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sábado, 29 de junho de 2019

No futuro paraíso terrestre os animais domésticos poderão ter vida contínua?



Aos 81 anos, o ator Alain Delon dedica todo o seu tempo aos animais.



Um leitor trouxe à atenção deste site um tema bastante curioso. Observemos seu comentário:

Apologista, tenho uma sugestão de artigo. É sobre se os animais morrerão ou também viverão para sempre no Novo Mundo. Claro que eles não possuem a esperança de vida eterna. Mas isso apenas prova que os animais do velho sistema não serão ressuscitados. Porém, nada impede que os “novos animais” perfeitos do Novo Mundo vivam para sempre junto a nós. O que o irmão acha?

Resposta:

Obviamente, essa colocação vem de uma pessoa bastante sensível aos animais, alguém que possui muito amor por eles. O amor de humanos por animais foi belamente ilustrado pelo profeta Natã em 2 Samuel 12:3, onde lemos: “O homem pobre tinha apenas uma cordeirinha que havia comprado. Ele cuidava dela, e ela cresceu junto com ele e seus filhos. Ela comia do pouco alimento que ele tinha, bebia do seu copo e dormia nos seus braços. Ela se tornou como uma filha para ele.”

Para os que não compartilham desse sentimento pelos animais, tal colocação soa estranha. Inclusive, alguém que leu esse comentário do leitor mencionado no início deste artigo, mas que evidentemente não possui a profundidade do apego do comentarista acima, escreveu o seguinte: “Animais não irão viver para sempre. Só viveremos para sempre devido ao sacrifício de resgate de Jesus. O sacrifício de Jesus não se aplica a tais.” 

Embora o comentário acima pareça ser tecnicamente bíblico, afirmar que algo irá ou não irá acontecer no futuro eterno parece ser arriscado. Afinal, não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade, quando ele não deixa claro em sua Palavra escrita isso. Poderíamos cometer o mesmo erro do apóstolo Pedro, registrado em Mateus 17:24-26. Lemos nessa passagem:

Depois de eles chegarem a Cafarnaum, os homens que cobravam o imposto de duas dracmas se aproximaram de Pedro e perguntaram: ‘O seu instrutor não paga as duas dracmas de imposto?’ Pedro disse: ‘Sim, ele paga.’ No entanto, quando ele entrou na casa, Jesus falou primeiro que ele: ‘O que acha, Simão? De quem os reis da terra recebem tributos ou imposto por cabeça? Dos seus filhos ou dos estranhos?’ Quando ele disse: ‘Dos estranhos’, Jesus lhe disse: ‘Realmente, então, os filhos estão isentos de impostos.’”

Observe que Pedro respondeu pelo que lhe parecia lógico: Jesus, sendo judeu e também cumpridor das leis, pagaria os impostos devidos ao templo. Contudo, em particular, Jesus bondosamente corrigiu o modo de pensar de Pedro, por suprir-lhe informações que ele não possuía – o fato de Jesus ser o Filho do Rei do Universo que era adorado no templo o isentava de pagar tais impostos. O mesmo pode acontecer conosco. Na ânsia de defender conceitos bíblicos, poderemos inadvertidamente entrar em temas e fazer afirmações sobre os mesmos que não estão claras na Palavra de Deus.

Nesta mesma esteira, também devemos nos lembrar de que coisas que aparentemente não estavam no propósito de Deus foram posteriormente acrescentadas. Exemplo disso é a perspectiva de humanos irem para o céu. Quando Deus criou a humanidade, primeiramente formando Adão e Eva, ele não apresentou a eles nenhuma perspectiva de irem para o céu. Antes, mostrou que a Terra seria o lar eterno deles. Lemos em Gênesis 1:27, 28: “E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Além disso, Deus os abençoou e Deus lhes disse: ‘Tenham filhos e tornem-se muitos; encham e dominem a terra; tenham domínio sobre os peixes do mar, sobre as criaturas voadoras dos céus e sobre toda criatura vivente que se move sobre a terra.’”

Fonte: jw.org

Mas, após a rebelião do anjo que se tornou Satanás, e a rebelião do primeiro casal humano, Deus proferiu a primeira profecia, a qual mencionou um futuro “descendente” que destruiria Satanás. (Gênesis 3:15) Segundo o apóstolo Paulo, tal descendente é composto por Cristo e pelos que a ele pertencem. (Gálatas 3:16, 29) Para tais, seu destino, ou “cidadania”, “está nos céus”. (Filipenses 3:20) Ainda que alguém afirme que isso se deu devido ao pecado, o ponto é que Jeová pode fazer o que quiser que for do seu agrado. Como ele mesmo afirmou: “Farei tudo o que for do meu agrado.” – Isaías 46:10.

Mas, retornando ao assunto do comentarista do prefácio deste artigo, perguntamos: a Bíblia permite a esperança de que os animais, individualmente, viverão algum dia para sempre?

O que revela o exame imediato

Num primeiro exame, observamos que no Éden havia uma “árvore da vida” (Gênesis 2:9), e aquele que comesse de seu fruto teria o direito a ‘viver para sempre’. (Gênesis 3:22) Entende-se que o primeiro casal humano, Adão e Eva, após passarem com lealdade no teste simples de não comer da “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau”, de cujo fruto foram alertados a não comer, teria direito a comer da “árvore da vida” (Gênesis 2:17). Pois, em momento algum Deus havia dito ao casal que algum dia eles morreriam. Pelo contrário, Deus apresentou a eles a perspectiva emocionante de gerar filhos e de cuidar da Terra e da vida nela.  (Gênesis 1:27, 28) A morte, no caso dos humanos, foi apresentada como punição pela desobediência, e não como um processo natural da existência humana.

Adão e Eva morreram porque desobedeceram a Deus.
Fonte: jw.org

Com relação aos animais, as passagens bíblicas parecem indicar que eles morreriam. Vejamos algumas passagens.

“Mas esses homens, como animais irracionais que agem por instinto e nascem para ser apanhados e destruídos, falam mal das coisas que desconhecem. Eles sofrerão a destruição trazida pelo seu próprio proceder destrutivo.” – 2 Pedro 2:12.

O texto acima tem sido usado por alguns para indicar que os animais foram feitos para morrerem. Porém, a fraseologia de Pedro pode não estar indicando o propósito original de Deus para com os animais, e sim o que tem acontecido a eles após o pecado ter entrado na humanidade. Afinal, o texto menciona que os animais ‘nascem para ser apanhados [“presos”, Almeida Corrigida Fiel]’, o que não aparenta se ajustar com o propósito divino no Paraíso na Terra, onde os animais não seriam alvo de atividade predatória, mas seriam cuidados amorosamente pela raça humana.

Vale ressaltar que Pedro, em suas cartas, apresenta certas situações como ilustração segundo o seu valor aparente. Veja, por exemplo, a menção que ele faz de ‘a porca lavada revolver-se no lamaçal’ para ilustrar os cristãos que retornam para um proceder mundano. (2 Pedro 2:22) Sobre essa passagem, observe o comentário feito no artigo “Fatores a serem levados em conta no estudo da Bíblia”

Esse recurso também poderia ser chamado de ‘ver as coisas de acordo com o ponto de vista humano’. Exemplo disso é encontrado nas palavras do apóstolo Pedro: “Com eles aconteceu o que diz o provérbio verdadeiro: “O cão voltou ao seu próprio vômito e a porca lavada a revolver-se no lamaçal.” (2 Pedro 2:22) Pedro estava falando a respeito dos que aceitam o cristianismo, fazem mudanças na vida, mas depois lamentavelmente retornam ao proceder anterior de vida, que muitas vezes inclui a devassidão e a libertinagem. Acontece que a porca (ou o porco) se chafurda na lama para “resfriar-se do calor do verão e remover parasitos externos de seu couro”.[1] Assim, do ponto de vista da zoologia, essa criatura estaria, na verdade, se limpando.

Mas o ponto é que o apóstolo cristão não estava dando uma aula de ciência. Ele apenas usou algo segundo o seu valor aparente, aos olhos humanos, como ilustração. Mesmo no dia a dia, em pleno século 21, usamos uma linguagem assim. Por exemplo, falamos de “pôr-do-sol” e “nascer-do-sol”. Falamos em uma espaçonave “subir” ao espaço, quando, na verdade, ela tecnicamente ‘se afastou’.[2]

Vejamos outra passagem:

“Quem é que conhece o espírito dos filhos da humanidade, se ele vai para cima; e o espírito do animal, se ele vai para baixo, para a terra?” – Eclesiastes 3:21.

Salomão deixou essa pergunta sem resposta. Contudo, a expressão “ele vai para cima”, referente ao espírito no caso dos humanos, parece ter uma resposta afirmativa, se entendermos que ‘ele volta a Deus’, o que significa perspectiva de ressurreição.[1] De modo correspondente, a expressão “ele vai para baixo”, referente ao espírito dos animais, também supostamente teria uma resposta afirmativa, e poderia significar que os animais não possuem perspectiva de ressurreição. Ademais, o fato de os dinossauros terem deixado de existir, pelo que parece, antes da criação do homem, também aparenta indicar que, pelo menos, não estava no propósito original de Deus que os animais tivessem vida eterna.

