças foram causadas devido o pecado adâmico nos animais, entendeu amado?

      Creio que antes do dilúvio, de alguma forma os animais não tinham doenças iguais aos dos humanos, se é que tinham outros tipos. A bíblia, nem o escravo falam sobre o porquê da morte e doenças nos animais. Talvez o ideal seria perguntar pra Betel sobre o assunto.

      Então penso que após o dilúvio, tanto as doenças humanas os afetaram (animais) bem como os efeitos do pecado passaram a ser mais acentuados nos humanos.

      Uma coisa a se levar em conta é que Satanás possa estar envolvido nisso também. Ele causou doenças em Jó. No estudo de livro dessa semana vimos uma mulher encurvada por 18 anos a quem Jesus atribuiu a causa a um espírito impuro. Suposição minha apenas, ok?

      Continua....

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    4. Continuação...

      Sobre eu ir contra todo mundo:

      Amado, minha opinião a respeito dos animais é de acordo com a opinião do escravo fiel e prudente, a entidade bíblica designada por Jesus pra nos nos alimentar. Eles dizem, até mesmo no congresso deste ano, que animais não vivem pra sempre, nem no paraíso perdido, nem no vindouro.

      Então neste ponto é você que está indo contra, não eu.

      Também sobre Romanos 8. É o escravo que diz a criação neste texto se refere exclusivamente a humana, não envolve a animal. Você é que está dizendo que o termo "junta" se refere aos seres humanos e animais, quando o escravo explica que isso quer dizer, todos nós, humanos, sofremos juntamente os efeitos do pecado.

      Então neste outro ponto amado, não sou eu que estou indo contra a maioria, novamente é você.

      Sobre a questão do termo "imagem e semelhança", de fato, ele se aplica a sermos imitadores das qualidades de Jeová. E neste ponto creio que eu me expressei errado, mas vou retificar.

      Certa publicação do escravo diz:

      "Por volta do fim do reinado de mil anos do Rei Jesus Cristo, tôda a humanidade obediente terá recebido o inteiro benefício do sacrifício de resgate do Senhor Jesus Cristo. Ter-lhe-ão sido perdoados todos os seus pecados, herdados do pecador Adão, e terão sido soerguidos à perfeição humana, à imagem e semelhança de Deus. ISTO SERVIRÁ DE BASE para eles serem justificados para a vida eterna no novo mundo de Deus." (w58 15/7 p. 447)

      Perceba que o escravo diz que para se ter vida eterna, é necessário ser imagem e semelhança de Deus, ou seja, ser perfeito em ações em sentido superlativo. E isso faz todo sentido.

      Hoje nós não refletimos a imagem e semelhança de Jeová em sua plenitude. Mas quando isso acontecer, ganharemos vida eterna. Na verdade, uma coisa leva a outra. Refletiu com exatidão as qualidades de Jeová, vida eterna.

      Animais, meu amigo, tem essa capacidade? Não. Não podem ser imagem e semelhança de Jeová, portanto, não podem obedecer aos seus requisitos para se obter vida eterna, portanto, não terão vida eterna.

      Como você mesmo disse, "a perspectiva
      de viver para sempre, não vem de sermos à imagem e semelhança de Deus, mas por sermos obedientes à Ele."

      Sua frase é contraditória, porque ser obediente a Jeová é ser semelhança e imagem de Deus, ou conseguir refletir seus atributos, como autodomínio.

      Novamente, essa citação não contradiz o estudo perspicaz,pelo contrário, a explicação melhor. E novamente, não sou eu que estou indo contra a maioria.

      Portanto, sugiro que o melhor seja nós 2 não dogmatizar a respeito do que a bíblia e nem o escravo não dizem. Mas uma coisa eles dizem: o pecado só afetou os homens.

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    5. Boa tarde, Silva Vagner! Como vai?

      Que bom que já é TJ... ainda sou estudante, mas pretendo me batizar em breve.

      Então, o próprio Corpo Governante diz que o pecado adâmico atinge inocentes. Você pode até consultar algum irmão na sua congregação pra te explicar melhor. E também vou deixar um link do jw.org falando que a segunda morte é diferente da morte adâmica, pois ela não atinge os inocentes. Fonte:https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1965448?fbclid=IwAR1dve6DSf5SzPYQVxSnDI2XG5jUBOyiwFvInmBLnIFNgDHIjoiqILDT6ZE#h=5

      O C.G. também entende que não havia a cadeia alimentar no paraíso, visto que todos os animais eram herbívoros, e também não haverá no futuro paraíso. Gênesis 1:29, 30 é bem claro e direto ao mostrar que Jeová deu como alimento a todos os animais, toda a vegetação verde, árvores com frutos, plantas, etc. Mostrando que todos foram criados exclusivamente herbívoros. Vou deixar 2 links para enriquecer ainda mais seu conhecimento. Um fala que é muito razoável concluir que até o dilúvio, os animais eram herbívoros. E o outro mostra que os animais carnívoros de hoje, não eram assim no paraíso. Incluindo as serpentes venenosas de hoje, que usam seu veneno para matar uma presa e se alimentar.
      Fonte 1: https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1961929
      Fonte 2: https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1969768?q=animais&p=par

      Claro que você tem direito em não concordar (assim como eu não concordo com animais adoecendo e morrendo no paraíso), mas estou te mostrando o entendimento da organização nesses pontos, que creio estar biblicamente correto.