Enfim, de um ponto de vista bíblico, até onde podemos entender a Palavra escrita de Jeová, não parece haver base para se afirmar que os animais algum dia viverão para sempre. Obviamente, Deus não deixou registrado em sua Palavra tudo o que fará ou o que não fará na eternidade futura.

O que leva alguns cristãos a se perguntarem sobre se os animais terão vida eterna

Um motivo já mencionado é a sensibilidade para com os animais, em especial para com os animais de estimação. Contudo, outros motivos também podem ser mencionados.

É interessante que, no relato da Criação, são descritas certas categorias de animais, entre elas o “animal doméstico” e o “animal selvático”. (Gênesis 1:24, 25) Por “selvático” (“selvagens”, ACF) não devemos entender animais cruéis (pois os animais não foram criados para serem violentos) e sim animais próprios das selvas, em contraste com os animais “domésticos”. Doméstico é derivado do latim domus (“lar”) e significa ‘referente ao lar’, e “domesticar” significa ‘tornar caseiro’.

Uma distinção bíblica entre essas duas categorias pode ser vista na passagem de Isaías 11:6-9, onde lemos: “O lobo estará junto com o cordeiro, e o leopardo se deitará com o cabrito; o bezerro, o leão e o novilho gordo estarão juntos; e um menino os conduzirá.  A vaca e a ursa pastarão juntas, e juntas se deitarão suas crias. O leão comerá palha como o touro. A criança de peito brincará sobre a toca da naja, e a criança desmamada porá a mão sobre o ninho da cobra venenosa. Não se causará dano nem ruína em todo o meu santo monte, porque a terra certamente ficará cheia do conhecimento de Jeová, assim como as águas cobrem o mar.”

Fonte: jw.org

A Tradução do Novo Mundo Com Referências traz à atenção mais detidamente o sentido do contato entre o lobo e o cordeiro, ao verter assim Isaías 11:6: “E o lobo, de fato, residirá por um tempo com o cordeiro.” (Grifo acrescentado.) O periódico “A Sentinela” (15/09/91, p. 31) explica sobre isso:

[…] a palavra hebraica traduzida “habitará” ou “morará” é gur. Segundo o lexicógrafo William Gesenius, ela significa “residir temporariamente, morar por um tempo, viver como se não estivesse em casa, i.e., como estranho, estrangeiro, convidado”. (A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament [Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento], traduzido por Edward Robinson) O léxico de F. Brown, S. Driver e C. Briggs dá o sentido de “residir temporariamente, morar por um tempo (definido ou indef[inido]), morar como recém-chegado . . . sem os direitos originais”.

[…]

[…] tais animais ainda poderão ter habitats distintos. Alguns animais são próprios de florestas, outros de planícies, ainda outros de regiões costeiras ou montanhosas. Mesmo na época do Paraíso original, Deus falou de ‘animais domésticos e animais selváticos’. (Gênesis 1:24) Os animais domésticos evidentemente eram aqueles que podiam comumente ficar perto de humanos e de suas habitações. O animal selvático, embora não feroz, pelo visto preferia residir distante do homem. Portanto, conforme prediz a profecia de Isaías, o lobo “residirá por um tempo com o cordeiro”, mas não ficará continuamente por perto de tais animais domésticos.

[Nota de rodapé:] A Bíblia do Centro Bíblico Católico verte Isaías 11:6 da seguinte maneira: “O lobo será hóspede do cordeiro.”

Alguns cristãos se perguntam: ‘Será que os animais domésticos também foram criados para deixarem de existir?’ Pelo fato de o pecado ter interrompido temporariamente o propósito de Deus para com a vida na Terra, não foi possível ver qual seria a relação entre os humanos perfeitos e os animais domésticos.

O fato é que hoje os animais domésticos, para alguns, se tornam tão íntimos como se fossem humanos, a exemplo da ilustração de Natã em 1 Samuel 12:3. Parecem tornar-se parte da personalidade de seus donos. Para os donos, tais animais tornam-se únicos, com uma identidade própria, insubstituíveis. Assim, tais pessoas entendem que, visto que irão viver para sempre no Paraíso terrestre, tais animais também deveriam assim viver. Para tais cristãos, a inexistência de tais animais tão queridos seria o mesmo que perder para sempre parte de sua própria personalidade.

Também, a entrada do pecado na humanidade introduziu novas relações: em lugar de Adão, que seria o pai da raça humana, Jesus tornou-se o “Pai eterno” dela. (Isaías 9:6) Passou a existir a esperança celestial. (1 Pedro 1:4) Poderia ocorrer que certos animais, por estarem intimamente ligados ao ser humano, ainda que presumivelmente tenham sido criados para morrer, possam receber vida infindável?

Outro ponto salientado por tais cristãos é que, no novo mundo de Deus, ‘não haverá mais tristeza’. (Apocalipse 21:4) Tais cristãos sabem o quanto dói perder um animalzinho de estimação! Raciocinam então que a ausência de tristeza no Paraíso incluiria não ter que perder tais criaturas tão queridas. Os que pensam de modo diferente arguem que hoje os sentimentos dos humanos estão desequilibrados e que, no Paraíso, os humanos não serão tão apegados assim aos animais, de modo que não sentirão quando esses morrerem. Por outro lado, os que se apegam tanto aos animais argumentam que, se assim for, os humanos perfeitos teriam menos sensibilidade aos animais dos que os humanos imperfeitos, e que isso não seria um progresso, e sim um atraso.

Enfim, a discussão é longa. E é claro que não queremos perder nada que faça ou se torne parte de nosso ser. Mas, o que podemos ter certeza é que nosso Deus é infinitamente amoroso, sábio e justo, e que ele fará tudo o que nos dará uma vida plena em todos os sentidos. De nossa situação atual, é impossível concebermos tudo o que Deus tem em reserva para seus amados servos. De fato, como exclamou Paulo: “Como são profundas as riquezas, a sabedoria e o conhecimento de Deus! Como são insondáveis os seus julgamentos, e impenetráveis os seus caminhos!” – Romanos 11:33.


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Fonte: https://portalamigocao.com.br/



Nota:


Referências:

Almeida Corrigida Fiel. Sociedade Bíblica do Brasil. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br/>

Bíblia online. Disponível em: <https://www.bibliaonline.com.br>.

Doméstico. Origem da Palavra. Disponível em: <https://origemdapalavra.com.br/palavras/domestico/>.


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A menos que haja uma indicação, todas as citações bíblicas são da Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

A menos que seja indicada outra fonte, todas as publicações citadas são produzidas pelas Testemunhas de Jeová.



Os artigos deste site podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o site www.oapologistadaverdade.org













81 comentários:

  1. Um artigo bem redigido e que demonstra um ponto de vista equilibrado. Sinceramente, abriu minha mente para o tema. Me lembrei do Salmo 145:16

    "Tu [Jeová] abres a mão e satisfazes o desejo de todos os seres vivos". Quantas coisas boas Jeová tem guardado para nós!

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    1. Qualquer opinião AGORA é mera especulação. Lá saberemos e Jeová não deixará nada nos causar tristeza, sendo com morte de animais ou não.

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    3. Bom dia Senhores

      Acredito que existam sim indicativos ..
      1º Evidência:
      "E Jeová Deus passou a fazer vestes compridas de PELES para Adão e para a sua esposa, e a vesti-los." Gênesis 3:21

      No versículo, vimos que após o pecado de Adão e Eva, eles identificaram que estavam nus. Com isso, Jeová produziu um tipo de veste para eles feita de peles. Mas que tipo de peles? Tudo "indica" ser de animais mortos. Isso nos passa uma ideia básica de que na época, os animais morriam; igual à hoje.
      2º Evidência:
      “Façamos [o] homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança...“ – Gênesis 1:26

      Vimos aqui que o homem foi criado à “imagem de Deus“. Deus não morre, ou melhor, Jeová não morre. Jeová não criou o homem originalmente para morrer, como sabemos. Criou o homem para viver para sempre. Ele “Pôs até mesmo tempo indefinido no... coração“ do homem (Não dos animais) . Eclesiastes 3:11

      Mas já o caso dos animais é diferente. A bíblia em parte alguma diz que os animais foram criados a imagem de Deus nem que lhes foi colocado eternidade nos seus corações, então não tinham e nunca terão a perspectiva de viver para sempre.

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  4. Deixarei uma reflexão a favor da coexistência eterna entre humanos e animais: DADO QUE O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO É UMA DETERIORAÇÃO GENERALIZADA DO SISTEMA BIOLÓGICO, ENTÃO COMO É POSSÍVEL PENSAR NA MORTE DOS ANIMAIS NO PARAÍSO SENDO QUE NO PARAÍSO A CRIAÇÃO TERRENA RETORNARÁ A PERFEIÇÃO BIOLÓGICA?

    Lembre-se: na velhice, o organismo humano, por exemplo, perde a capacidade de sintetizar colágeno, metilcobalamina, ph celular diminui, etc. É LÓGICO que o envelhecimento é a lei da é entropia atuando em sistemas biológicos - mas no paraíso tal lei, de alguma forma, não irá degenerar a vida.

    Portanto, com base nisso acima, se os animais vão morrer no paraíso, como pensa alguns, então Jeová falhou na criação original deles, em pleno Reino?

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    1. Não existe falha de Jeová. Ele pode simplesmente não querer que animais, que não "a sua imagem e semelhança" não vivam pra sempre. Humanos foram criados de um jeito, animais de outro. É uma suposição apenas, obviamente. Como bem frisou o artigo, qualquer opinião AGORA é mera especulação. No fim, Jeová é que decidirá esse assunto e a nós não foi revelado isso agora.