      Seria necessário morrer animais, para gerar nutrientes no solo, e florescer a vegetação?

      Certamente que não. Se observar em Gênesis 1:9-12, Jeová fez brotar do solo, todo tipo de vegetação, antes mesmo da criação dos animais (pois o solo já é riquíssimo em nutrientes). Mostrando que não há necessidade de animais mortos para ter vegetação. E em Gênesis 2:5, 6 mostra que basta apenas regar o solo para a vegetação brotar. E como ainda não tinha chuva nem o homem para cultivar o solo, Jeová irrigava o solo com uma neblina.

      CONTINUA...

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    6. CONTINUAÇÃO...

      Os insetos são vitais para a vida na Terra. Eles são polinizadores, agricultores e recicladores. Eles mantêm a floresta viva e a natureza limpa.

      O papel das moscas no ecossistema é essencial para a manutenção do padrão limpo do planeta, realmente é de se admirar, mas estes insetos têm o papel de limpar o planeta. Uma prova disto é quando tem um material em estado de decomposição e as moscas estão presentes neles, ajudando a limpar, ou se alimentar da matéria orgânica que está espalhada, e usando este alimento para energia para se procriar. Suas larvas também comem a matéria orgânica morta até evoluírem para moscas.

      Mas considerando que não exista morte no paraíso, o que a mosca irá reciclar? (essa pergunta é interessante).

      Isaías 11:6-9; 65:25 deixa claro que os animais não vão mais se alimentar de outros animais. E a mosca sendo um animal, não vai se alimentar de carne. No entanto, ela voltará a se alimentar exclusivamente da vegetação no paraíso, assim como era no passado.

      A mosca não é recicladora exclusiva de carne, ela é recicladora de matéria orgânica morta, em decomposição (a carne é apenas uma matéria orgânica morta, dentre várias). Então ela irá reciclar o que já recicla hoje (exceto carne, como diz Isaías), que são: fruta apodrecendo, casca de frutas que jogamos fora (casca de banana, abacaxi e melancia por exemplo), verduras (como alface, couve flor).

      Veja que a bíblia é harmônica.

      Será que animais vivendo para sempre, será inviável por faltar alimento para muitos e por faltar espaço físico? (essas questões também são muito interessantes e pertinentes).

      Quanto a alimentação, podemos estar seguros que não vai faltar. Porque no Salmo 67:6 e 72:16 deixa claro que haverá superabundância de alimento. Superabundância é muito mais do que o necessário, vai sobrar alimento. E veja que os alimentos são cereais, frutos, vegetação, etc (não alimentação animal, como diz Isaías).

      Veja novamente a harmonia bíblica.

      Quanto ao espaço físico, é difícil achar uma solução. Mas certamente, isso não será problema pra Jeová, visto que o propósito inicial Dele é encher a Terra de humanos e animais. E encher, não tem outro significado, a não ser encher. Um copo de água pela metade não está cheio. Em Gênesis 1:20-22, mostra que logo após criar os animais (podemos incluir alguns insetos aqui), Jeová disse para se reproduzirem e se tornarem muitos. A mesma ordem Jeová disse em relação aos humanos em Gênesis 1:28. E o propósito de Deus não muda (Malaquias 3:6). Tanto que é verdade, que logo após o dilúvio (muito tempo após a criação) Jeová disse para Noé soltar os animais da arca, para eles se reproduzirem e se tornarem muitos na Terra (Gênesis 8:17). E novamente Jeová repetiu a mesma ordem para a família de Noé, em Gênesis 9:1.

      Querendo ou não, esse propósito de Jeová irá se cumprir. Somente após a Terra estar cheia, é que saberemos qual será o próximo passo.

      Alguns irmãos creem na possibilidade de Jeová parar com a procriação após o propósito de encher a Terra ter se cumprido (OBS.: isso também poderia ser aplicada aos animais). Mas não acredito nessa possibilidade, pois em Isaías 66:9 diz: ‘Será que eu faço chegar a hora do parto e não faço que se dê a luz? diz Jeová. Será que eu, que causo o nascimento, fecharia o ventre? diz o seu Deus’.

      E veja que com os humanos não será diferente. Vai chegar uma hora, que não caberá todos no planeta. Mas Jeová vai nos dar a solução. Não podemos subestimar ou limitar o poder de Deus. Jeová consegue manter o equilíbrio do universo com tamanho imensurável, que tem incontáveis estrelas e planetas. Não seria difícil para Ele manter o equilíbrio de um único planeta.

      Grande abraço!

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