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    2. Sim. Porém, o argumento emocional vem pra responder isso. Seres humanos criam laços afetivos com animais, então por que Jeová permitiria isso ao mesmo que permite a morte do animal, gerando dor e tristeza?

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    3. Na nossa limitação imperfeita, esse argumento faz todo sentido. Mas estamos falando de um tempo onde vamos experimentar aquilo que apenas prevemos em pequena escala. O sábio e todo poderoso com certeza pode nos recriar de um jeito que não soframos. Mas tenho certeza de uma coisa: com os animais morrendo ou não, não haverá mais choro e nem tristeza. (Apoc 21:4) Aquele que "Faz com que venha a ser" com certeza se encarregará disso.

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    4. Além disso, a morte de animais no paraíso contradiz o texto bíblico. Leia os seguintes versículos: “Ele realmente tragará a morte para sempre, e o Soberano Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces.” — Isaías 25:8.
      “Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada.” — 1 Coríntios 15:26.
      “Enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte.” — Apocalipse 21:4.

      O processo que chamamos de "morte" não existirá no Novo Mundo, a Bíblia é clara quanto a isso. Portanto, é lógico concluir que os animais não podem morrer no paraíso, dado que isto seria uma clara violação da promessa de Jeová.

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    7. Respeito o direito a ter suas opiniões. Mas discordo. Não há na bíblia indicativo de que animais tenham vida eterna, afinal, Jeová mostra que pra ele a vida humana é mais preciosa ao permitir consumir animais para alimento. Foi a homens que Jeová prometeu vida eterna através do resgate, e somente por se ter fé em Jesus é que se pode ter vida eterna. Animais não tem essa capacidade.

      Mas enfim, no paraíso saberemos sobre esse assunto. Uma coisa nós concordamos: não haverá tristeza.

      Espero que estejamos lá. Fique com Jeová. Abraço

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  5. Gostaria de mencionar um parágrafo de um artigo que li e que acredito seja crucial para esse tema:
    w15 1/3 p. 4 Deus colocou o primeiro homem, Adão, no jardim do Éden, um paraíso terrestre com muitos animais e bela vegetação. Lá havia árvores frutíferas das quais Adão podia comer à vontade. No entanto, Jeová Deus foi claro ao dizer que Adão não devia comer o fruto de certa árvore e que, se fizesse isso, morreria.
    Adão entendeu essa proibição? Ele sabia o que era a morte; ele via os animais morrerem. Se Adão tivesse sido criado para morrer um dia, o aviso de Deus não faria sentido. Em vez disso, Adão entendeu que, se obedecesse a Deus e não comesse daquela árvore, viveria para sempre — ele não morreria.

    O ponto em questão " ele (Adão) via os animais morrerem" ou seja mesmo já em condições paradisíacas os animais dentro do propósito de Jeová não gozavam de vida eterna, não creio
    que esse assunto se enquadre dentro dos parâmetros do Salmo 145:16 que enfatiza o desejo de toda coisa viva no tocante " provisões espirituais e materiais", que é o desejo natural de toda coisa viva

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    2. O corpo governante das testemunhas de Jeová pensa o seguinte sobre o assunto:

      Lp83-A Vida Tem Objetivo

      16 Então, para que a vida terrena continue, precisa haver transformações na matéria orgânica e inorgânica. Os ciclos de nascimento e morte foram originalmente intencionados para toda coisa vivente na terra, com exceção da humanidade. Por que eximir a humanidade? Porque o homem foi feito à imagem e à semelhança de Deus. Apenas os humanos podem ser chamados “filhos” e “filhas” de Deus, não os animais. Não foi dos animais, mas sim do homem, que se disse que ‘a morte entrou por intermédio do pecado’. — Gênesis 1:27; Romanos 5:12.

      Gt76 8/9 parágrafo 9

      O Criador deu vida tanto aos humanos como aos animais. Mas, por quanto tempo deviam continuar a viver?

      Os cientistas relatam que os humanos parecem ter o potencial de vida interminável, de modo que os investigadores ficam perplexos quanto à razão por que morre o homem. A Bíblia fornece o motivo. Afirma que o Criador forneceu aos primeiros humanos, a oportunidade de viverem para sempre. A morte só veio porque se rebelaram. (Gên. 2:17; 3:17-19; Rom. 5:12) Que dizer, porém, dos animais? Não têm a capacidade de rebelar-se conscientemente contra Deus; todavia, vivem somente por certo tempo e então morrem. Assim, é claro que o Criador jamais propôs que os animais vivessem para sempre. Para eles, a morte era natural. — 2 Ped. 2:12.

      Por conseguinte, mesmo que a pessoa possa ficar muito apegada a um bichinho de estimação, é evidente que o homem não deve nutrir os mesmos sentimentos sobre a vida ou morte deste que teria quanto a outro humano. Aparentemente, porém, alguns nutrem.

      G5/6 parágrafos 7-9

      Ao dizer que a morte ‘entrou no mundo’, a Bíblia indica que a humanidade não foi originalmente criada para morrer. Para os humanos, a velhice e a morte são o resultado da rebeldia do primeiro homem contra Deus. Os animais, por outro lado, não foram criados para viver para sempre. — Gênesis 3:21; 4:4; 9:3, 4.

      As pessoas foram criadas para ser diferentes dos animais. Em comparação a eles, somos uma forma de vida superior, assim como os anjos são superiores aos humanos. (Hebreus 2:7) Diferentemente dos animais, o homem foi feito “à imagem de Deus”. (Gênesis 1:27) Também, em contraste com os animais, a Bíblia chama Adão de “filho de Deus”. (Lucas 3:38) Assim, temos sólidas razões para acreditar que o homem não foi feito para envelhecer e morrer. Deus não morre, nem criou seus filhos para morrer. — Habacuque 1:12; Romanos 8:20, 21.

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    3. Creio que seja claro o erro do Escravo nesse (antigo) livreto. Nesse mesmo livro, o Escravo escreve que os fósseis dos animais mostram que os animais morrem desde o Éden, sendo que todos os fósseis são do período pós-diluviano. Além disso, Adão e Eva não precisavam ver a morte de um ser vivo ocorrendo para compreenderem o que é morte. Morte em hebraico é transliterado muwth (תִּמוּתָה), que significa inexistência. Morte, em todas as línguas, significa inexistência. Por que Adão e Eva não entenderiam o significado de uma palavra tão simples?

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    4. Vykthor, tome cuidado ao defender seus conceitos deixando a modéstia e a humildade de lado.
      voce disse: "sendo que todos os fósseis são do período pós-diluviano"; qual o tempo estimado da existência do homem? Qual a origem do petroleo, e o tempo necessário nas ocndiçoes certas para forma-lo? Os esqueletos de 'dinossauros' não datam um periodo muito maior da especulada epoca da criação do homem?
      Um coisa é certa: para haver vida (organica), a morte é necessaria. OU no paraiso a lei da fisica de que 'nada se cria, tudo se transforma' deixará de vigorar? A vegetaçãos do solo terá fonte infinita de matéria pra produzir alimento para toda forma de vida?
      Pra mim, alçar a tristeza de perder um ente querido a mesma de perder um pet é ilogico. Porem, como eu disse, PRA MIM. Tenho meus pet's, mas "cada um no seu quadrado."

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  6. Poderá ocorrer tab que a pessoa que tenha uma animal domestico que goste muito, Jeová poderá dar ao animal vida continua seletiva, não deixando que ele morra por tempo indefinido!

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  7. Caro Wagner Miller

    O que ressaltei é que existe uma matéria em nossa biblioteca no tocante " os animais já morriam desde os dias de Adão" , agora entrelinhas a bíblia lança luz que os animais já morriam , ou melhor não foram feitos para viverem para sempre? Sim,como explicou a Despertai! 5/06 p. 8 "Os animais, por outro lado, não foram criados para viver para sempre. — Gênesis 3:21; 4:4; 9:3, 4." A pergunta que faço é: Quando os animais começaram a morrer? Como supracitado na " w15 1/3 p. 4 ..ele via os animais morrerem" isso é o que matéria explica, não quero ocupar o lugar do Cristo e dizer que o Escravo se equivocou nesse ponto, nem tenho esse direito estão num posição que só o Cristo pode fazê-lo. Você diz : "Jeová pode ter criado Adão e Eva sabendo o significado de morte " embora expresse sua opinião e não esteja em nenhum texto da bíblia eu concordo, pois ora , a ordem expressa dada a Adão Gênesis 2:17 falava sobre algo ser bom, mau e por fim levar a morte, comer o fruto = algo mau = a morte, logicamente avaliando a justiça de Deus nesse ponto julgar e sentenciar alguém sem que tenha entendido as suas consequências, é óbvio que Adão sabia o que era morte, até o Diabo sabia o que era morte ele mesmo tocou no assunto dizendo a Eva que ela não morreria, mas o argumento adicional que fortalece essa ideia de saber e entender creio que seja essa publicada pelo escravo.

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  8. Prezado Daniel:

    O texto de 2 Pedro 2:12, citado nessa publicação que você mencionou (Gt 76 8/9, parágrafo 9), foi bem considerado pelo artigo acima do apologista, e parece não ter o sentido colocado nessa publicação que você citou.

    Outra coisa: mesmo que supostamente os animais não tenham sido criados para viver para sempre, o artigo acima do apologista mostrou que coisas que não havia originalmente no propósito de Deus vieram a existir depois.

    Por isso, eu fico com o que disse o apologista: “… afirmar que algo irá ou não irá acontecer no futuro eterno parece ser arriscado. Afinal, não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade, quando ele não deixa claro em sua Palavra escrita isso.”

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    1. Concordo com a conclusão do apologista. Entretanto, quis mostrar qual é a posição oficial da organização. Inclusive, o pensamento ainda não mudou e esse congresso de 2019 deixa claro isso. É uma posição em que eu concordo.

      Mas se no futuro o criador mudar meus pensamentos, ótimo. Vai ser bons viver com meus bichinhos de estimação eternamente tbm kkk. Como eu disse em outros comentários, afirmar algo hoje é especulação. Minha especulação e da organização é que eles não tem ou terão vida eterna. Se tivermos certos ou errados, não fará diferença.

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  9. Dennis, você disse que os animais “nunca terão a perspectiva de viver para sempre”.

    Parece que você não leu direito ou não considerou seriamente o artigo acima do apologista.

    Afinal, o artigo mostrou que coisas que também não estavam no propósito de Deus vieram a acontecer depois. Ex.: humanos irem para o céu. Deus não deu essa perspectiva a Adão e Eva, nem disse que os descendentes deles teriam essa perspectiva. Então, usando a sua afirmação, naquele tempo se poderia dizer que ‘nunca os humanos teriam a perspectiva de viver no céu’. Mas essa esperança veio a existir.

    Também, na criação da Terra, Deus fez com que grande parte das águas ficasse “acima da vastidão”. (Gênesis 1:6-8) Nada indica que Deus tinha o propósito de algum dia fazer essas águas caírem para a Terra. Mas, devido aos acontecimentos relatados em Gênesis capítulo 6, Deus produziu o Dilúvio, trazendo tais águas para baixo.

    Do ponto de vista de antes de isso ter sido anunciado por Deus, também se poderia dizer que “nunca as águas suspensas na expansão irão vir para baixo”, mas elas vieram para baixo.

    Por isso, acho que é mais humilde adotarmos a posição equilibrada do apologista, que disse que “não podemos falar por Deus o que ele fará ou não fará tendo em vista a eternidade”.

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    1. Prezado anônimo

      O texto de Eclesiastes 3:11 nos diz: Ele fez tudo belo a seu tempo. Pôs até mesmo eternidade no coração deles; no entanto, a humanidade nunca compreenderá plenamente o trabalho do verdadeiro Deus.

      Quem gostaria de morrer? Em circunstâncias normais, a maioria das pessoas diria que não, ora o próprio texto diz que ele (Jeová) "pôs eternidade no coração deles", ou seja o desejo de viver para sempre em nós (seres humanos) é natural, isso já não ocorre com os animais, de toda forma você está correto no seu questionamento não tenho o direito de dizer " nunca terão ", afinal Jeováé quem decide como as coisas que ele criou devem funcionar,por isso substituo a frase pela "Não tem perspectivas" .

      Agora sobre as coisas que não estavam no propósito de Deus lemos a seguinte declaração em nossas publicações:

      *** w10 1/2 p. 5 Como é o céu? ***
      O homem foi criado para viver eternamente na Terra, e esse propósito de Deus ainda se cumprirá.

      Não resta dúvidas que Jeová cumprirá esse propósito, veja a menção oportuna em nossas publicações:

      *** pe cap. 14 p. 126 par. 19 Quem vai para o céu, e por quê? ***
      Jeová Deus não mudou de propósito para com a terra e a humanidade nela após Adão ter iniciado a raça humana no caminho do pecado e da morte. Se Deus tivesse feito isso, teria significado que não era capaz de cumprir seu propósito original. Desde o começo seu propósito era ter um paraíso global cheio de pessoas felizes e sadias, e este propósito ainda está de pé. A única coisa nova que Deus introduziu foi seu arranjo dum novo governo para cumprir seu propósito. Conforme vimos, seu Filho, Jesus Cristo, é o principal governante neste governo, e 144.000 pessoas serão tomadas dentre a humanidade para governar no céu com ele. — Revelação 7:4.

      *** w10 15/4 pp. 7-8 pars. 1-2 O papel do espírito santo no cumprimento do propósito de Jeová ***
      Plano pode ser comparado a traçar um caminho detalhado, ao passo que propósito pode significar ter um objetivo mas não necessariamente um modo específico de alcançá-lo.
      2 Quanto a realizar a sua vontade, Jeová não tem um plano fixo, mas sim um propósito que se realiza gradativamente. (Efé. 3:11) Esse propósito diz respeito ao que Deus no início intencionava para a humanidade e a Terra, ou seja, que este globo se tornasse um paraíso, onde humanos perfeitos vivessem em paz e felicidade para sempre. (Gên. 1:28) Quando Adão e Eva pecaram, Jeová cuidou da situação e tomou medidas para garantir o cumprimento de seu propósito. (Leia Gênesis 3:15.) Ele determinou que sua mulher simbólica produzisse um “descendente”, ou Filho, que por fim destruiria o instigador, Satanás, e desfaria todo o mal que este causasse. — Heb. 2:14; 1 João 3:8.

      Você diz diz "Então, usando a sua afirmação, naquele tempo se poderia dizer que ‘nunca os humanos teriam a perspectiva de viver no céu’. Mas essa esperança veio a existir. " Eu diria os seguinte usando mais uma de nossas matérias publicadas :

      *** kr cap. 3 p. 32 par. 3 Jeová revela seu propósito ***
      O Reino messiânico não fazia parte do propósito original de Jeová. Por que não? Porque Jeová não predestinou o rumo da história humana; afinal, ele criou os humanos com livre-arbítrio. Ele informou a Adão e Eva seu propósito para a humanidade quando disse: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a.” (Gên. 1:28) Jeová exigiu também que eles respeitassem os padrões divinos do que é bom e do que é mau. (Gên. 2:16, 17) Adão e Eva poderiam ter escolhido permanecer leais. Se eles e seus descendentes tivessem feito isso, não precisaríamos do Reino às mãos de Jesus para cumprir o propósito de Deus. Nosso planeta hoje estaria repleto de pessoas perfeitas, todas adorando a Jeová.


      Abraços

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  10. É de fato um assunto polêmico esse. Eu mesmo criou duas gatas, sendo uma delas bem pequena. Impossível não se encantar com um bichinho tão lindo. Ainda assim, sei que não devo me debruçar sobre os meus sentimentos a fim de tirar conclusões sobre o propósito de Jeová sobre a Terra e os animais. Tenho que me apegar a Palavra de Deus. Afinal, e Ele quem decide.
    Embora não devamos ser dogmático (afinal, o propósito de Jeová é progressivo, e vai se desenrolando conforme o tempo passa) hoje, a luz do que está escrito na Palavra de Deus, e das conclusões do “escravo fiel” não vejo motivo para concluir que os animais algum dia terão vida eterna.

    Considere:
    1. O relato da criação em Gênesis não apresenta os animais com tendo recebido vida eterna. São os humanos que são agraciados com a vida eterna. Em que parte das escrituras declara-se que os animais tenham cometido pecado? Em que parte da Bíblia diz que os animais precisaram de algum sacrifício pelos pecados? Não teria isso sido mencionado nas Escrituras se tivesse acontecido?

    2. Deus considera a vida humana superior a dos animais:
    Deus instituiu a Lei, que prescrevia sacrifícios de animais para expiação de pecados. Se Jeová tivesse o propósito de dar vida eterna aos animais, teria ele permitido que os mesmos fossem oferecidos como sacrifício pelos humanos? Veja que no caso de humanos oferecidos como sacrifício é algo detestável para Jeová. (Jeremias 7:31)
    Jeová até mesmo deu os animais como alimento para os humanos. (Gên 9:3)
    Embora Jeová tenham instruído Noé a salvar os animais, muitos deles morreram no Dilúvio. Teriam esses cometido algum pecado? E os que foram salvos por Noé, seriam eles considerados justos? Certamente que não. Os animais não foram feitos a imagem de Deus capazes de refletir as qualidades de seu Criador. (Gên 1:26) Também não receberam o livre arbítrio, para que Jeová os julgasse e declarassem, quer justos quer injustos. (Gên 2:16, 17) Também não são capazes de desenvolver espiritualidade. (Mt 5:3) Acredito que ninguém tenha visto qualquer dos animais lendo a Bíblia, orando ou indo a um culto religioso. Assim, entendo que, SE NÃO FORAM FEITOS PARA TER ESPIRITUALIDADE, PROVAVELMENTE NÃO SERÃO AGRACIADOS COM VIDA ETERNA.
    Ou seja, do ponto de vista de Jeová os humanos e os animais não são iguais. Claramente a vida humana é considerada superior pelo nosso Criador. Os humanos são a principal criação aqui na Terra. Todas as outras criações terrestres foram feitas para os humanos. (Sal 115:16) Eles deveriam ser guardiões deste planeta e tudo nele. (Gên 1:26; 2:15)
    Cristo morreu para resgatar humanos. (João 3:16) Ademais a Bíblia declara inequivocamente, que são humanos e não os animais, que viverão para sempre. (Sal 37:29)

    3. Escravo fiel e prudente: Esse é outro fator a levar em conta. Devemos reconhecer que é através do escravo fiel que Jeová nos faz entender corretamente sua Palavra e seus propósitos. (Mt 24:45-47) O escravo declara de forma clara que os animais não foram criados para ter vida eterna. (g76 8/9 9) Tal entendimento parece não ter mudado com o passar dos anos. (g 5/06 8; g04 22/2 6, 9)

    Conclusão:
    É verdade que talvez não tenhamos resposta atualmente, para todos os questionamentos levantados pelos leitores, sobre o assunto em questão. Mas não termos ainda todas as respostas, não é em si uma prova de que os animais terão vida eterna. Estamos certos de que, não importa o que Jeová tenha reservado para os animais no Paraíso, será justo e amoroso. Todos os humanos terão por fim alcançado a plena felicidade. Nesse tempo, nada nos trará tristeza. Nada nos fará chorar. – Apc 21:4.

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    1. 1• O relato da criação não diz muita coisa. De tal forma você faz suposições sobre incertezas, contradizendo sua própria introdução.
      2• Você está confundindo as coisas. O máximo que se conclue da informação bíblica é que os animais não possuem esperança de vida eterna, dado que Jesus morreu apenas por humanos. Se seu objetivo é usar a inferioridade dos animais perante homens como sinal de que os animais morrerão no Novo Mundo, você falhou. Leia os seguintes textos: “Ele realmente tragará a morte para sempre, e o Soberano Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces.” — Isaías 25:8.
      “Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada.” — 1 Coríntios 15:26.
      “Enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte.” — Apocalipse 21:4. O processo que chamamos de "morte" não existirá no Novo Mundo, a Bíblia é clara quanto a isso. Portanto, é lógico concluir que os animais não podem morrer no paraíso, dado que isto seria uma clara violação da promessa do Jeová. E lembre-se: os versículos se referem a morte adãmica, e, apesar de não terem pecado, os animais morrem devido ao pecado. (Romanos 8:22)
      3• O escravo fez apenas uma suposição em cima da incerteza no livro referenciado por você. Como já ocorreu algumas vezes, o escravo pura e simplesmente errou. É necessário uma nova publicação do escravo para atualizar o entendimento e esclarecer dúvidas.

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  11. Diante dos fatos NATURAIS observáveis eu creio que a morte sempre fez parte da natureza das coisas FÍSICAS criadas, a MATÉRIA em si.
    EXEMPLO: ATÉ AS ESTRELAS TEM SEU CICLO DE NASCIMENTO...VIDA....E MORTE!
    As estrelas que Jeová criou não estão sujeitas à interferência do pecado de Adão, mas mesmo assim, TODA ESTRELA está destinada a seguir rumo à morte, quando todo seu combustível se esgota e ela explode...
    Sendo assim, existe total base e contexto para se crer que os animais no Éden morriam sim!
    E onde está o ponto crucial nesta minha teoria ?
    Simples: fica mais evidente assim que Adão tinha total capacidade de perceber o PRIVILÉGIO, A INCOMPARÁVEL BÊNÇÃO, que JEOVÁ estava a oferecer a ele em troca de sua FIDELIDADE CONSCIENTE AO CRIADOR!
    Quando o Criador oferece ao homem a recompensa de viver ETERNAMENTE, Adão, diante do contexto NATURAL que ele conhecia, poderia MUITO bem avaliar como um benefício incalculável, pois ele poderia fazer a comparação entre a vida dele e a vida dos animais. Adão poderia perceber o grau superior de privilégio que Jeová estava dando à humanidade, nos dando um benefício que fugia totalmente do destino NATURAL das coisas vivas materiais! O homem tinha, assim, plena noção de que sua vida ser ETERNA só era possível por se tratar de algo SOBRENATURAL concedido pelo CRIADOR de forma condicional, estando atrelada à OBEDIÊNCIA.
    O fato de, mesmo antes do pecado, já existir o ciclo NATURAL DE NASCIMENTO E MORTE sobre os animais e sobre as árvores e outras plantas, faria com que Adão, estando ciente deste fato, pudesse fazer uma escolha MUITO bem consciente do grau de BONDADE, AMOR E PODER do Criador por aquela criação única, o Ser Humano, pois Adão estaria ciente de que só os humanos estavam recebendo do Criador esta exceção à regra NATURAL. Caso ESCOLHESSE pela desobediência o homem também estava ciente de que ele estaria se igualando no mesmo nível NATURAL destinado aos outros animais e aos vegetais: a morte, o fim da existência.

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    1. Concordo com cada palavra sua Silva Vagner e do Anônimo citado logo acima, mas gostaria de acrescentar o seguinte sobre alguns textos mencionados nos comentários anteriores sobre a morte (Isaías 25:8; 1 Coríntios 15:26, Apocalipse 21:4) qual morte deixará de existir? Parece ser taxativo dizer que morte é morte, mas consideremos alguns pontos já publicados em nossas publicações:

      *** it-3 p. 30 Morte ***
      Todavia, a morte dos animais, como processo natural, evidentemente já vigorava, visto que eles são deixados completamente fora da apresentação bíblica da introdução da morte na família humana. (Veja 2Pe 2:12.) Nesse artigo do escravo fica claro que a morte dos animais não é mesma coisa que a morte mencionada nos textos temáticos ao novo mundo, por que dizemos isso? Veja o este comentário em nossas publicações :

      *** w06 15/8 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
      Não haverá mais morte” no sentido completo quando a humanidade tiver alcançado a perfeição como resultado da aplicação plena do mérito do sacrifício de Cristo. — Revelação 21:3, 4. Portanto, a morte mencionada nos textos citados acima é a morte adâmica, que será cancelada pelo resgate de Cristo. (Romanos 5:12-21) Não se pode afirmar que nenhum humano jamais rejeitará a Deus, como no caso de Adão.

      Este artigo está considerando depois da prova final do milênio, e se alguém se rebelar mesmo depois de ter passado pela prova final ? O Artigo respondeu :

      *** w06 15/8 p. 31 Perguntas dos Leitores ***
      O que aconteceria com uma pessoa que escolhesse rebelar-se depois da prova final, quando a morte e o Hades não existirem mais? Naquele tempo, a morte adâmica não existirá mais. E o Hades, a sepultura comum da humanidade que tem a esperança de ressurreição, também não existirá mais. Mesmo assim, Jeová poderia aniquilar qualquer rebelde no lago de fogo, negando-lhe qualquer esperança de ressurreição. Essa morte seria semelhante à que sofreram Adão e Eva, não à morte que os humanos herdaram de Adão.

      Creio que essas colocações do escravo posiciona bem o pensamento morte x animais x humanos

      E um outro fator curioso, não para debate somente para reflexão : Se estamos considerando o apego do indivíduo por animais de estimação e que essa perda que causa dor pode ser amenizada com um novo animal que viverá para sempre, então vamos supor que meu tio que professa ser ungido apaixonado por cachorro vai ter que ter um animalzinho no céu para amenizar sua perda?



      Abraços




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    2. Seu argumento não faz sentido! Os animais morrem devido a morte adãmica. Não há nada que indique que os animais morriam antes do pecado. Quanto a sua pergunta final, ela falha. Animais não podem ir ao céu, mas naturalmente vivem na terra.

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  13. Sobre o seguinte raciocínio expresso por VYKTHOR:

    “E lembre-se: os versículos se referem a morte adãmica, e, apesar de não terem pecado, os animais morrem devido ao pecado. (Romanos 8:22)”

    Parece bem evidente à luz das Escrituras que tal pensamento acima é falho. Pense: Se os animais são pecadores, por que isso não foi declarado em nenhum versículo bíblico?
    Em Romanos 5:12 diz: “É por isso que, assim como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo, e a morte por meio do pecado, e desse modo a morte se espalhou por toda a humanidade, porque todos haviam pecado . . .”

    Este texto diz de forma clara, direta e inequívoca que o pecado de Adão foi transmitido para seus filhos, e “a morte se espalhou para TODA A HUMANIDADE”, não para os animais. Os animais não são descendentes de Adão.

    “... apesar de não terem pecado, os animais morrem devido ao pecado.”
    Que declaração contraditória em VYCTHOR. Se “os animais morrem devido ao pecado” significa que eles também precisam de um resgate. Pergunto a você qual foi o sacrifício que Deus proveu para resgatar os animais do pecado e da morte? Onde está isso declarado na Bíblia Sagrada?

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    2. Exatamente! Iria responder isto mas me faltou paciência. Concordo que a indagação dele é legítima, porém falha. Fenômenos como doenças genéticas e comportamentos homossexuais em animais provam que estes sofreram com o pecado (conforme indica Romanos 8:22)

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  14. Os animais NÃO foram condenados à morte por causa do pecado de Adão. A morte sempre foi algo NATURAL para os animais, mesmo antes de Adão pecar.
    Só o homem é quem recebeu de Jeová a expectativa de NÃO MORRER, como os animais.
    A morte ADÂMICA só atingiu os humanos.

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    2. Wagner Miller, o escravo comentando sobre como era possível Adão pecar se era perfeito, respondeu:

      "Foi possível Adão pecar porque Deus o criou com livre-arbítrio. Esse dom não contradiz de maneira alguma o fato de que Adão era perfeito. Na verdade, somente Deus é perfeito em sentido absoluto. (Deuteronômio 32:3, 4; Salmo 18:30; Marcos 10:18) A perfeição em qualquer outra pessoa ou coisa é limitada. Por exemplo, uma faca pode ser perfeita para cortar carne, mas você a usaria para tomar sopa? Uma coisa é perfeita apenas em relação ao propósito para o qual ela foi projetada.

      Então, para que propósito Deus criou Adão? O objetivo dele era produzir, por meio de Adão, uma raça de pessoas inteligentes dotadas de livre-arbítrio. Os que desejassem cultivar amor a Deus e aos Seus modos de agir mostrariam isso por escolher obedecer às Suas leis. Portanto, a obediência não foi programada nas faculdades intelectuais do homem, mas viria voluntariamente do coração. (Deuteronômio 10:12, 13; 30:19, 20) Assim, se Adão não tivesse a capacidade de escolher desobedecer, ele teria sido incompleto — imperfeito." (W08 1/10 p.27)

      Gostaria de refrisar essa fala do escravo:

      "Uma coisa é perfeita apenas em relação ao propósito para o qual ela foi projetada."

      A pergunta é: os animais foram projetados para serem "a imagem e semelhança de Deus" e assim terem o dom da vida eterna? A resposta bíblica já analisada mostra que não.

      Então os animais morrerem no paraíso poderia ser perfeitamente natural e algo "bom" pra Jeová, visto que cumpriu o propósito de sua palavra para qual foi enviada. (Is 55:11)

      Veja que era algo "bom" pra Jeová, embora temporário, o sacrifício, consequentemente, a morte de animais para expiação de pecados. Como poderia essas mortes de animais serem boas? Ora, poderia pq ela cumpria um objetivo de Deus.

      Esse "bom", conforme nós bem entendemos na bíblia, significa o direito que JEOVÁ tem de decidir o que é certo ou errado, em todos os sentidos.

      Se pra Jeová é moralmente correto que animais morram, e homens não, visto o propósito diferenciado pra ambos, não estaríamos nós fazendo igual a Adão e colocando nossos próprios padrões acima dos de Jeová e decidindo o que é bom o que não é?

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    5. Miller, a sua base de comparação não tem sentido, pois você precisa ADICIONAR uma INTERPRETAÇÃO PRÓPRIA acima do que está escrito. Você tenta limitar o aspecto de ser "bom" a algo que necessariamente NÃO Morre.
      Mas uma definição não está ligada à outra.
      É como o DANIEL falou aí acima: "algo é perfeito quando este algo funciona exatamente de acordo com o projeto do Criador".
      Ponto.
      A morte ser o destino NATURAL dos animais não invalida que Jeová os considerasse "bons", pois o Criador os criou já com esse ciclo de vida completo: nascer, crescer, se reproduzir e morrer. Se o projeto original feito por Jeová inclui esse ciclo, então ELE poderia muito bem dizer que tudo era "muito bom", pois a morte natural dos animais e das plantas são parte INSEPARÁVEL do ciclo NATURAL da CADEIA ALIMENTAR na Natureza que Jeová criou.
      Usando o seu raciocínio como base eu poderia alegar que no Paraíso não havia FEZES, pois fezes é algo RUIM. SE tudo o que Deus fez foi "bom" no Paraíso, e as fezes são fedidas e transmissoras de doenças, então as FEZES não poderiam existir no Paraíso, pois no Paraíso só existia o que é "bom" do ponto de vista do Miller.
      Faz sentido este teu raciocínio ??

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    7. Wagner,

      Obrigado pela resposta. Mas agora me permita uma tréplica rsrs.

      Perfeição em sentido absoluto somente se aplica a Jeová. Creio que não discorda disso. Qualquer outra coisa depende do objetivo a que se projeta. A faca, por exemplo, foi projetada pra cortar. Ora, se é cortada carne de animais para alimento ou se é usada para cortar alguém para assassinato o objetivo para a faca foi cumprido.

      Quem está usando a faca para matar é que está errado, mas o uso da faca (que é o objeto de análise) teve o propósito feito pra ele atingido.

      Sobre Hebreus 10:8, Jeová não queria os sacrifícios não porque matar os animais fossem algo "mau", mas sim como esclarece o contexto desse capítulo é porque eles não atingiam um objetivo permanente, mas temporário, a saber, a expiação de pecados.

      Mas não se pode dizer que Jeová não gostava daqueles sacrifícios, até porque a mesma bíblia diz que esses sacrifícios eram um "cheiro repousante" pra Jeová.

      Então no objetivo relativo temporário de expiação de pecados, a morte dos animais era algo "bom" pra Jeová.

      Já no sentido superlativo e permanente, não era algo "bom", já que não cumpria o propósito integral de Jeová.

      O mesmo pode se dizer da morte de Jesus. Em um sentido, a morte de Jesus foi ruim. Mas em outro foi boa, pois a bíblia diz:

      "Pois,visto que a Lei tem uma sombra das COISAS BOAS que viriam, mas não a própria realidade, ela nunca pode, com os mesmos sacrifícios oferecidos continuamente, ano após ano, tornar perfeitos os que se aproximam para adorar." (Hebreus 10:1)

      Veja que a morte resgatadora e permanente de Jesus, livrando assim os humanos da lei e do pecado foi considerado como algo bom que viria. Então, neste sentido, a morte de Jesus foi considerado algo bom por Jeová, pois cumpriu um objetivo.

      Já que no início o propósito era que humanos e animais se alimentassem somente da vegetação, a morte dos animais, por exemplo, serviria de adubo para a vegetação crescer, algo que alimentaria os humanos e os outros animais. As doenças que alguns pegariam apenas acelerariam esse processo.

      Então o propósito de Jeová seria cumprido, e obviamente, isso seria algo "bom".

      Enfim, creio que o assunto é complexo e intrigante. De qualquer forma, o sábio criador nunca fará o que é injusto nem para os animais e nem para nós. Grande abraço meu irmão!!!

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    8. Miller...a cada resposta sua você vai deixando claro qual é O ponto que você quer defender. E, pasmem; não tem nada a ver com cerne da questão aqui!kkkk.... Até então eu estava entendendo que a sua defesa seria dizer que os animais NÃO MORRIAM no EDEN e nem morrerão no futuro Paraíso.
      Mas pela sua última resposta, dada aí acima, você circulou em turno, não da morte em si, mas sim do SOFRIMENTO dos animais ser ou não algo bom....OU ruim...
      Então isso muda todo o debate aqui!
      Afinal! Qual é o seu ponto ? A morte dos animais ? Ou o sofrimento de um ser vivo ?????

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  15. Nossas publicações dizem: *** g78 8/10 p. 19 Onde é que o homem se enquadra? ***
    A razão desta ampla diferença é que o homem foi criado, não para morrer, mas para viver para sempre na terra. A entrada do pecado foi o que introduziu a morte. (Rom. 5:12; 6:23) No entanto, o pecado por parte do homem não introduziu o pecado e a morte no mundo animal. Os animais não têm conhecimento do pecado nem consciência para orientá-los ou condená-los O tratamento pecaminoso dos animais, por parte do homem, provocou a morte deles em alguns casos, até mesmo a extinção de algumas espécies. Mas as descobertas geológicas comprovam que os animais já viviam e morriam muito antes de o homem surgir em cena. É óbvio que sempre tiveram uma vida de duração limitada. Assim, quer morram e degenerem, quer sejam consumidos por outros animais, é algo natural que eles desapareçam de cena. Possuem instintos que os avisam do perigo. Isto assegura a sobrevivência da espécie. O animal, contudo, não sabe disso.

    Não é preciso muito para compreender o que está diretamente mencionado na frase .." o pecado por parte do homem não introduziu o pecado e a morte no mundo animal" , agora concorda com o que está publicado é outra história, será um debate sem fim.


    Agora sobre sua intenção Wagner Miller ..."Então proponho abrir uma linha de raciocínio para ver se o pensamento do C.G. faz pleno sentido" creio que foge do objetivo deste blog que até direciona os leitores ao site oficial, o espaço para esses tipos de questionamentos seria em outro espaço não aqui, o que podemos fazer é respeitosamente compreender melhor alguns aspectos publicados outros se não sanados ou completamente compreendidos somente podemos aguardar, tais como vai ter veículo no novo mundo, o que teria acontecido se Adão tivesse comido do fruto da árvore da vida antes de ser expulso e etc.. São curiosidades que seria bom saber mas por ora não é tão relevante .

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    1. Bom dia Wagner

      Caso queira ampliar a aplicação aos extintos dinossauros não vejo problema, porém no artigo que mencionei o subtítulo considera o domínio do homem sobre os animais, evidentemente isto se aplica aos animais que hoje conhecemos, mas como citei esse é um debate sem fim, eu cito as publicações do escravo e você pesquisas seculares, sobre algumas pesquisas a conceituada National Geographic em 1999, por exemplo, publicou um artigo sobre o fóssil de uma criatura com cauda de dinossauro e penas. A revista declarou que essa criatura era “um verdadeiro elo perdido na complexa corrente que liga os dinossauros às aves”. No entanto, descobriu-se que afinal o fóssil era uma falsificação, uma montagem dos fósseis de dois animais diferentes. Na realidade, esse “elo perdido” nunca foi encontrado. Você com certeza em resposta a esse exemplo citará reajustes em nossas publicações, nesses dois extremos me apego aos textos de Mateus 24:45 e Provérbios 4:18 .

      Sobre a sentença seguinte sejamos honesto é somente a exposição de ideias ou por detrás existe a intenção de fragilizar aquilo que as testemunhas de Jeová pregam e ensinam? Você diz: "Então proponho abrir uma linha de raciocínio para ver se o pensamento do C.G. faz pleno sentido" ,isso eu creio que não faz muito sentido, e nas suas descobertas não fizer pleno sentido o que você deseja fazer, publicar suas próprias ideias ensiná-las? Foi isso que questionei, mas não sou editor desse blog não sou eu quem deve decidir o que será postado ou não.

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    2. Caro Wagner,

      Seu questionamento a respeito da doença dos animais é muito válido e acredito ser um argumento poderoso, afinal, porque um Deus de amor criaria animais doentes?

      Na verdade, não tenho essa resposta. Por um lado, faz lógica crer que eles ficaram doentes depois do pecado de Adão. Por outro, também faz lógica dizer que o pecado não os atingiu, visto serem seres sem consciência.

      Há coisas que a bíblia não explica e esse assunto creio ser um deles. Talvez um dia saberemos a respeito desse assunto.

      Eu vou me abster de comentar agora sobre esse assunto pois acho que não chegaremos numa conclusão.

      Ficarei com o que o escravo disse, no entanto. Mas reitero que seu argumento das doenças é muito bom e nos leva a pensar.

      Foi um prazer conversar. Abraço

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    4. Wagner, teve um comentário de um irmão a respeito deste assunto que achei pertinente.

      Ele disse:

      "Deficiências ou doenças não necessariamente são provenientes do pecado em si, embora este contribua e muito para tais acontecerem a humanos... Mas note, desde a época do dilúvio, o qual devido ao mesmo acarretou numa mudança gigantesca no clima e na proteção de nosso planeta, afetando toda fauna e flora existente, o que fez com que radiações passassem com maior facilidade, fazendo a longevidade de humanos e animais diminuírem drasticamente, e fez tmb com que nosso sistema biológico, bem como de animais se enfraquecessem, nos deixando mais vulneráveis, o que tmb aconteceu a animais...Algumas doenças podem e são passadas geneticamente, o que explica a mais variadas doenças que dão em animais e humanos! Os maiores propagadores de doenças das quais transmitem as vezes de um país para outro são aves e porcos, onde as doenças se propagam com maior rapidez! Logo tais animais podem contrair doenças ou nascer com elas sem a implicância direta de ter sido devido ao pecado adamico de forma direta."

      Segundo esse irmão, a teoria dele é que antes do dilúvio os animais não adoeciam. Apenas morriam mas sem sofrerem por doenças.

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  17. Bom dia Wagner


    Creio que fui rude na minha resposta a sua publicação e seus questionamentos, lendo a colocação do Daniel logo acima, faço delas as minhas palavras, está bem pontual e respeitoso, agradeço e peço desculpas caso lhe tenha afetado com palavras, com certeza esse não é proceder bíblico a ser adotado Provérbios 12:18.


    Forte abraço

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    3. Aqui está o erro básico conceitual que permeia todo o raciocínio do Miller:

      "É muito razoável e lógico concluir que os animais herdaram o pecado, mesmo sendo inocentes."

      Você não percebe que isso é um paradoxo, uma contradição, que anula todo o teu argumento ??!!

      NÃO HÁ LÓGICA NENHUMA EM UM SER HERDAR O PECADO MESMO SENDO INOCENTE!

      OU se é inocente e sem pecado...ou se é pecador culpado!

      Seria o mesmo que um inocente ser SABIDAMENTE INOCENTE e, MESMO ASSIM, parar no corredor da morte para sofrer a pena de morte!

      Os animais nem são ligados geneticamente ao homem e nem foram envolvidos por Jeová na prova do Jardim do Eden.
      Portanto, a morte dos animais NÃO TEM RELAÇÃO DE CAUSA NENHUMA com o pecado de Adão!
      O Paraíso é perfeitamente compatível com a morte natural sendo o destino dos animais, caso Jeová assim determine dentro do ciclo da vida que criado por ele, ciclo mais conhecido como CADEIA ALIMENTAR.

      Toda a natureza que Jeová criou está estabelecida em cima de um ciclo eterno de reciclagem dos nutrientes que circulam e recirculam na natureza através bda MORTE dos animais! Esse é o ciclo da vida NECESSÁRIO para manter a vida desde que Jeová criou o primeiro ser vivo!

      E erro que prende o raciocínio do Miller é colocar no mesmo patamar a morte HUMANA introduzida por Adão e a morte NATURAL dos animais, prevista por JEOVÁ DESDE O PRINCÍPIO.

      O Homem foi o único ser criado que teve a bênção de sair deste ciclo da morte natural, CASO SE MOSTRASSE FIEL AO CRIADOR.
      Mas o Homem preferiu rejeitar este presente do Criador, passando a ser dominado pela MORTE como se fosse um animal qualquer.

      Minha opinião.

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    4. Wagner,

      Creio que estamos encerrando o assunto. Eu disse que tinha encerrado, mas essa questão do dilúvio me abriu novas perspectivas.

      Vc citou as qualidades de Jeová, como amor e justiça, por exemplo. Argumentou que animais herdaram o pecado do homem, e por isso sofrem, senão Jeová seria injusto por permitir que animais sofrerem e morrerem.

      Mas vá além! Inverta a situação!

      Se animais não possuem uma MORAL (agem por extinto), não sabem distinguir o certo do errado dentro da moral de Deus, pq seriam os animais punidos pelo erro e pecado do Homem, haja visto que, se Eva pecasse e Adão não, ele não teria recebido o castigo proveniente do pecado, pq os animais o receberam se não são capazes de tomar decisões?

      Percebe que fazer os animais, que não são descendentes de Adão e Eva, pagarem pelo pecado deles vai na contra mão da justiça de Jeová?

      Doenças podem ser contraídas por diversos meios e isso é comprovado, e não precisa do pecado...

      Agrotóxicos, poluição, desmatamento, água contaminada etc, causam doenças.

      É o pecado adâmico? Não, é a ganância do homem que provoca muitas doenças.

      Você citou esse estudo científico. Ele, junto com o dilúvio bíblico, explica muita coisa.

      A conclusão que cheguei depois de nossa conversa é:

      Tampouco Jeová criou animais com doenças, tampouco transmitiu a eles o pecado de Adão, pois ambas as situações demonstrariam injustiça.

      Jeová permitiu que animais morrerem, devido o propósito deles serem diferentes do nosso, mas sem doenças.

      As doenças são causadas após o dilúvio, e em muitos casos, por causa do homem.

      Abraço meu amigo

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    6. Bom dia Miller.
      1. Sim, sou testemunha de Jeová. E você ?
      2. Não, nós descendentes de Adão, NÃO SOMOS INOCENTES! Nós já nascemos marcados pelo pecado. Logo, somos tão culpados e merecedores de morte quanto Adão e Eva. Por isso que morremos. Isso é mais um erro conceitual teu, achar que nós somos INOCENTES por não termos sidos diretamente participantes do ato de rebelião dos nossos pais, o primeiro casal humano.
      3. A cadeia alimentar sempre existiu, mesmo que os animais fossem vegetarianos. A partir do momento em que uma espécie de animal precisa se alimentar de outra, está estabelecida tal cadeia alimentar. Exemplo: Jeová criou as moscas. O ciclo de vida das moscas está ligado de forma inseparável a carne em decomposição. Sendo assim, se Jeová criou a larva da mosca para se alimentar de carne MORTA, a morte NATURAL de animais sempre fez parte do projeto original de Jeová para manter o ciclo constante de renovação dos nutrientes necessários aos seres vivos. Só ao HOMEM é que foi concedido ficar de fora deste ciclo NATURAL de reciclagem orgânica onde a morte NATURAL era parte intrínseca do processo. Mas o homem original rejeitou tal oferta da parte do Criador.

      Se você não aceitar que os animais morriam NATURALMENTE, pelo menos de velhice, no Paraíso, e que precisava haver um ciclo NATURAL de reciclagem dos nutrientes, então você NÃO VAI SER CAPAZ de explicar a existência das moscas e outros animais "RECICLADORES" de CARNE MORTA.

      Resumindo: a morte NATURAL sempre fez parte do projeto da Criação MATERIAL. Tudo o que é matéria se desgasta com o tempo e precisa ser eliminado para dar lugar a algo novo. No caso dos animais, a morte deles era originalmente planejada para ocorrer com o tempo e SEM SOFRIMENTO E NEM DOENÇAS causados por defeitos genéticos.
      Caso não fosse assim e os animais tivessem recebido do Criador o mesmo dom de vida ETERNA que os humanos, então chegaria o tempo em que o planeta ficaria inviável de manter uma superpopulação de criaturas que precisariam de espaço físico e de alimentos vegetais, vegetais esses que não achariam nutrientes necessários no solo, pois não haveria como o material orgânico voltar ao solo de onde foi tomado quando o animal comeu o vegetal.
      O ser humano perfeito estaria, assim, convivendo com uma natureza cíclica perfeita, vendo a morte como parte integrante do processo de renovação dos seres "inferiores", mas ele mesmo, o homem, estaria de fora deste ciclo, pois haveria recebido o dom da vida ETERNA, coisa que em nenhum momento vemos o Criador oferecer aos outros animais FORA o animal humano.

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    7. Wagner,

      Embora você esteja falando já algum tempo que o pecado de Adão se estendeu aos animais, e eu tenha argumentado com vc que isso seria injustiça de Jeová, pq animais pq não tem consciência de pecado, e embora nós não sejamos culpados pelo pecado de Adão, ainda somos filhos dele e também tem a questão da soberania universal, onde nós podemos provar que queremos Jeová como nosso governante. Animais não podem fazer isso.

      Mas lhe carece texto bíblico que comprove sua alegação. Mas a bíblia mostra quem realmente foi punido pelo erro de Adão.

      "Pois a CRIAÇÃO está esperando com viva expectativa a revelação dos filhos de Deus. 20 Porque a criação foi sujeita à futilidade, não de sua própria vontade, mas pela vontade daquele que a sujeitou, à base da esperança 21 de que a própria criação também será libertada da escravidão à decadência e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus". (ROM 8:19-21)

      O texto fala que uma criação foi sujeita a futilidade ou pecados. Essa criação não pode envolver animais, visto o texto dizer que essa criação aguarda com viva expectativa serem libertas da futilidade.

      Animais não tem consciência e por isso não aguardam isso.

      Creio que esse texto responde os questionamentos.

      Então Jeová não criou animais doentes pra sofrerem, apenas com um propósito de não terem vida eterna. As doenças foram causadas após o dilúvio e são oriundas de fatores externos a Jeová, como a radiação, ganância do homem, por exemplo.

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    8. Pelo visto, depois destes argumentos terei que reconsiderar minha posição 🤔

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    9. Vykthor,

      Uma das grandes virtudes do povo de Jeová é não ter medo de mudar de opinião quando se lhe provem o contrário.

      Eu mesmo já havia admitido que não tinha resposta pros animais adoecerem, até que um irmão me mostrou novas considerações.

      É assim mesmo, vivendo e aprendendo. Fico feliz de ver sua humildade.

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  18. Gente, o que o apologista mostrou é que, independente do propósito original de Deus, Jeová fez coisas que não estavam originalmente em Seu propósito. Assim, qualquer argumento visando mostrar que os animais não terão vida eterna baseando-se no suposto propósito original para eles fica sem efeito. O negócio é esperar para ver como as coisas ficarão no futuro paraíso na Terra.

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    1. É verdade, e pode acontecer isso. Entretanto, quando Jeová mudou algum propósito, estes foram revelados aos poucos na bíblia. Não vemos nenhum indício de que Jeová pretende acabar com a morte de animais, pelo contrário, Romanos 8:19-21 mostra que a criação humana é que será libertada do pecado.

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    5. Vamos lá: O dilúvio não originou as doenças e morte. Mas evidentemente após o dilúvio os sistemas de defesas humano e animal não eram mais fortes como antes. A questão não é que Jeová causou doenças nos animais, mas evidentemente ele permite, o que é diferente de causar.

      Sobre Romanos, não. Os animais não estão inclusos naquela consideração.

      Os textos que citou não servem pra provar sua alegação, pois eles dizem em sentido metafórico que eles 'pedem comida' pra Deus. Creio que vc não acha que eles pensam:"ó Deus, estou com fome, me dê comida!".

      Isso é extinto. Minha cadela arrasta a vasilha dela pra minha porta pra pedir comida quando estou comendo algo, pedindo.

      Mas Romanos 8, em todo seu capítulo, é claro ao falar sobre o tema. Os humanos aguardam serem libertos da futilidade da mesma forma que os "filhos de Deus" aguardam irem pro céu, diz o contexto. Ora, isso é racional, não algo por extinto.

      Outra coisa que achei interessante no livro de Romanos foi o seguinte:

      "Todos pecaram e não atingem a glória de Deus”. (Ro 3:23) Esse texto nos ensina algo interessante sobre o pecado e nos faz refletir como somos diferentes dos animais.

      Em 2 Coríntios 3:16-18,o apóstolo Paulo mostra que aqueles que se desviam do pecado e se voltam para Jeová "com rostos desvelados refletem como espelhos a glória de Jeová, sendo transformados na mesma imagem, de glória em glória".

      Isso nos ensina que ser a imagem e semelhança de Deus envolve não ter pecado também, além de refletir as qualidades. Quem vive no pecado, morre, consequentemente não tem vida eterna.

      Isso ensina que os humanos que irão viver pra sempre o assim viverão por serem imagem e semelhança de Deus também.

      Poderia se dizer isso dos animais?

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  19. Daniel, nem sempre Jeová revelou aos poucos o seu propósito. No caso do Dilúvio, ele falou a Noé algumas décadas antes de acontecer. E só foi registrado na Bíblia muito tempo depois. E os animais domésticos terem ou não vida eterna não tem nada a ver com a libertação do pecado. Tem a ver apenas com o propósito de Jeová.

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    3. Amado Wagner,

      Vamos lá, deixa eu me fazer mais claro. As vezes na pressa a gente não expressa tudo o que pensa da forma correta e pode passar uma má impressão, sendo que não é o que pensamos.

      Quanto ao pecado: Não nego que a morte e seus efeitos, NOS HUMANOS, vem desde o pecado de Adão, como diz a Bíblia. Como vc mostrou bem, desde Adão a morte e o pecado reinaram. (ROM 5:14)

      Minha discordância é quanto o pecado ter sido repassado aos animais. Não vejo justiça em Jeová nisso, muito menos base bíblica. Quanto a Jeová causar mortes e doenças em animais, não discordo de você, como bem exemplificou. Mas não creio que essas mortes e doenças foram causadas devido o pecado adâmico nos animais, entendeu amado?

      Creio que antes do dilúvio, de alguma forma os animais não tinham doenças iguais aos dos humanos, se é que tinham outros tipos. A bíblia, nem o escravo falam sobre o porquê da morte e doenças nos animais. Talvez o ideal seria perguntar pra Betel sobre o assunto.

      Então penso que após o dilúvio, tanto as doenças humanas os afetaram (animais) bem como os efeitos do pecado passaram a ser mais acentuados nos humanos.

      Uma coisa a se levar em conta é que Satanás possa estar envolvido nisso também. Ele causou doenças em Jó. No estudo de livro dessa semana vimos uma mulher encurvada por 18 anos a quem Jesus atribuiu a causa a um espírito impuro. Suposição minha apenas, ok?

      Continua....

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    4. Continuação...

      Sobre eu ir contra todo mundo:

      Amado, minha opinião a respeito dos animais é de acordo com a opinião do escravo fiel e prudente, a entidade bíblica designada por Jesus pra nos nos alimentar. Eles dizem, até mesmo no congresso deste ano, que animais não vivem pra sempre, nem no paraíso perdido, nem no vindouro.

      Então neste ponto é você que está indo contra, não eu.

      Também sobre Romanos 8. É o escravo que diz a criação neste texto se refere exclusivamente a humana, não envolve a animal. Você é que está dizendo que o termo "junta" se refere aos seres humanos e animais, quando o escravo explica que isso quer dizer, todos nós, humanos, sofremos juntamente os efeitos do pecado.

      Então neste outro ponto amado, não sou eu que estou indo contra a maioria, novamente é você.

      Sobre a questão do termo "imagem e semelhança", de fato, ele se aplica a sermos imitadores das qualidades de Jeová. E neste ponto creio que eu me expressei errado, mas vou retificar.

      Certa publicação do escravo diz:

      "Por volta do fim do reinado de mil anos do Rei Jesus Cristo, tôda a humanidade obediente terá recebido o inteiro benefício do sacrifício de resgate do Senhor Jesus Cristo. Ter-lhe-ão sido perdoados todos os seus pecados, herdados do pecador Adão, e terão sido soerguidos à perfeição humana, à imagem e semelhança de Deus. ISTO SERVIRÁ DE BASE para eles serem justificados para a vida eterna no novo mundo de Deus." (w58 15/7 p. 447)

      Perceba que o escravo diz que para se ter vida eterna, é necessário ser imagem e semelhança de Deus, ou seja, ser perfeito em ações em sentido superlativo. E isso faz todo sentido.

      Hoje nós não refletimos a imagem e semelhança de Jeová em sua plenitude. Mas quando isso acontecer, ganharemos vida eterna. Na verdade, uma coisa leva a outra. Refletiu com exatidão as qualidades de Jeová, vida eterna.

      Animais, meu amigo, tem essa capacidade? Não. Não podem ser imagem e semelhança de Jeová, portanto, não podem obedecer aos seus requisitos para se obter vida eterna, portanto, não terão vida eterna.

      Como você mesmo disse, "a perspectiva
      de viver para sempre, não vem de sermos à imagem e semelhança de Deus, mas por sermos obedientes à Ele."

      Sua frase é contraditória, porque ser obediente a Jeová é ser semelhança e imagem de Deus, ou conseguir refletir seus atributos, como autodomínio.

      Novamente, essa citação não contradiz o estudo perspicaz,pelo contrário, a explicação melhor. E novamente, não sou eu que estou indo contra a maioria.

      Portanto, sugiro que o melhor seja nós 2 não dogmatizar a respeito do que a bíblia e nem o escravo não dizem. Mas uma coisa eles dizem: o pecado só afetou os homens.

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